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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Superliga | 09:40

Com altos e baixos, ataque vence defesa na Superliga feminina

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O segundo turno da Superliga começou na noite de terça-feira com Sesi e Unilever em quadra. O time carioca, que venceu o clássico diante do Sollys/Osasco no final de semana, não foi tão bem, mas venceu o único adversário pelo qual já tinha sido parado no torneio nacional. Mas o jogo de terça foi um pouco diferente daquele da estreia da competição.

Bernardinho - Divulgação

Bernardinho perdeu a cabeça diversas vezes durante a partida contra o Sesi

No primeiro jogo da Superliga, o Unilever sofreu com a falta de entrosamento e os passes errados. Agora, as cariocas já estão bem acostumadas a jogar juntas, basta olhar a atuação de Venturini com as centrais, mas o passe ainda não é o ideal.  Mari continua sendo caçada quando está no fundo de quadra e nem sempre corresponde…

A ponteira vinha de boas atuações. Além de atacar, ela tem ajudado, e muito, no bloqueio. Mas na terça-feira quando teve passagens pelo fundo de quadra… Primeiro levou um ponto em um golpe de vista errado quando estava no lado direito, no saque de Dani Lins. Depois, a mesma cena se repetiu do lado direito. Na sequência, ataque para fora. E o problema disso é olhar para o banco e não ter muitas alternativas. Natália, contratada para ser uma das ponteiras do time, ainda se recupera da segunda cirurgia na canela. O que fazer? Esperar Mari se reencontrar em quadra.

Mas o jogo não foi ruim apenas para Mari. Todo o Unilever teve altos e baixos e viu a partida ir para o tie-break por causa das belas defesas do Sesi (já falo isso) e de seus erros. Venceu porque, no set final, usou a arma do rival, acertou a mão no saque com Sheilla e já abriu 5 a 0. Venceu, mas não manteve o bom ritmo das últimas atuações.

Do outro lado, o Sesi mostrou que é um time de defesa. Se tivesse vencido, acho que o troféu de melhor em quadra teria ido para a líbero Michele. Foram defesas lindas no final do segundo set, que recolocaram o time no jogo depois de estar perdendo feio toda a parcial. Pena que Dani Lins, em alguns momentos, não conseguiu ter as melhores escolhas para matar os contra-ataques. Mas é bom lembrar que nem Venturini estava em seu melhor dia.

No final, no jogo de um time que é forte no ataque contra outro que é excelente na defesa, venceu o ataque.

Notas relacionadas:

  1. Já temos os oito classificados na Superliga feminina
  2. Unilever é heptacampeão da Superliga feminina
  3. Altos e baixos do RJX e elenco integrado do Sesi
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

No final, um campeão inédito e um velho conhecido

Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

Unilever faturou o sétimo título na Superliga

A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

Fernanda Venturini - Divulgação

Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

Jaqueline - Vipcomm

Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

Novidades emplacam na seleção feminina

Tandara- Divulgação/CBV

Tandara chegou para ficar na seleção feminina

Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

Homens conseguem vaga, mas no sufoco

Giba - Divulgação/FIVB

Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

Notas relacionadas:

  1. A final olímpica de volta no Grand Prix
  2. Brasil tem vaga na semi e cabeça no lugar no Mundial
  3. Unilever terá ataque de gala na temporada 2011/2012
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 Superliga | 10:11

Noite de Venturini na despedida da Superliga feminina

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A Superliga feminina teve a sua última rodada da noite de quinta-feira e o destaque foi Fernanda Venturini. Falam que uma vez que você aprende a andar de bicicleta, não esquece nunca mais. Pois com a veterana parece que uma vez que se sabe levantar bem, não se esquece nunca mais.

