Lesões, cortes e sacrifícios pelo Brasil
A bruxa parecia solta entre os atletas das seleções em 2010. As primeiras vítimas apareceram em maio. A central Carol Gattaz teve que ficar dois meses parada por conta de uma fascite plantar. Já o líbero Serginho começou a sofrer com dores nas costas e teve que ficar fora dos jogos da Liga Mundial. A meio-de-rede escapou da operação, mas o líbero teve que passar por uma cirurgia na coluna para retirar uma hérnia de disco em julho e voltou a jogar apenas no final do ano.
Mas agosto foi o pior período para os brasileiros. Do lado de fora das quadras, Bernardinho rompeu o tendão de Aquiles durante os treinos com a seleção masculina na Polônia. No Grand Prix, Mari teve um entorse no joelho direito após uma queda de mal jeito e teve rompimento total do ligamento cruzado anterior. Um dia depois, também em uma queda errada, Paula Pequeno torceu o tornozelo e fraturou o osso maléolo. Resultado? As duas perderam o restante do Grand Prix e Campeonato Mundial. Paula já voltou a jogar e Mari ainda se recupera da cirurgia.
E teve gente que jogou no sacrifício. No Mundial masculino, Marlon passou maus momentos com uma inflamação no intestino, perdeu grande parte do torneio e entrou em algumas partidas, mesmo sem estar em plenas condições físicas. Na decisão contra Cuba, Bruno teve que superar uma lesão no tornozelo e Murilo, depois de um “encontrão” com o cubano Leon, também machucou o tornozelo, mas jogou até o final. O prêmio para eles foi o tricampeonato mundial.
Nenhum comentário, seja o primeiro.

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!