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Arquivo de março, 2008

segunda-feira, 31 de março de 2008 Sem categoria | 13:57

Segunda parte do terceiro dia do CFW

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100% Cerrado mostrou a coleção “Você e Eu”, outra homenagem aos cidadãos japoneses que imigraram para o Brasil. Linhas retas em “T”, quimonos, túnicas, pantalonas e vestidos, sobrepondo as mondas “ocidental e oriental”. Algodão puro (fralda), seda, malha e detalhes em linha e lã. Preto, roxo, violeta, vermelho, pink e bordados de flora, fauna e monumentos arquitetônicos. Figurino de Miss Saigon, sabe? Nhé…


Miranda Castro, de jóias, teve como ponto focal o cabeleireiro Carlinhos Beauty, “o magos das tesouras”. Não teve para mais ninguém! Ele requebrou melhor que as Victoria´s Angels e exibiu as jóias, incluindo enorme brincos, com maestria e sob aplausos e ovações da platéia.


Para fechar, 30 criações dos “Talentos do Brasil”, uma mostra do trabalho de artesãs de todo o país, que recebem apoio do programa homônimo coordenado por Patrícia Mendes, que palestrou no primeiro dia. O artesanato, desenvolvido normalmente por pequenas comunidades, que não tem tanto acesso à moda e tendência globais (e muitas vezes nem nacionais), acaba tendo um resultado muito particular, bem feito, alegre, típico e original. Aquela coisa da identidade…

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Sem categoria | 13:27

Capital Fashion Week – Dia III

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O terceiro e último dia dessa edição especial do Capital Fashion Week começou com uma trinca de desfiles em seqüência:

Eliel Salustiano manteve sua linha nacionalista e apostou na brasilidade como foco para sua coleção. “A vida nordestina foi minha inspiração para criar as peças dessa coleção. È um tema que já abordei no meu primeiro ano do evento, quando apresentei o tema Lampião e Maria Bonita, só que agora faço isso de forma mais ampla. Tem cacto, couro, malha e até Padre Cícero”, explica o estilista. Nos tecidos destaque para a fibra de bambu e o couro, com cores sóbrias e neutras, preto, cinza e azul petróleo. Nas estampas o clássico cacto de três pontas e um discreto Padrinho Ciço.

Em seguida vieram as modelos de Romildo Nascimento. “As pessoas achavam legais minhas criações para os figurinos das aulas de teatro (na Faculdade Dulcina, onde cursava desenho técnico) e eu fui me envolvendo com aquilo e gostando cada vez mais. Essa coleção mostra o meu amadurecimento artístico, e a geometria é minha principal característica”, diz. Calça justa de cavalo baixo (que particularmente acho que dá um ar meio “ops, não deu pra segurar”), plush, verde, preto, roxo. O styling foi o ponto forte. Tudo, incluindo os looks masculinos – primeira incursão nessa seara – exatamente como é o Romildo: muito simpático.

Sandra Lima foi a última da seqüência, e a mais ousada, com a coleção “Mulheres sem casca”. A única menos voltada pro comercial e com coisas mais conceituais. Muitos volumes, muitas formas, muitos recortes, muita informação. Foco no bordado, crochê, fuxico e retalhos de lã, algodão e material sintético. “Ainda não são peças para o dia-a-dia, pois isso exige todo um processo de adaptação, mas as peças poderão ser usadas sem grande dificuldade”. Coisa meio Artur Bispo do Rosário…

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Sem categoria | 11:46

“No copy”

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Intrigados com o pequeno protesto feito pela estilista Ana Paula Ávilla e Silva no começo do desfile da Confraria, fomos perguntar o que ela buscava com ele, para saber se tínhamos entendido direito.

Por que o protesto com as bolsas “falsificadas” no começo do seu desfile?
O setor calçadista é uma indústria muito prostituída. A gente vê marcas de peso no Brasil vendendo réplicas, as pessoas nem sabem mais o que copiam ou criam. E desde o começo eu nunca quis seguir uma linha normal. Na hora de criar, eu dou uma volta pelo mundo para ter uma idéia geral de tendência, volto e desenho todas as minhas idéias. Se não fossem criações mesmo, originais, eu não teria conseguido vender agora para a França, Itália e Japão.

