A indústria da moda e o meio ambiente

O mundo da moda, desde que o São Paulo Fashion Week despertou a importância dos cuidados com o meio ambiente, não se fala mais em outra coisa.
Não é a toa, já que no mundo fashion nem tudo é glamour. Para que tudo saia lindo nos desfiles e principalmente, para que as roupas se tornem acessíveis ao público, tem um árduo trabalho por trás, que se não for bem feito, pode e muito contribuir para o aquecimento global.
“Como uso muito papel no meu trabalho, passei a evitar ao máximo imprimir coisas desnecessárias. Uso e abuso de pen drives e emails para enviar layouts para os clientes. Uso sempre os dois lados da folha de papel e procuro sempre papel reciclado. As sobras separo para reciclagem (jornais principalmente)”, diz a estilista Thais Losso.
Os estilistas podem optar também por tecidos tecnológicos e que não agridam o meio ambiente. A indústria têxtil tem que repensar saídas menos prejudiciais e poluentes tanto nos resíduos maléficos que produzem durante, quanto ao conteúdo produzido.
É claro que nem sempre a tecnologia acompanha a necessidade de manter as produções com danos zero ao meio ambiente, mas existem saídas para vários casos. O evento São Paulo Fashion Week é inteiro montado na idéia no carbono neutro.
A semana de moda paulistana gera lixo, tráfego de pessoas, automóveis, mas eles têm uma iniciativa para neutralizar os detritos poluentes do evento.
Existe uma ONG, a MaxAmbiental, que calcula a emissão de carbono no ambiente e fica responsável por plantar o número de árvores necessárias zerar a poluição recorrente, além das iniciativas de conscientização da sociedade. Aliás qualquer pessoa pode entrar no site e calcular a sua emissão pessoal e entrar em contato com a ONG.
Pelo problema próximo e real do meio ambiente que nós fomos atrás dos fashionistas para saber o que eles andam fazendo em prol do meio ambiente depois de tanta campanha dos eventos de moda.
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