Praias vetam sanduíche natural, cães, bugue e surfe
Um dos principais espaços de lazer do brasileiro está mudando de cara. A praia dos vendedores ambulantes, das barraquinhas desordenadas e do frescobol na beira da água já era. Prefeituras das principais capitais de Estados litorâneos do País estão tomando uma série de medidas que organizam o tradicional espaço de diversão e zelam pela saúde pública. A intenção é garantir a segurança e o bem estar dos turistas, principalmente na alta temporada.
Nos últimos meses, Alagoas, Ceará, Pernambuco, Santa Catarina, Rio e São Paulo fizeram leis e aumentaram a fiscalização para evitar que, neste verão, aumentem os acidentes com bugues e jangadas e as internações por intoxicação alimentar ou insolação.
Ações na área de saúde pública estão sendo realizadas em Santa Catarina e no Ceará. Em Florianópolis, só está liberada a venda de produtos comercializados. Não se pode comer sanduíche natural, por exemplo. Além disso, a prefeitura está instalando aparelhos que informam a quantidade de radiação ultravioleta do local, para que ninguém exagere ao tomar sol sem saber do perigo que isso representa. Já a prefeitura de Fortaleza informa que os alimentos vendidos pelos ambulantes são de alto risco.
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