



Ligia Mesquita, enviada especial do blog, fez essas fotos e me contou como foi o show que Madonna fez nesta terça-feira no Madison Square Garden, em Nova York.
A rainha do pop mostrou que aos 50 está mais comportada, sim, mas nem por isso menos polêmica. Ela disse em alto e bom som para a platéia que todos eram bem-vindos na festa dela, exceto Sarah Palin, candidata a vice de McCain.
Ontem, segundo dia de show, depois de mais de uma hora e meia de performance – sim, porque ela cantou, dançou, tocou guitarra, pulou, trocou várias vezes de roupa -, Madonna começou a dar os seus recados.
O primeiro veio em forma de clipe: um vídeo que falava que é a hora de salvar o mundo e mostrava fotos de guerras, miséria, personagens para serem “esquecidos” da História. Apareceu uma foto de Hitler e, na sequência, uma de McCain. Depois, começaram a aparecer imagens de pessoas que, para a cantora, fizeram/fazem algo por um mundo melhor: madre Teresa, Al Gore, Oprah Winfrey, John Lennon, Bono Vox, Gandhi e Barak Obama. É a cantora declarando seu voto.
Ela volta ao palco, canta mais um pouco, toca, e aí começa a conversar com o público. Diz o quanto é bom estar “em casa, estar em Nova York” e começa a cantar alguns versos de sua música “I love New York”, pedindo para o público acompanhá-la. Quando canta o verso “If you can’t stand the heat, then get off my street”, pára e diz: “Vocês sabem quem eu quero que dê o fora da minha rua? Sarah Palin. Eu vou dar um pé na bunda dela se ela não sair da minha rua”. E, irônica, diz. “Não é pessoal, eu adoro a alma dela”.
E depois tira mais um sarro. “Esse é o som do snowmobile do marido de Sarah Palin quando ele tenta dar a partida no inverno e não funciona”, e solta um rife de guitarra estridente…