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domingo, 28 de agosto de 2011 Sem categoria | 06:59

Faltou agressividade. Faltou brilho nos olhos. Faltou o ouro

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Depois da reação e da vitória sobre a Rússia na semifinal, era difícil imaginar que a seleção brasileira feminina fosse fazer justamente na decisão o seu pior jogo no Grand Prix. E mais um placar de 3 sets a 0 era pouco provável. Mas o Brasil foi pouco agressivo, pareceu nervoso e apático, não mostrou seus melhores fundamentos e levou os tais 3 sets a 0 (26/24, 25/20 e 25/21) dos Estados Unidos na final da competição.

Natália - Divulgação/FIVB

Natália fica no bloqueio norte-americano na final do Grand Prix

O jogo desta madrugada começou tenso. Os dois times defendiam bem e a primeira bola raramente caia. E as norte-americanas erravam a definição dos pontos também. Só que, aos poucos, elas se acharam e o Brasil, não.

Enquanto os Estados Unidos variaram as jogadas ao longo da partida, ora atacando com muita força e ora usando bem uma largada, o Brasil foi apático e pouco agressivo em quadra. Faltou aquela bola cravada no ataque para dar moral. Faltou o sangue nos olhos e o jogador batendo no peito e chamando bola! Sheilla , a oposta e jogadora de segurança, poderia ter feito esse papel, mas não o fez. Faltou Dani Lins usar mais o meio.

E a levantadora merece um destaque à parte. Dani amadureceu ao longo do Grand Prix. Aos poucos ela se soltou, explorou Thaísa e Fabiana, se encaixou bem com Fernanda Garay. Só que na final, ela insistiu demais nas pontas, mesmo com o passe na mão, e esqueceu da jogada rápida. Thaísa, uma das grandes jogadoras do Brasil no torneio, recebeu muito pouco. Ela marcou apenas sete pontos no ataque. Fabiana ficou com três. E contra um time com muito volume como as norte-americanas, é fundamental variar para tentar surpreender a defesa.

As brasileiras não foram agressivas. Fernanda Garay e Natália demoraram a soltar o braço no ataque. Sim, elas são jogadoras novas e entraram no lugar das experientes Mari e Paula Pequeno, mas as duas tinham potencial para mais. No geral, o ataque do Brasil não colocou pressão.

Thaísa - Divulgação/FIVB

Thaísa foi uma das melhores jogadoras do GP, mas recebeu pouco e não apareceu na final

Além disso, o bloqueio brasileiro, acho que o melhor fundamento do time no Grand Prix, praticamente não apareceu. Enquanto os Estados Unidos marcaram 8 pontos no fundamento, o Brasil empacou nos 2 pontos. E isso também é um reflexo do saque, que não funcionou de maneira efetiva e não prejudicou o passe rival.

Do lado norte-americano, sobraram bolas cravadas, saques bem colocados e definição no momento certo. No terceiro set, por exemplo, elas entraram com tudo, com cara de quem iria fechar logo o jogo e levar a medalha. Os Estados Unidos também erraram bastante (deram 22 pontos e o Brasil deu 20), tanto que o Brasil chegou a encostar no terceiro set (quando finalmente acertou alguns ataques potentes), mas souberam definir quando era preciso. Elas jogaram soltas, com sorriso no rosto, como Brasil vinha fazendo.

O dia, ou a madrugada, foi das norte-americanas. E o nome do jogo foi Logan Tom. Ela marcou, atacou e sacou bem. Os Estados Unidos venceram porque jogaram melhor, foram inteligentes na marcação e na definição e comandaram o jogo.

