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	<title>Mauricio Stycer &#187; Brasil</title>
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		<title>Qual é a graça de ver um estrangeiro “abraçar” a bandeira do Brasil?</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O show do Beirut em São Paulo, na última sexta-feira, já foi bastante comentado, mas um aspecto da ótima apresentação da turma de Zach Condon no Via Funchal me chamou negativamente a atenção: o comportamento “nacionalista” do público.
O Beirut se destacou no cenário musical por duas fortes características: a opção por uma base sonora “démodé”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4638" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/09/Beirut-199x300.jpg" alt="Beirut" width="199" height="300" />O show do Beirut em São Paulo, na última sexta-feira, já foi bastante <a href="http://musica.ig.com.br/noticias/2009/09/12/com+publico+na+mao+beirut+faz+festa+cigana+em+sp+8405954.html" target="_blank">comentado</a>, mas um aspecto da ótima apresentação da turma de Zach Condon no Via Funchal me chamou negativamente a atenção: o comportamento “nacionalista” do público.</p>
<p>O Beirut se destacou no cenário musical por duas fortes características: a opção por uma base sonora “démodé”, centrada em trombone, trompete e contrabaixo, e um mix de influências regionais variadas, dos Bálcãs ao México, passando pela canção francesa, entre outros.</p>
<p>Desde o ano passado, Condon tem incluído no repertório de algumas apresentações a canção “Leãozinho”, de Caetano Veloso. O You Tube está repleto de vídeos que expõem o jeito desengonçado, mas simpático do líder do Beirut em seu duelo com versos como “Gosto muito de você, leãozinho&#8230; Para desentristecer, leãozinho”.</p>
<p>Assim que o Beirut pisou no palco do Via Funchal começaram o gritos de “Leãozinho”. De forma insistente, no intervalo entre as músicas, fãs do grupo pediam para Condon cantar a música de Caetano Veloso. E nada do músico atender o pedido. A certa altura, tropeçando no português, ele disse que não se lembrava mais da letra, o que não diminuiu o ímpeto do público. “Leãozinho!” “Leãozinho!”</p>
<p>De tanto ouvir a platéia no show de Salvador gritar “toca Raul!”, em homenagem a Raul Seixas, Condon passou a repetir a piada e, mais de uma vez, falou em São Paulo: “Toca Raul!”</p>
<p>Alguém da platéia ofereceu uma bandeira do Brasil a Condon, que educadamente a enrolou em torno do pescoço – e com ela ficou até o final, não sem antes brincar com as palavras “ordem e progresso”. No final do show, o Beirut tocou, sem muito entusiasmo, uma versão em inglês de “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, para delírio do público.</p>
<p>Não canso de me espantar com esse comportamento. Por que alguém vai a um show de um artista estrangeiro e passa 60 minutos pedindo para ele cantar “Leãozinho”? Por que o público fica tão feliz de ver o músico repetir algumas palavras que decorou em português? Qual é a graça de ver um estrangeiro “abraçar” a bandeira do Brasil?  </p>
<p><strong>Crédito da foto</strong>: Stephan Solon/Via Funchal</p>
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		<title>Fifa proíbe propaganda religiosa e adverte o Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 15:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com alguma discrição, a “Folha de S.Paulo” noticia neste sábado que a Confederação Brasileira de Futebol recebeu na sexta-feira, 10, um ofício da Fifa “afirmando que não irá mais permitir mensagens religiosas em comemorações de jogadores durante suas competições”.
