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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Superliga | 22:34

O que era um clássico virou uma lavada

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*atualizado dia 18/01

Karine - Sollys/Osasco

Karine, com ajuda das defesas de Camila Brait, fez um grande jogo

Até a temporada passada, Osasco x Pinheiros era um belo clássico. Os dois times tinham nomes da seleção e disputavam os títulos estadual e da Superliga. Na noite desta segunda-feira, no primeiro confronto entre as equipes na edição 2011/2012 do torneio nacional, o jogo que tinha ares de clássico virou um grande passeio.

O Pinheiros, que passou por crise depois da Superliga passada, perdeu jogadoras importantes justamente para o Sollys/Nestlé. As levantadoras Fabíola e Karine e as ponteiras Ju Costa e Ivna foram para o time vice-campeão nacional. Com um elenco sem estrelas, a equipe da capital paulista já tinha seis derrotas e apenas uma vitória no campeonato e, agora, perdeu mais uma.

O Sollys/Nestlé deu um pouco de espaço no primeiro set, vencido por 25 a 17. Depois, embalou, errou pouco e venceu de lavada por 25 a 14 e 25 a 15. E o jogo teve alguns destaques. Se Luizomar estava preocupado com a ausência de Fabíola, com edema ósseo no joelho, pode relaxar. Karine fez uma grande partida e, pelo que eu tenha notado, errou apenas um levantamento de manchete no segundo set. Os méritos do passeio no ataque são dela. Claro que ter só uma levantadora no time é ruim porque atrapalha nos treinos, nas inversões de 5-1 e em tudo mais, só que Karine se mostrou gigante em quadra.

Além disso, Tandara, mais uma contratação para a temporada, virou praticamente tudo a partir do segundo set (será que ela ainda perde espaço para a norte-americana Destinee Hooker, quando a oposta se recuperar de uma lesão na mão?). Para completar, Ju Costa teve ótima passagem pelo saque também na segunda parcial. Sem falar na líbero Camila Brait, que fechou a defesa, principalmente na última parcial, e foi premiada com o troféu Viva Vôlei de melhor em quadra. Brait está crescendo muito como líbero e tem facilitado o trabalho das demais jogadoras.

O Sollys/Nestlé jogou como um grande time e assumiu provisoriamente a liderança da tabela, recuperando-se da primeira derrota na Superliga que levou na última rodada, com os 3 a 1 para o Usiminas/Minas. Foram pontos de bloqueio, saque e ataques conscientes de Jaqueline e companhia. Já o Pinheiros ainda tem um muito longo caminho a seguir se quiser sonhar com alguma coisa Superliga. E essa foi só a abertura da oitava rodada…

Um invicto a menos e um novo líder

Na continuação da rodada, o Unilever fez um belo jogo e bateu o Usiminas/Minas por 3 sets a 0. O time de Bernardinho realmente embalou e se encontrou no torneio. Depois de um começo ruim, com derrota para o Sesi e jogos abaixo do esperado, já são sete vitórias consecutivas e Fernanda Venturini e companhia afiadas.

Já o Vôlei Futuro, que era o invicto no torneio, perdeu para o Sesi por 3 sets a 2. A derrota não apaga a bela campanha até aqui do time de Araçatuba, m as dá uma emoção na Superliga, ajudando a embolar a tabela. O Vôlei Futuro bloqueou muito na segunda parcial. Já o Sesi soube definir melhor. Que essa edição do torneio nacional não fique apenas entre Unilever e Osasco, apesar de as duas equipes também estarem de vento em popa.

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  1. Pinheiros é bicampeão paulista feminino
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

Superliga | 08:00

Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina

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Sabe aquele velho discurso de que todo jogo é importante, de que se tem que respeitar o adversário e seguir em busca dos três pontos? Com a Superliga masculina 2011/2012 já chegando ao final do primeiro turno, esse discurso ganha força. E como a tabela coloca frente a frente os times considerados grandes, todo jogo realmente é importante para não deixar um rival direto disparar na classificação. E a rodada do final de semana também mostrou o momento que vive esses grandes…

Lucão-Vôlei Futuro - Divulgação

RJX, de Lucão, ainda precisa crescer contra times fortes se quiser se dar bem na Superliga

Enquanto Sesi e Vivo/Minas vêm crescendo, RJX não está se dando bem nos principais jogos, por exemplo. O Sesi, com a boa volta de Murilo que está sendo sempre o melhor em quadra depois de se recuperar de uma inflamação no ombro, se deu bem nos confrontos diretos e pulou para a liderança. Agora, testará a boa fase diante do Vivo/Minas, atual quarto colocado.