Unilever - Divulgação

Fernanda Venturini, com uma bela largadinha, fechou a partida contra o BMG/São Bernardo

Essa foi a primeira partida que assisti de Fernanda Venturini na volta às quadras nesta Superliga. Esperava ver uma ótima jogadora, mas ainda um pouco lenta e sem ritmo de jogo. Porém, eu tive uma surpresa. Ela até demora a se levantar depois de fazer alguma defesa, mas já está imprimindo um ritmo bem veloz nas jogadas do Unilever, tanto que usou a abusou das jogadas de meio diante do São Bernardo e viu Juciely ser a maior pontuadora do jogo.

Fernanda parece que nem suou na vitória por 3 sets a 0 do Unilever (leia mais sobre o jogo). Ela sacou sempre do chão, como já era de costume, e atrapalhou a recepção rival. Recebeu muitas bolas na mão (o passe da equipe carioca funcionou dessa vez) e nem fez esforço para colocar a bola onde queria. O resultado disso? Foi a melhor em quadra. Ela ainda errou uma ou outra bola com Juciely e,  em um momento do jogo, forço demais a bola de Regiane, que levou uma série de bloqueios. Mas ainda é uma ótima jogadora, com repertório de bolas chutadas, largadinhas…

O jogo da noite de quinta-feira ainda teve cara de começo de temporada, com bolas bobas que caíram no meio da quadra e um São Bernardo que não pressionou. Mas, aos poucos, a Unilever está voltando aos eixos e crescendo em quadra. Ter o passe na mão já é meio caminho andado! E para ajudar, o bloqueio fez 14 pontos (quatro saíram das mãos de Venturini). Como disse Bernardinho, o Natal será tranquilo. E, depois, o torneio Top Volley dará ainda mais ritmo ao time.

Vôlei Futuro, Sollys/Nestlé e Usiminas/Minas também estão “nos eixos” e seguem relaxado para a folga de final do ano. Todos venceram na rodada e continuam invictos no torneio (veja todos os resultados da rodada).

Quase despedida para os homens

A Superliga masculina também se prepara para a pausa de final de ano (o único jogo que falta é Vôlei Futuro x Medley/Campinas, atrasado da quarta rodada, que será no dia 30 de dezembro) e a quinta rodada teve vitória por 3 sets a 0 do Cimed/Sky contra o Vivo/Minas, triunfo esperado do RJX sobre o também novato UFJF e a queda de mais um invicto, com a derrota do Sada/Cruzeiro diante do Medley/Campinas (veja todos os resultados do masculino). O único que ainda segue 100% no torneio é o Vôlei Futuro. Será que essa invencibilidade durará muito? A gente descobre isso no dia 30 ou em 2012!

Notas relacionadas:

  1. Sufoco e passeios na estreia da Superliga feminina
  2. Na Superliga, noite de estreia é noite de Sheilla
  3. Mais uma volta de Fernanda Venturini
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Seleção masculina | 14:30

Que a folga tenha feito bem… Para todos!

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Oi de volta, galera!

A folga fez eu perder os jogos da Copa do Mundo feminina e o começo da masculina, mas me fez bem. E espero que a folga também tenha feito bem ao time de Bernardinho! Voltei (agora casada) a ler as notícias e acompanhar a equipe e encontrei uma seleção desestabilizada, errando muito, desde o saque ao ataque, e perdendo jogos de maneira pouco comum.

Miljkovic - Divulgação/FIVB

Miljkovic encara bloqueio do Brasil na vitória da Sérvia

Primeiro, a derrota para Itália. Depois, Cuba e Sérvia e mais dois sets perdidos para a China no meio do caminho. O que aconteceu com o time? Agora, depois da primeira folga na Copa do Mundo, eles voltam a jogar nesta madrugada, à meia-noite, e precisam vencer o Irã, e depois a Polônia e o Japão, para sonhar com Londres 2012.

A seleção me parece desgastada. E aquela discussão entre o líbero Serginho e o técnico Bernardinho no jogo contra a Argentina, por mais que a gente saiba que se trata de dois profissionais acostumados a jogar juntos e também esquentados, abalou a seleção. O clima pesou e o resultado foram os 32 erros diante da Sérvia.

