Fim de tabu na Superliga, despedidas e novidades
A final da edição 2009/2010 da Superliga feminina quebrou um tabu. Depois de quatro anos perdendo para o Unilever, antigo Rexona, o time de Osasco, agora Sollys, fez uma final eletrizante e venceu as cariocas por 3 sets a 2, em abril. Já no masculino, no começo de maio, manteve-se uma recente tradição. A Cimed conquistou seu quarto título (em cinco anos de clube) ao bater o “novato sensação” Montes Claros por 3 sets a 0.
Depois do torneio nacional, dois times quase acabaram e um nasceu. A Blausiegel tirou o patrocínio do São Caetano e a equipe se manteve com um elenco mediano e reforçado por novatas. E o Brasil Vôlei ficou sem o apoio do Santander e deu lugar ao time BMG/São Bernardo, também sem muitas estrelas. Mas, no interior de São Paulo, nasceu o Medley/Campinas, sob a gerência de Maurício, bicampeão olímpico, e com André Heller em quadra.
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