Rio De Janeiro | Mona Dorf

domingo, 1 de abril de 2012 Musicais, Teatro | 11:00

Sylvia Bandeira vive a diva Marlene Dietrich, agora em São Paulo

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Depois de temporada vitoriosa no Rio, e de apresentar no Festival de Teatro de Curitiba, a peça Marlene Dietrich – As Pernas do Século, chega finalmente a São Paulo, no Teatro Nair Belo. Por sua atuação nesse espetáculo, a atriz foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro 2010, na categoria Melhor Atriz.

A biografia musicada Marlene Dietrich – as pernas do século, com texto de Aimar Labaki. Essa é a primeira montagem teatral brasileira sobre um mito: Marlene Dietrich. Sex symbol, sinônimo de sofisticação e sensualidade, ela viveu o apogeu da Berlim dos anos 20, a Hollywood dos anos 30 e 40. Recusou convite milionário de Goebbels, o poderoso ministro da propaganda de Hitler, para voltar a sua Alemanha natal.

No espetáculo, a atriz e cantora alemã, naturalizada norte-americana está perto de completar 90 anos de idade; ao mesmo tempo em que faz um balanço da carreira, conta e revive com bom humor passagens importantes de sua vida, cheia de amores…

Sylvia encarna a personagem como ninguém, utiliza todo seu charme, inteligência e memória para seduzir com sua história um jovem, vivido por José Mauro Brant. E seduz a plateia com sua performance.

E como solta a voz! Sylvia Bandeira canta em inglês, francês, alemão e russo, também em português, em recriações de letristas e poetas brasileiros como Nelson Ascher e Aldir Blanc. Alterna texto e canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin. Aqui um pot-pourri com as francesas La Vie en Rose, Que Reste-t-il de Nos Amours e a emblemática Lili Marlene, que Marlene cantava para os soldados no front. Impossível não tremer de emoção ao vê-la contar como deparou, em plena guerra, com o ator que seria a sua grande paixâo.

“Logo no meu primeiro show, de repente, enquanto eu cantava, eu vi, eu não quis acreditar… Mas era ele mesmo, olhando pra mim! Parecia uma miragem: o comandante de tanque das Forças Francesas Livres, Jean Gabin!”

Atuação política

Durante a II Guerra, Marlene fez a sua parte. Seu campo de batalha vira outro, larga Hollywood e troca os palcos e o cinema, pela visitas aos campos das tropas aliadas. Marlene canta para animar os soldados…

O amor e o tempo, a ousadia e a reinvenção

Nas memórias, a história revisitada de uma mulher destemida que viveu uma vida plena, de amor e liberdade. Verdadeira musa, símbolo sexual, a grande artista foi também uma mulher corajosa, rebelde, que se opôs ao nazismo, deixando a Alemanha, tão logo pode. Ela tampouco, abriu mão do prazer. O casamento – até quase o fim de sua vida-, com um marido compreensivo, pai de sua única filha, não impediu que passassem por sua movimentada vida amorosa, grandes nomes do mundo artístico da época: o escritor Eric Maria Remarque, os atores Jean Gabin, Gary Cooper, os cantores Burt Bacharach, Frank Sinatra e Cole Porter.
 

Desde o início de sua carreira, Marlene esteve sempre no centro dos acontecimentos: na Berlim dos anos 20; em Hollywood, a partir dos anos 30; no front da II Guerra Mundial, quando cantou para os soldados; em Paris e Nova York nas décadas seguintes. A biografia musicada recupera sua trajetória que se mistura com a história do século XX.

“Não se leva lanche a banquete!”

Marlene, contando ao rapaz, que não levava o marido às animadas festas de Berlim…

A diva Sylvia Bandeira conquista a plateia narrando alguns dos acontecimentos mais importantes do século 20, vividos por Marlene: a ascenção do nazismo, o glamour de Hollywood entre os anos 40 e 60, além de sua participação no front da II Guerra e de seu sucesso pelos palcos do mundo.

Foi a artista que mais arrecadou dinheiro para os bônus de guerra, depois passou o resto de sua vida, cruzando o mundo como a mais bem paga cantora de cabaret de seu tempo.

Marlene Dietrich- As pernas do século
Local: Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca nº 569 – 3 Piso – Loja 401A
Cerqueira César | São Paulo – SP
Fone: 3472.2414
Datas e Horários: De sexta a domingo.
Sexta ás 21h30, Sábado às 21hj e domingo às 18h.
Este espetáculo não é indicado para menores de 14 anos.