Crescimento individual do Brasil

Já a premiação individual mostrou que a seleção fez um boa campanha e tem jogadoras em ascensão. Thaísa, que aos poucos vem sendo a principal meio do time, foi o melhor saque. Dani Lins, que amadureceu como já comentamos, foi a melhor levantadora. Fernanda Garay levou o prêmio de melhor recepção e ela realmente deu uma grande estabilidade ao passe nacional. Além delas, Tandara, outra estreante na seleção, correspondeu bem quando entrou nas inversões. Depois de um bom campeonato sem nenhuma derrota até esta madrugada, só faltou jogam bem na final. Mas Zé Roberto tem elenco para trabalhar na temporada…

P.s.: Para fechar o pódio, a seleção da Sérvia ficou com o bronze com um 3 sets a 0 sobre a Rússia. As sérvias foram, sem dúvida, a melhor surpresa deste torneio. Estrearam e já chegaram ao pódio.

Notas relacionadas:

  1. Vitória com aula de bloqueio no Grand Prix
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 9 de maio de 2011 Sem categoria | 19:14

Unilever segura a base com Sheilla, Mari e Juciely

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Sheilla

Sheilla segue como o principal nome da Unilever

A semana já começou agitada no mercado do vôlei feminino. A Unilever, que já havia renovado com a líbero Fabi, agora garantiu mais três titulares para a próxima temporada: a oposta Sheilla, a ponteira Mari e a central Juciely. As reservas Roberta (levantadora), Juliana Nogueira (oposta), Juju Perdigão (líbero) e Mara (meio-de-rede) também seguem no elenco. Com isso, pode-se de dizer que a base campeã nacional será preservada.

A equipe de Bernardinho deve perder Dani Lins para o novo time do Sesi, mas vai manter seus destaques da última temporada. Sheilla foi, sem dúvida, a melhor jogadora da Superliga e é um grande nome em qualquer time. Já Mari, recuperada da cirurgia do joelho, também é forte no ataque e está crescendo na recepção, já que sempre é alvo do saque rival. E Juciely, que já tinha feito uma boa temporada no São Caetano, se superou no ano passado. Ela não é uma central muito alta, o que pode atrapalhar no bloqueio, mas tem velocidade de braço, o que a torna uma bela atacante, com tempo de bola um pouco diferenciado.

Claro que, para manter tudo isso bem unido, é necessário ter uma boa levantadora. Mas trabalhar com atacantes de alto nível e uma líbero que entrega na mão facilita. Vamos ver quem fica com a responsabilidade de armar as jogadas no time carioca…

Novidades e dispensas no Sollys/Osasco

Adenízia

Adenízia disse que segue no Sollys/Osasco

Como o blog divulgou com exclusividade, o time paulista contará com Fabíola como levantadora para a próxima temporada. Além disso, já estão confirmadas Karine, como segunda levantadora, e a ponta Ivna, mais jogadoras que estavam no Pinheiros/Mackenzie. E Adenízia confirmou nesta segunda-feira em sua página no Twitter que já renovou o seu contrato.

Tinham me perguntando sobre Carol Albuquerque e Ana Tiemi. As duas já deixaram o time de Osasco, mas ainda não foram confirmadas por outras equipes.

Fora isso, o blog apurou que o time tem acordo verbal com outras atletas, mas nada ainda assinado. São elas: Tandara, ex-Vôlei Futuro, Thaísa e Camila Brait. Natália também segue em negociação, só que ainda em fase inicial. E quem deve sair mesmo é Jaqueline, mais uma que provalvemente vestirá a camisa do Sesi na próxima temporada.

Por enquanto, a equipe teve boas e más notícias. Fabíola e Karine são belos reforços, pois, como já disse por aqui, Carol e Ana Tiemi vacilaram em diversos jogos na Superliga. Na final, Carol não se achou com suas atacantes e isso contribuiu para o vice. Acho Fabíola e Karine mais estáveis.

Entretanto, Jaqueline fará falta à linha de passe. Ivna, a nova ponteira, é jovem e versátil para o ataque, mas não sei se é segura o suficiente no fundo. Ajudará se Sassá seguir no time…

Mais equipes

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Desde a semana passada, algumas renovações e mudanças no Usiminas/Minas eram dadas como certas. Além continuar com a ponteira cubana Herrera, a levantadora Claudinha, a líbero Tássia e a central Natasha, a equipe fechou com outra cubana, Daymi Ramirez, ex-Praia Clube, e também com a ponteira Dani Paraíba e com a meio Fernanda Ísis, que estavam no Macaé.

