Bernardinho | Mundo do Vôlei, por Aretha Martins - Part 4

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sábado, 24 de setembro de 2011 Seleção masculina | 14:29

Brasil faz 3 a 0, mas tem a atuação mais fraca do Sul-Americano

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Mais um jogo do Sul-Americano, mais uma vitória do Brasil por 3 sets a 0, agora sobre a Venezuela (25/14, 25/15 e 27/25). Só que desta vez a partida foi bem pior do que o esperado… Que chegue logo o confronto contra a Argentina!

Bernardinho - Divulgação/Vipcomm

Bernardinho reclama com Murilo. Brasil teve uma atuação ruim contra Venezuela

A seleção foi bem no primeiro set, marcando forte no bloqueio, precisa no saque e quase sem errar. Depois, parou. Saiu perdendo de 3 a 0 na segunda parcial e se recuperou mais em função da confusão da Venezuela do que pela sua qualidade. No final, errou passes e sofreu para fechar, acabando com o set apenas no 27 a 25. No geral, a falta de concentração e os erros de recepção ao logo de quase todo  o jogo fizeram o Brasil ter a pior apresentação no Sul-Americano.

Mas o segundo set ainda merece um espaço a mais pela lambança dos venezuelanos. Eles se atrapalharam de uma maneira que eu nunca tinha visto. Jogadores, técnico e árbitros não se entendiam com a posição de cada um em quadra. Até Bernardinho foi lá ajudar para ver se dava jeito! Depois, eles caíram de rendimento, perderam e só voltaram a jogar no set seguinte, aquele do 27 a 25.

E agora, o que esperar do duelo contra a Argentina? Escrevi que queria ver logo essa partida pelo nível das duas seleções. Finalmente teremos dois times de igual para igual em quadra. Os argentinos, quarto colocados na última Liga Mundial, têm volume de jogo, atacantes bons (como Conte) e um levantador habilidoso (De Cecco).

Théo - Divulgação/Vipcomm

Théo e Bruninho devem ser os titulares na partida contra Argentina

Mas e o Brasil? Como chega para o jogo, ainda mais depois de uma atuação fraca como a deste sábado? Murilo, conhecido pela precisão no passe, não está bem na função. Neste sábado, ele e Dante falharam na posição, por exemplo. Wallace tem as características para embalar, mas não repetiu a atuação que teve diante da Colômbia. Quem veio do banco e precisava conquistar um posição, como Thiago Alves e João Paulo Bravo, foram melhores que os mais experientes.

É difícil mensurar a evolução de uma equipe com rivais mais fracos e é normal perder o foco e tal. Mas se a seleção só teve adversário que não exigiu muito, a Argentina passou pela mesma situação. Porém, a obrigação de vitória é da equipe de Bernardinho. E para conseguir, acho que será necessário arrumar o passe, em primeiro lugar. Além disso, manter o saque que já foi visto neste Sul-Americano, com alguns forçando, como Lucão, Sidão, e outros executando um serviço tático e preciso, como Marlon. De nada adianta errar demais com excesso de pancadas ou só passar para o outro lado. E claro, contra a Argentina não será possível usar a desculpa da falta de concentração ou de um objetivo. Concentração será fundamental para entrar no jogo e não sair dele e o objetivo é cumprir a obrigação de vencer em casa.

P.s.: e na seleção feminina, que joga o Sul-Americano a partir da próxima quarta-feira, Adenízia foi cortada. Pensei que uma das ponteiras poderia perder a vaga, mas Zé Roberto preferiu manter Jaqueline na equipe. O Brasil jogará o torneio com as levantadoras Dani Lins e Fabíola; as opostos Sheilla e Tandara; as centrais Fabiana, Thaísa e Juciely; as ponteiras Mari, Paula, Jaqueline, Sassá, Fernanda Garay e Natália; e a líbero Fabi. Mas isso é assunto para a semana que vem…

Notas relacionadas:

  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  2. Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano
  3. Os 12 do Brasil para o Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 20 de setembro de 2011 Seleção masculina | 23:52

Na vitória sobre o Chile, Brasil só joga um set

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Segundo jogo do Sul-Americano e, do outro lado, um time com apenas um jogador profissional. Esse era o Chile, rival do Brasil na noite desta terça-feira. Ainda assim, o jogo foi mais equilibrado do que o que todos imaginavam e a seleção só jogou de fato no terceiro set. Venceu por 3 a o (25/21, 25/19 e 25/10), mas poderia ter feito melhor.