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sábado, 29 de março de 2008 Sem categoria | 09:00

Algumas palavras da nossa Rainha do pivô nas passarelas

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A modelo Luiza Brunet não é a mulher mais linda do mundo, nem a mais conservada, mas tem uma graça, um charme que encanta. E o bonito rosto não parece plasticado, o que, hoje em dia, valoriza muito uma pessoa! Passamos cinco minutinhos com ela na saída de um desfile e perguntamos como ela cuida da beleza – e do belo par de pernas! -, como começou a carreira e outras coisinhas mais.

Que cuidados você tem com a sua beleza?
A partir dos 25 anos eu já comecei a usar diariamente o filtro solar, porque percebi que o sol danificaria minha pele. E muito creme, drenagem. Vou fazer 46 anos e acho que minha pele ainda tem um bom tônus por causa desses cuidados. E a mulher é privilegiada, tem uma gama vasta de produtos para todas as horas.

Qual seu estilo para se vestir?
Tenho um estilo mais para clássico, não sou muito ousada para me vestir. Sou apaixonada por sandálias e acessórios e nunca faltam camisas em meu guarda-roupa. E nunca usei mini-saia.

O que mudou desde o começo de sua carreira como modelo até hoje?
Hoje eu me permito brincar com as pessoas enquanto estou na passarela, ficar mais livre, menos cabide. Humanizar mais. As pessoas, inclusive os jornalistas, já me conhecem, então gosto de brincar, cumprimentar.

Sempre quis ser modelo?
Eu queria ser cabeleireira. Estava em um salão, tinha acabado de começar, quando fui visitar um estúdio e tirei umas fotos. Daí foi, era uma época de pouca concorrência. Eu já era casada, casei com 16 anos, então minha família não viu problema. Acho que eu participei da evolução da moda brasileira. Antigamente a gente levava uma mala com o make, o sapato, que muitas vezes usávamos os nossos mesmos para desfilar, e ficávamos quase que só no Brasil. Hoje tem muita gente fora, muita exportação, de modelos e produtos. A Yasmin mora fora desde que começou, praticamente.

Agora que a loucura do carnaval passou, você tem planos para fazer algo na TV?
Adoraria fazer algo na TV! Minha última novela foi em 1994, e eu mesma acabei me detonando como atriz. Mas acho que com a maturidade a gente vai melhorando. Já até falei com alguns diretores…

Você malha?
Sou superativa. Tenho um personal, malho três vezes por semana, durmo cedo, acordo cedo e adoro caminhar, coisa que faço no mínimo duas vezes por semana.

E o coração?
O coração está sozinho, e está ótimo!

A assessora do evento pediu que saíssemos antes que tivéssemos tempo de perguntar o que ela acha das indas e vindas sem rodopios nas passarelas atuais…

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Sem categoria | 08:17

Line up de sábado

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17h00 – Desfiles Estilistas CFW: Eliel Salustiano, Romildo Nascimento e Sandra Lima
17h40 – Desfile 100% Cerrado
18h40 – Desfile Miranda Castro
19h40 – Desfile Talentos do Brasil
22h00 – Night Club Sabatash

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Sem categoria | 01:43

Capital Fashion Week – Dia II

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Hoje o dia começou com uma exibição de jóias e os pivôs de Luiza Brunet, que anunciavam uma virada no que seria mostrado aqui no segundo round de desfiles do Capital Fashion Week.


O pivô!

O conceito de identidade na moda já foi debatido por Gloria Kalil, Jum Nakao, Alexandre Herchcovitch, Collin McDowell (crítico de moda do Sunday Times Style), Thais Losso, eu, você, nossos amigos e quase todo mundo. Mas é exatamente ele que pode ser o “turning point” para a moda aqui desse pedaço de chão (e do Brasil).

E essa é uma cidade que tem essa vocação, que nasceu dessa forma. A idéia de se construir uma cidade do nada não é original, mas Brasília é tão majestosa, de cinza pulsante e curvas provocantes, tão única que acaba se sobressaindo. E assim deve ser a sua moda, que hoje mostrou saber pegar uma idéia que não é original mas fazer com maestria e dar um toque que a torne única. Talvez essa seja sua vocação também para o “corte e costura”.

A designer Carla Amorim mostrou sua coleção de jóias batizada de “Sagrado”, com dez novas peças em ouro amarelo, rosa ou branco e inspiração religiosa. Anéis e pulseiras em formato de terço, medalhinhas de santos, escapulários, pingentes do Espírito Santo, tudo muito católico, mas com resultado agradável. E a charmosa e sorridente modelo “vintage” Luiza Brunet.


