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Arquivo da Categoria Diversos

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Diversos | 23:30

RJX mostra seu elenco, cumpre o esperado e leva 1º título

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Desde que foi lançado, com grande investimento e nomes de peso, o RJX é apontado com um dos favoritos nesta temporada. Na apresentação da Superliga 2011/2012, o discurso dos jogadores era unânime ao apontar o time carioca como candidato ao título. Depois de um começo devagar no final de 2011, o time estreia em 2012 com seu primeiro título e cumpre o esperado.

O pódio veio na noite desta quinta-feira na final do Campeonato Carioca. O torneio não é forte como o Paulista, por exemplo, e teve apenas o RJX e o Volta Redonda, os dois times na decisão, com elencos profissionais. Mas foi possível ver que nem sempre os selecionáveis da equipe são aqueles que resolvem…

Nem Dante, Théo, Lucão ou Marlon. O nome da final foi Lipe. Com 20 pontos, ele foi o cara de segurança, papel que já desempenhou em outros jogos do RJX. O entrosamento com Marlon, que distribuiu bem o jogo por sinal, depois de atuarem juntos no Minas tem ajudado e o ponteiro está em ótima fase.

Já Dante, ainda com as dores no joelho direito que o atormentaram em 2011, pouco atacou, mas ajudou no passe. Théo nem jogou e deu lugar a Paulo Victor, um oposto forte e promissor. No meio, Lucão fez a sua parte, mas Ualas, o outro central, também tem tido boas atuações no elenco. E Alan, apenas reserva na seleção, fez defesas, peixinhos e colocou a boal na mão de Marlon.

O título carioca pode não ser o mais importante da temporada já que o campeonato só tinha duas equipes, mas é bom começo. E mostra que nem só de estrelas se vive uma equipe (lembram do Pinheiros/Sky, não?). Porém, a decisão desta quinta-feira, vale lembrar, não foi o jogo perfeito do RJX. O time perdeu o primeiro set, quase caiu também no terceiro, mas deu um passeio na quarta e última parcial, saindo de um 8 a 7 para impor larga vantagem e fechar com facilidade em 25 a 17.

O RJX fez o que era esperado e venceu seu primeiro torneio oficial. Agora vamos ver o que o time consegue no campeonato que vale de verdade, a Superliga. Por coincidência, foi justamente diante do Volta Redonda que a equipe conseguiu a primeira vitória, na terceira rodada, e, depois disso, não perdeu mais (relembre como foi a partida, que começou com três horas de atraso). O objetivo do RJX é chegar à final. Pelo que tem apresentado até agora, o novato já tem time para isso?

Notas relacionadas:

  1. Retrospectiva 2010
  2. Quem disse que o Brasil é o país do futebol?
  3. Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 10 de novembro de 2011 Diversos | 12:47

Um até logo

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Galera,

Estou aqui para falar um “até logo”. Estou de férias da redação e envolvida nos últimos preparativos para o meu casamento. Não estou conseguindo acompanhar os jogos da Copa do Mundo e, para não fazer um trabalho ruim, acho melhor me afastar por uns dias. Volto no comecinho de dezembro!

Abraços e que as seleções se classifiquem para as Olimpíadas!

Aretha Martins

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Diversos | 11:46

Bronze para as novatas e quarto para os experientes

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O Brasil encerrou a sua participação no Mundial de Clubes com resultados que podem ser considerados inesperados. As mulheres foram melhor que os homens.

Camila Brait e Ivna - Divulgação/FIVB

Abraço de Camila Brait em Ivna durante o Mundial de Clubes

O Sollys/Osasco, que jogou com um time jovem e sem Fabíola, Jaqueline, Tandara e Thaísa (elas estão na seleção, como explicado no post anterior), soube usar Ju Costa, Ivna e companhia e faturou a medalha de bronze. Elas apenas não resistiram ao Rabita Baku, time do Azerbaijão que conta com Mammadova. E como vocês já comentaram por aqui, ela é uma jogadora alta (1,95m) e com uma grande potência no ataque.

No masculino, o Sesi foi a Doha completo e experiente, com Murilo, Rodrigão, Wallace e todos seus jogadores. Ainda assim, foi pior que as mulheres e acabou fora do pódio.