Veja como foi a oitava rodada da Superliga masculina

A equipe de Minas chegou a essa posição depois de embalar. Foram vitórias sobre RJX, Sada e Vôlei Futuro, todos candidatos ao título. Agora virá o Sesi. Os dois times estão prontos para um grande duelo.

Na contra-mão aparece o RJX. A equipe começou a temporada perdendo, embalou contra menores e na hora de encarar grandes, sentiu as ausências dos lesionados Lipe, o cara de segurança do time, e Dante e parou. Caiu para Vivo/Minas, para o BMG/São Bernardo (eu não esperava tal resultado) e para o Vôlei Futuro. E agora não dá mais para falar que o time é novo, teve pouco tempo para treinar. Já deu para entrosar todo mundo, trabalhar junto e mostrar o que sabe. E ao RJX, ainda falta errar menos e ser mais decisivo contra esses grandes. Só uma boa vitória, como foi a diante da Cimed/Sky lá em dezembro, não vai adiantar.

As próximas rodadas, as últimas do primeiro turno, prometem bons duelos e serão ainda mais parâmetros de comparação para quem sonha com o título nacional. O líder Sesi encara, além do Vivo/Minas, o Vôlei Futuro, equipe que estava invicta em 2011, começou 2012 perdendo para Cimed e Minas, mas se recuperou em uma boa vitória sobre o RJX. Já o Vôlei Futuro, vice na tabela, precisa se esforçar para manter o ritmo pois pega Sada/Cruzeiro e Sesi e contra eles não há como vacilar.

Agora sim a Superliga fica mais interessante. Vamos ver quem realmente vive o melhor momento.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Campeonato Italiano, Superliga | 18:48

Por que Leandro Vissotto se dá tão bem no vôlei italiano?

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Leandro Vissotto - Divulgação

Leandro Vissotto é um dos jogadores de segurança do Cuneo

O oposto Leandro Vissotto chegou à seleção brasileira depois de títulos e várias partidas como destaque nos anos que ficou no Trentino. Na temporada passada, defendeu o Vôlei Futuro com altos e baixos e também caiu no time de Bernardinho em 2011. Na janela de mercado, voltou para a Itália e é mais uma vez o destaque, só que agora no Cuneo. Na quarta-feira, ajudou o time na classificação antecipada na Liga dos Campeões, por exemplo. Porque Leandro Vissotto vai tão bem no vôlei italiano e nem sempre tem o mesmo rendimento por aqui?

A explicação vem em um bate-papo exclusivo com o oposto de 2,12m. “A diferença entre o Campeonato Italiano e a Superliga é basicamente a bola e, com isso, muda todo o sistema de jogo. A penalty (usada no Brasil) é uma bola muito leve e de difícil controle , por isso, os sacadores a não forçam tanto. Assim, acaba ficando mais fácil passar, o que ajuda o levantador a distribuir bolas com velocidade e pelo centro. Na Itália é exatamente o contrário”, fala Vissotto.

“Aqui o saque é muito forçado porque a bola é mais pesada e mais fácil de ser controlada. Como serviço forçado e sem o passe na não, o levantador tem que se apoiar nos atacantes de bola alta. É por isso que sou muito efetivo e um jogador de decisão no Italiano”, completa o oposto. Os resultados comprovam a boa fase do brasileiro na Itália. Ele foi eleito o melhor jogador de dezembro no campeonato nacional.

Ter 2,12m e estar acostumados e esse tipo de jogo ajuda, e muito, Vissotto na Itália e nos torneios pelo Cuneo. Mas o que falta para se dar bem também por aqui e na seleção, como fez na reta final dos torneios de 2010? Quem sabe se antecipar um pouco ao ataque para chegar às bolas mais aceleradas?