Marlon - Divulgação/Vipcomm

Marlon, uma das novidades no time, foi o levantador titular contra o Chile

Bernardinho seguiu a estratégia de mexer no time. Apenas Lucão foi mantido entre os titulares que jogaram contra o Uruguai. Hoje entraram Murilo, Dante, Marlon, Wallace e Sidão. Para completar, Serginho, único líbero do Brasil no torneio.

Com mudanças ou não, o problema foi que a seleção errou muitos saques! E faço a mesma pergunta de segunda-feira: por que forçar tanto contra um time fraco? Basta usar bem um serviço tático e jogar a responsabilidade para o outro lado. Tudo bem, quando o saque forçado entrava, era ponto praticamente certo, mas também foram muitos desperdiçado.

E o Brasil só jogou no terceiro set! Nos dois primeiros, a seleção estava desconcentrada, errou demais, levou bloqueios e viu os chilenos defenderem e crescerem. Culpa da falta de concentração. E já falávamos aqui que manter a concentração era o desafio desses primeiros jogos do Sul-Americano. Apesar da vitória, foram dois sets feios.

Bloqueio do Brasil no Chile - Divulgação/CBV

Bloqueio do Brasil, que foi bem na estreia, só apareceu no terceiro set contra o Chile

Aí chegou a terceira parcial, e o Brasil fez um pouco do que sabia. Finalmente o bloqueio, que havia marcado apenas um ponto, funcionou. O saque entrou, os ataques ficaram variados e só com um pouco mais de atenção, a seleção fez o seu jogo e venceu por 25 a 10. Não poderia ter sido assim o jogo todo?

Fica a lição… Jogar contra um rival fraco exige cabeça no lugar porque que o Brasil vai ganhar todos esperam, mas é melhor ganhar e aproveitar o jogo para rodar, testar jogadas, acertar o tempo no saque… E como Dante acabou de dizer na TV: “Temos que aproveitar esses jogos para treinar porque os jogos duros começam mais para o final de semana”.

Nesta quarta-feira tem mais, agora diante do Paraguai, também às 22h30. Depois, na quinta, Brasil pega a Colômbia, que já bateu a Venezuela, e aí o Sul-Americano começa a ficar mais interessante.

Notas relacionadas:

  1. Os altos e os baixos da vitória sobre os EUA
  2. Os 12 do Brasil para o Sul-Americano
  3. Estreia fácil, fácil do Brasil no Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

domingo, 18 de setembro de 2011 Seleção masculina | 09:49

Os 12 do Brasil para o Sul-Americano

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Bernardinho divulgou no final da tarde de sábado os 12 jogadores que vai levar para o Sul-Americano. Ficaram de fora Giba, Gustavo, Leandro Vissotto e Mário Jr, porém, os dois primeiros viajam e seguem treinando com o time (leia mais). Os cortes foram surpreendentes?

Giba ainda se recupera de lesão e já era esperado que fosse poupado. No meio, Gustavo é o mais velho da posição e também teve lesão na temporada e Bernardinho também pode estar querendo poupá-lo para a Copa do Mundo. Já na saída, achei justa a decisão. Vissotto tem altura e potencia, mas não vem em uma boa fase na seleção, enquanto Wallace é um ótimo jogador e ainda conhece muito bem a Argentina, único rival de peso do Brasil no Sul-Americano. Para fechar, Serginho é melhor líbero que Mário Jr e isso diz tudo.

No final, vão para o Sul-Americano os levantadores Bruno e Marlon, os opostos Theo e Wallace, os centrais Rodrigão, Sidão e Lucas, os ponteiros Murilo, Dante, Thiago Alves e João Paulo Bravo e o líbero Serginho.