Autor: Mona Dorf - Categoria(s): Musicais, Teatro Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
terça-feira, 29 de março de 2011 Entrevista, Exposições, Passeios | 08:00

Fernando Pessoa, Plural como o Universo, no Rio de Janeiro

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Você não pode deixar de colocar no seu roteiro turístico pelo Rio de Janeiro uma ida ao Centro Cultural Correios. Fernando Pessoa de corpo e alma, plural como o universo, está lá inteiro até o dia 22 de maio. É a mesma exposição que estava em São Paulo no Museu da Língua Portuguesa, onde gravamos a visita. Imperdível!

Ao morrer, ele deixou caixas e caixas de escritos inéditos… A medida que eram revelados, descobria-se uma das mais importantes obras da língua portuguesa e da literatura universal. Rafael Cavinato, um dos monitores do Museu da Língua Portuguesa nos conduz pela exposição multimídia e conta que apesar dessa vida interior tão intensa e da obra tão rica, Fernando Pessoa, só amou uma mulher: Ofélia Queiros. O poeta, multíplo, se desdobrava em vários personagens, dava corpo, nome e personalidade para cada um. Qual delas você prefere?

Os heterônimos, as várias identidades do poeta Fernando Pessoa

Recursos diversos nas instalações fazem o público se divertir e brincar com esse poeta multifacetado, que nunca foi tão moderno. Rafael Cavinato, nosso guia nos conta que o autor da frase “Minha pátria é a língua portuguesa” tinha como língua materna o inglês. Na exposição vários exemplares, fac-similes antigos -em especial um que veio de Lisboa de um colecionador de Fernando Pessoa-, revelam que seus versos eram lindos também na língua inglesa. Tanta foi a produção do poeta, que ainda há textos inéditos dele. Incrível saber que ele não foi reconhecido em vida. Até mesmo O livro do desassossego- na cabeceira de novo entre 10 pessoas com quem converso-, só se soube posteriormente vir da pena de Pessoa, por que antes era atribuído a Bernardo Soares, um dos seus heterônimos.

O passeio é lúdico. Difícil não brincar com o livro digital gigante!

Fernando Pessoa era um homem do mundo, trabalhou como reperesentante comercial. Viajou para lá e para cá e também se virava bem em francês. O mar era uma de suas paixões. Ao morrer, tinha deixado, apenas um livro: Mensagens. Apenas aparentemente… O mundo ainda está por descobrir outros heterônimos… e novos escritos.

Produção fantástica: aproximadamente 25 mil textos!

“O poeta é um fingidor”, não porque mente, mas sim porque cria e constantemente se reinventa. A alma do artista que nos encanta com sua ficção, é também um convite à nossa própria recriação. Faça todo dia da sua vida ser uma obra de arte e descubra a magia e a beleza que estão por trás das coisas. A experiência de visitar a exposição no Museu da Língua Portuguesa é um bom começo! Lembrando que “A arte existe porque a vida não basta!” como costuma dizer Ferreira Gullar.

Navegar é preciso! Embarque nosso passeio virtual pelo mar de poesia de Fernando Pessoa!

Fernando Pessoa, plural como o universo
Até 22 de maio de 2011
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí – 20 – Rio de Janeiro
Horários: terça a domingo, das 12h às 19h
Entrada franca

Autor: Mona Dorf - Categoria(s): Entrevista, Exposições, Passeios Tags: , , , , ,
domingo, 2 de janeiro de 2011 Exposições, Imagem | 23:54

Copacabana 24 horas nas lentes de Wilton Montenegro

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O Rio vive um bom momento exuberância e alto astral, com a pacificação de territórios, antes ocupados pelo tráfego e violência. Após anos de estagnação, a economia da cidade maravilhosa pode sair do marasmo, e  a cidade maravilhosa, finalmente, vislumbrar novos tempos. Yes! Nós já temos uma bela marca para as Olimpíadas 2016, mas imagens da zona sul que imortalizaram esse balneário para o mundo são aquelas tradicionais mesmo. Do calçadão de Copacabana ao bondinho do Pão de Açúcar, as fotos ocupam o imaginário de 9 entre 10 turistas que sonham com o Rio de Janeiro, como destino preferencial de passeio. 

Mas de nada valem, esses lugares todos, se não tiver a gente que mora e faz a graça do lugar.  

É o que pode ser facilmente averiguado na mostra Copacabana/ Ai de ti, Copacabana/ Só a ti, Copacabana, do fotógrafo Wilton Montenegro, no Oi Futuro Flamengo. 