A bola pode deixar o voleibol italiano mais “quadrado” e um pouco mais lento, mas os gigantes que atacam nas pontas também pode se dar bem no Brasil. Renan, de 2,17m e destaque do BMG/São Bernardo tem ido bem e foi o principal atacante do time na vitória sobre o RJX na noite de quarta-feira. Vissotto também te jogo para isso, basta se readaptar ao vôlei nacional para se dar bem também na seleção…

Mudança na tabela da Superliga
E falando no vôlei por aqui, a Superliga masculina tem um novo líder. O Sesi venceu o Montes Claros e, com o tropeço do Vôlei Futuro diante do Vivo/Minas, assumiu a ponta da tabela (leia mais sobre a partida). Agora sim os times não ganhando a sua cara e podemos ter ideia do que acontecerá na competição. O RJX ter perdido não é alarmante, por exemplo, porque jogou sem Dante e Lipe. Mas agora os times já estão entrosados e mais bem treinados. A tendência é que o torneio fique ainda melhor.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Superliga | 17:22

Superliga feminina volta com um invicto a menos e estrangeiras

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A Superliga feminina 2011/2012 voltou na noite de terça-feira e já viu a queda de um dos invictos. O Vôlei Futuro, que como já comentamos por aqui acertou a mão nesta temporada, bateu o Usiminas/Minas por 3 sets a 0, com direito a dois 25 a 15, acabou com a invencibilidade das mineiras e segue líder e sem perder na competição nacional.

Leia também: Paula Pequeno é a melhor jogadora da sexta rodada

Apesar da derrota, o jogo ajuda a falar das estrangeiras desta Superliga. A cubana Herrera marcou 14 pontos e é uma das grandes armas do elenco de Minas mais uma vez. Já o Solly/Nestlé, outro invicto ao lado do Vôlei Futuro finalmente teve a norte-americana Destinee Hooker em uma partida inteira. A oposto ainda não foi o destaque, que ficou para Jaqueline, mas viu seu time bater o Macaé por 3 a 0.  E ainda temos mais uma norte-americana, a Dani Scott, que voltou ao BMG/São Bernardo. As estrangeiras dão uma graça a mais para a Superliga feminina.

Voltando à rodada da terça-feira, tivemos mais um 3 a 0, agora sem estrangeiras. Mas o jogo foi a prova do que o entrosamento faz com o time. Na vitória do Unilever contra o São Bernardo no último jogo na Superliga em 2011, Bernardinho havia falado que aquele havia sido o melhor jogo do time no torneio. No primeiro confronto de 2012, na vitória sobre o Praia Clube, o discurso se repetiu.

O Unilever, que ficou com o bronze no Top Volley durante a folga de final de ano, voltou ainda mais entrosado e viu mais uma vez a boa parceria de Fernanda Venturini com Juciely pelo meio-de-rede. A central foi a melhor em quadra e o time carioca, que embalou de vez (única derrota foi na estreia e, depois, cinco vitórias), agradece a experiente levantadora. Ela tem facilitado o jogo com o bom entrosamento com as companheiras.

Nesta noite a rodada será para os homens. Vamos ver quem se destaca. Até mais!

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

No final, um campeão inédito e um velho conhecido

Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

Unilever faturou o sétimo título na Superliga

A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

Fernanda Venturini - Divulgação

Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

Jaqueline - Vipcomm

Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

Novidades emplacam na seleção feminina

Tandara- Divulgação/CBV

Tandara chegou para ficar na seleção feminina

Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

Homens conseguem vaga, mas no sufoco

Giba - Divulgação/FIVB

Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

Notas relacionadas:

  1. A final olímpica de volta no Grand Prix
  2. Brasil tem vaga na semi e cabeça no lugar no Mundial
  3. Unilever terá ataque de gala na temporada 2011/2012
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 Superliga | 10:11

Noite de Venturini na despedida da Superliga feminina

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A Superliga feminina teve a sua última rodada da noite de quinta-feira e o destaque foi Fernanda Venturini. Falam que uma vez que você aprende a andar de bicicleta, não esquece nunca mais. Pois com a veterana parece que uma vez que se sabe levantar bem, não se esquece nunca mais.

Unilever - Divulgação

Fernanda Venturini, com uma bela largadinha, fechou a partida contra o BMG/São Bernardo

Essa foi a primeira partida que assisti de Fernanda Venturini na volta às quadras nesta Superliga. Esperava ver uma ótima jogadora, mas ainda um pouco lenta e sem ritmo de jogo. Porém, eu tive uma surpresa. Ela até demora a se levantar depois de fazer alguma defesa, mas já está imprimindo um ritmo bem veloz nas jogadas do Unilever, tanto que usou a abusou das jogadas de meio diante do São Bernardo e viu Juciely ser a maior pontuadora do jogo.