O que vocês acharam? Segunda-feira começam os jogos…

Notas relacionadas:

  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  2. Veteranos na pré-lista para a Liga Mundial
  3. Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 14 de setembro de 2011 Seleção masculina | 22:31

Sul-Americano é obrigação na seleção

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Dos 28 Campeonatos Sul-Americanos já disputados, a seleção masculina ganhou 27. Só não venceu quando não participou, em 1964. Esse número só reforça a afirmação: título do Sul-Americano é obrigação na seleção.

A justificativa é simples. O Brasil é o favorito na disputa, tem os melhores jogadores, o melhor nível técnico e tem que fazer um papel bonito em casa. Por mais que os jogadores usem o discurso de que o torneio pode ser complicado e tudo mais, a realidade é que o Brasil é mais time que os rivais.

Veja a tabela dos jogos do Sul-Americano

Entre os adversários, não sei como está a Venezuela no momento, mas eles já deram trabalho à equipe nacional no começo dos anos 2000, com um estilo de jogar parecido com o de Cuba, com um voleibol de força, seja no ataque ou no saque.

Além disso, a Argentina vem numa crescente e o desempenho da equipe na Liga Mundial, com um inédito quarto lugar, deixa o Sul-Americano mais interessante.

Os hermanos não eram páreo para o Brasil desde a época de Milinkovic, Weber e companhia (lembram da Olimpíada de Sydney? Eles venceram e jogaram a seleção para um fraco sexto lugar geral). Agora, com Conte, De Cecco e companhia, o técnico Webber (o que foi levantador daquela geração) conseguiu um time jovem, cheio de vontade e com que joga na habilidade e na velocidade. Eles, sim, podem complicar no último jogo.

Como Bernardinho disse uma vez, se o Brasil vencer, vai sair uma notinha na imprensa dizendo que cumpriu a obrigação. Se perder, terá um grande destaque falando de uma possível crise. O técnico está certo. Vale colocar o favoritismo em quadra, respeitar os rivais jogando com seriedade e garantir a vaga para a Copa do Mundo para brigar pelos primeiros lugares na Olimpíada de Londres.

Resta saber com que time o Brasil entrará em quadra. Mas isso é assunto para um próximo post…

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  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  2. Sul-Americano começa como já era esperado
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Seleção masculina | 22:35

Seleção de novos: um modelo que deu certo

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Seguindo o assunto “times do futuro”, o foco agora é a seleção masculina de novos (como havia prometido no post anterior). O Brasil, sob o comando do técnico Rubinho (veja quem está na seleção de novos), está em excursão pela Europa e segue para a China para a disputa do Universíade, a partir do dia 12 de agosto.

Rubinho e meninos da seleção de novos - Divulgação

Renan, Túlio, Magoo, Rubinho, Isac e Mineiro depois da prata no evento teste em Londres

A ideia dessa seleção é dar “rodagem” aos mais novos e contar com experiência de quem já passou pelo time principal, como Thiago Alves e Éder. É uma ideia que já deu certo nos anos 90. Giba, Ricardinho e a geração nascida em 75, 76 fizeram uma seleção e viajaram por um bom tempo para ganhar experiência. Depois, eles viraram os campeões olímpicos e líderes da geração de ouro. A atual geração olímpica também seguiu esse caminho. Murilo, Lucão e Bruninho, por exemplo, também já foram do time de novos.

A experiência tem dado certo na seleção masculina e também na feminina. Zé Roberto convocou a sua seleção de novas em 2006 e dela saiu Thaísa, campeã olímpica em 2008 (leia mais sobre a experiência de Zé Roberto com as novatas). Nesse ano, o técnico viu Tandara no time B e irá aproveitá-la para o Grand Prix.

Acho que, no caso do masculino, o Brasil já tem um time B praticamente pronto. Prova disso foi o torneio teste em Londres, quando a seleção ficou com o vice, perdendo apenas para a Sérvia, que dá trabalho até para a equipe principal de Bernardinho. Eles passaram, por exemplo, pelos Estados Unidos, que estavam com um time misto, mas contavam com nomes de destaque da Liga Mundial deste ano como Thornton, Anderson e Ptak. Nesta semana, eles ainda fizeram 5 a 0 em um jogo treino contra a Áustria.

