Mundo do Vôlei, por Aretha Martins

Publicidade

quarta-feira, 22 de maio de 2013 Superliga | 14:48

Brasil Kirin em Campinas e uma discussão sobre patrocínio

Compartilhe: Twitter

A Brasil Kirin, empresa de bebidas, é a nova patrocinadora da equipe de vôlei masculino de Campinas, como foi divulgado na terça-feira. Ótima notícia, afinal, é sempre bom saber que um time que chegou às finais de Superliga e Campeonato Paulista seguirá no cenário. E melhor ainda se for um contrato longo…

Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

Saiu na imprensa que o contrato seria de quatro anos. Nesta manhã eu entrei em contato com o marketing do clube e eles não confirmaram, falando apenas que essa informação será dita na data de apresentação da equipe, no começo de junho. Mas quatro anos seria um bom período. Uma vez, conversando sobre isso com Fofão e Adenízia, elas citaram esse tempo como adequado para se formar e consolidar um projeto.

Siga também o Mundo do Vôlei no Twitter

Espero que o patrocinador venha para ficar no esporte. Não dá para, a cada temporada, trabalhar sob o medo de perder o apoio e ver o time fechar ao final do campeonato. E claro que patrocinador quer resultado, exposição da marca e tal, mas não dá para fazer cobranças com um ou dois anos de projeto. Que fique os quatro anos, ao menos!

Mas, no final, o que parecia ser um mercado bem ruim, ganhou bons ares. Campinas segue com a Brasil Karin e tem tudo para formar uma equipe competitiva, como vinha sendo. André Heller deve seguir, Alan está bem encaminhado e fala-se também de João Paulo Tavares, ex-Cimed. Vôlei Futuro vai continuar, Volta Redonda e São Bernardo também… Que venha a próxima Superliga!

Notas relacionadas:

  1. Apagão, vitória do RJX e ameça do fim do São Bernardo
  2. Fim de um patrocínio… Até quando investidores vão sair?
  3. Time novo ou patrocinador para quem já está aí?
Autor: Aretha Martins Tags: , ,

segunda-feira, 20 de maio de 2013 Diversos | 17:45

Romance no vôlei: um mês do casamento da Sheilla

Compartilhe: Twitter

Sheilla usou as redes sociais nesta segunda-feira para comemorar um mês de casamento com Brenno Blassioli. A oposta da seleção brasileira e do Sollys/Nestlé se uniu ao assistente técnico do basquete do Pinheiro em uma cerimônia em Campos do Jordão, em São Paulo, e, agora, mostra um ensaio que fez antes da festa.

A jogadora usou o seu próprio vestido e provou cabelos e maquiagem em uma prévia do que seria o dia da noiva. Ela compartilhou o vídeo da produção nesta segunda-feira. Assista abaixo:

YES WEDDING Warm-up Bride com Sheilla Castro no Blend (Vídeo: Nando Federice) from YES WEDDING on Vimeo.

Sheilla também postou uma foto do dia da união em sua página no Instagram com a legenda: “Pra sempre!!! Parabéns pra gente!!! Primeiro mês!!!”. (O blog está com problema nas imagens.. portanto, aqui está o link da foto da jogadora)

E o momento é de romance nas quadras… Monique, oposto do Praia Clube e que também está na seleção, foi mais uma a comemorar um mês de casamento nesta segunda-feira com fotos nas redes sociais (mais uma vez, o link da foto da oposta).

Já Luciane Escouto, a miss do vôlei que defendeu a Unilever na temporada passada, ganhou aliança do namorado neste domingo e será mais uma em breve no time das casadas. Felicidades aos casais do vôlei!

Notas relacionadas:

  1. Topada na quina da porta afasta Sheilla das quadras
  2. 2012 é o ano da Sheilla
  3. 2012 é o ano de Sheilla, parte 2
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 15:48

Amil anuncia Claudinha e líderes já têm suas ‘cabeças’

Compartilhe: Twitter

O Vôlei Amil anunciou nesta terça-feira Claudinha como a levantadora para próxima temporada. Com isso, os líderes da última Superliga fecham as, digamos, cabeças de suas equipes. E acho que fizeram bons negócios.