Fernanda parece que nem suou na vitória por 3 sets a 0 do Unilever (leia mais sobre o jogo). Ela sacou sempre do chão, como já era de costume, e atrapalhou a recepção rival. Recebeu muitas bolas na mão (o passe da equipe carioca funcionou dessa vez) e nem fez esforço para colocar a bola onde queria. O resultado disso? Foi a melhor em quadra. Ela ainda errou uma ou outra bola com Juciely e,  em um momento do jogo, forço demais a bola de Regiane, que levou uma série de bloqueios. Mas ainda é uma ótima jogadora, com repertório de bolas chutadas, largadinhas…

O jogo da noite de quinta-feira ainda teve cara de começo de temporada, com bolas bobas que caíram no meio da quadra e um São Bernardo que não pressionou. Mas, aos poucos, a Unilever está voltando aos eixos e crescendo em quadra. Ter o passe na mão já é meio caminho andado! E para ajudar, o bloqueio fez 14 pontos (quatro saíram das mãos de Venturini). Como disse Bernardinho, o Natal será tranquilo. E, depois, o torneio Top Volley dará ainda mais ritmo ao time.

Vôlei Futuro, Sollys/Nestlé e Usiminas/Minas também estão “nos eixos” e seguem relaxado para a folga de final do ano. Todos venceram na rodada e continuam invictos no torneio (veja todos os resultados da rodada).

Quase despedida para os homens

A Superliga masculina também se prepara para a pausa de final de ano (o único jogo que falta é Vôlei Futuro x Medley/Campinas, atrasado da quarta rodada, que será no dia 30 de dezembro) e a quinta rodada teve vitória por 3 sets a 0 do Cimed/Sky contra o Vivo/Minas, triunfo esperado do RJX sobre o também novato UFJF e a queda de mais um invicto, com a derrota do Sada/Cruzeiro diante do Medley/Campinas (veja todos os resultados do masculino). O único que ainda segue 100% no torneio é o Vôlei Futuro. Será que essa invencibilidade durará muito? A gente descobre isso no dia 30 ou em 2012!

Notas relacionadas:

  1. Sufoco e passeios na estreia da Superliga feminina
  2. Na Superliga, noite de estreia é noite de Sheilla
  3. Mais uma volta de Fernanda Venturini
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 Superliga | 11:19

RJX vence bem depois de sufoco dentro e fora de quadra

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Demorou quatro rodadas, mas o RJX, novo time do Rio de Janeiro, começou a mostrar a sua cara na Superliga masculina 2011/2012. O time, criado para a temporada e já apontado por todos como um dos favoritos ao título, venceu a Cimed/Sky na  noite de terça-feira por 3 sets a 1. Foi o segundo triunfo do time no torneio.

Dante - Divulgação/CBV

Dante comemora ponto para o RJX sob os olhares de Bruninho, da Cimed

Essa vitória pode ter ajudado a lavar a alma da equipe (veja todos os problemas que o time enfrentar abaixo). Depois de perder o primeiro set e ainda mostrar falta de entrosamento, com um empurrão feio de Marlon no companheiro em uma corrida desnecessária para o levantamento, os talentos individuais começaram a aparecer e formar um conjunto.

O RJX nasceu favorito pelos nomes do elenco, como Dante, Marlon, Théo, Lucão e Lipe. Mas, por conta da Copa do Mundo, a equipe só tinha conseguido fazer três treinos juntas até a partida contra a Cime/Sky. E, nessas horas, vale ter gente boa em quadra. Marlon acertou a bola com Lipe, que passou a virar tudo a partir do segundo set. Lucão e Dante, com a ajuda de Ualas, comandaram os 16 pontos de bloqueio. E isso não quer dizer que a Cimed não tenha jogadores de talento, longe disso. Mas o RJX soube manter o ritmo, passou a ganhar uma cara de conjunto com um jogador acertando o saque, outro o ataque e assim por diante, e venceu. Já o time de Florianópolis perdeu o embalo e a partida (leia mais detalhes da partida).