Os times masculino eram mais fortes que o do feminino no geral. Entre as mulheres, além da equipe do Azerbaijão, a turca VBT / VakifBank Ttelekom merece destaque. Entre os homens, o Sesi encarou e perdeu para o Trentino, que faturou o tricampeonato, e também tropeçou contra Jastrzebski Wegiel, de Bartman, um dos melhores jogadores da Polônia, e contra o Zenit Kazan, do russo Mikhaylov, algoz da final da Liga Mundial e que marcou 20 pontos na vitória na briga pela medalha de bronze.

No final, a juventude foi quem se deu bem. O Sollys/Osasco parece que soube aproveitar o torneio para ganhar ritmo e experiência internacional. Já o Sesi ficou abaixo do esperado, errando demais (como as 32 falhas contra os poloneses) e não se impondo no bloqueio, apesar de ir melhor no saque (fez 6 aces a 2 na decisão do bronze). Se os adversários tinham bons jogadores, o time paulista também contou com todo seu elenco. E um elenco que já está acostumado a jogar junto, muito mais do que as meninas do Osasco, já que a base do time são os campeões da Superliga.

P.s.: galera, a correria com o Pan-Americano na redação está grande (madrugadas sem fim!) e, por isso, não estou conseguindo tempo para atualizar tanto o blog. Desculpem! Faço um balanço depois da primeira fase do Pan, combinado?

Notas relacionadas:

  1. Uma notícia ruim para as mulheres e uma boa para os homens
  2. Cimed perde para seus erros e para Kurek
  3. Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sábado, 20 de agosto de 2011 Diversos, Seleção feminina | 14:07

Passeio de um lado e pedra no sapato de outro

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Fabiana ataca contra Argentina - Divulgação/FIVB

Fabiana foi a maior pontuadora do jogo com 17 acertos

O vôlei brasileiro movimenta a Ásia. Enquanto a seleção feminina adulta joga o Grand Prix neste final de semana na Tailândia, as seleções de novos estão na disputa do Universíade, na China. E neste sábado, uma teve um passeio sem problemas em quadra e a outra reencontrou uma pedra no sapato.

As comandadas por Zé Roberto Guimarães, como era esperado, venceram a Argentina com facilidade em uma hora e um minuto de jogo (veja os detalhes do jogo contra Argentina). Foi bom ver os números da central Fabiana. Ela sempre aparecia com um desempenho pior que Thaísa neste Grand Prix, mas foi o destaque deste vez, com oito pontos de bloqueio e nove no ataque. No final, o Brasil fez mais que o dobro de pontos que a frágil Argentina (75 a 35) e aproveitou a partida para testar a concentração. Mesmo contra rivais mais fracas, elas mantiveram o foco e, por isso, deram esse passeio. A atuação rendeu mais elogios de Zé Roberto…

Já a seleção masculina de novos parecia que levaria o Universíade com facilidade. Mas o time de Chupita, Thiago Alves, Wallace e companhia perdeu para a Rússia (leia mais sobre a derrota do Brasil) e vai ter que se conformar com a disputa da medalha de bronze. Será a Rússia a nova pedra no sapato do Brasil? Já temos histórico com a seleção feminina, perdemos a final da Liga Mundial e agora, mais uma derrota.

Notas relacionadas:

  1. Bloqueio e Zé Roberto deixam Brasil mais perto do octa
  2. 3 a 0 para começar
  3. Contra Cuba, tudo funcionou, até o contra-ataque
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domingo, 7 de agosto de 2011 Diversos | 19:58

Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial

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Wallace e Rodrigão

Rodrigão, um dos reforços da temporada, ao lado de Wallace

Os campeonatos Sul-Americanos de clubes acabaram neste final de semana. Tudo bem, temos que lembrar que os times brasileiros têm muito mais qualidade que o rivais e eram os favoritos, mas deu para sentir um pouco do que essas equipes preparam para a temporada.

No masculino, o Sesi venceu a Upcn, da Argentina, neste domingo por 3 sets a 0 e fechou o torneio com o título e nenhum set perdido. Os brasileiros não deixaram os argentinos crescerem e mostraram ofensividade do começo ao fim.

Dos reforços, Leo Mineiro parece bem com o restante da equipe. Quando o Sesi foi apresentado, comentei por aqui que o time ganharia muito no passe com o novo ponteiro, mas poderia perder um pouco na potência do ataque. Entretanto, Leo Mineiro deu belas pancadas neste domingo (na verdade, todos os atacantes do Sesi soltaram o braço neste domingo!).