A notícia, em duas notas curtas na seção Painel FC, se completa com a informação que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com alguma discrição, a “Folha de S.Paulo” noticia neste sábado que a Confederação Brasileira de Futebol recebeu na sexta-feira, 10, um ofício da Fifa “afirmando que não irá mais permitir mensagens religiosas em comemorações de jogadores durante suas competições”.</p>
<p>A notícia, em duas notas curtas na seção Painel FC, se completa com a informação que a Fifa, “detectou” ter ocorrido “propaganda religiosa no caminho para a tribuna de honra após a seleção vencer a Copa das Confederações”.</p>
<p>O recebimento do ofício da Fifa se dá menos de duas semanas após a partida decisiva, contra os Estados Unidos, concluída com um culto religioso no centro do gramado, sob a liderança do zagueiro e capitão Lucio.</p>
<p>Dois dias depois da partida, o jornal “O Estado de S.Paulo” informou que a atitude da seleção brasileira havia provocado reclamações de entidades filiadas a Fifa, como a Associação Dinamarquesa de Futebol, e também críticas na imprensa britânica.</p>
<p>Na ocasião, o jornalista Jamil Chade escreveu: “A Fifa confirmou ao ‘Estado’ que mandou um alerta à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.”</p>
<p>Um texto publicado neste blog, <a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/07/02/fervor-religioso-nos-gramados-causa-constrangimento/" target="_blank">Fervor religioso nos gramados causa constrangimento</a>, gerou quase 400 comentários – muitos deles negativos. Um grande número de comentaristas enxergou no texto uma crítica à liberdade de expressão religiosa, quando, na verdade, o que está em discussão é a propaganda e o proselitismo religioso em espaços públicos frequentados por pessoas de diferentes credos.</p>
<p>O ofício da Fifa avança em relação ao alerta de duas semanas atrás e, tudo indica, gerará uma reação em cadeia. A principal conseqüência, imagino, será a proibição aos jogadores de exibir em campo, mesmo depois dos jogos, camisas com inscrições religiosas, como as usadas por Lucio, Kaká e cia depois da final da Copa das Confederações.</p>
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		<title>O que o goleiro Buffon falou de errado?</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 17:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA["respeitar o adversário"]]></category>
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		<description><![CDATA[Provocou grande espanto e, mesmo, alguma revolta  no ambiente da seleção brasileira uma declaração do goleiro Buffon, da Itália: “Podemos vencer o Brasil, depois a Espanha na semifinal e novamente o Brasil na final”. O que há de errado na frase deste campeão do mundo, titular da sua seleção há anos?
No mundo do futebol reina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provocou grande espanto e, mesmo, <a href="http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/06/20/jogadores+rebatem+confianca+de+buffon+6845920.html" target="_blank">alguma revolta</a>  no ambiente da seleção brasileira uma declaração do goleiro Buffon, da Itália: “Podemos vencer o Brasil, depois a Espanha na semifinal e novamente o Brasil na final”. O que há de errado na frase deste campeão do mundo, titular da sua seleção há anos?</p>
<p>No mundo do futebol reina um código próprio, com regras, preceitos morais – e alguns clichês – muito peculiares. Um deles é a idéia de que deve-se sempre “respeitar o adversário”. Pode ser Brasil contra Nova Zelândia, Corinthians contra time de casados e solteiros, o blábláblá nas entrevistas é sempre o mesmo. “Temos que respeitar o adversário”.</p>
<p>O oposto de “respeitar o adversário”, na cabeça dos boleiros, é “menosprezar” o rival. Ou seja, falar que o seu time é favorito ou tem tudo para vencer implica, nesta lógica, considerar abertamente que o seu adversário é inferior a você.</p>
<p>Pior que isso, jogadores e técnicos acreditam que uma frase que “desrespeite” o adversário tem a força de servir como motivação em campo. Quantas vezes você já não ouviu, depois de uma partida em que o time “menor” venceu o “grande”, algum jogador dizer que encontrou forças para se superar em campo só porque o craque adversário disse, na véspera do jogo, que era favorito para vencer. Você acredita nessa bobagem?</p>
<p>Voltando a Buffon, o goleiro não disse que considera uma moleza a Itália ganhar do Brasil. Ele apenas deixou claro que vê o adversário como um igual e, mais que isso, sente-se em condições de vencê-lo. Por que a franqueza incomoda tanto no futebol?</p>
<p>PS. Falando em Copa das Confederações, compartilho com o leitor que ainda não viu uma entrevista de Joel Santana. técnico da África do Sul, que caiu no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TAeYfTsDzMo&amp;feature=related" target="_blank">You Tube</a> e está fazendo muito sucesso.</p>
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		<title>Uso de vídeo em partidas deveria ser aceito?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 15:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fifa promete divulgar ainda nesta terça-feira um comunicado em resposta ao protesto do Egito relativo à marcação do pênalti que decidiu a partida contra o Brasil, na primeira rodada da Copa das Confederações.