Divulgação/ZDL

Claudinha é a nova levantadora do Vôlei Amil

O time de Campinas era justamente quem precisava de uma mudança. Zé Roberto apostou em Fernandinha, mas ela poderia ter mostrado mais. Ela sofreu com uma antiga dor nas costas e lesões e nem pode atuar em toda a temporada e, em alguns momentos, pecou nas decisões em quadra, sendo um pouco previsível. Pri Heldes entrou, e bem, em seu lugar, mas ainda é muito nova para assumir o time, apesar de ter futuro. Agora chega Claudinha.

>>Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

A ex-levantadora do Minas também é jovem, tem 25 anos, mas tem feito boas Superligas. Ela é habilidosa e ao mesmo tempo passa segurança em quadra e deve dar uma cara nova ao time. Além disso, terá dupla jornada para mostrar o trabalho a Zé Roberto, em Campinas e na seleção. Boa chance para dar um salto na carreira.

>>Siga o Mundo do Vôlei também no Twitter

Essa semana também foi de anúncios de renovações na Unilever. Seguem no time Sarah Pavan, Valeskinha e, já que o assunto do post são levantadoras, Fofão. Aos 43 anos ela vai para mais uma temporada e ainda comandando a equipe com aquela tranquilidade aparente que lhe é peculiar. É um exemplo a ser seguido e deve mesmo se manter em quadra enquanto o físico lhe permitir.

Sollys/Nestlé e Sesi, que completaram os quatro primeiros na temporada 2012/2013 já haviam renovado com suas levantadoras e também acertaram. Fabíola, além de ter conquistado a torcida, fez duas excelentes temporadas no Osasco, enquanto Dani cresce em Londres e ainda pode ajudar o time da capital.

Cabeças definidas, agora é seguir a movimentação nas outras posições! Gostaram dos negócios até aqui?

Notas relacionadas:

  1. Líderes fazem a lição de casa na Superliga feminina
  2. Vôlei Amil já mostrou a que veio nesta Superliga?
  3. Rodada de vitória suada do Amil e surpresa do Pinheiros
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

Diversos | 09:25

Sul-Americano masculino x feminino e as vagas no Mundial

Compartilhe: Twitter

Aos poucos, as vagas para o Mundial de Clubes estão sendo preenchidas. No final de semana, o UPCN, da Argentina, faturou o Sul-Americano e assegurou o seu lugar. Isso não quer dizer que, apesar do tropeço em casa do Vivo/Minas na final e do RJX ter caído na semi e ficado com bronze, os brasileiros estejam fora do Mundial. Dois times serão convidados pela organização. No feminino, o país vai ao torneio com a Unilever. Pois bem, encerrado o Sul-Americano fica mais uma vez visível o abismo entre homens e mulheres por aqui e também me reascende uma dúvida: por que o Mundial masculino é diferente do feminino?

Se no feminino a Unilever deu um passeio para ficar com o título, no masculino os brasileiros não foram o que a torcida esperava. As equipes da Argentina eram as que poderiam dar trabalho. E na final, o UPCN soube se virar nos momentos chaves e aplicou 3 a 0 no Vivo/Minas em pelo BH. Se os mineiros não tiveram Filip ou Lucarelli inspirados, os argentinos tinham Evandro e companhia para liquidar a partida.

E começa ano, termina ano é esse o cenário. Enquanto o Brasil reina soberano no vôlei sul-americano feminino, o masculino está um pouco mais parelho. Falta investimento entre as mulheres nos outros países? Seria bom alguma ajuda ou incentivo para que houvesse um equilíbrio maior para elas também… Se nada for feito, podemos ver outros 25 a 3 como fez a Unilever.

Agora, é esperar pelo Mundial de Clubes. E de novo estão as diferenças entre homens e mulheres, mas em outros aspectos. O torneio feminino, por exemplo, contará com seis equipes e só a Unilever representará o Brasil. Cadê o Sollys/Nestlé? Ok, o time perdeu a Superliga, mas é o atual campeão mundial e acho que, por isso, mereceria a vaga.

Já o masculino devem ser oito equipes e o Trentino, atual campeão, está na lista e, segundo um texto da FIVB do final de abril, vai participar do torneio justamente porque é detentor do título. Se o critério vale aqui, por que não chamar o Sollys?

Além disso, o Brasil será sede da competição dos homens e levará dois participantes que serão escolhidos pela organização. Aí o assunto volta ao Sul-Americano. Depois ficar com o bronze, RJX merece a vaga por ser o campeão brasileiro? A competição deve acontecer em Belo Horizonte. Com isso, o Sada Cruzeiro, vice brasileiro e que nem jogou a competição continental, deve ser um dos escolhidos?