Já no meio, o Rodrigão ficou em segundo plano pela atuação de Sidão. O levantador Sandro soube usá-lo muito bem no ataque e o central também teve ótima presença no bloqueio. Mas Rodrigão, pela experiência, tem o seu espaço, sem dúvida. Se o Sesi mantiver essa postura ofensiva, desde o saque ao ataque, tem chances de mais títulos na temporada, já que a linha de passe com Murilo, Serginho e Leo Mineiro está garantida. E ainda tem Diogo, que veio contratado do Minas e é mais um ponteiro passador.

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano - Divulgação

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano

No feminino, um renovado Sollys/Osasco ficou com o título e já viveu a situação que deve enfrentar no Mundial, em Doha. O time contou apenas com Jaqueline e Camila Brait como titulares do time que entrou em quadra e foi vice-campeão da última Superliga, já que Thaísa, Adenízia e companhia estão na seleção brasileira.

Ivna, Karine e Ju Costa, que chegaram do Pinheiros, ao lado de Jaqueline, comandaram o time neste Sul-Americano. Mesmo com as mudanças, a equipe paulista venceu todos os seus confrontos por 3 set as 0 e o entrosamento dessas três atleta do antigo clube pode ter ajudado.

Sesi e Solly/Osasco vão para o Mundial de Clubes (no masculino, o Brasil retorna depois de um ano de ausência, já que a Cimed perdeu para o Bolivar na final do Sul-Americano do ano passado e perdeu a vaga). E lá terão que, provavelmente, usar o seu elenco suplementar para jogar, já que as principais atletas devem estar na seleção brasileira, afinal, o Mundial será às vésperas do Pan-Americano, em outubro. Foi por isso que o Unilever desistiu de jogar o Sul-Americano, porque achou que não teria um time competitivo no Mundial.

Por enquanto, Sollys/Osasco e Sesi mostraram ter banco para colocar em quadra. E essa foi uma preocupação de quase todos os times no ano, já que o calendário das seleções na temporada é bem puxado. O problema é que o Mundial não é tão simples quanto o Sul-Americano. Como começo de temporada, o Sul-Americano valeu para dar ritmo, já que os rivais não exigiram tanto dos times nacionais, como Murilo disse após o título deste domingo.

Notas relacionadas:

  1. Longe dos posts
  2. Unilever terá ataque de gala na temporada 2011/2012
  3. Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta
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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Diversos, Seleção masculina | 16:40

Times do futuro do Brasil

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O calendário está cheio no momento para o futuro do vôlei no Brasil. A seleção brasileira masculina de novos segue em excursão pela Europa. A seleção feminina juvenil foi vice-campeã mundial no final de semana. E agora é a seleção masculina juvenil quem disputa o Mundial, no Rio de Janeiro.

O time de novos parece que vai bem, mas falarei disso em um outro post que estou preparando. Já as meninas do Brasil perderam depois de alcançarem uma série de 54 vitórias. Isso mesmo, 54 jogos sem perder! É um feito e tanto! Elas caíram na final do Mundial diante da Itália e se perderam no saque das adversárias. As italianas acertaram a mão no serviço e as brasileiras sofreram na recepção (leia mais sobre a decisão). Não quero causar nenhuma polêmica, mas, pelo visto, o passe precisa ser trabalhado desde a base…

No masculino, o Brasil perdeu para o Japão na estreia em casa no Mundial. O jogo foi um festival de erros. A seleção deu 40 pontos de graça e perdeu por 3 sets a 2. Ou seja, o Japão precisou vencer apenas um set e meio para faturar a partida. Aqui o problema foi emocional. Pelos comentários depois do jogo, deu para ver o que time teve chances de fechar, mas acabou errando (leia mais sobre a estreia do time brasileiro). Quando se é juvenil, é normal faltar experiência e até frieza para fechar um jogo. Esse foi o primeiro, vamos ver os outros…

Acho que temos um cenário mais ou menos assim: a seleção de novos já conta com jogadores rodados e nem tão novos assim, mas aproveita para ganhar bagagem internacional. A seleção juvenil feminina merece méritos pelo ciclo vitorioso e, agora, cada atleta segue o seu caminho no esporte. A seleção masculina juvenil é de gigantes, tem muito potencial e precisa de mais calma. Quem sabe isso não melhora passada a ansiedade da estreia?