Como se sabe, o lance ocorreu no finalzinho da partida. Daniel Alves cobrou falta pelo alto, a bola sobrou para Lúcio, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fifa promete divulgar ainda nesta terça-feira um comunicado em resposta ao protesto do Egito relativo à marcação do pênalti que decidiu a partida contra o Brasil, na primeira rodada da Copa das Confederações.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/06/juiz-egito.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4461" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/06/juiz-egito-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a>Como se sabe, o lance ocorreu no finalzinho da partida. Daniel Alves cobrou falta pelo alto, a bola sobrou para Lúcio, que chutou em direção ao gol. A bola provavelmente ia para o fundo das redes, mas foi desviada pelo braço direito de Ahmed Al Muhamadi, saindo pela linha de fundo. O árbitro inglês Howard Webb, imediatamente, apontou escanteio a favor do Brasil – marcação idêntica à do auxiliar. Os jogadores do Brasil cercaram Webb, pedindo o pênalti. As imagens da TV mostram que, num primeiro momento, o árbitro rechaçou a reclamação, mas em seguida voltou atrás de sua decisão e, então marcou pênalti e expulsou Ahmed Al Muhamadi. Foi, então, a vez de os egípcios cercarem o árbitro em protesto (foto).</p>
<p>O que se passou entre a marcação inicial e a seguinte é o xis da questão. Tudo indica que Webb foi alertado pelo quarto árbitro, o australiano Matthew Breeze. Não terá ocorrido problema algum se Breeze apenas viu que foi pênalti e advertiu Webb do erro que ele estava cometendo. O que se suspeita, porém, é que Breeze teria visto a repetição do lance num monitor de tevê – que não deixa dúvidas sobre o pênalti.</p>
<p>O uso de imagens de vídeo para esclarecer dúvidas no meio de uma partida de futebol é uma idéia colocada em discussão já há muito tempo. Utilizado nas ligas de basquete e futebol americano, o recurso é vetado pela Fifa. O presidente da entidade, Joseph Blatter, já se manifestou mais de uma vez contrário a esta possibilidade. O uso de imagens gravadas é hoje aceito apenas em tribunais esportivos, para auxiliar na punição de agressões ocorridas em campo, mas não relatadas na súmula dos árbitros.</p>
<p>Na final da Copa do Mundo de 2006, o árbitro Horacio Elizondo não viu a cabeçada de Zidane em Materazzi, mas foi advertido a respeito pelo quarto árbitro, o espanhol Luis Medina Cantalejo. O técnico da França, na ocasião, acusou Cantelejo de ter recorrido a um vídeo para ver a agressão, o que obrigou a Fifa a divulgar um comunicado negando que isso tenha ocorrido. Aposto que este será o tom do comunicado que a entidade divulgará hoje sobre a polêmica marcação do pênalti contra o Egito. (<strong>atualizado às 13h54</strong>: a Fifa rejeitou o protesto dos egípcios, afirmando que Webb <a href="http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/06/16/fifa+rejeita+protesto+de+egipcios+sobre+lance+de+penalti+6760946.html" target="_blank">não recebeu</a> apoio da tevê)</p>
<p>Qual é a opinião do leitor: a Fifa deveria aceitar o uso de imagens de vídeo durante uma partida para esclarecer dúvidas?</p>
<p><strong>Crédito da foto</strong>: AP</p>
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		<title>Errei, e comemoro: CD de Leonard Cohen sai no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 15:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publiquei, dez dias atrás, uma ode a Leonard Cohen e ao disco que o artista canadense lançou há pouco, “Live in London”, com a íntegra (mais de duas horas e meia) do show apresentado em 17 de julho de 2008 na O2 Arena, na capital inglesa. Comprei o CD em Buenos Aires, na Semana Santa, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei, dez dias atrás, uma ode a Leonard Cohen e ao disco que o artista canadense lançou há pouco, “Live in London”, com a íntegra (mais de duas horas e meia) do show apresentado em 17 de julho de 2008 na O2 Arena, na capital inglesa. Comprei o CD em Buenos Aires, na Semana Santa, e me surpreendi não apenas com o conteúdo espetacular, mas também com o fato de o disco não estar à venda no Brasil.</p>
<p>Por isso, no texto, <a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/04/25/leonard-cohen-aos-75-anos-emociona-em-disco-ao-vivo/" target="_blank">Leonard Cohen, aos 75 anos, emociona em disco ao vivo</a>, eu lamentava que a gravadora Sony BMG não tivesse se sensibilizado, ainda, para lançar o CD no País.</p>
<p>Escrevo esse post para corrigir uma informação errada que publiquei. O CD não apenas fazia parte dos planos da gravadora, como dias depois do meu post já estava sendo distribuído para a imprensa e lojistas. O que me consola é que, lendo nesta quarta-feira as resenhas escritas por dois especialistas, Thiago Ney (na “Folha”) e Lauro Lisboa Garcia (no “Estadão”), vejo que não escrevi nenhuma besteira. Ambos gostaram tanto do disco quanto eu.</p>
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		<title>Os debochados irmãos Gallagher estão de volta</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A banda mais famosa de Manchester aterrissa em maio para quatro shows no Brasil. É a quarta e mais longa visita do Oasis ao país, mas dessa vez, diferentemente das duas últimas (2001 e 2006), num bom momento, acompanhada de um disco considerado acima da média, “Dig Out Your Soul”.
