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	<title>Mauricio Stycer &#187; Zidane</title>
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		<title>Uso de vídeo em partidas deveria ser aceito?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 15:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fifa promete divulgar ainda nesta terça-feira um comunicado em resposta ao protesto do Egito relativo à marcação do pênalti que decidiu a partida contra o Brasil, na primeira rodada da Copa das Confederações.
Como se sabe, o lance ocorreu no finalzinho da partida. Daniel Alves cobrou falta pelo alto, a bola sobrou para Lúcio, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fifa promete divulgar ainda nesta terça-feira um comunicado em resposta ao protesto do Egito relativo à marcação do pênalti que decidiu a partida contra o Brasil, na primeira rodada da Copa das Confederações.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/06/juiz-egito.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4461" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/06/juiz-egito-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a>Como se sabe, o lance ocorreu no finalzinho da partida. Daniel Alves cobrou falta pelo alto, a bola sobrou para Lúcio, que chutou em direção ao gol. A bola provavelmente ia para o fundo das redes, mas foi desviada pelo braço direito de Ahmed Al Muhamadi, saindo pela linha de fundo. O árbitro inglês Howard Webb, imediatamente, apontou escanteio a favor do Brasil – marcação idêntica à do auxiliar. Os jogadores do Brasil cercaram Webb, pedindo o pênalti. As imagens da TV mostram que, num primeiro momento, o árbitro rechaçou a reclamação, mas em seguida voltou atrás de sua decisão e, então marcou pênalti e expulsou Ahmed Al Muhamadi. Foi, então, a vez de os egípcios cercarem o árbitro em protesto (foto).</p>
<p>O que se passou entre a marcação inicial e a seguinte é o xis da questão. Tudo indica que Webb foi alertado pelo quarto árbitro, o australiano Matthew Breeze. Não terá ocorrido problema algum se Breeze apenas viu que foi pênalti e advertiu Webb do erro que ele estava cometendo. O que se suspeita, porém, é que Breeze teria visto a repetição do lance num monitor de tevê – que não deixa dúvidas sobre o pênalti.</p>
<p>O uso de imagens de vídeo para esclarecer dúvidas no meio de uma partida de futebol é uma idéia colocada em discussão já há muito tempo. Utilizado nas ligas de basquete e futebol americano, o recurso é vetado pela Fifa. O presidente da entidade, Joseph Blatter, já se manifestou mais de uma vez contrário a esta possibilidade. O uso de imagens gravadas é hoje aceito apenas em tribunais esportivos, para auxiliar na punição de agressões ocorridas em campo, mas não relatadas na súmula dos árbitros.</p>
<p>Na final da Copa do Mundo de 2006, o árbitro Horacio Elizondo não viu a cabeçada de Zidane em Materazzi, mas foi advertido a respeito pelo quarto árbitro, o espanhol Luis Medina Cantalejo. O técnico da França, na ocasião, acusou Cantelejo de ter recorrido a um vídeo para ver a agressão, o que obrigou a Fifa a divulgar um comunicado negando que isso tenha ocorrido. Aposto que este será o tom do comunicado que a entidade divulgará hoje sobre a polêmica marcação do pênalti contra o Egito. (<strong>atualizado às 13h54</strong>: a Fifa rejeitou o protesto dos egípcios, afirmando que Webb <a href="http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/06/16/fifa+rejeita+protesto+de+egipcios+sobre+lance+de+penalti+6760946.html" target="_blank">não recebeu</a> apoio da tevê)</p>
<p>Qual é a opinião do leitor: a Fifa deveria aceitar o uso de imagens de vídeo durante uma partida para esclarecer dúvidas?</p>
<p><strong>Crédito da foto</strong>: AP</p>
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		<title>Os ídolos do futebol na sala de aula &#8211; na França e no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 14:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Com alguns dias de atraso, ai vai um comentário sobre “Entre os Muros da Escola”, o impressionante filme de Laurent Cantet, em cartaz no Brasil desde a última sexta-feira. Palma de Ouro em Cannes, em 2008, o filme retrata um semestre dentro de uma sala de aula de uma turma formada por jovens entre 13 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/03/entre-os-muros.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4232" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/03/entre-os-muros-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a>Com alguns dias de atraso, ai vai um comentário sobre “Entre os Muros da Escola”, o impressionante filme de Laurent Cantet, em cartaz no Brasil desde a última sexta-feira. Palma de Ouro em Cannes, em 2008, o filme retrata um semestre dentro de uma sala de aula de uma turma formada por jovens entre 13 e 15 anos em uma escola pública, em Paris.</p>
<p>“Entre os Muros da Escola” é baseado num romance do escritor François Bégaudeau, que é também corroteirista e ator principal do filme. Ele interpreta o papel do professor de francês, colocado na linha de frente, numa batalha com os alunos – grande parte formada por filhos de imigrantes árabes e africanos.</p>
<p>Embora Bégaudeau assegure que livro e filme tenham a intenção, apenas, de discutir “os mal entendidos entre um adulto e um adolescente em um ambiente escolar” (veja <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1303200925.htm" target="_blank">entrevista</a> concedida à “Folha”), há claramente outras questões em jogo.</p>
<p>Um dos temas mais visíveis é o da adaptação dos imigrantes à cultura francesa. E aqui entra um aspecto muito interessante de “Entre os Muros da Escola”: o papel dos jogadores de futebol na formação da identidade dos jovens filhos de africanos. O filme deixa claro, pela repetição com que são citados, que esses craques são uma referência fundamental no imaginário dos jovens.<a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/03/entre-os-muros-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4233" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/03/entre-os-muros-2-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" /></a></p>
<p>Numa das cenas de maior impacto, os filhos de imigrantes discutem sobre os seus ídolos. O primeiro, filho de um antilhano, fala de Thierry Henry, cujo pai nasceu em Guadalupe e a mãe, na Martinica – duas ilhas nas Antilhas, colonizadas pela França. Outro fala de Zinedine Zidane, cujos pais nasceram na Argélia. Tanto o árabe Zidane quanto o negro Henri são franceses e responsáveis, em boa parte, pelo sucesso do futebol da França no cenário mundial nos últimos anos.</p>
<p>Até que um terceiro estudante fala de Didier Drogba. Apesar de sua família ter imigrado da Costa do Marfim para a França, onde iniciou a sua carreira, Drogba sempre defendeu a seleção de seu país de origem – da mesma forma, aliás, que outros africanos, como George Weah e Samuel Eto´o, para citar apenas mais dois. A discussão no filme não se prolonga. Mas o menino que evoca Drogba parece sugerir que, na sua visão, o fato de o jogador atuar por uma seleção africana dá um valor especial ao seu ídolo na comparação com os craques, filhos de imigrantes, que atuam pela França.    </p>
<p>Em todo o caso, “Entre os Muros da Escola” faz pensar sobre o papel que todos esses jogadores representam para uma geração de jovens de origem humilde. Descontadas as diferenças, sobretudo a questão da imigração, é um quadro que tem muito a ver com o Brasil. Mesmo que não queiram, jogadores como Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e tantos outros são vistos como heróis pelas crianças e, de alguma forma, como modelos a serem seguidos. É uma grande responsabilidade.</p>
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