Noite sem dormir e a viagem com 12 horas a mais

Entretanto, o que poucos sabem é do sufoco do RJX para chegar a essa vitória. Logo no começo da temporada, o time não tinha um ginásio para treinar. Depois, ficou sem seus atletas que foram para a seleção. E na Superliga, até o tempo conspirou contra, como contou Dante ao blog Mundo do Vôlei.

Segundo o ponteiro, as dificuldades começaram ainda antes da primeira vitória, um 3 a 2 de virada sobre o Volta Redonda, na rodada passada (leia mais sobre o jogo). A viagem de Montes Claros, depois da derrota para o time local, até Volta Redonda demorou 12 horas a mais que o previsto.

“Em Montes Claros já estava chovendo e terminamos o jantar à 1h da manhã. Saímos do hotel às 4h30 porque nosso voo seria às 5h50. Iríamos para Belo Horizonte e, depois, para Volta Redonda. Mas o aeroporto estava fechado e aí começaram os problemas”, fala Dante.

“Mudaram nosso voo e tivemos que ir para São Paulo. Chegamos lá por volta da hora do almoço. Esperamos no aeroporto e decidiram nos colocar em uma ponte aérea para o Rio de Janeiro e de lá a gente pegaria um ônibus para Volta Redonda”, continua o ponteiro. “Dividiram os jogadores em dois grupos, mas, também por causa do tempo, teve gente que foi parar em Campinas. Chegamos no Rio só umas sete horas da noite, passamos em casa voando para tomar um banho e fomos para Volta Redonda. Ou seja, jogamos depois de passar a noite em claro e a partida foi aquele sufoco na virada por 3 a 2″, completa Dante.

Pelo menos para jogar em Florianópolis, o RJX não teve problemas. E em quadra, o time começou a mostrar a que veio nesta Superliga. Mas, depois, na chegada ao Rio de Janeiro nesta quarta, muita espera para pegar as malas no aeroporto, como os jogadores comentam no Twitter…

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  1. É hora de voltar para casa
  2. Adeus e gostinho de Superliga no amistoso no Rio
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Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

domingo, 18 de dezembro de 2011 Superliga | 12:38

Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada

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Fernanda Garay - Divulgação/CBV

Fernanda Garay é um destaques do Vôlei Futuro na temporada

Pelo menos por enquanto, depois de três rodadas na Superliga, parece que os times do Vôlei Futuro acertaram a mão, principalmente entre as mulheres. A equipe equilibrou forças, ficou mais experiente e, além de liderar o torneio nacional, é o único que ainda não perdeu nenhum set.

O nome da terceira rodada, depois da vitória sobre o BMG/São Bernardo, foi Fernanda Garay, reforço do Vôlei Futuro na temporada. Ela foi a melhor jogadora em quadra na sexta-feira e segue o bom momento vivido desde o começo do ano, com a convocação para a seleção. Garay ajuda no passe e também é uma força no ataque, ao lado de Paula Pequeno, que entrou neo meio do jogo contra o São Bernardo e fez a diferença. Bela contratação de Garay e boa fase de Paula.

E falando em passe, Walweska, nova central, é uma das poucas meios que também fazem fundo. E ter a bola na mão ajuda Ana Tiemi e Ana Cristina, as duas levantadoras. Aí está mais uma vantagem para a temporada. No ano passado, Alisha Glass era a aposta, mas a norte-americana teve uma lesão e voltou para os EUA. Agora, o time tem duas jogadoras na posição.

O banco também teve uma mudança. Paulo Coco no lugar de William. E ele tem um time mais experiente e mais equilibrado em quadra. Apesar de na Superliga ainda não ter encarado as potências, venceu o Paulista diante do Sollys/Osasco com o time o completo.

Depois de uma temporada que era esperado pelo menos a final, o Vôlei Futuro melhorou e parece ter acertado a mão. No masculino, o perfil foi adotar jogadores bons, mas fora da seleção, como Lorena e Piá, e ter o time todo o ano todo. Eles também seguem invictos depois dos 3 a 1 sobre o Londrina na noite se sábado, mas aparecem em terceiro na classificação. Mas a Superliga masculina fica para o próximo post.

Notas relacionadas:

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  2. Vôlei Futuro: igual no papel e nas quadras
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Superliga | 08:30

Os jogos não seriam as quartas e sábados?