Os Mundiais masculino e feminino serão em outubro, no Brasil e na Suíça, respectivamente. Vamos esperar para ver quem recebe o convite para a disputa de um lado e se a Unilever, encarando rivais mais complicados, repete a sua supremacia do outro.

Notas relacionadas:

  1. Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial
  2. Estreias e reforço confirmado no vôlei feminino
  3. Sada passa frio de manhã e vence à noite no Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 9 de maio de 2013 Diversos, Superliga | 10:59

Time novo ou patrocinador para quem já está aí?

Compartilhe: Twitter

Li uma notícia nesta quarta-feira que dizia que Giovane Gávio pensa em montar um novo time e contar com nomes de peso como Murilo e Giba no elenco. A equipe pode ter sede em Barueri, mas Florianópolis e clubes como Pinheiros e Botafogo também já se mostraram interessados. Basta encontrar um patrocinador para tudo isso.

Absolutamente nada contra a criação de novos times de vôlei pelo país, ainda mais com nomes como esses que foram cotados. Só fiquei com uma questão na cabeça. Vale a pena começar um projeto novo ou tentar um patrocinador para quem já está aí no cenário nacional?

Nesta temporada, no final da Superliga, Vôlei Futuro e São Bernardo ameaçaram não seguir para o ano que vem justamente pela questão do patrocínio. Os dois anunciaram em abril que seguem com seus times. Por outro lado, a Medley deixou a equipe masculina de Campinas…

Não valeria mais usar a influência e os nomes para remontar times que já estão aí? Mas se o melhor caminho for mesmo as novas equipes, que elas fiquem no cenário por mais tempo. Como disse Fofão em uma entrevista que fiz para o iG sobre a supremacia de Osasco e Rio de Janeiro nas finais. São times com patrocinadores de longa data ou que passou por problema, mas manteve o alto nível e não fechou as portas. Ela ainda sugere um tempo mínimo com um patrocinador que resolva investir no vôlei. Teria que ficar, ao menos, quatro anos. Tempo para uma equipe se montada, se entrosar e buscar algum resultado.

Seja com time novo ou em algum que já esteja por aí, torço para que a cada temporada a gente tenha que falar menos de patrocinadores e tal. E também torço por Murilo, Giba e Giovane na próxima Superliga! São nomes que agregam ao esporte.

Notas relacionadas:

  1. Superliga nem acabou e o mercado já está quente
  2. Apagão, vitória do RJX e ameça do fim do São Bernardo
  3. Fim de um patrocínio… Até quando investidores vão sair?
Autor: Aretha Martins Tags: , ,

terça-feira, 7 de maio de 2013 Seleção masculina | 10:32

Capitão novo e dupla esperada de levantadores na seleção

Compartilhe: Twitter

*atualizado às 14h27

Galera, as férias foram bem aproveitadas, mas é hora de voltar ao batente. Aos poucos estou me interando as movimentações de mercado e notícias que perdi nesse tempo que fiquei longe do blog. E a semana começou com novidade. Foi divulgada a lista de inscritos do Brasil para a Liga Mundial e, além de alguns nomes novos, uma mudança esperada para o cargo de capitão. Bruninho é o dono da função.

Veja a lista completa de inscritos para a Liga Mundial

Divulgação/CBV

Bruninho - capitão do RJX no título da Superliga e, agora, da seleção brasileira

Giba era o capitão do Brasil até as Olimpíadas de Londres. Na ausência do ponteiro, Murilo ficava com a tarja e era apontado como novo líder desse ciclo até por Bernardinho. Só que ele vai ficar seis meses afastado das quadras depois de uma operação no ombro realizada no final da semana passada. Com isso, a tarja ficou para Bruno.

Relembre os capitães da seleção brasileira

É uma escolha interessante. Ele foi o capitão no Pan de 2011, quando o Brasil atuou com uma seleção B. Também faz a função em seus times. O levantador é a cabeça da equipe por comandar as ações. No caso de Bruno, ele é um jogador com essa característica de liderar, então, é justo aliar uma coisa a outra.