Produzida com imagens de um dos mais famosos cartões postais do Brasil, Copacabana, onde o artista passou a adolescência, são três módulos: 24 horas de Copacabana, um ensaio de 2000, quando passou sábado e domingo fotografando pessoas no calçadão; Ai de ti, Copacabana, que retrata o sentimento de Montenegro a respeito do bairro, com suas contradições, onde todos, de alguma forma, perdem a inocência e se perdem; e Só a ti, Copacabana,  como diz a canção, “Só a ti, Copacabana eu hei de amar”, que o fotógrafo aprova.
 
O artista usou como referência mestres da fotografia como: Eugène Atget, que registrou Paris com a presença humana, mas sem pessoas; August Sander, que montou um retrato do povo alemão; e Richard Avedon, que era obcecado pelo retrato. Para Wilton Montenegro, as fotos são fatias da vida das pessoas, contos incompletos, fábulas e passagens.
 
Além da exibição no Oi Futuro no Flamengo, o trabalho de Wilson Montenegro ficará disponível na galeria virtual de fotografias do site do Oi Futuro, com outras exposições de fotos que passaram pelo centro cultural. Aproveite para ver também a exposição individual Projetor do artista americano Tony Oursler, que  acontece ao mesmo tempo no Oi Futuro.

Wilton Montenegro

Nascido em Manaus, aos treze anos veio morar no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde passou a adolescência e, segundo suas próprias palavras, “se perdeu e se achou”.  Em 1966 registrou a primeira foto do bairro, ainda como fotógrafo amador. Em 1972, tornou-se profissional, com registros nas áreas de música e arte. Entre suas mais importantes capas de discos estão artistas como: Bezerra da Silva; Clara Nunes; Gonzaguinha; Zeca Pagodinho; Paulo Moura; Raphael Rabello; Nana Caymmi e Henrique Cazes. Suas fotos foram publicadas em mais de uma centena de livros de arte, e o seu trabalho, foi parte de diversas exposições coletivas, no Brasil e no exterior.

Veja também:

Pioneiro da videoarte Tony Oursler, com Projetor, na Oi Futuro
 
24 horas de Copacabana/ Ai de ti, Copacabana/ Só a ti, Copacabana
Até 23 de janeiro de 2011
Local: Oi Futuro Flamengo, Rio – Nível 8
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo – Rio de Janeiro
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca
Classificação etária: Livre

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Recomendo | 16:30

Happy Hour em três cantos do Brasil

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Astrid Fontenelle e Fred Lessa apresentam o programa Happy Hour no GNT. Uma revista de variedades, que aborda assuntos sobre comportamento e estilo de vida e conta com a participação de convidados. Jovens e descolados, nada melhor do que eles para indicar bons programas de fins de tarde em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro.

Astrid indica um  bar-sensação em São Paulo, o Número no Jardins. O cardápio– criado pela banqueteira Adriana Cymes e pelo chef Victor Vasconcellos–, é extenso e mistura diferentes petiscos. “A coxinha é imperdível”. Em Salvador, ela recomenda um happy hour à beira-mar: pôr-do-sol no Porto da Barra com muita água de coco.

No Rio de Janeiro, Fred Lessa dá a dica:  Bar Diagonal no Leblon. Frequentador assíduo, ele conta que lá é um bom lugar para ir a qualquer hora com os amigos. “Muita gente bonita, comida boa e o chopp sempre gelado”.

Autor: Mona Dorf - Categoria(s): Recomendo Tags: , , , , , , , , , , ,
quarta-feira, 29 de setembro de 2010 Exposições, Imagem | 11:23

Panorama da Fotografia

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Boris Kossoy, Fabrizio Fasano Jr., Angelo Pastorello, Jean Bergerot, Armarinhos Teixeira, com curadoria de Ricardo Teixeira, são os autores das imagens que compõe a exposição 5 x 5 – Panorama da Fotografia Contemporânea na Marcos Caiado Galeria de Arte em Goiânia, GO.


Os cinco artistas apresentam 25 trabalhos, em dimensões e técnicas variadas, com registros de viagens a locais próximos ou distantes, empreendidas pelos autores em algum momento. Como define  a crítica de arte Lucia Bertazzo, “munidos de suas máquinas, eles empreenderam percursos de percepção e sensibilidade mundo afora”.

As fotos mostram destinos comuns como New York, Alemanha, Rio de Janeiro, Atacama no Chile, Cuba, ou mesmo espaços bem próximos. Os apreciadores da arte da fotografia podem se deixar levar pela sugestão de uma viagem a outras paragens, guiadas pelos olhares delicados, mas precisos dos fotógrafos que as registraram.

Os fotógrafos

Boris Kossoy é um dos nomes fundamentais da fotografia brasileira junto a Geraldo de Barros, German Lorca e Thomaz Farkas. Nessa mostra, Boris Kossoy mostrará imagens das viagens que empreendeu nas décadas de 1970 e 80 aos Estados Unidos e Alemanha.