Luiza Brunet para Carla Amorim

Na seqüência teve Cia do Lacre, trabalho de 52 mulheres de baixa renda do Riacho Fundo, aqui no Distrito Federal, que transformam lacres de latinhas de alumínio em bolsas, colares, pulseiras, almofadas, tapetes e cortinas. E o produto final passa longe de ser pobre ou brega! As bolsas e carteiras eram finíssimas, as flores feitas com o lacre recoberto por linha colorida ou preta davam o acabamento em golas, vestidos e xales. Variações das mais diversas, com o distanciamento entre os lacres, o sentido como são usados, o modo como são unidos, o reflexo da luz. Acabamento impecável, resultado muito simpático. Haja lacre!


A bolsa que ganhei da Cia do Lacre

Apoena veio ok, sem grandes sustos. Branco X preto, verde, vermelho, bordados e estampas florais que lembravam chenile (se não o eram), geométricas e xadrez. Um casaco com super volume nas mangas foi o que se viu de mais diferente.


Encerramento do desfile da Apoena

Se o começo foi com acessórios, o encerramento seguiu a linha. A Confraria: luxury bags manufactory fez as mulheres da platéia suspirarem de vontade. A marca, que afirma categoricamente não abrir mão da exclusividade e ter como lema “no copy”, começou o desfile com um pequeno protesto, mostrando bolsas com adesivos colados com nomes que parodiavam grandes marcas (à la Cavalera, luxo para todos!). Foco na linha em junco, sempre presente. A fibra natural trazida da Amazônia é trançada no interior de Goiás, em uma cooperativa montada pela empresa especialmente para essa finalidade. E todas querem a maxi bolsa berinjela. Ou a quadradinha azul. Ou a trançada colorida. Todas parecem querer alguma nos comentários na saída. Outra vez ótimo acabamento, ótima execução, incentivo à produção e materiais locais. Ponto!


Bolsa e sapato da Confraria

Voltamos para casa acabados, após um jantar com direito a alguns minutos de black out na casa do Presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal (sogro da estilista Ana Paula Ávilla e Silva, dona da Confraria). Daqui a pouco a saga continua!

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sexta-feira, 28 de março de 2008 Sem categoria | 16:09

Estonteantemente bonita e sorridente

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A atriz Cris Vianna, que interpreta a personagem Sabrina na novela “Duas Caras”, esteve ontem em Brasília para o desfile da marca Jukaf no Capital Fashion Week. Fomos conversar rapidamente com ela – que ainda precisava embarcar de volta para o Rio -, e saber como ela faz para administrar tanto sucesso e beleza.

Você nasceu para ser atriz?
Desde pequena eu recebia convites para desfilar ou atuar, mas não era bem o que eu sonhava. A coisa foi acontecendo, como modelo e em comerciais, e eu resolvi ir atrás e seguir essa carreira. Mas não foi aquela coisa de a minha família ir toda junto, acompanhando, seguindo. Eu fui seguindo com o apoio deles, mas sozinha, com a cara e a coragem.

Como estamos e um evento de moda e essa é uma discussão que está em alto nos últimos tempos, o que acha da quantidade de modelos negros nas passarelas?
Acho que existe uma quantidade suficiente de modelos negros no mercado, nas agências, mas as marcas não os escolhem. Eles pegam quem querem, normalmente brancos. Já ouvi muitas vezes que eu não faria parte do casting porque a campanha “não tinha a minha cara”! Mas fico feliz quando eles intercalam loira, branca, negra, japonesa…Espaço tem para todo mundo, em todas as áreas, como tem gente competente de todos os tipos. Falta um pouco de vontade de mudar, de fazer a coisa acontecer. Nesse ponto acho que a TV já está bem mais aberta do que as passarelas. Aliás, parabéns aos autores por isso, e meus aplausos ao Aguinaldo Silva, que sempre cria espaço para todo mundo.

Quais os cuidados diários que tem com a sua beleza?
Muito creme, muita água, muita hidratação. Passo creme hidratante todo dia, creme é meu vício! Eu não fumo, não bebo, mas sou viciada em hidratar a pele, os cabelos. No geral eu gosto muito de me arrumar, de cuidados, de maquiagem. Acho relaxante.

Tem medo da velhice?
Nunca! Ela tem que chegar! Eu preciso que a vida passe para eu ter o que contar.

Alguma mania?
Tenho mania de bolsas. E sapatos. Ah, e de brincos também.