Ainda falando de levantadores, teremos mudança esse ano na posição também. Bruninho segue ali, mas tem a companhia de William, Rapha e Murilo Radke nos inscritos para a Liga Mundial. Só que Rapha faturou o dedo na Itália, fez uma cirurgia e ficará dois meses afastado. Já Radke ainda é inexperiente para a função e deve ser usado em torneios “menores”, como  a Copa Pan-Americana. Dessa vez, passada as confusões e desentendimentos com Bernardinho, William deve ser o outro levantador.

E repito o que já disse por aqui. Acho interessante ter um levantador mais novo e outro mais experiente na seleção. Bruninho já tem o seu espaço, mas faria bem a ele atuar com William, um cara rodado e também bom no que faz. A tentativa de fazer alguma mescla ao trazer Ricardinho de volta não deu certo e ele não rendeu o esperado. Quem sabe agora a nova dupla não se encaixe?

A Liga Mundial começa no dia 7 de junho. Ainda em maio, o Brasil joga a Copa Pan e pode mesclar e usar os mais novos que foram convocados.  Vamos ver o que a seleção nos reserva no primeiro ano do ciclo olímpico até 2016.

Notas relacionadas:

  1. Levantadora nova, time novo
  2. Seleção masculina já tem seu novo galã?
  3. Novidades na seleção e novidades nos times
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:55

E agora, férias!

Compartilhe: Twitter

Galera, agora vou para as minhas férias de verdade! Depois de acompanhar a final da Superliga masculina no Maracanãzinho, chegou a hora de descansar um pouco.

Deixo com vocês dois posts, atendendo a um pedido que chegou aqui no blog, com alguns destaques da Superliga. Tem “Os nomes da Superliga feminina”, com gente como as jovens Bia, do Sesi, ou Gabi, da Unilever, até o técnico Bernardinho.

>>Veja os nomes da Superliga feminina

Também tem “Os nomes da Superliga masculina”, com Lucão, campeão com o RJX e destaque no saque no bloqueio; Lucarelli, do Vivo/Minas, que amadureceu muito em quadra e tem chances de e firmar de vez na seleção brasileira e outros.

>>Veja os nomes da Superliga masculina

Volto em maio ao blog! Até mais!

Autor: Aretha Martins Tags:

O nome da Superliga, Superliga | 19:42

Os nomes da Superliga masculina

Compartilhe: Twitter
Alexndre Arruda/CBV

Lucão, central do RJX

Depois de falar quem se destacou entre as mulheres (veja post anterior), é a vez de lembrar dos homens na temporada 2012/2013 na Superliga. Como comentei, fiz uma série chamada “O nome da Superliga” para citar alguns destaques ao longo do torneio aqui no blog. Agora, é hora de balanço final. O RJX faturou o título com uma grande virada para cima do Sada/Cruzeiro e tem o primeiro nome da lista: Lucão.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

O central do time carioca foi o melhor saque da competição e também desequilibrou no bloqueio. Na final, o time entrou na partida quando a jogada entre ele e Bruninho saiu. Depois de ter atuado com o levantador anos e anos na Cimed e também na seleção, é o cara de segurança do companheiro. É um jogador que sempre usou o saque forçado, só que agora parece estar cada vez mais consistente no fundamento. Ele força e acerta o primeiro, força e acerta o segundo e assim por diante. Foi um belo nome da Superliga, ainda mais com a medalha de ouro na decisão.

Quem ficou pelo caminho também chamou a atenção. Lucarelli chegou à semifinal com o Vivo/Minas e fez uma grande temporada. Ele já passou pelo O nome da Superliga e amadureceu demais em quadra. Já vi jogos em que ele era caçado na recepção e errava. Agora, aguenta a função de passador. E mostrou variedade no ataque, sem se intimidar com rivais. É um nome que merece ser lembrado por Bernardinho na seleção, ainda mais uma posição com jogadores que já estão ficando velhos. Enquanto Lucarelli tem 21 anos, Murilo e Dante já passaram dos 30, por exemplo.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

No levantamento, o melhor do torneio foi William, do Sada e acho uma escolha justa. Foi um jogador que, mais uma vez, desequilibrou e soube usa muito bem o que tinha nas mãos. Dispensa mais comentários. Mas gostei muito da atuação de Marcelinho, do Vivo/Minas. O veterano exibiu as jogadas precisas e mais seguras com as quais ficou conhecido, mas também usou bolas rápidas, jogadas de meio forçadas com Henrique e Maurício. Terminou a Superliga jogando um voleibol e tanto.