E também não é hora de reclamar de regulamento, como fizeram Giba e Murilo. Antes da competição, todos sabiam que a Copa do Mundo daria três pontos para quem vencesse por 3 a 0 ou 3 sets a 1 e apenas dois para quem fizesse 3 sets a 2. Na Superliga já é assim. E também já era conhecida a tabela e a ordem de todos os jogos.

Adianta criticar a Sérvia por escalar reservas  em outros jogos e vir com tudo para cima do Brasil? Ou a Argentina por ter poupado seus jogadores diante da seleção? Acho que não. Cada um está adotando a sua estratégia. Se a Sérvia jogou com seriedade contra o Brasil, foi para ver seus rivais europeus já classificados e jogar com tranquilidade o pré-Olímpico. O mesmo vale para a Argentina, que quer ver o Brasil em Londres para ter o seu pré-Olímpico mais fácil na América. Não acho que os times europeus queiram se ajudar, como já li nesses últimos dias. Todo mundo está é se defendendo como pode, seja na bola ou com o regulamento.

Tudo seria mais simples se o Brasil tivesse feito a sua parte. Todos sabiam que em um campeonato de pontos corridos, qualquer derrota poderia pesar. Já foram três. Entretanto, a seleção ainda tem chances de se classificar. Mas para isso, precisa jogar o que sabe, mostrar vontade e esquecer brigas e desgastes, começando nesta madrugada contra o Irã.

“Estamos a três vitórias de nossa tão sonhada vaga para as Olimpíadas de Londres e vamos buscar não apenas vencer, mas vencer bem, para chegarmos com moral ao confronto de sábado com os poloneses”, disse Rodrigão em seu blog. Essa é a ideia: aproveitar o rival mais frágil teoricamente da última fase para não só vencer, mas também tentar embalar.

Notas relacionadas:

  1. Quatro vagas para as finais da Liga Mundial
  2. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  3. “Grupo da morte” do Brasil e palpites para o Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

domingo, 25 de setembro de 2011 Seleção masculina | 14:28

Obrigação cumprida! Brasil é campeão do Sul-Americano

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Desde que comecei a falar do Sul-Americano por aqui, usei uma frase de Bernardinho, que disse uma vez que vencer o torneio, para o Brasil, era uma obrigação. Pronto, depois do jogo que todos esperaram ao longo da semana, a seleção cumpriu a sua obrigação, bateu a Argentina por 3 sets a 1 e venceu mais uma vez a competição.

Dante - Divulgação/Vipcomm

Dante foi destaque no ataque do Brasil na final do Sul-Americano

E depois da atuação ruim contra os venezuelanos e de um campeonato com nível bem baixo dos adversários, a expectativa era ver como o Brasil se comportaria para esse “jogo de verdade” contra os argentinos. Pois a equipe nacional teve altos e baixos. Os ataques só saíram realmente na medida com Dante (e como ele atacou! Foi o jogador de segurança), já que Théo e o Wallace não se apresentaram tão bem. Marlon teve momentos de distribuição homogênea, mas voltou àquele velho erro de insistir no mesmo jogador depois de um erro para “dar moral” e quase complicou (com isso, viu Sidão perder três ou quatro ataques seguidos!). E o saque, que era o ponto que Bernardinho dizia que precisaria trabalhar, voltou a vacilar em alguns momentos. Se a ideia era forçar, que soltasse o braço e pronto. Quando se acertou nisso, conseguiu também crescer no bloqueio e melhorar.

Mas o Brasil venceu e, para isso, também fez coisas corretas. Acho que a tônica do jogo foi justamente o bloqueio. A Argentina estava com o levantador De Cecco muito inspirado. Ele acelerou jogadas, variou e deixou Conte e Quiroga, seus ponteiros, livres na rede. Além disso, eles conseguiram marcar o Brasil. A situação só se inverteu quando o saque brasileiro entrou mais e o bloqueio nacional apareceu. Foram dois sets marcados pelo fundamento. No segundo, a Argentina fez seis pontos de bloqueio. No terceiro, foi a vez do Brasil devolver o placar.