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 Diversos | 11:49

Como Thiago Alves foi parar no Japão?

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Na semana passada, comentei aqui no blog sobre a ida de Thiago Alves para o Panasonic Panthers, do Japão (veja o post sobre a negociação do jogador). Eu fiquei um pouco surpresa com a decisão do ponteiro e, por isso, bati um papo com ele depois dos jogos contra Porto Rico na Liga Mundial. O resultado foi uma matéria exclusiva para o iG (leia a reportagem completa) com as explicações.

Thiago disse que tentou negociar com o Sesi, mas que, quando foi dar a sua resposta ao time, eles já haviam acertado com o Leo Mineiro. Depois, como ainda não é um atleta tão conhecido lá fora, não teve boas propostas da Itália. Ainda tentou negociar com a Turquia, mas não teve sucesso. No final, a melhor opção até financeiramente foi o Japão. Lá ele terá contrato de um ano e pode jogar e voltar ao Brasil na próxima temporada.

Explicações dadas com total sinceridade, as coisas ficaram mais claras e consegui entender  a opção de Thiago Alves. Adiantaria fechar com um time B da Itália e ficar preso a dois ou três anos de contrato? Seria um risco. Se o time fosse bem, valeria a pena pelo nível do Campeonato Italiano e pelos rivais de peso. Mas não sei se é possível aprender tanto em uma equipe mediana. Bom negócio fez Bruninho, que ficou só 45 dias por lá, mas jogou no Modena e cresceu junto com o time até as finais.

No Japão, o brasileiro será a estrela do time por ser o jogador estrangeiro. Isso não é garantia de sucesso, mas é uma boa perspectiva para voltar a jogar depois de uma temporada de lesões como foi a última.

Para ganhar reconhecimento, o caminho poderia ser tentar seguir no Brasil. A liga japonesa é mais fraca que a nossa e pouco acompanhada pelos fãs brasileiros. Mas pode valer pela experiência de jogar no exterior. E, como disse no outro post, o Japão não fez mal a Théo e João Paulo Tavares, por exemplo. Agora é focar na seleção brasileira, nas finais da Liga Mundial e, depois, desejar boa sorte!

Notas relacionadas:

  1. Semifinais do Mundial e outras coisas mais…
  2. Vissotto na Itália, mudanças em Araçatuba e em Montes Claros
  3. Futuro de Thiago Alves
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sexta-feira, 17 de junho de 2011 Diversos | 09:21

Futuro de Thiago Alves

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Enquanto treina com a seleção brasileira para encarar Porto Rico na Liga Mundial, o ponteiro Thiago Alves arruma o seu futuro. Ele disse ao blog na noite de quinta-feira que assinou um pré-c0ntrato com o Panasonic Panthers, do Japão. O que vocês acham? Foi um bom negócio?

Não acompanho muito o voleibol japonês, mas alguns brasileiros já se deram bem por lá. Théo, oposto da seleção, por exemplo, defende o Suntory Sunbirds. E João Paulo Taraves, outro ponta do time de Bernardinho, já defendeu o mesmo time de Thiago Alves. Os dois mantiveram o alto nível e João Paulo foi deu um bom volume ao ataque da Cimed na última temporada.

O “caminho dos sonhos” para os brasileiros fora do País é a Itália, que reúne as equipes com os grandes jogadores de todo o mundo. Thiago acabou mais longe. Vamos ver como ele se sai por lá…

Notas relacionadas:

  1. Começa o Mundial de Clubes com sua regra odiada
  2. Cimed perde para seus erros e para Kurek
  3. Fim de semana de decisão, guerra e paz
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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Diversos | 13:34

Férias!

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Oi, galera

Hoje o post é um “até logo”. Estou saindo de férias da redação e volto em junho. Ficarei afastada do blog também… Mas voltarei com energia recarregada e para comentar com vocês as atuações do Brasil na Liga Mundial e a movimentação final do mercado da quadras.

Até mais!