A turnê dos imprevisíveis e debochados irmãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/04/oasis-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4314" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/04/oasis-1-300x233.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a>A banda mais famosa de Manchester aterrissa em maio para quatro shows no Brasil. É a quarta e mais longa visita do Oasis ao país, mas dessa vez, diferentemente das duas últimas (2001 e 2006), num bom momento, acompanhada de um disco considerado acima da média, “Dig Out Your Soul”.</p>
<p>A turnê dos imprevisíveis e debochados irmãos Liam e Noel Gallagher começa por Lima (30 de abril), passa por Buenos Aires (3 de maio), Santiago (5), Rio de Janeiro (7), São Paulo (9), Curitiba (10) e Porto Alegre (12).</p>
<p> Prepare-se, portanto, para ler bastante sobre o Oasis nas próximas semanas – o que é sempre motivo de diversão. Para adiantar, reproduzo alguns trechos de uma entrevista sensacional (infelizmente não disponível na internet) dada por Liam e Noel Gallagher à revista pop francesa <a href="http://www.lesinrocks.com/" target="_blank">“Les Inrockuptibles”</a>, incluída na edição de abril da <a href="http://www.losinrockuptibles.com/" target="_blank">versão argentina</a> da publicação.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/04/oasis-capa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4315" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2009/04/oasis-capa-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O jornalista Christophe Conte abre o texto observando que, nos últimos anos, ouvir falar de um novo disco do Oasis causava bocejos. Com as canções de “Dig Out Your Soul”, escreve, Liam e Noel Gallagher não provocaram nenhuma revolução, muito pelo contrário, mas fizeram músicas “modestas e encantadoras”.</p>
<p>Provocador, Conte confronta os irmãos num momento não menos inspirado. Em resposta a uma pergunta sobre as dificuldades encontradas no processo de criação das novas músicas, Noel detona:</p>
<p><em>Detesto os caras que se queixam o tempo todo com a imprensa, falando do tanto que sofreram ao dar à luz sua última obra (risos). Tenho vontade de dizer, nesses casos: ‘Vai trabalhar num supermercado e depois conversamos’.</em></p>
<p>Em outro momento Conte cita Bob Dylan, que uma vez falou que as suas criações iniciais eram muito boas e, com o tempo, a sua produção decaiu um pouco. Noel faz piada:</p>
<p><em>Nunca me atreveria a me comparar a Dylan. (&#8230;) O único ponto em comum que temos com Dylan é que algumas vezes cantamos pelo nariz! Admiro muito Dylan, mas admiro um pouco mais Neil Young.</em></p>
<p>Liam, que costuma falar menos, também marca presença na entrevista. Em resposta a uma pergunta meio batida (“Como explicar o êxito do Oasis?), ele manda:</p>
<p><em>Nossa ambição desde o primeiro momento era mundial, incluindo quando tocávamos na nossa garagem. Nunca pensei passar a vida cantando para 200 pessoas, sempre quis fazer concertos em estádios. Acho que nascemos para ser estrelas de rock, e isso é tudo.</em></p>
<p>A certa altura, em resposta a uma pergunta sobre o que fazem quando não estão cantando, Noel e Liam tiram um sarro do Radiohead e falam de futebol, inclusive de Ronaldo. Primeiro Liam:</p>
<p><em>Tenho uma vida simples, como meu irmão. Não me vejo como um artista, como os caras do Radiohead. Também vejo futebol. Gosto muito do cara que comprou o Manchester City, parece até que está forrado de ouro. Vamos começar a nos divertir.</em></p>
<p>E Liam:</p>
<p><em>Ele quer comprar os melhores jogadores do mundo, inclusive quer trazer Ronaldo. Seria fabuloso.</em></p>
<p>Por fim, os dois irmãos se superam ao falar da relação que mantêm com a imprensa. O jornalista observa: “Nas primeiras reportagens, você apareciam muito arrogantes, falavam mal de todo mundo; só John Lennon se salvava, e por pouco&#8230;”. Noel confessa:</p>
<p><em>É verdade. E mesmo Lennon, nem sempre. Poderíamos ter salvo McCartney também, mas não devia merecer naquela época (risos). Durante as entrevistas estávamos sempre bêbados e devo dizer que não me lembro de tudo que disse. O que sei é que a gente ri muito lendo essas entrevistas, e isso não é comum no rock.</em></p>
<p>E Liam complementa:</p>