Bloqueio - Divulgação/Vipcomm

Bloqueio foi o principal fundamento do jogo deste domingo

E no final, o que pesou também foram os erros da Argentina. Eles deram mais de um set de graça para o Brasil em erros de saque. Isso mesmo, formam mais de 25 serviços errados em quatro sets! E o técnico Webber perdeu a cabeça e abandonou os seus atletas. Depois de uma reclamação de Bernardinho de que um argentino estava molhando a bola no saque, o treinador rival ficou nervoso, discutiu, xingou e não falou mais com seus jogadores. Ele pedia tempo e nem se aproximava dos atletas! A Argentina tem, sim, talento, mas precisa de um técnico até o fim.

A decisão do Sul-Americano foi o melhor jogo do torneio, como era o esperado, e o Brasil venceu porque teve mais experiência, usou o seu bloqueio e contou com Lucão em um grande dia na rede. Mas no geral, os problemas de ataque e contra-ataque podem ser resultado das outras partidas mais fracas, porque nenhum dos dois times chegou à final no auge. Eles chegaram ali e fizeram o seu jogo. A Argentina tentou usar o talento de De Cecco e dos seus atacantes, o que rendeu belas jogadas. O Brasil usou a rodagem, a emoção e os bons momentos para faturar mais um título.

Agora é pensar na Copa do Mundo. Brasil e Argentina estão classificados e lá será um campeonato em pontos corridos, com seleções de níveis semelhantes e mais jogos com cara de final.

Notas relacionadas:

  1. Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano
  2. Sul-Americano é obrigação na seleção
  3. Brasil faz 3 a 0, mas tem a atuação mais fraca do Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sábado, 24 de setembro de 2011 Seleção masculina | 14:29

Brasil faz 3 a 0, mas tem a atuação mais fraca do Sul-Americano

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Mais um jogo do Sul-Americano, mais uma vitória do Brasil por 3 sets a 0, agora sobre a Venezuela (25/14, 25/15 e 27/25). Só que desta vez a partida foi bem pior do que o esperado… Que chegue logo o confronto contra a Argentina!

Bernardinho - Divulgação/Vipcomm

Bernardinho reclama com Murilo. Brasil teve uma atuação ruim contra Venezuela

A seleção foi bem no primeiro set, marcando forte no bloqueio, precisa no saque e quase sem errar. Depois, parou. Saiu perdendo de 3 a 0 na segunda parcial e se recuperou mais em função da confusão da Venezuela do que pela sua qualidade. No final, errou passes e sofreu para fechar, acabando com o set apenas no 27 a 25. No geral, a falta de concentração e os erros de recepção ao logo de quase todo  o jogo fizeram o Brasil ter a pior apresentação no Sul-Americano.

Mas o segundo set ainda merece um espaço a mais pela lambança dos venezuelanos. Eles se atrapalharam de uma maneira que eu nunca tinha visto. Jogadores, técnico e árbitros não se entendiam com a posição de cada um em quadra. Até Bernardinho foi lá ajudar para ver se dava jeito! Depois, eles caíram de rendimento, perderam e só voltaram a jogar no set seguinte, aquele do 27 a 25.

E agora, o que esperar do duelo contra a Argentina? Escrevi que queria ver logo essa partida pelo nível das duas seleções. Finalmente teremos dois times de igual para igual em quadra. Os argentinos, quarto colocados na última Liga Mundial, têm volume de jogo, atacantes bons (como Conte) e um levantador habilidoso (De Cecco).

Théo - Divulgação/Vipcomm

Théo e Bruninho devem ser os titulares na partida contra Argentina

Mas e o Brasil? Como chega para o jogo, ainda mais depois de uma atuação fraca como a deste sábado? Murilo, conhecido pela precisão no passe, não está bem na função. Neste sábado, ele e Dante falharam na posição, por exemplo. Wallace tem as características para embalar, mas não repetiu a atuação que teve diante da Colômbia. Quem veio do banco e precisava conquistar um posição, como Thiago Alves e João Paulo Bravo, foram melhores que os mais experientes.