Já o Sesi, além de Dani Lins e Jaqueline, sonha com a central Fabiana, que já falou em tom de despedida do Vôlei Futuro. E a equipe já teria repatriado a central Walewska, que estava na Rússia. Promete ser um time com ótimo potencial e jogadoras que, graças à seleção, já sabem jogar juntas, o que ajuda em um novo projeto.

Vamos ver como seguem as negociações. Até agora, o que vocês acharam? Quem parece ter ficado mais forte para 2011/2012?

Notas relacionadas:

  1. Noite de atletas ilhadas no Rio e dia de decisão em SP
  2. Restam dois invictos na Superliga feminina… até quinta
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sábado, 30 de abril de 2011 Sem categoria | 10:14

Paredão do Vôlei Futuro leva bronze na Superliga feminina

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O Vôlei Futuro montou seu time nesta temporada para brigar pelas finais no feminino e no masculino. Acabou com o bronze nos dois. E no feminino, um dos grandes nomes do time apareceu no jogo que valia o terceiro lugar.

Fabiana é uma das melhores centrais do mundo. Ela começou um pouco devagar a Superliga, principalmente no ataque. Demorou para se entrosar com Alisha, mas apareceu mais sob o comando da levantadora Ana Cristina. Ainda assim, em diversas partidas a gente escutava: Fabiana não está sendo  muito utilizada e tal….

No jogo da noite de sexta ela apareceu, principalmente no bloqueio. Foram cinco pontos no fundamento. E Andressa, outra central, marcou mais cinco. No total, foram 19 pontos no fundamento. Ou seja, o Pinheiros/Mackenzie, que estava do outro lado da quadra, se viu muito marcado e, depois de dar 25 pontos de graça, perdeu por 3 sets  1.

Eu esperava um pouco mais das duas equipes nesta Superliga. O Vôlei Futuro, pelo time de estrelas, demorou a se entrosar e, quando estava forte, sofreu o acidente com o ônibus da delegação e não tem como ignorar que o susto mexeu com as atletas. Já o Pinheiros não conseguiu se manter aquele time de raça e volume de jogo do Paulista. Além disso, acho que caiu no fundo de quadra com a troca das líberos, de Michele por Suellen.

Agora, a minha torcida é para que os times, pelos menos, sigam com bons elencos para a próxima temporada. O Vôlei Futuro masculino já perdeu Leandro Vissotto, vamos ver o que acontece com o feminino. E o Pinheiros dos homens ficou sem a Sky, principal patrocinadora. Mas as meninas, mesmo com o quarto lugar, chegaram longe com um time sem grandes estrelas da seleção, por exemplo (só Fabíola defende a equipe de Zé Roberto). O mercado nos dirá o que vai acontecer.

P.s: Unilever e Sollys/Osasco jogam agora a final da Superliga feminina. Quem quiser, pode seguir os comentários dos melhores lances do jogo no twitter do blog, o @mundodovolei. A gente se vê por aqui depois da partida!

Notas relacionadas:

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quarta-feira, 20 de abril de 2011 Sem categoria | 19:20

Vitória esperada em jogo com o coração

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*atualizado dia 21/04, às 10h05

Sollys/Osasco e Vôlei Futuro começaram na tarde de quarta-feira a disputa pela vaga na final da Superliga feminina. O jogo foi vencido pelo time de Osasco, como já era até esperado, mas não deixou de ser uma boa partida.

Não era possível esperar um Vôlei Futuro 100% em quadra depois de todo o trauma com o acidente com o ônibus na semana passada. As jogadoras ficaram com dores e cortes nos braços, treinaram pouco, mas chegaram de cabeça erguida para a partida e com o nome de Stacy em todas as camisas. Foi realmente pouco tempo para ficar pronto para o jogo.

