Luka lives on a 2nd Floor
Ninguém sofreu nenhum tipo de abuso sexual como dizia na música, era só o 2nd Floor que estava valendo mesmo.
Não sei se é o cansaço do último dia – para não falar mau humor – os primeiros looks entraram com a luz apagada e eu queria bater no pessoal da iluminação, mas tudo melhorou, e as luzes acenderam.
Consegui ver os vestidos – que eu não contei se tinham oito tentáculos – mas pareciam polvos na passarela.
A base da coleção foi – mais um vez – eles (vestidos) que vieram em comprimentos curtos e decotes bem variados: alcinha… tomara-que-caia.
A 2nd Floor é a segunda marca da Ellus. O projeto envolve novos estilistas (vários) com a coordenação de Rita Wainer, da Theodora.
Por isso, os looks eram bem variados, tanto nas tendências, como nos modelos e nas cores. Na cartela tinha desde preto, até tons cítricos, néon. Tudo com muito brilho e em cetim.
E tinha silhueta ampla, acinturada, cintura alta. Moda jovem para todos os gostos.
Os meninos vinham de jeanswear com bermudas, calças skinny, moletons e camisetas.
Nos acessórios? Maxi-bolsas e pulseiras para elas e mochilões para eles.
Meu vestido favorito foi um multicolor que parecia um casaco de nylon sem manga mas com capuz.

E para comemorar: estouros com chuva de papel e bolinhas de sabão que anunciam o final do SPFW.
Tim-tim!
Esse foi o último desfile do dia, e nós já estamos com saudade.