Notas relacionadas:

  1. Ouro, prata, despedida, renovação… 2008 no vôlei
  2. Retrospectiva 2010
  3. Quem disse que o Brasil é o país do futebol?
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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Diversos | 18:19

Vissotto na Itália, mudanças em Araçatuba e em Montes Claros

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Mais uma sexta-feira e mais uma semana agitada para o mercado do vôlei. Nesta manhã, Leandro Vissotto cumpriu a sua promessa. Ele disse na quinta, no Twitter, que teria uma novidade nesta sexta. Voltou ao microblog e disse que havia assinado com o Cuneo, da Itália (leia mais sobre a transferência de Vissotto). Bom negócio?

Leandro Vissotto

Vissotto voltou ao Brasil no ano passado e jogou no Vôlei Futuro, mas não chegou a acordo para renovar

Vissotto conhece nem o vôlei italiano depois de ter jogado quatro temporadas lá antes da passagem pelo Vôlei Futuro (que acabou depois que ele e o time não chegaram a um acordo para a renovação). E o Cuneo fez uma boa campanha no último nacional, terminando em segundo lugar. Não é o super time do Trentino que ele jogava, mas é uma equipe que briga para vencer.

E é melhor ele se esforçar na temporada porque a concorrência pela vaga de oposto na seleção aumentou depois da ótima Superliga de Wallace no Sesi. Na Itália, ao menos, estará em um torneio de um nível excelente, apesar de um pouco diferente do Brasil. Lá os atletas apostam mais na força. Mas para um cara de 2,12m é até mais fácil jogar dessa maneira.

Ainda essa semana, o Vôlei Futuro feminino anunciou a contratação de Paulo Coco, que deixa o Pinheiros (saiba mais sobre a ida de Paulo Coco para Araçatuba). Apesar de não ter entendido algumas escolhas de Coco na Superliga, como a troca de líberos, eu acho que ele é técnico muito mais firme que o William.

Aqui na capital, o Pinheiros dá sinais de que será difícil seguir na próxima temporada. A assessoria do time afirmou que o clube tentava negociar com patrocinadores, mas o Mackenzie já tirou o seu apoio(veja como acabou a parceria Pinheiros e Mackenzie). E como sempre falo por aqui, é muito ruim ver qualquer equipe se fechando, perdendo patrocínio. O Pinheiros vinha de temporada com resultados que podem ser considerados bons, mas sem jogadoras como Fabíola, Ivna, Ju Costa, Karine perdeu a sua base e a identidade. O Sollys/Osasco foi ao maior beneficiado, pelo menos dentro de quadra.

Bruno Zanuto

Bruno Zanuto deixa o Montes Claros e é um grande reforço para o Medley/Campinas

No masculino, quem estava ameaçado e respirou foi o Montes Claros. A equipe comMas também fica a dúvida de quem restará no elenco para a temporada. O técnico Talmo já fechou com o novo time feminino do Sesi. E agora Bruno Zanuto, uma das melhores contratações de 2010/2011, assinou com o Medley/Campinas.

Com isso, a equipe de Campinas já está com um belo elenco. Vamos relembrar… Já contrataram o oposto Bob, o levantador Fidele, o meia Everaldo e renovou com nomes como André Heller, Gustavão e Lukianetz. Agora também em Zanuto e Aranha, ponteiro que estava no Pinheiros. Em suma, o time conta com atacantes de raça (Bob e Zanuto) e de força (Lukiantez). Os centrais equilibram altura (Gustavão) e experiência (Heller). Resta saber como Fidele, que ainda é um levantador novo, vai comandar todo mundo. Acho que o time começa a temporada com chances melhores do que no ano passado.

Para fechar, o RJX segue contratando. Os titulares já estão praticamente definidos e são eles: Marlon (levantador), Théo (oposto), Riad (central), que acabou se der campeão italiano com o Trentino, Dante (ponta), Felipe (ponta) e Lucão (central) e Allan (líbero). Agora também anunciaram Guilherme, levantador que estava no Londrina e Renan, ponta que era do Minas. Como já disse Gustavo, é um time que nasceu forte. Só espero que siga os caminhos do Pinheiros, que também nasceu grande, mas não se encontrou muito bem em quadra.

E vocês? Gostaram das novas mudanças do mercado? Deixem seus comentários!

Notas relacionadas:

  1. Festa em Floripa, Montes Claros e na Europa
  2. Família Vissotto
  3. Ares cubanos em Araçatuba e as finais do Paulista
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  1. Primeira
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