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	<title>Mauricio Stycer &#187; &#8220;chupa&#8221;</title>
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		<title>Sobre o “chupa” no Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 11:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA["chupa"]]></category>
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		<description><![CDATA[O sucesso do movimento que emplacou a palavra “chupa” como a mais mencionada no Twitter depois da partida entre Brasil e Estados Unidos me lembrou que usei exatamente esta palavra no esforço de explicar o sucesso do diário “Lance!”.
Em “História do Lance! – Projeto e prática do jornalismo esportivo”, recém-publicado, uma das questões que enfrento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso do movimento que emplacou a palavra “chupa” como a mais mencionada no Twitter depois da partida entre Brasil e Estados Unidos me lembrou que usei exatamente esta palavra no esforço de explicar o sucesso do diário “Lance!”.</p>
<p>Em “História do <em>Lance!</em> – Projeto e prática do jornalismo esportivo”, recém-publicado, uma das questões que enfrento diz respeito ao público do jornal, hoje o principal diário esportivo do país. Relato no livro que o objetivo inicial, em 1997, era atingir um público jovem, de classe média, mas o jornal alcançou sucesso junto a outros públicos também. Com base em dados estatísticos disponíveis, e analisando o conteúdo do jornal, bem como as cartas enviadas ao “Lance!” nos seus primórdios, eu escrevo:</p>
<p><em>“Imagino que um leitor do Lance! é o jovem de classe média abonada, que vai à janela do apartamento gritar “chupa!” quando seu time ganha e, dessa forma, mantém-se à distância, protegido, de um outro leitor do jornal, o jovem de origem humilde que passa embaixo, na calçada, e não pode alcançá-lo. A julgar pelas cartas enviadas ao jornal, esses dois universos comungam de vocabulário limitado e acreditam que o jornal não apenas é uma fonte de informação esportiva, mas um espaço para tripudiar dos colegas e, eventualmente, conseguir uma camisa autografada do seu ídolo.”  </em></p>
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