Fabrizio Fasano Junior vive intensamente a fotografia. Atualmente trabalha em seu terceiro livro – “Incondicional” – e reúne trabalhos para uma exposição individual em São Paulo, em Novembro de 2010. Para a mostra em Goiânia, as 5 imagens do Rio de Janeiro exibem pontos turísticos conhecidos de todos, mas apresentados a partir de uma perspectiva não tradicional.

Angelo Pastorello trabalha em moda e publicidade. Para a mostra 5 x 5, Pastorello exibe imagens inéditas do Deserto do Atacama, clicadas com câmeras de grande formato. O próprio fotógrafo é responsável pelo processamento de suas fotografias, da revelação manual até as ampliações.

Jean Bergerot fixou residência em Goiânia há mais de uma década. Premiado publicitário, trabalha com fotografia desde a adolescência. Jean mostra suas visões de Cuba, realizadas em 1997, onde a arquitetura tradicional serve de contraponto aos habitantes da ilha.

Armarinhos Teixeira tem o desenho e a escultura como matriz de seu trabalho, mas também produz objetos, instalações e pinturas. Atualmente realiza “interferências” em bens tombados pelo patrimônio histórico ou na arquitetura moderna com suas esculturas e instalações. Armarinhos fez curso na USP, em 1987, e vem participando de mostras nacionais significativas. Em 5×5, o artista desloca a linguagem trabalhada em outras mídias para a fotografia, promovendo uma série de obras em que o próprio título – Reinvenção do Espaço Íntimo – por si só, explica a proposta.

Exposição: 5 x 5 – Panorama da Fotografia Contemporânea
Até 15 de outubro de 2010
Local: Marcos Caiado Galeria de Arte
Rua 1.136, nº 56, Setor Marista – Goiânia, GO
Horário: 2a a 6ª feira, das 10h. às 19h/ Sábado, das 10 às 17h

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segunda-feira, 17 de maio de 2010 Entrevista | 10:53

Porto ou Barra? Eis a questão!

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O Comitê Rio 2016 apresenta, nessa terça 18 de maio, ao COI o projeto Porto Olímpico que prevê novas instalações esportivas na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Cidades que sediaram Jogos da Copa ou Olimpíadas, tiveram suas áreas deterioradas, revigoradas ao passarem pelas obras de infraestrutura do evento, resultando em benefício para o conjunto da sociedade. Obras costumam ser caras e custosas para os habitantes das cidades eleitas e por isso, tem de deixar obrigatoriamente um saldo social positivo.

Em meio às críticas de que o Brasil já está atrasado nas obras para a Copa, nasce mais uma polêmica, agora, em relação aos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. No lugar de direcionar os investimentos para a Barra da Tijuca, por que não revitalizar a região central da cidade? Transferir parte das instalações esportivas e de apoio aos Jogos, para a Zona Portuária é o que a prefeitura está propondo ao Comitê Olímpico Internacional (COI) com o projeto Porto Olímpico. Ele prevê a construção da Vila de Mídia e dos dois centros de mídia impressa e de televisão próxima à Avenida Francisco Bicalho. Construídos para hospedar e atender jornalistas estrangeiros e de outros estados, os equipamentos requalificariam uma região completamente degradada.

A proposta também inclui a mudança de local das provas de boxe, levantamento de peso, tênis de mesa e badminton. De início, previstas para o Riocentro, elas seriam realizadas em galpões no Porto ou na Cidade do Samba, que seriam adaptados temporariamente. O arquiteto Sérgio Magalhães, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil no Rio de Janeiro, defende o Porto Olímpico.
E você?

Polêmica: Barra ou Centro do Rio de Janeiro?

Qual a sua opinião? Como torcedor, prefere ver as competições na zona portuária ou na Barra? E como cidadão, acha que os investimentos tem de se concentrar na Barra?

Leia mais:
Mudança de rota para fortalecer o Centro

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sábado, 1 de maio de 2010 Passeios, Recomendo | 11:00

Passeio na mata sem sair da cidade

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A caminho do Corcovado, vire à direita e pegue a estrada das Paineiras….

Fomos lá conferir a dica de passeio da atriz e apresentadora do ”Alternativa Saúde”, Patrícia Travassos. Aos domingos, a estrada, que fica no meio do Parque Nacional da Tijuca,  é fechada para o acesso de carros. Você vai se surpreender com a vista lá de cima e com as cachoeiras que vai encontrar pelo caminho.

Autor: Mona Dorf - Categoria(s): Passeios, Recomendo Tags: , , , , ,

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