Entre os cubanos, coloco Leal, outro do Sada/Cruzeiro, entre os nomes da Superliga. O cubano foi o esperado no ataque, com bolas potentes e certeiras. Também deu trabalho no saque. E acho que surpreendeu no fundo de quadra. Geralmente cubano não é especialista em recepção, mas Leal não prejudicou o Cruzeiro, não pelo menos nos jogos que eu assisti.

Assim como falei no post anterior, tem mais gente que foi destaque na Superliga masculina. Bruninho faturou o título distribuindo bem às bolas, Henrique foi bem n saque, Isaac é dos jovens que se destacou e está na seleção… Mas não dá para listar todo mundo ou não acabaria mais. Agora é com vocês. Quem foram os Nomes da Superliga para vocês? Quem quiser, é só comentar….

Notas relacionadas:

  1. Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina
  2. E o RJX está na final da Superliga masculina
  3. Investimento x conjunto na final da Superliga masculina
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

O nome da Superliga, Superliga | 19:34

Os nomes da Superliga feminina

Compartilhe: Twitter

Desde o returno da Superliga fiz aqui no blog uma série chamada “o Nome da Superliga”. Citei alguns destaques dos times ao longo da briga pelo ouro e, agora, com o título do feminino para Unilever e do masculino para RJX, vou usar a série para atender um pedido que chegou pelos comentários do Mundo do Vôlei. Vamos falar de quem fez a diferença durante a competição? Primeiro as mulheres. Comento dos homens no outro post.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

A Unilever recuperou o título com 3 a 2 de virada para cima do Sollys/Nestlé na decisão. Dona do último ponto da partida em uma escolha premeditada da levantadora Fofão, Natália foi um dos nomes da Superliga. A ponteira ficou uma temporada afastada por causa do tumor na canela, voltou neste ano e cresceu aos poucos. Decidiu quando tinha que decidir e não hesitou em colocar aquela última bola no chão. Teve uma temporada de superação depois de ter recebido muitas críticas com a convocação para as Olimpíadas de Londres. Lá ela fez bem pouco em quadra, mas agora está de volta e tem o ciclo olímpico pela frente para mostrar que merece vaga na seleção e que pode ser destaque em 2016.

Alexandre Arruda/CBV

Bia, central do Sesi

Falando em seleção, Zé Roberto já fez a primeira convocação do ano e lembrou de jovens que brilharam na Superliga. Bia foi o nome no meio do Sesi, mesmo que no time estava também Fabiana. Esperava mais da veterana, enquanto a novata foi presença firme nos bloqueios. Já Angélica comandou o bloqueio do Praia Clube, time que pareceria que iria desbancar ou atrapalhar a eterna briga Unilever x Sollys/Nestlé, mas acabou pelo caminho. As duas estão na lista do treinador e têm futuro.

Outra já convocada que está de novo na lista é Pri Daroit. El é um ponteira que ainda precisa amadurecer, mas está no caminho e segurou as pontas no Vôlei Amil quando Ramires, destaque no ataque, não estava em seus melhores dias.
Quem acho que ainda merece destaque na ala das jovens são Gabi e Ju Carrijo. A ponteira da Unilever substituiu Logan Tom e aguentou tranco. Na final, demorou a entrar de vez no jogo, mas não comprometeu o time. Só tem 18 anos e é outra que deve estar no time de 2016 ou mesmo 2020, pela pouca idade. Já a levantadora tem 20 anos e muita habilidade. Queria vê-la testada na seleção também no futuro.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

Na lista das estrangeiras, espaço no Nome da Superliga para Herrera e Sarah Pavan. A cubana comandou o Praia e o time sentiu, e muito, quando ela saiu por contusão. É uma jogadora de potência e decisão e que promete dar trabalho na próxima temporada. Já a canadense chegou ao Rio para herdar a vaga na final, foi maior pontuadora em diversos confrontos, inclusive na final, e fez seu nome por aqui, depois de já ter sido destaque na Itália. Ter 1,96m ajuda Sarah a ser ofensiva já no saque e soltar o braço no ataque.

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho, técnico da Unilever

E para fechar os destaques, Bernardinho. O técnico mais uma vez fez a diferença na Unilever. A equipe não era a dona do melhor elenco e nem a favorita ao título diante do Sollys/Nestlé. Ainda assim, soube comandar o time na virada na decisão. E ver como todas falam dele é admirável. De Gabi a Fofão, todas reconhecem o trabalho de Bernardinho e querem atuar ao lado dele.