E Bernardinho está de olho nessa nova geração. “O Bernardo acompanha tudo. Trocamos email ao longo desta excursão, informo a ele como estão os jogadores, seu desempenho, treinamento, enfim, ele está sempre a par de como as coisas tem ido por aqui”, disse Rubinho ao blog.

Apesar da proximidade, com exceção àqueles que já estão ou passaram pelo time principal (Thiago Alves, Éder e João Paulo Bravo), Rubinho não acha que esse garotos irão para as Olimpíadas. “Temos hoje um plantel muito sólido com relação as próximas competições, principalmente em relação ao Sul-Americano e à Copa do Mundo, que é o classificatorio para a Olimpiada. Eu diria que não vejo muitas possibilidades de grandes mudanças na equipe principal”, analisou.

Pelo visto, só no próximo ciclo olímpico teremos caras novas na equipe de Bernardinho. Até porque veteranos como Giba, Rodrigão ou Serginho não devem seguir até 2016. Pelo menos já teremos novos atletas rodados e experimentados fora do País. Por enquanto, queria ver uma outra mudança na seleção principal, como Wallace, do Sesi, como um dos opostos.

P.s 1.: Aproveitando o assunto “novatos”, a seleção masculina se recuperou no Mundial, venceu Estados Unidos e Bulgária e já está classificada para a segunda fase (leia mais sobre o Mundial juvenil)

P.s.2: O Sesi estreou nesta quarta no Sul-Americano com uma vitória muito fácil sobre os peruanos do Club Peerless (25/8, 25/18 e 25/07). Vou guardar os comentários e falar do torneio no domingo, que terá o jogo mais interessante, contra os argentino do UPCN, combinado?

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Nova seleção masculina passa no teste e é aprovada
  3. Dante quer voltar à seleção… ainda tem espaço?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 8 de julho de 2011 Seleção masculina | 17:25

Como jogar fora uma chance com um jogo feio

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Brasil e Rússia entraram em quadra nesta manhã já classificados para as semifinais. A diferença foi que os brasileiros pareciam que nem estavam ali, enquanto os russos aproveitaram para, pelo menos, se divertir em quadra.

A seleção perdeu por 3 sets 0 (veja como foi a partida) e com certeza não agradou a ninguém. Eles erraram demais e se esforçaram de menos. Se faziam algum ponto, pouco vibravam. Se perdiam o ponto, não se importavam tanto assim. O placar foi um mero reflexo da falta de atitude em quadra.

Bernardinho cumpriu o prometido e mexeu no time. E a justificativa do técnico para isso foi válida. Para que colocar seus principais jogadores em quadra depois de dois jogos desgastantes como foram as vitórias sobra Cuba e Estados Unidos se o jogo dessa sexta era para cumprir tabela? Se havia ainda alguma oportunidade para colocar tudo mundo para jogar e dar ritmo era nessa partida. Mas vocês acham que quem entrou soube aproveitar esse “treino de luxo”?

Acho que não. Até em um treino dá para vibrar mais, bater mais e se soltar mais em quadra! O Brasil sofreu com o saque e com o bloqueios russos e com a sua apatia. Tudo bem, o time perdeu quando podia, Bernardinho mexeu quando podia, mas o jogo foi feio, muito feio.

Maxim Mikhaylov/FIVB

Maxim Mikhaylov foi um dos destaques da Rússia no ataque e passou pelo bloqueio brasileiro

Os russos, sim, aproveitaram o “treino”. Viram o central Muserskyi voltar a dominar a rede e o atacante Apalikov acertar no saque, por exemplo. Eles nem forçaram tanto assim e saíram com a vitória e um ânimo a mais para a semifinal. Fizeram apenas o jogo deles, sem se preocupar muito com quem estava do outro lado.

E é melhor o Brasil mudar logo esse “estado de espírito” porque vai encarar uma Argentina mais do que empolgada na sua semi. Os argentinos podem não ter uma grande experiência, mas são jovens, comandados por um bom técnico (Webber) e por um oposto que vive ótima (Conte) e estão cheios de vontade de fazer história!