<p><em>Sempre dissemos tudo que pensávamos nas entrevistas; talvez esse foi o problema: todo mundo tinha cuidado. Nunca fomos muito profissionais, como se diz.</em></p>
<p>Só para registro: Gosto de algumas coisas do Oasis e assisti o primeiro show deles em São Paulo, em 1998. Em todo caso, eles têm a minha simpatia pelo fato de serem bem-humorados, e, aparentemente, não se levarem muito a sério. </p>
<p><strong>PS (atualizado às 18h):</strong> A propósito deste post, o leitor Tiago Feliziani envia ótima colaboração &#8211; uma frase de um dos irmãos (na Internet ela é atribuída ora a Liam ora a Noel) sobre John Lennon, que pode ser encontrada em diferentes traduções. Gosto dessa aqui: “John Lennon pensava que era Deus. Eu apenas acho que sou John Lennon”.</p>
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		<title>EUA entram na disputa para sede da Copa de 2018 ou 2022</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 13:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está menos longe do que parece. As candidaturas dos países que desejam abrigar as Copas do Mundo de 2018 e 2022 devem ser apresentadas ainda este ano e a decisão da FIFA será anunciada conjuntamente no ano que vem. Como a Copa de 2010 será na África do Sul e a de 2014 está programada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está menos longe do que parece. As candidaturas dos países que desejam abrigar as Copas do Mundo de 2018 e 2022 devem ser apresentadas ainda este ano e a decisão da FIFA será anunciada conjuntamente no ano que vem. Como a Copa de 2010 será na África do Sul e a de 2014 está programada para o Brasil, presume-se que o torneio de 2018 será disputado no Hemisfério Norte, mais precisamente na Europa.</p>
<p>A Inglaterra é uma candidata já declarada a sediar a Copa de 2018. Holanda e Bélgica, que planejavam propor uma candidatura em conjunto, assim como Espanha e Portugal, não contam com a simpatia do presidente da FIFA, Joseph Blatter, que já disse preferir que a Copa seja realizada em um único país.</p>
<p>Se, tudo indica, a Copa de 2018 será mesmo disputada na Europa, as apostas seguem abertas para a Copa de 2022. A candidatura mais conhecida, até o momento, é da Austrália. A favor do país, com pouquíssima tradição futebolística, pesa o fato de a Oceania jamais ter sido sede do evento. Também já se mencionou o interesse do Qatar, Indonésia e Japão em abrigarem a Copa.</p>
<p>Nesta semana, os Estados Unidos confirmaram o seu interesse e entraram abertamente na disputa. O ex-secretário de Estado (equivalente ao cargo de ministro das Relações Exteriores) Henry Kissinger assumiu o posto de “embaixador” da candidatura numa <a href="http://www.nytimes.com/2009/03/31/sports/soccer/31vecsey.html?ref=soccer" target="_blank">entrevista</a> à imprensa americana. Kissinger terá 99 anos em 2022 e, por isso, bem-humorado, disse que terá “obrigação moral” de estar vivo até lá. </p>
<p>A candidatura americana tem peso, naturalmente, em função do poder econômico do país, do esforço que vêm fazendo para popularizar o esporte e do sucesso que o futebol encontrou entre as mulheres. Por outro lado, os EUA abrigaram a Copa há relativamente pouco tempo, em 1994 – e foi um evento que despertou muito pouco interesse dentro do próprio país. O futebol ainda está longe de ser um esporte popular nos EUA. </p>
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		<title>Madonna cai e a música continua igual. Será playback?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 19:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Britney Spears]]></category>
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		<category><![CDATA[playback]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornalista Claudio Henrique, músico talentoso e de ouvido apurado, me alertou para uma discussão que começa a ganhar corpo no You Tube. Várias pessoas que viram o vídeo com a queda de Madonna ficaram com a impressão que ela está cantando com a ajuda de playback, ou seja, em versão gravada previamente. Afinal, durante o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Claudio Henrique, músico talentoso e de ouvido apurado, <a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2008/12/15/a-queda-de-madonna-e-um-tombo-no-interior-de-sp/#comments" target="_blank">me alertou</a> para uma discussão que começa a ganhar corpo no You Tube. Várias pessoas que viram o vídeo com a queda de Madonna ficaram com a impressão que ela está cantando com a ajuda de playback, ou seja, em versão gravada previamente. Afinal, durante o tombo a voz da cantora não dá nem uma tremida. “Vantagens e perigos do playback”, diz Claudio Henrique.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=IbPVylZ-ZhI" target="_blank">Nesta versão</a> do vídeo, postada na Internet, a tese do playback já ganhou várias adesões. Será que Madonna imitou sua discípula Britney Spears, que foi vaiada ao fazer show com playback no Rock in Rio 3, em 2001?</p>