Jaqueline encara o bloqueio de Paula Pequeno

Jaqueline encara o bloqueio de Paula Pequeno

Sem a líbero, que já está fora da UTI, a equipe sofreu no fundo de quadra. Mas, logo no começo, compensou com o coração em quadra, vibrando muito a cada ponto e saindo na frente. Entretanto, o Sollys/Osasco, inteiro para o confronto, mudou depois de uma bronca de Luizomar em um tempo técnhico no final do primeiro set. A equipe arrumou os erros do contra-ataque, começou a jogar o que sabia, virou o jogo ainda na primeira parcial e não perdeu mais a liderança, vencendo por 3 sets a 0 (leia mais detalhes da partida).

A equipe da casa venceu respeitando o adversário e fazendo o seu jogo. Em nenhum momento elas vibraram de forma desrepeitosa ou perderam o foco na partida. Fizeram o seu papel, que era aproveitar o fator casa e vencer. Já o Vôlei Futuro pecou no saque. Quando acertou uma boa passagem no serviço, como no terceiro set, conseguiu tirar a vantagem no placar. O time de Araçatuba bloqueou mais, mas sem saque não tem como vencer um conjunto forte e entrosado como  Sollys/Osasco…

Sábado as duas equipes voltam a se enfrentar. A tendência é um equilíbrio maior, já que o Vôlei Futuro terá mais tempo para se recuperar. Mas é como Paula Pequeno me disse em entrevista por e-mail, o campeonato não vai esperar a recuperação total (ou, segundo a imprensa, a Globo não quis que o jogo fosse marcado depois para que a final se mantivesse no dia 30 de abril….). O time terá que se superar e encarar essa semifinal.

Tandara pode sim ser uma opção como oposta porque tem potência no ataque. E é melhor contar com Neneca, mais alta, do que com Elis para completar na ponta. Foi com esse time que o Vôlei Futuro jogou o Paulista, é uma questão de entrosar novamente.

Do outro lado, o Sollys/Osasco deve manter a atenção no contra-ataque, como a partir da virada no primeiro set. A equipe está forte e Jaqueline, que perdeu parte da Superliga por causa de uma operação no joelho, está voltando à boa forma, mais segura no passe e no ataque. Se jogar com a mesma seriedade desta quarta, elas vão complicar e muito o jogo.

Ps.: Para quem vai viajar, bom feriado! E para quem está de castigo, como eu, seguimos com a Superliga para animar os dias até a Páscoa!

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Sem categoria | 19:51

Restam dois invictos na Superliga feminina… até quinta

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Um invicto já caiu… e outro cairá nesta quinta-feira. Depois de mais uma semana de jogos, a Superliga feminina segue com seus times apontados como favoritos em destaque e com a promessa de um grande jogo.

Jaqueline foi a melhor em quadra na vitória do Sollys sobre o BMG

Jaqueline foi a melhor em quadra na vitória do Sollys sobre o BMG

O atual campeão Sollys/Osasco perdeu o primeiro jogo no torneio em um 3 a 1 par o Usiminas/Minas. As paulistas erraram demais e viram as mineiras aproveitarem. Como comentou Carol Albuquerque, foram 30 erros. Assim, fica fácil para o adversário (leia mais sobre a partida).

Disposta a esquecer os tropeços, a equipe de Osasco entrou concentrada e disciplinada taticamente e venceu o BMG/Mackenzie por 3 sets a 0, com direito a dois 25 a 12 (leia mais sobre a partida). Depois da partida, o técnico Luizomar de Moura afirmou que os erros caíram de 30 para apenas nove. Bom, precisa explicar mais alguma coisa?

E o Usiminas/Minas deu muito trabalho a outro invicto nesta Superliga: o Pinheiros/Mackenzie. O time campeão paulista só venceu as mineiras por 3 sets a 2, de virada, em um grande dia de Ju Costa, eleita a melhor em quadra e a maior pontuadora do time, com 21 acertos (leia mais sobre a partida). Fica o alerta para acompanhar de perto do elenco mineiro.

