“Apenas o Fim”: amor nos tempos do MSN
Caminhando pelos jardins da PUC do Rio, um casal passa em revista o seu relacionamento. A menina anuncia que está indo embora, o menino tenta entender o que a motivou. Em alguns “flashbacks”, o casal troca confidências sobre os seus gostos e afinidades – basicamente, cultura pop, ícones do entretenimento e todo aquele lixo que faz parte do cardápio de referências de quaquer jovem de classe média alta.
“Apenas o Fim” resume-se a isso. Por 80 minutos, acompanhamos o passeio e o diálogo dos dois protagonistas – vividos pelos atores Erika Mader e Gregório Duvivier – numa conversa sobre amor nos tempos do MSN.
O principal atrativo do filme é o fato de o diretor, Matheus Souza, ter levado a bom termo a produção com apenas R$ 8 mil – o equivalente a seis mensalidades do curso de Cinema na PUC, onde ele estuda. Souza teve o apoio da universidade, que emprestou o equipamento, e a ajuda de amigos e alunos para fazer o filme.
“Apenas o Fim” filia-se a uma tradição de comédias leves, sobre relacionamentos amorosos, tendo como moldura o ambiente e a cultura da zona sul do Rio. Uma novidade em relação aos filmes recentes de Domingos de Oliveira, por exemplo, é o fato de levar às telas o universo e as referências de uma geração que já tinha banda de rock – Los Hermanos – mas ainda não dispunha de um espelho para se contemplar.
É nesse sentido um filme de geração, atraente não apenas para estudantes da PUC, mas também para jovens que desconhecem esse universo, bem como para os que o idealizam. Comparado ao modelo de sucesso do cinema brasileiro (“Se Eu Fosse Você 2” e “Divã”), é um sopro de ar. Mas, curiosamente, por trás do seu aparente frescor, “Apenas o Fim” deixa a impressão de filme velho.




Marinho foi um dos maiores craques de todos os tempos.
O Botafogo tem a obrigação moral de dar assistência ao grande craque, o último a surgir no clube ainda em seus tempos de glórias, ao lado de Jairzinho, Zequinha, Ney Conceição, Fisher, Wendell, Dirceu e Brito.
Em questão de puro talento foi o maior lateral que vi, melhor que Nelinho, Junior, Breitner, Carlos Alberto e Branco.
Saudações Botafoguenses de Nelson Milesi
Resposta do Mauricio: O comentário foi publicado no post errado.
é mauricio , só fazendo uma reportagem inutil igual essa que tu fez , pra ti não fika falando bestera e bobagem.
parabens continue assim.
meu comentario nunca é publicado.
esse mauricio é ridiculo mesmo só publica..quando é elogio
não sabe recebe criticas.
nossa, nao entendi este ódio todo contra o maurício…
bom…se nao gostaram, pq leram ????hhehehehe
QUE SACO ESSES BURGUESINHOS DA PUC AINDA MAIS NO RIO, CARIOCA SE ACHA
Acho q poderia abordar mais sobre o filme. Falou, falou e não disse nada
ah ah ah ah?????A matéria fala mesmo sobre o quê???
Gente desculpa mas pelo amor de deus, oq vcs queriam que ele contasse o filme todo? o texto é só uma resenha pequena de um filme de 80 min!!! se querem saber mais vejam o filmeeeeee!!!!!
Mauricio, não so fa de tudo que vc escreve, mas este texto esta lindo e queria saber onde posso ver, estou no interior de minas, fazendo facu e aq mal chegam os filmes “top” de holywood, imagina um feito por aluno da puc né.
fiquei curioso pra ver o filme….
Lá vem mais um cineasta chato , no Brasil o cinema é um lixo , não tem um filme que não tenha sacanagem , que uma familia possa assistir junta . Por isso os americanos deitam e rolam , sabem tudo de cinema , inclusive porno. Conclusão , esse filme do msn aí deve ser uma bosta , e o cinema nacional é 100% bosta. E tenho dito !!!!!
É impressionante como tem um monte de gente ignorante e arrogante, que só sabe criticar tudo. Se a matéria é sobre a classe média alta que mora na Zona Sul, criticam a burguesia; se é sobre um capitão da polícia de classe baixa, reclamam da violência.
Pra falar a verdade, eu nao sei de onde esse pessoal sai, mas recomendo que comecem a se informar melhor, lerem mais livros, e abrirem suas mentes, para que um dia eu possa ler os comentários, e encontre críticas construtivas e comentários relevantes, ao contrário dos comentários infantis que eu li acima…
O mais triste é que esse pessoal ainda vota…
[...] IG (Coluna do Mauricio Stycer): É nesse sentido um filme de geração, atraente não apenas para estudantes da PUC, mas também para jovens que desconhecem esse universo, bem como para os que o idealizam. [...]
Vcs esperavam o que com um orçamento de uma rifa de um wisky barato qq??? Um gênio do cinema com uma idéia revolucionária??? O próprio diretor não esperava esse auê todo e congratulo-o por tal feito, isso porque fazer cinema, seja lá qual for o tema e para qual gosto no Brasil dos analfabetos aos 21 anos de idade é de se levar em consideração. Acho um absurdo desqualificar tantos diretores, autores, escritores e atores por serem brasileiros!!! O jornalista escreveu uma resenha justa dentro do que o próprio filme é, simples, sem fórmulas mágicas, mas curioso, assistirei pra aí ter uma opinião, agora acho inútil a discussão social mesmo porque internet ainda faz parte da realidade dos burguesinhos estúpidos que aqui escreveram. Hipocrisia e falso moralismo dá nojo!!!