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		<title>Será que o R.E.M. consegue superar o show de 2001?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 12:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Stycer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Rock in Rio]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

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		<description><![CDATA[Rob Fleming, o personagem do saboroso romance “Alta Fidelidade”, de Nick Hornby, celebrou um tipo de comportamento bem pop, o de elaborar listas dos “5 mais” – desde as “cinco piores separações” da sua vida, que é o ponto de partida do livro, até “as cinco melhores primeiras faixas de lado B de LP”, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2008/11/rem_poa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2171" src="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/files/2008/11/rem_poa.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>Rob Fleming, o personagem do saboroso romance “Alta Fidelidade”, de Nick Hornby, celebrou um tipo de comportamento bem pop, o de elaborar listas dos “5 mais” – desde as “cinco piores separações” da sua vida, que é o ponto de partida do livro, até “as cinco melhores primeiras faixas de lado B de LP”, entre outras maluquices.   </p>
<p>Bem diferente de Fleming, não faço lista de nada. Em parte, porque não vejo tanta graça na brincadeira, em parte porque a (falta de) memória não ajuda muito. Em todo caso, eu tenho uma lista – a lista dos melhores shows que já vi. É uma lista pequena. Na verdade, é uma lista de um show só. Das centenas que já assisti, até hoje, só um mereceu entrar na lista: o show do R.E.M. no Rock in Rio, em 13 de janeiro de 2001.</p>
<p>Foi a primeira vez que a banda tocou no Brasil. Falam que havia 200 mil pessoas no local armado para a apresentação. O R.E.M. fez um show tipo “maiores sucessos”, com direito a todos os hits da banda. Não bastasse, Michael Stipe estava inspiradíssimo, movido a caipirinha (fato que ele citou) e numa alegria só. Conversou com a platéia, falou da alegria de fazer aquele show (o maior público da história do R.E.M.) e da noite linda que estava fazendo no Rio. Enfim, foi um show perfeito, histórico.</p>
<p>Pelos relatos disponíveis sobre os shows já realizados em Porto Alegre e no Rio, na semana passada, a apresentação do R.E.M. nesta segunda-feira em São Paulo promete ser de primeira. Planejo estar lá para conferir. Não deveria, já que acho impossível este show superar o do Rock in Rio de 2001. Mas tudo é possível&#8230;</p>
<p>Com quase 30 anos de estrada, a banda americana ainda acha energia para se renovar e se divertir. Gostei muito de ler, no blog de Jamari França, que o sempre bem-humorado Stipe fez propaganda da cerveja brasileira Itaipava no show no Rio (“E pensar que tem banda brasileira que pede cerveja importada no camarim”, <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/jamari/post.asp?t=r_m_manda_muito_bem_em_show_no_rio&amp;cod_Post=139029&amp;a=39" target="_blank">escreve Jamari</a>). O repertório do show, como já havia antecipado Marcelo Costa em <a href="http://revoluttion.blig.ig.com.br/" target="_blank">seu blog</a>, inclui os principais sucessos da banda, além de algumas novidades. Tudo indica, em suma, que será mais um grande show. Será que a lista dos melhores shows que já vi sofrerá alteração? Prometo contar aqui&#8230;</p>
<p> </p>
<p><em>Crédito da foto: <span style="font-size: x-small;color: #008000"><span style="font-size: x-small;color: #008000"><span style="color: #000000">Camila Domingues/Opinião Produtora</span></span></span></em></p>
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