É difícil mensurar a evolução de uma equipe com rivais mais fracos e é normal perder o foco e tal. Mas se a seleção só teve adversário que não exigiu muito, a Argentina passou pela mesma situação. Porém, a obrigação de vitória é da equipe de Bernardinho. E para conseguir, acho que será necessário arrumar o passe, em primeiro lugar. Além disso, manter o saque que já foi visto neste Sul-Americano, com alguns forçando, como Lucão, Sidão, e outros executando um serviço tático e preciso, como Marlon. De nada adianta errar demais com excesso de pancadas ou só passar para o outro lado. E claro, contra a Argentina não será possível usar a desculpa da falta de concentração ou de um objetivo. Concentração será fundamental para entrar no jogo e não sair dele e o objetivo é cumprir a obrigação de vencer em casa.

P.s.: e na seleção feminina, que joga o Sul-Americano a partir da próxima quarta-feira, Adenízia foi cortada. Pensei que uma das ponteiras poderia perder a vaga, mas Zé Roberto preferiu manter Jaqueline na equipe. O Brasil jogará o torneio com as levantadoras Dani Lins e Fabíola; as opostos Sheilla e Tandara; as centrais Fabiana, Thaísa e Juciely; as ponteiras Mari, Paula, Jaqueline, Sassá, Fernanda Garay e Natália; e a líbero Fabi. Mas isso é assunto para a semana que vem…

Notas relacionadas:

  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  2. Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano
  3. Os 12 do Brasil para o Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 20 de setembro de 2011 Seleção masculina | 23:52

Na vitória sobre o Chile, Brasil só joga um set

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Segundo jogo do Sul-Americano e, do outro lado, um time com apenas um jogador profissional. Esse era o Chile, rival do Brasil na noite desta terça-feira. Ainda assim, o jogo foi mais equilibrado do que o que todos imaginavam e a seleção só jogou de fato no terceiro set. Venceu por 3 a o (25/21, 25/19 e 25/10), mas poderia ter feito melhor.

Marlon - Divulgação/Vipcomm

Marlon, uma das novidades no time, foi o levantador titular contra o Chile

Bernardinho seguiu a estratégia de mexer no time. Apenas Lucão foi mantido entre os titulares que jogaram contra o Uruguai. Hoje entraram Murilo, Dante, Marlon, Wallace e Sidão. Para completar, Serginho, único líbero do Brasil no torneio.

Com mudanças ou não, o problema foi que a seleção errou muitos saques! E faço a mesma pergunta de segunda-feira: por que forçar tanto contra um time fraco? Basta usar bem um serviço tático e jogar a responsabilidade para o outro lado. Tudo bem, quando o saque forçado entrava, era ponto praticamente certo, mas também foram muitos desperdiçado.

E o Brasil só jogou no terceiro set! Nos dois primeiros, a seleção estava desconcentrada, errou demais, levou bloqueios e viu os chilenos defenderem e crescerem. Culpa da falta de concentração. E já falávamos aqui que manter a concentração era o desafio desses primeiros jogos do Sul-Americano. Apesar da vitória, foram dois sets feios.

Bloqueio do Brasil no Chile - Divulgação/CBV

Bloqueio do Brasil, que foi bem na estreia, só apareceu no terceiro set contra o Chile

Aí chegou a terceira parcial, e o Brasil fez um pouco do que sabia. Finalmente o bloqueio, que havia marcado apenas um ponto, funcionou. O saque entrou, os ataques ficaram variados e só com um pouco mais de atenção, a seleção fez o seu jogo e venceu por 25 a 10. Não poderia ter sido assim o jogo todo?