Sei que deixei um monte de gente de fora. Teve Camila Brait bem na defesa, Dani Lins ganhando consistência no levantamento, Ramires atacando com potência, Vasileva atuando como segurança.. Mas se fosse para falar de todo mundo, o post (que já está gigante) não teria fim! E também são apenas as minhas opiniões. Quem quiser, fique à vontade para comentar! E veja também no post seguinte os destaques da Superliga Masculina para o Mundo do Vôlei.

Notas relacionadas:

  1. Com altos e baixos, ataque vence defesa na Superliga feminina
  2. Superliga feminina tem quartas de final com três favoritos
  3. Resta saber a ordem dos classificados na Superliga feminina
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

domingo, 14 de abril de 2013 Superliga | 12:16

Com uma virada e tanto, RJX é campeão da Superliga

Compartilhe: Twitter

A Superliga masculina tem um novo campeão! Uma semana depois de a Unilever aplicar uma virada para faturar o título no feminino, o RJX também reverteu o placar, marcou 3 a 1 para cima do Sada/Cruzeiro neste domingo no ginásio do Maracanãzinho e levou o ouro. A Superliga nessa temporada foi toda do Rio… E com uma virada sem dar nenhuma chance ao rival!

No primeiro set, o Sada Cruzeiro foi dominante e parecia que ia segurar o título conquistado em 2011/2012. O time mineiro fez o seu jogo, com volume, bolas bem distribuídas e contra-ataque. Até o bloqueio, que foi a principal arma do RJX, funcionou mais para o lado mineiro. Com isso, o jogo começou com 25 a 15 no placar!

O que poderia ser fácil para o Sada Cruzeiro virou completamente a partir do segundo set, quando o RJX acordou e logo emplacou 5 a 1. Além de se manter à frente o tempo todo, o bloqueio, que acabei de comentar, voltou. Foram sete pontos na parcial no fundamento. Com isso, vitória por 25 a 18 e tudo igual. Mas não ia parar por aí. De novo com bloqueio e ainda saque, que funcionou com aces de Lucão, a situação se repetiu para os cariocas na terceira parcial, até com o mesmo placar.

O RJX manteve o embalo na quarta parcial para consolidar a vitória. Mais uma vez, o time dominou do começo ao fim. Já o Sada se perdeu, errou mais e não conseguiu reagir. Para liquidar a partida, saque de Théo, erro na recepção do Sada Cruzeiro, 25 a 14 e 3 sets a 1 no placar.

Para a decisão, o RJX sabia do volume de jogo do Sada/Cruzeiro. Sabia também que precisava do seu saque e principalmente do seu bloqueio para se destacar. Foi o que fez quando entrou no jogo a partir do segundo set. Lucão, destaque na temporada, foi o maior pontuador na segunda e na terceira parciais e marcou presença. Thiago Alves, que ajudou e muito na semifinal diante do Vivo/Minas, fechou dois sets e virou diversas bolas. Foi o melhor em quadra. Théo colaborou na segurança. Todo mundo fez a sua parte e, por isso, o título.

Já o Sada Cruzeiro parou depois do primeiro set. O time começou a errar e o saque, tão importante na semifinal, não atrapalhou a vida do RJX. A equipe carioca demorou para entrar, mas quando embalou, não parou mais. Liderou do segundo set ao último ponto! Faturou o seu primeiro título na sua segunda temporada. Honrou ser o elenco de maior investimento e soube usar os seus pontos fortes, os diversos erros do Sada e a festa da torcida a eu favor.

E no final, acabou sendo um jogo em casa para o RJX. O Maracanãzinho já havia sido escolhido o palco da decisão antes mesmo do começo da Superliga. Depois de turno, returno e playoffs, acabou que o time que manda o jogos aqui veio para decisão. E mesmo se a briga pelo título fosse na casa do líder, o confronto seria de mando do RJX, que avançou em primeiro. Com isso Maracanãzinho está em festa, pode gritar: “É campeão!”.

Notas relacionadas:

  1. O lema agora é vencer de virada!
  2. Sada Cruzeiro é campeão da Superliga masculina
  3. RJX aprova tabela, virada e segue quase igual Sada na ponta
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última