Huck, invasão de privacidade e a capa das revistas
No domingo, 8 de novembro, um dia depois de festejar o aniversário de dois anos do filho caçula, Luciano Huck descobriu que algum convidado da festa colocou na Internet uma foto do evento. O apresentador da Globo foi então ao Twitter para protestar contra o autor do vazamento e convocar seus seguidores a descobrirem e delatarem o culpado: “Domingão se recuperando da festa do nosso caçula. A propósito alguém sabe quem foi o deselegante que postou aqui 1 foto das crianças + bolo”
Com quase 1,4 milhão de seguidores, o campeão de audiência do Twitter no Brasil não teve dificuldade em localizar o “deselegante” convidado que tornou pública a sua privacidade e de sua família. Quinze minutos depois da primeira mensagem, Huck informou: “Obrigado turma, com as dicas, já encontramos o ‘twitter hospedeiro’ das fotos. Fazer o que, né?”.
Três dias depois, na quarta-feira, chegaram às bancas duas revistas que trazem em suas capas imagens da festa do filho de Luciano Huck e Angélica. Tanto as 12 páginas da “Contigo” quanto as três da “Quem” são ilustradas com fotos de João Miguel Junior, da TV Globo.
O que se depreende do episódio é que Huck não ficou indignado de ver uma imagem de sua intimidade na Internet, mas apenas irritou-se porque a indiscrição do convidado “deselegante” acabou com o ineditismo que prometera às revistas. Em outras palavras, parece que o problema de Huck não é a invasão de privacidade, mas o de controlar para quem vai oferecer os “flagrantes” da sua intimidade.
Há quase um ano a Espanha acompanha uma improvável novela da vida real: o romance entre María del Rosario Cayetana Fitz-James Stuart y Silva, 83 anos, a 18ª Duquesa de Alba, e o plebeu Alfonso Diez, 56 anos.
Cayetana de Alba está longe de ser a primeira de sua família a provocar escândalo. É famosa a história da relação do gênio Francisco de Goya (1746-1828) com María del Pilar Teresa Cayetana de Silva Alvarez de Toledo, a 13ª Duquesa de Alba, a quem retratou em vários quadros, e com quem manteve uma longa relação de amizade, depois da morte de seu marido, entre 1795 e 1797.
Diferentes fontes sugerem que Goya e a duquesa tenham tido um romance, mas outros estudiosos preferem acreditar que tenha sido uma relação platônica. Por muito tempo prosperou a suspeita que o célebre “La Maja Desnuda”, em exibição no Museu do Prado, retrate a duquesa, embora o crítico Robert Hughes, em sua biografia de Goya, considere improvável esse fato.

