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Durante o lançamento da Superliga masculina, no final da semana passada em São Paulo, o discurso dos jogadores sobre a calendário da competição era um só. Todos afirmaram que o calendário não ficaria apertado com o o torneio com 12 times (e não 15 como eram na última temporada) e começando um mês do que foi a edição 2010/2011. Todos falaram também, independente de que time eram, que os jogos seriam as quartas e sábados.

Vivo/Minas - Divulgação/CBV

Vivo/Minas jogou na noite de terça-feira e volta para a quadra apenas no sábado

A Superliga 2011/2012 está na segunda rodada e, depois da mudança de diversos jogos, alguns por conta do canal que transmite o campeonato, teremos jogos em diferentes dias da semana. Para quem acompanha de casa os jogos, isso pode até ser bom, já que com partidas espalhadas ao longo da semana, fica mais simples montar a grade de programação e exibir os melhores duelos da rodada.

Já os jogadores comemoraram na festa de lançamento o tempo de descanso entre uma partida e outra. “Jogamos na quarta, mas teremos quinta e sexta para descansar e treinar até jogar de novo no sábado”, comentou Murilo. Mas com as alterações, alguns times terão mais folga do que outros. Vivo/Minas e Londrina/Sercomtel, por exemplo. Eles jogaram na terça, com vitória do time mineiro, e voltam para quadra apenas no sábado, quando o Londrina encara o Vôlei Futuro e os mineiros pegam o Medley/Campinas. Já RJX pega o Montes Claros fora de casa na quinta e os dois jogam de novo no sábado, contra Volta Redonda e Cimed/Sky, respectivamente (veja tabela completa da rodada).

Uma semana puxada deve ser compensada por outra mais tranquila ao longo da Superliga. Que as viagens não cansem demais, ainda mais neste começo do torneio, que ninguém ainda está no auge da sua forma física e o pessoal da seleção ainda está se recuperando da Copa do Mundo.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Superliga | 17:18

Superliga feminina volta aos eixos na segunda rodada

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Unilever - Divulgação/Local

Unilever comemora primeira vitória na Superliga 2011/2012

A Superliga feminina 2011/2012 teve a sua segunda rodada na noite de terça-feira e, olhando os resultados, digamos que as coisas “voltaram aos seus eixos”. Quem era favorito, cumpriu o seu papel e venceu. E o jogo que acabou como o mais equilibrado reuniu times de forças parecidas.

Na rodada de abertura a surpresa havia sido a derrota do Unilever para o Sesi por 3 sets a 0. Já era esperado que o Sesi, com Dani Lins, Sassá e Elisângela, chegaria nesta temporada para brigar com os times grandes. Mas o que surpreendeu foi o placar em sets diretos. No jogo que era o clássico da rodada, a expectativa era por mais equilíbrio. Só que o time carioca não rendeu, Fernanda Venturini sofreu com o passe e com o ritmo de jogo e as paulistas dominaram o marcador.

Na noite de terça-feira, vitórias esperadas. O Sollys/Osasco, com a estreia da norte-americana Hooker e Jaqueline, venceu o Mackenzie. Sesi passou pelo Macaé e o Unilever se recuperou e bateu o São Caetano. Todos os jogos foram 3 sets a 0. O único 3 a 2 foi do São Bernardo para cima do Pinheiros em um jogo fraco, com times que ainda estão se arrumando e ainda parecem longe das favoritas ao título.

Hooker - Divulgação/CBV

Hooker estreou na vitória do Sollys/Osasco na segunda rodada da Superliga

Mas o tropeço do Unilever logo na primeira rodada e o bom começo do Sesi podem ser bons sinais. Finalmente teremos um ano que não será dominado por Osasco e Rio de Janeiro? Além do time da capital, o Vôlei Futuro, por exemplo, tem duas vitórias na competição e vem com um potente elenco nesse ano, com os reforços de Fernanda Garay e Carol Gattaz.

Calma, ainda é muito cedo para prever alguma coisa. Hooker fez apenas o seu primeiro jogo no Brasil e ficou poucos pontos em quadra. A cubana Nancy Carrillo ainda não jogou pelo São Bernardo. Stacy Sykora ainda se recupera do acidente de abril e é reserva no Vôlei Futuro. Esses são apenas três jogadoras que podem fazer a diferença em quadra.  Pode ser cedo para fazer qualquer afirmação, mas os elenco das equipes e esses primeiros jogos são pequenos indícios de que a final em 2012 pode ser diferente…

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

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