Já o Brasil sabe, sim, jogar com vontade e usar a sua experiência. Eu só espero que eles comecem o jogo já empolgados e mostrem logo o que sabem porque até agora, mesmo na fase final quando o jogo valia a classificação, eles começaram bem devagar.

Bruno, mesmo com algumas falhas, consegue levantar o time em quadra. De Giba e Serginho nem precisamos falar nada porque sabemos o quanto eles cobram os companheiros. Mas ainda me preocupo com os nossos opostos. Vissotto até que virou algumas bolas com vontade nesta manhã, mas só algumas. E Théo já levou cada bloqueio… Posso estar de mau-humor por causa do jogo de hoje, mas vamos lá, acredito que o Brasil cresça na semifinal e tenha a chance de dar o troco na Rússia em uma decisão, com um jogo de verdade!

P.s.: Argentina acabou de perder para a Polônia por 3 sets a 2. Com isso, os donos da casa ficam com a vaga na semifinal, mas devem parar na Rússia. Pelo visto, teremos outro Brasil e Rússia na decisão da Liga Mundial. Ah, Brasil x Argentina será às 12h e Rússia x Polônia às 15h neste sábado.

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  1. Como jogar com seu ídolo? Em um amistoso!
  2. Vitória feia, mas um 5º set para mostrar como se faz
  3. Jogo feio, muito feio…
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quinta-feira, 7 de julho de 2011 Seleção masculina | 16:39

Agora sim, os comentários de mais uma virada…

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Mais um jogo do Brasil, mais um começo ruim e mais uma virada na fase final da Liga Mundial. Nesta quinta, a seleção não demorou tanto a acordar como no jogo contra Cuba, venceu por 3 sets a 1 e deu mostras de que sabe se concentrar e pode liquidar um jogo com facilidade.

Pontos negativos?

Anderson, atacante dos Estados Unidos/FIVB

Anderson, dos Estados Unidos, foi bem nos primeiros sets

O começo mais uma vez apático. O time demora a ficar vibrante e solto em quadra. E ainda se deixou levar e se perdeu com erros da arbitragem. Por isso levou 25 a 15 dos EUA no primeiro set. O time tem que fazer seu jogo e esquecer do resto para vencer, sem cair em provocação (pelo menos isso só durou um set…).

E acho que ainda falta aquele atacante de potência, que crava a bola e dá moral à equipe. Vissotto mais uma vez entrou e pouco fez. Com seus 2,12m poderia render muito mais. Wallace não faria bem ao time nessa fase final?

Pontos positivos ?
A postura em geral a partir do segundo set. A equipe ganhou a vontade de jogar e foi para cima. Finalmente o bloqueio, na parte final do jogo, colocou pressão nos norte-americanos (pontuamos mais do que eles na rede). E esse fundamento ajuda a animar o time. Além disso, o Brasil fez belas defesas e teve paciência para trabalhar.

Para fechar, no quarto set, o time finalmente conseguiu abrir no placar e manter o foco para vencer e vencer bem. Nada de relaxar só porque está na frente no placar e chegar até a levar viradas bobas, como nas derrotas para os norte-americanos. Era a isso que eu me referia quando falava de “manter o padrão todo o tempo”!

E os jogadores?

Giba e Serginho/FIVB

Giba foi o maior pontuador da partida, com 21 acertos

Giba foi mesmo o nome do jogo. Bruno acertou as bolas rápidas com ele, o que resultou em lindos ataques. Bom para Bruno, que percebeu o melhor momento do companheiro e mostrou mais segurança, e para Giba, que segue em boa forma e, se contar com essa bola acelerada na medida, é difícil de ser parado. E Sidão, mais uma vez titular, foi bem no saque e na rede. Ele está aproveitando e bem as chances de Bernardinho.

E agora, como encara a Rússia?
Acho que, mais uma vez, com velocidade. Se tentarmos jogar com bolas mais altas, vamos perder no bloqueio. O meio será importante e as pontas com jogadas aceleradas também. E como comentou a leitora Priscilla, Dante faria bem ao time, já que é um belo ponteiro e mais alto que Giba e Murilo. Bernardinho já falou que vai mexer no time e mudar um ou dois jogadores (veja o que técnico falou sobre a Rússia). Dante pode ser um desses. Vamos ver!