Mas a equipe também mostrou uma característica que não é muito comum ao Pinheiros. O time venceu com o talento individual e não mostrou a sua grande força, que é o conjunto unido. De qualquer maneira, a equipe vive um bom momento e colocará isso à prova ainda nesta semana… (a gente já volta a falar disso!)

Bloqueio do Unilever cresce para cima do Vôlei Futuro

Bloqueio do Unilever cresce para cima do Vôlei Futuro

Já a Unilever, outra equipe invicta, se aproveitou dos erros do Vôlei Futuro e venceu por 3 sets a 1 na casa das rivais. A equipe de Bernardinho cresceu nas falhas de Paula e companhia nos dois primeiros sets. Depois, vacilou no terceiro, mas se recuperou e fechou logo a partida na sequência, usando a sua força no bloqueio (leia mais sobre a partida).

Falando nisso, o jogo ainda significou quebra de recorde para Valeskinha, que passou da marca de 600 bloqueios na Superliga. Prova de que altura ajuda, mas nem sempre é tudo. Temos o exemplo de Murilo, ótimo bloqueador com 1,90m. Valeskinha tem 1,80m, o que não e muito para uma central, mas compensa com bastante agilidade e habilidade, tanto que pode jogar no meio ou na ponta.

Agora, Unilever e Pinheiros/Mackenzie colocarão a sua invencibilidade em jogo na noite de quinta-feira, no primeiro confronto do ano no Maracañazinho. A partida será às 18h30 e terá transmissão da Sportv. Se o Pinheiros tem a sua força no conjunto, com uma equipe parecida com a da temporada passada, mas com bons reforços, como Soninha, o Unilever perdeu jogadoras importantes, mas se encaixou muito bem com as novidades. Sheilla é a segurança no ataque e Valeskinha e Juciely dão variedade pelo meio. Vejo no Unilever o entrosamento que, por exemplo, o Vôlei Futuro ainda não conseguiu…

Por enquanto, alguns favoritos e dois invictos na Superliga feminina. Vamos ver como fica essa história na quinta-feira!

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  3. Brasil faz o melhor jogo no “grupo da morte”
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 Sem categoria | 15:57

Novo programa e um pouco de descanso

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Galera, vou ficar uns dias fora do blog. Terei uma semana de folga aqui e não sei se conseguirei acompanhar os jogos nesse tempo… Mas deixo para vocês a nova edição do programa Terceiro Set, do site do Milton Neves, parceiro do iG. É um resumo com o que aconteceu na semana no vôlei e eu comento o duelo Ricardinho x Bruninho na Superliga.

Para ouvir o Terceiro Set, clique aqui. Abraços e até mais!

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  1. Noite de atletas ilhadas no Rio e dia de decisão em SP
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010 Sem categoria | 18:37

Brasil faz o melhor jogo no “grupo da morte”

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O “grupo da morte” na segunda fase do Campeonato Mundial de vôlei começou não assustador para o Brasil. A seleção masculina teve a sua melhor atuação no torneio e venceu a Polônia por 3 sets a 0 nesta quinta-feira em Ancona, com parciais de 25/16, 25/20 e 25/20 (veja como foi o jogo). Ótimo começo na segunda fase!

Digo isso porque a Polônia, geralmente, é um time que dá trabalho. Mas nesta partida, eles viram o Brasil arrasador desde o começo e não tiveram chances. Ficaram à frente do placar apenas no segundo set, e por pouco tempo. Kurek, que era apontado como “o cara” do time pouco apareceu e não deu trabalho. Os poloneses conseguiram defender algumas bolas, armaram bonitos contra-ataques, mas erraram muito e não resistiram.

