Reflexões sobre o Mundial
Olá a todos,
Já estamos todos de volta ao Brasil após nossa participação no Campeonato Mundial de Atletismo, em Daegu. A equipe teve bons momentos, e outros onde poderíamos ter tido mais sorte. Agora, com a cabeça fresca, é hora de refletir sobre esses resultados e traçar estratégias para que nosso desempenho volte a subir nas próximas grandes competições.
Estivemos presentes em seis finais. Melhor do que na maioria de nossas participações em Mundiais, na verdade nossa terceira melhor participação da história. Ainda assim, foi uma final a menos que em Berlim, há dois anos, que já havia apresentado uma a menos que em Osaka, em 2007. Precisamos reverter essa curva, voltar a melhorar, se quisermos ter sucesso nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
Nossa atuação tem que ser em duas frentes, e precisa começar imediatamente. Por um lado, há aqueles que poderão competir em Londres e no Rio. Para esses têm que ser dadas as melhores condições de preparação, para que ao entrarmos na pista nossos principais adversários não estejam já em vantagem com relação a nós. Por outro lado, o óbvio investimento na base, que nem sempre aparece muito, é fundamental, o único caminho que pode nos permitir sonhar em ter desempenhos como o da Alemanha, por exemplo. Houve uma noite em que eles tiveram um total de oito atletas em quatro das seis finais marcadas para aquele dia. Acabaram conquistando uma medalha (de ouro, no arremesso do peso). Quando nos aproximarmos desse nível, a medalha será realmente um detalhe, a consequência natural para quem tem um batalhão de atletas de primeira linha.
Beijos da Maurren
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Autor: Maurren Maggi Tags: Atletismo brasileiro, coreia do sul, Daegu, Londres 2012, mundial de atletismo, Rio 2016