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  1. Sufoco e virada contra a Bulgária no 2º jogo
  2. Virada dramática para acordar de vez na Liga Mundial
  3. Mais uma virada e a vaga na semifinal da Liga Mundial
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sábado, 18 de junho de 2011 Seleção masculina | 17:32

Que o 2º set contra Porto Rico vire exemplo

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O clima do jogo Brasil x Porto Rico refletiu, pelo menos em partes, o que os jogadores falaram no treino antes da partida. Murilo tinha tido que, mesmo relaxado o Brasil poderia ganhar de Porto Rico, o que seria quase impossivel contra Polônia ou Estados Unidos. Ele também disse que o time não ralaxaria porque precisava de duas vitorias nesses jogos em casa. Bruninho e Bernardinho pediram mudanças na postura e um saque melhor. E Serginho queria diminuir os erros.

Bloqueio do Brasil

Bloqueio do Brasil pressionou Porto Rico

Bom, nesta manhã, o Brasil venceu por 3 a 0, somou os três pontos que queria (saiba mais sobre a partida, mas deu 19 pontos de graça em erros, começou o jogo mais uma vez devagar, falhando nos contra-ataques, só que soube também mostrar a sua cara. Principalmente no final do primeiro e no segundo sets. Nesses momentos sim, o Brasil jogou como Brasil.

Precisou Porto Rico equilibrar o jogo e mostrar até variedade no ataque para a seleção acordar. E muito da mudança em quadra se deu por causa do saque, que dessa vez funcionou e quebrou a recepção adversária. Não tem como dominar um jogo sem um saque bem executado.

O Brasil ainda deu uma vacilada no final do terceiro set, mas teve tempo e tranquilidade para se recuperar e acabar com o jogo em 3 a 0, o placar que todos esperavam para este final de semana. E domingo tem que ser assim de novo!

Sei que ainda é começo de temporada e que não tem como estar no auge agora, como os jogadores também disseram nos treinos, e nem adiantaria estar voando agora. O time deve estar pronto é nas finais. Esses primeiros jogos foram o momento de errar e escolher a equipe para a decisão. E
o caminho para as finais é jogar com a postura do segundo set desse sábado. Não vai ser facil repetir o placar de 25 a 10, o mais elástico até agora na Liga Mundial, mas dá para ser agressivo, do saque ao ataque, e alerta na cobertura. Enfim, ligado no jogo e com vontade de ganhar e atropelar!

E vocês, gostaram da atuação do Brasil? Mudariam alguma coisa para o jogo de domingo? Deixem as suas opiniões

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  1. Brasil demora, mas embala contra a Venezuela
  2. Sufoco e virada contra a Bulgária no 2º jogo
  3. Brasil começa devagar, mas vence Porto Rico
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terça-feira, 17 de maio de 2011 Superliga | 12:40

Mais uma volta de Fernanda Venturini

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*atualizado às 16h45

Na segunda-feira Bernardinho desconversou e disse que ainda não estava nada definido para a volta de Fernanda Venturini às quadras (leia mais). Na manhã desta terça, entretanto, o Unilever anunciou a contratação da veterana levantadora para a temporada 2011/2012 (leia mais).

Fernanda Venturini e seu novo uniforme

Fernanda Venturini e seu novo uniforme

Aos 40 anos e depois de algumas idas e vindas, Venturini está de volta às quadras. Ela estava parada desde 2007, depois de defender o Murcia, da Espanha (relembre as aposentadorias da veterana). E agora? Estará em forma para jogar mais uma vez no alto nível?

Técnica ela tem, sem dúvida. Não será questionado o seu toque de bola e o seu talento em comandar um time. E boas atacantes para trabalhar ela terá com uma rede com Sheilla, Mari, Natália, Valeksinha e Juciely. Pelas fotos da apresentação ao Unilever, Fernanda está com o corpo em forma, pelo menos.

Resta saber como será o fôlego dela em quadra. Sabemos o que passe não será o forte do Unilever, como o próprio Bernardinho já disse, e até por esse motivo que o time optou por uma levantadora experiente e que resolve mesmo com aquelas bolas “quadradas”. Só que para isso, ela terá que correr,  se deslocar na quadra. Se os quatro anos longe do vôlei não prejudicaram a resistência e o fôlego, ela tem chances de dar certo.