Bloqueio brasileiro também foi bem e marcou nove pontos

Bloqueio brasileiro também foi bem e marcou nove pontos

Já os brasileiros foram muito bem. Disse no post anterior disse que esperava que o executasse bem o saque e fui atendida! Murilo foi o nome do fundamento, com cinco aces, mas todos sacaram com inteligência. A seleção combinou bem a potência com o serviço tático e teve boas passagens com diversos jogadores, como Dante, aniversariante do dia, Bruno e Lucão.

Também pedi um Leandro Vissotto mais ofensivo, como em momentos da partida contra Cuba. Mais um pedido atendido. O oposto finalmente fez um grande jogo neste Mundial, soltando braço no começo, aliviando quando estava na cara do bloqueio e também fechando a porta para os poloneses. Ele foi o maior pontuador, com 21 acertos (17 no ataque e quatro no bloqueio). Sim, ele levou alguns bloqueios, mas cresceu muito em quadra.

O que melhorou também forma os contra-ataques. A defesa estava ligada todo o tempo e a recepção também funcionou. Em um dos poucos momentos de bobeada no fundo, a Polônia equilibrou. Porém, logo Bernardinho pediu tempo, chamou os jogadores e a concentração voltou. Os erros nas finalizações que custaram a vitória para Cuba foram solucionados.

A partida desta quinta-feira deixou uma boa sensação: de que o time está crescendo neste Mundial. Agora o Brasil descansa nesta sexta-feira e encara a Bulgária, no sábado. Mas, como já disseram por aqui, os cruzamentos desse torneio preocupam. Sair dessa fase com duas vitórias daria moral, mas colocaria o Brasil ao lado de Rússia e Espanha ou Sérvia. Se passar em segundo, terá pela frente provavelmente República Tcheca e Alemanha. Já a Itália só tem vida fácil, como vocês leitores comentaram. É estranho e não sei qual a melhor opção. Mas, como Giba comentou depois do jogo de Cuba, eles sabiam que não seria fácil e como querem chegar até Roma, na final, não podem escolher adversários!

Parabéns, Dante!
Dante completou 30 anos na quinta-feira e, além do 3 a 0 de presente contra a Polônia, ganhou bolo dos companheiros. Vissotto postou uma foto à noite em sua página do Twitter. Parabéns, Dante!

E o primeiro pedaço vai para... Mario Jr!

E o primeiro pedaço vai para... Mario Jr!

E vocês? O que acharam da vitória do Brasil sobre a Polônia? Foi a repetição da final do Mundial de 2006, até com o mesmo placar e a mesma superioridade nacional. Deixem seus comentários!

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  1. Vitória com aula de bloqueio no Grand Prix
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terça-feira, 6 de abril de 2010 Sem categoria, Superliga | 08:30

Noite de atletas ilhadas no Rio e dia de decisão em SP

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*atualizado às 14h56

Hoje poderia ser o dia para definir os finalistas da Superliga feminina 2009/2010. Mas com as fortes chuvas no Rio de Janeiro, a partida entre Unilever e Blausiegel/São Caetano teve que ser adiada. O ginásio do Maracanãzinho, palco da partida, foi inundado pela chuva e a equipe do Unilever, que treinava no local e até tentou secar a quadra, ficou quase toda ilhada.

Jogadoras tentam "conter" alagamento

Jogadoras tentam "conter" alagamento

Carol Gattaz tentou sair do ginásio com algumas companheiras e passou sufoco. A central contou a sua aventura em sua página no Twitter. “Aqui a area do Maracanã e Tijuca tá toda alagada, ruas impedem os carros de passar… não tem como sair!!! Desespero e cansaco total”, escreveu. Ela tentou dormir um pouco no carro e só conseguiu chegar em casa às 6h30 da manhã, depois de deixar o veículo e seguir de metrô.

“A maioria continua tentando sair do Maracanazinho, que esta ilhado!! Espero que consigam logo tb… Estamos mortas e desgastadas com esse perrengue”, comentou a central hoje pela manhã. As outras jogadoras e a comissão técnica do Unilever passaram a noite no ginásio carioca. Bernardinho, segundo postou seu filho Bruno, sé chegou em casa por volta de 12h30.