Fica a lição… Jogar contra um rival fraco exige cabeça no lugar porque que o Brasil vai ganhar todos esperam, mas é melhor ganhar e aproveitar o jogo para rodar, testar jogadas, acertar o tempo no saque… E como Dante acabou de dizer na TV: “Temos que aproveitar esses jogos para treinar porque os jogos duros começam mais para o final de semana”.

Nesta quarta-feira tem mais, agora diante do Paraguai, também às 22h30. Depois, na quinta, Brasil pega a Colômbia, que já bateu a Venezuela, e aí o Sul-Americano começa a ficar mais interessante.

Notas relacionadas:

  1. Os altos e os baixos da vitória sobre os EUA
  2. Os 12 do Brasil para o Sul-Americano
  3. Estreia fácil, fácil do Brasil no Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

domingo, 18 de setembro de 2011 Seleção masculina | 09:49

Os 12 do Brasil para o Sul-Americano

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Bernardinho divulgou no final da tarde de sábado os 12 jogadores que vai levar para o Sul-Americano. Ficaram de fora Giba, Gustavo, Leandro Vissotto e Mário Jr, porém, os dois primeiros viajam e seguem treinando com o time (leia mais). Os cortes foram surpreendentes?

Giba ainda se recupera de lesão e já era esperado que fosse poupado. No meio, Gustavo é o mais velho da posição e também teve lesão na temporada e Bernardinho também pode estar querendo poupá-lo para a Copa do Mundo. Já na saída, achei justa a decisão. Vissotto tem altura e potencia, mas não vem em uma boa fase na seleção, enquanto Wallace é um ótimo jogador e ainda conhece muito bem a Argentina, único rival de peso do Brasil no Sul-Americano. Para fechar, Serginho é melhor líbero que Mário Jr e isso diz tudo.

No final, vão para o Sul-Americano os levantadores Bruno e Marlon, os opostos Theo e Wallace, os centrais Rodrigão, Sidão e Lucas, os ponteiros Murilo, Dante, Thiago Alves e João Paulo Bravo e o líbero Serginho.

O que vocês acharam? Segunda-feira começam os jogos…

Notas relacionadas:

  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  2. Veteranos na pré-lista para a Liga Mundial
  3. Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 14 de setembro de 2011 Seleção masculina | 22:31

Sul-Americano é obrigação na seleção

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Dos 28 Campeonatos Sul-Americanos já disputados, a seleção masculina ganhou 27. Só não venceu quando não participou, em 1964. Esse número só reforça a afirmação: título do Sul-Americano é obrigação na seleção.

A justificativa é simples. O Brasil é o favorito na disputa, tem os melhores jogadores, o melhor nível técnico e tem que fazer um papel bonito em casa. Por mais que os jogadores usem o discurso de que o torneio pode ser complicado e tudo mais, a realidade é que o Brasil é mais time que os rivais.

Veja a tabela dos jogos do Sul-Americano

Entre os adversários, não sei como está a Venezuela no momento, mas eles já deram trabalho à equipe nacional no começo dos anos 2000, com um estilo de jogar parecido com o de Cuba, com um voleibol de força, seja no ataque ou no saque.

Além disso, a Argentina vem numa crescente e o desempenho da equipe na Liga Mundial, com um inédito quarto lugar, deixa o Sul-Americano mais interessante.

Os hermanos não eram páreo para o Brasil desde a época de Milinkovic, Weber e companhia (lembram da Olimpíada de Sydney? Eles venceram e jogaram a seleção para um fraco sexto lugar geral). Agora, com Conte, De Cecco e companhia, o técnico Webber (o que foi levantador daquela geração) conseguiu um time jovem, cheio de vontade e com que joga na habilidade e na velocidade. Eles, sim, podem complicar no último jogo.

Como Bernardinho disse uma vez, se o Brasil vencer, vai sair uma notinha na imprensa dizendo que cumpriu a obrigação. Se perder, terá um grande destaque falando de uma possível crise. O técnico está certo. Vale colocar o favoritismo em quadra, respeitar os rivais jogando com seriedade e garantir a vaga para a Copa do Mundo para brigar pelos primeiros lugares na Olimpíada de Londres.