Mercado dos homens
Conversei nesta terça-feira com o Vini, ex-Sesi. Foi a primeira entrevista dele como atleta do Vôlei Futuro. Vini disse que trocou de time para buscar mais espaço porque a concorrência na equipe de São Paulo com o recém-contratado Rodrigão e com Sidão seria complicada (leia a entrevista completa).

Ele tem a sua razão. Pode ter deixado um time campeão, mas está buscando o seu espaço e a sua vaga de titular toda a temporada. Que ele se dê bem o levantador Ricardinho porque, como é um central baixo, com menos de 2,00m, precisa de um ótimo tempo de bola para bater com velocidade.

E aí, o que vocês estão achando do mercado? Venturini foi a melhor opção ao Unilever? E Vini, fez uma boa troca? Deixem seus comentários!

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  1. Volta para casa… nova ou velha
  2. Um Ricardinho mais maduro, mas nem mais tão calmo assim
  3. Unilever está em mais uma final de Superliga
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quarta-feira, 6 de abril de 2011 Seleção masculina | 12:55

Veteranos na pré-lista para a Liga Mundial

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Como toda atenção voltada para escrever sobre o Michael, do Vôlei Futuro, na terça-feira, não deu tempo de falar da pré-lista para a Liga Mundial divulgada pela CBV. Eu gostei dos nomes e da volta de alguns veteranos…

Henrique, Gustavo e Serginho estão na relação da confederação. Henrique tem sido um dos melhores bloqueadores da Superliga, assim como Gustavo. E Serginho, recuperado das dores nas costas e da cirurgia, é o dono do fundo de quadra. Pelo visto, as conversar com Bernardinho fizeram o líbero mudar de ideia e dar mais uma chance para o time nacional…

Já Gustavo está parecendo um menino. Conversei com ele agora há pouco e ele está feliz com o nome na relação e disse que, se Bernardinho quiser, ele desiste da aposentadoria e volta ao time nacional. “Ainda dou um ‘caldinho’ para o voleibol brasileiro”, foram as palavras dele (leia a matéria completa para o iG).

Se ele seguir mesmo, pode embolar o meio-de-rede. Lucão voltou muito bem ao Vôlei Futuro após a cirurgia na mão. E Rodrigão fez um ótimo Campeonato Mundial no ano passado. Será que Gustavo rouba a vaga de Sidão?

Essa é apenas a primeira lista e tem gente sobrando em todas as posições. Para oposto, por exemplo, além de Leandro Vissotto e Théo, temos os dois Wallaces da Superliga, o do Sesi e do Sada/Cruzeiro, ótimos jogadores, por sinal. Enfim, vamos deixar o trabalho de técnico para Bernardinho! Mas que é bom ouvir um veterano empolgado de novo com a seleção, isso é!

Veja a pré-lista para a Liga Mundial

Levantadores – Bruno (Cimed), Raphael (Trentino – ITA), William (Sada/Cruzeiro), Sandro (Sesi) e Marlon (Minas).

Centrais – Sidão (Sesi), Gustavo (Pinheiros), Lucas (Vôlei Futuro), Eder (Cimed), Rodrigão (Ziraat Bankasi -TUR), Henrique (Minas).

Opostos - Theo (Santory Sunbirds -JAP), Wallace (Sesi), Leandro Visotto (Vôlei Futuro), Wallace (Sada/Cruzeiro).

Pontas – Thiago Alves (Sesi), Dante (Dínamo Moscow – RUS), João Paulo Bravo (Arkas – TUR), João Paulo (Cimed), Murilo (Sesi), Luiz Felipe (Minas), Giba (Pinheiros).

Líberos – Mário Junior (Vôlei Futuro), Alan (Londrina), Escadinha (Sesi).

Notas relacionadas:

  1. Ricardinho está na pré-lista para a Liga Mundial
  2. Time razoável para a estreia na Liga Mundial
  3. Sai a primeira lista para o Mundial… Sem Ricardinho
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. Última