A partida entre Unilever e Blausiegel/São Caetano foi remarcada para quinta-feira às 21h30 (horário de Brasília), no ginásio do Tijuca Tênis Clube.  Só para lembrar, o São Caetano venceu o primeiro jogo por 3 a 0 com superioridade, enquanto as cariocas reconheceram faltou espírito de luta (leia mais sobre a partida).

Decisão em São Paulo

Aqui em São Paulo (que também tem um dia chato de chuva sem parar), o Sollys/Osasco encara o Pinheiros/Mackenzie e, se vencer, estará na final pela nona vez. Será? Pelo primeiro jogo, no final de semana, o time de Osasco leva vantagem. Como já disse por aqui e vocês já comentaram também, a equipe está bem e tem que aproveitar o bom momento de Jaqueline, que tem feito ótimas partidas. Carol Albuquerque também não fica atrás. As duas foram os nomes da vitória do sábado.

Sollys/Osasco venceu a primeira semifinal

Sollys/Osasco venceu a primeira semifinal

O Sollys/Osasco fez 3 sets a 1 (leia mais sobre a partida) no Pinheiros/Mackenzie com belos saques da levantadora e ataques e bloqueios da ponteira. Carol apareceu logo no primeiro set, fazendo com que a equipe marcasse oito pontos consecutivos com a sua passagem pelo saque. Para completar, Jaqueline estava na rede, inspirada.

Durante todo o jogo foi assim. O Pinheiros chegou a liderar o placar, mas levou a virada do Osasco. Conseguiu segurar a liderança apenas no terceiro set, quando usou as armas das adversárias: combinação de bons saque e rede forte. Fernanda Garay e Ju Costa apareceram na parcial e fizeram a diferença. Mas, depois de uma parada no quarto set por causa da falta de luz, o Sollys/Osasco voltou melhor, tirou a diferença de 20 a 15 com Carol no saque e fechou o jogo.

A tônica deve ser a mesma da partida desta noite. Como os dois times têm belas atacantes, o bom serviço vai pesar. Que Carol Albuquerque esteja inspirada para ajudar o Sollys/Osasco. E que Ju Costa, Fernanda Garay e Lia sejam as ótimas atacantes de toda a Superliga para dar trabalho do outro lado!

Será que o time de Osasco consegue a vaga na final? Ou o Pinheiros empata a série? Saberemos mais tarde, às 18h30. Por enquanto, deixe o seu comentário!

Quarta-feira é dia de quartas

Para os homens, os playoffs da Superliga começam nesta quarta-feira com Sesi x Pinheiros/Sky, Bonsucesso/Montes Claros x Brasil Vôlei/São Bernardo e Cimed x Fátima/Medquimica/UCS/SPFC. Mas isso fica para um outro post, com mais calma e espaço…

*crédito das fotos: Divulgação/João Pires e Twitter da Carol Gattaz (@carolgattaz)

Notas relacionadas:

  1. Sufoco e passeios na estreia da Superliga feminina
  2. Na reta final da Superliga, 3 a 0 é o que importa
  3. Quartas para as mulheres e vagas para os homens
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 16 de março de 2010 Sem categoria | 07:32

São Caetano passa por mais uma etapa do “parto”

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O Blausiegel/São Caetano abriu a 11ª rodada da Superliga feminina contra o São Bernardo com um bom currículo. Havia vencido o Sollys/Osasco na semana passada e bateu o Pinheiros/Mackenzie no final de semana. A partida poderia ser mais uma bela vitória, mas o time de Mauro Grasso passou sufoco. Essa Superliga não está fácil…

Sheilla deixou a quadra logo no começo da partida com dores no ombro. Sem a oposta, a equipe perdeu a sua jogada de segurança. Para piorar, o passe não estava dos melhores. Fofão teve que se virar para armar as bolas e muitas pararam no bloqueio adversário. Do outro lado, o São Bernardo não tinha nada a perder e se manteve na frente enquanto conseguiu saque forçado e boa marcação na rede.