Resta saber com que time o Brasil entrará em quadra. Mas isso é assunto para um próximo post…

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Seleção masculina | 22:35

Seleção de novos: um modelo que deu certo

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Seguindo o assunto “times do futuro”, o foco agora é a seleção masculina de novos (como havia prometido no post anterior). O Brasil, sob o comando do técnico Rubinho (veja quem está na seleção de novos), está em excursão pela Europa e segue para a China para a disputa do Universíade, a partir do dia 12 de agosto.

Rubinho e meninos da seleção de novos - Divulgação

Renan, Túlio, Magoo, Rubinho, Isac e Mineiro depois da prata no evento teste em Londres

A ideia dessa seleção é dar “rodagem” aos mais novos e contar com experiência de quem já passou pelo time principal, como Thiago Alves e Éder. É uma ideia que já deu certo nos anos 90. Giba, Ricardinho e a geração nascida em 75, 76 fizeram uma seleção e viajaram por um bom tempo para ganhar experiência. Depois, eles viraram os campeões olímpicos e líderes da geração de ouro. A atual geração olímpica também seguiu esse caminho. Murilo, Lucão e Bruninho, por exemplo, também já foram do time de novos.

A experiência tem dado certo na seleção masculina e também na feminina. Zé Roberto convocou a sua seleção de novas em 2006 e dela saiu Thaísa, campeã olímpica em 2008 (leia mais sobre a experiência de Zé Roberto com as novatas). Nesse ano, o técnico viu Tandara no time B e irá aproveitá-la para o Grand Prix.

Acho que, no caso do masculino, o Brasil já tem um time B praticamente pronto. Prova disso foi o torneio teste em Londres, quando a seleção ficou com o vice, perdendo apenas para a Sérvia, que dá trabalho até para a equipe principal de Bernardinho. Eles passaram, por exemplo, pelos Estados Unidos, que estavam com um time misto, mas contavam com nomes de destaque da Liga Mundial deste ano como Thornton, Anderson e Ptak. Nesta semana, eles ainda fizeram 5 a 0 em um jogo treino contra a Áustria.

E Bernardinho está de olho nessa nova geração. “O Bernardo acompanha tudo. Trocamos email ao longo desta excursão, informo a ele como estão os jogadores, seu desempenho, treinamento, enfim, ele está sempre a par de como as coisas tem ido por aqui”, disse Rubinho ao blog.

Apesar da proximidade, com exceção àqueles que já estão ou passaram pelo time principal (Thiago Alves, Éder e João Paulo Bravo), Rubinho não acha que esse garotos irão para as Olimpíadas. “Temos hoje um plantel muito sólido com relação as próximas competições, principalmente em relação ao Sul-Americano e à Copa do Mundo, que é o classificatorio para a Olimpiada. Eu diria que não vejo muitas possibilidades de grandes mudanças na equipe principal”, analisou.

Pelo visto, só no próximo ciclo olímpico teremos caras novas na equipe de Bernardinho. Até porque veteranos como Giba, Rodrigão ou Serginho não devem seguir até 2016. Pelo menos já teremos novos atletas rodados e experimentados fora do País. Por enquanto, queria ver uma outra mudança na seleção principal, como Wallace, do Sesi, como um dos opostos.

P.s 1.: Aproveitando o assunto “novatos”, a seleção masculina se recuperou no Mundial, venceu Estados Unidos e Bulgária e já está classificada para a segunda fase (leia mais sobre o Mundial juvenil)

P.s.2: O Sesi estreou nesta quarta no Sul-Americano com uma vitória muito fácil sobre os peruanos do Club Peerless (25/8, 25/18 e 25/07). Vou guardar os comentários e falar do torneio no domingo, que terá o jogo mais interessante, contra os argentino do UPCN, combinado?

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