Tem alguma marca ou estilo de roupa preferido?
Marca acho que não… Sou bem oito ou oitenta: ou o vestido é longo, ou é curto. Ou a blusa é cavada, ou é de manga comprida. A mesma coisa com os brincos, ou são pequenos, ou são enormes. Amo brincos! E com o cabelo, ou é curto, ou é longo. Mas se uma personagem pedir, fico até careca. Não tenho vaidade com personagem. Pode ser que em casa, me olhando, eu estranhe um pouco, mas encaro sem problemas.

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Sem categoria | 15:33

Ex-primeira Dama fashionista

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A manhã foi de tour pela cidade. O céu abriu, o sol apareceu e o dia está quente. Uma pausa no hotel para dar aquele tapa no visual e logo mais rumo para os desfiles.

Dá uma olhada na elegância do terninho e do sapato de Dona Sarah Kubitschek, sentada em bronze ao lado do marido, o presidente Juscelino, em frente ao memorial erguido em homenagem a ele.

O que se cometa aqui nas rodinhas de moda sobre “bastidores” é o fotolog “Rolíssima“, uma paródia do site Finíssimo, que tira sarro de tudo e todos que têm algum envolvimento com moda e afins. Na linha do falecido Papel Pobre.

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Sem categoria | 02:48

Line up de sexta-feira

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14h30 – Palestra Ellen Leite, coordenadora do Núcleo de Moda da ABIT. Tema: Last Minutes Primavera Verão 2008/2009
15h30 – Palestra José Luiz Chinchilla (diretor regional dos Correios de Brasília) & José Maurício Souza (consultor do Exporta Fácil). Tema: Exportações
17h00 – Desfile Carla Amorim
17h40 – Desfile Cia do Lacre
18h40 – Desfile Apoena
19h40 – Desfile Confraria

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Sem categoria | 02:37

De boa intenção a moda está cheia

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Depois do primeiro dia de desfiles, que se encerrou com um agradável jantar na Embaixada do Reino Unido, fica bem claro o perfil festivo e jovial da Capital Fashion Week. Festivo no sentido de incentivar o crescimento com bom planejamento, afazeres e coisas complementares (ou suplementares…ou supérfluas) a uma semana de moda. Os jornalistas recebem muita atenção, cuidados, recursos e condições de trabalho. Mas e as roupas?

Camila Prado veio oriental com a coleção Made in Nikkei, que aborda os 100 anos da imigração japonesa, inspirada na Toy Art. “São brinquedinhos para adultos e já viraram mania no mundo inteiro”, explica Camila. Essa descontração estava presente nas estampas de japonesinha, leques, hashis no cabelo e guarda-chuva de papel. Preto, branco, salmon, verde claro, cetim, preservando a silhueta e abusando dos babados e tules.

Jukaf foi o mais bem executado do dia, mas com fortes inspirações da moda paulistana no visual e volume. Shorts curtíssimos, xadrezes, seda, muitos casacos, calça de cintura alta, vestidos esvoaçantes em vermelho sangue, Ray-Ban Wayfarer no rosto, e bla, bla. Uns meiões que pareciam de jogador de futebol nas pernas. O frisson ficou por conta da estonteantemente linda e charmosa atriz Cris Vianna.

Zion para Ortiga foi num clima wannabe Burberry. O clássico xadrez, franjas e mangas de babado, mini saia balonê, muitos casacos e chapéus, cintos, botões grandes. Sem dúvida a mulher mais paramentada e cheia de penduricalhos da parada.

Zoomp encerrou o dia com repeteco do que já havia sido visto em outra semana de moda.

Tudo mostra que eles têm tudo para dar certo, falta só uma coisa bem difícil, mas vital, que é encontrar uma identidade própria da moda dessa região, desse pedaço de um Brasil tão diverso. Isso pode soar batido, mas é verdade e necessário para os tempos e rumos atuais da moda e dos grandes magazines e conglomerados.

A produção é bonitinha, correta, e os estilistas têm cuidado com a execução, adaptação de coisas para repor a falta de exclusividade, tecnologia, pesquisa e feitio que os recursos nem sempre podem proporcionar.

É uma semana de moda jovem, mas promissora. Melhor assim do que megalomaníacos e sem estrutura alguma.

Daqui a pouco tem mais. Vamos ver se essa minha visão vai ser acentuada ou se algo vai me fazer mudar de idéia.

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