O jogo foi decidido apenas no quinto set e venceu quem teve mais calma. O São Bernardo errou demais e perdeu a potência no serviço. Com isso, o passe chegou mais às mãos de Fofão e o São Caetano fechou o jogo, assumindo provisoriamente a terceira colocação na tabela da Superliga (leia mais sobre a partida).

O Blausiegel/São Caetano é um exemplo de que apenas ter estrelas não é sinônimo de vitória. É um time de grandes jogadoras, mas que ainda peca pela falta de concentração e erros bobos. Teve esses momentos na vitória sobre o Sollys e mais uma vez na noite da segunda-feira, contra o rival do ABC.

E, pode parecer contraditório, mas nessas horas é que ajuda ter as atletas mais experientes em quadra. Elas chamam a responsabilidade. Ou seja, não garantem que o time todo vire um grande conjunto e faça excelentes exibições, mas sabem resolver quando o momento pede um talento individual, como uma bela chutada de Fofão ou um ataque de Sheilla diante de triplo armado.

“Temporada tem sido um parto”

Conversei na manhã de segunda-feira com o técnico Mauro Grasso e ele me disse que as duas vitórias (Sollys/Osasco e Pinheiros/Mackenzie) não significavam que estava tudo resolvido e que o time estava pronto. Prova foi a partida contra o São Bernardo. Foi mais um triunfo, mas sem jogar bonito.

“Essa temporada está sendo um parto. Mas o bebê não está nascendo pela cabeça. Está nascendo pelo pé. Nasceu um pé contra o Sollys e outro contra o Pinheiros. Mas não podemos pensar que agora o bebê ‘vai escorregar’. Vai continuar sendo complicado e vamos ter uma cesária até o final da Superliga”, explicou brincando o técnico.

Será que o time vai mesmo ter que passar por essa cesariana na competição ou ainda tem tempo de realmente se encontrar? Dê a sua opinião! A rodada da Superliga feminina continua nesta noite.

Autor: Aretha Martins Tags:

sábado, 13 de fevereiro de 2010 Sem categoria | 14:40

A verdadeira Cimed

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A Cimed, tricampeã nacional, viveu dois momentos bem distintos nesta semana. Na segunda-feira, teve um apagão e perdeu por 3 sets a 0 para o Sada/Cruzeiro, como comentamos por aqui. Na noite de sexta-feira, voltou a ser o time que todos conhecem e fez 3 a 0 no Vivo/Minas no encerramento da segunda rodada do returno (leia mais sobre a partida). Agora eles vão pular o carnaval tranquilos.

O ataque catarinense voltou a funcionar. Depois de marcar apenas 25 pontos contra o Sada, conseguiu 47 bolas no chão para cima do Vivo/Minas. Thiago Alves,  que não estava bem no começo da semana, voltou a virar bolas e foi o maior pontuador da partida. Além disso, a Cimed foi melhor que o Minas no bloqueio e no saque. Foram oito pontos de bloqueio contra apenas três dos mineiros e quatro aces contra dois.

Para o levantador Bruninho, que chegou a assumir a culpa e dizer que a derrota para o Sada foi uma de suas piores partidas, a Cimed se reencontrou. “Não desmerecendo o Cruzeiro, que jogou muito bem, mas a nossa atuação na segunda-feira foi abaixo da crítica. Ontem (sexta-feira), voltamos ao nosso normal e conseguimos um grande resultado. Essa equipe que ganhou do Minas é a verdadeira Cimed”, disse o capitão. Agora sim, Bruninho, pode curtir o seu carnaval. E o carioca já contou os seus planos na sua página no Twitter: vai acompanhar a Salgueiro.

E você? Acha que a Cimed mostrou a sua verdadeira potência contra o Vivo/Minas? Deixe o seu comentário! Bom carnaval a todos! Eu continuo no plantão aqui na redação…

Autor: Aretha Martins Tags:

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