“Uma juíza prolongou nesta sexta-feira em mais um ano a liberdade condicional de Lindsay Lohan por dirigir bêbada, dizendo à atriz norte-americana que ela deve levar a sério a reabilitação da dependência do álcool. A juíza da Corte Superior de Los Angeles, Marsha Revel, ordenou que Lindsay aparecesse em seu tribunal depois de receber um relatório de autoridades da condicional de que a protagonista de “Meninas Malvadas” não frequentou sessões do programa de educação sobre o álcool.”
JAKE GYLLENHAAL: Eu pensei começarmos nossa entrevista com o que chamo de quebra-gelo. Você está sentada?
NATALIE PORTMAN: Não. Eu deveria?
GYLLENHAAL: Não, mas veja bem, tenho algumas perguntas que acho que vão nos levar a falar sobre importantes pontos, revelando quem você é como atriz e pessoa.
“Injustamente negligenciado, ‘Model Shop’, de Jacques Demy (o único filme do diretor realizado nos Estados Unidos), foi finalmente lançado em DVD quatro décadas após sua estréia. Um dos mais exuberantes sonhadores e românticos do cinema, Demy assinou com a Columbia Pictures em 1967 para filmar na América, graças ao sucesso de crítica e público de seu terceiro filme, “Os Guarda-Chuvas do Amor”, o musical melancólico que lançou a carreira de Catherine Deneuve”. Revista Artforum.
Os cientistas largaram o laboratório e subiram ao palco durante esta sexta-feira, na Praça Gomes Teixeira, em frente à reitoria da Universidade do Porto (UP). O propósito é mostrar a gente de todas as idades aquilo que se faz na área da investigação e assinalar o regresso da “Noite dos Investigadores”, um evento de divulgação científica. Desmistificar ideias pré-concebidas do cidadão comum sobre os próprios cientistas é um outro objectivo do “Cientistas ao Palco”. Das 14h00 às 00h30, um conjunto de investigadores de vários institutos e centros de investigação portuenses transformam-se em artistas e levam a cabo um conjunto de performances, que incluem peças teatrais interpretadas, encenadas e dirigidas pelos próprios cientistas.
“Em 1944, uma companhia do Exército Alemão combatendo no front russo está completamente aterrorizada e paralisada pelos confrontos da II Guerra Mundial: É nesse cenário que o soldado Ernst Graeber é finalmente chamado de volta para casa. Ao chegar à Alemanha, ele encontra seu lar em destroços devido aos bombardeios na região, e enquanto procura sem esperança por seus pais desaparecidos, ele conhece a jovem e bela Elizabeth Kruse, filha do médico local que tornou-se um preso político. Cercados por todos os lados, pelo ódio e o desprezo, o casal irá lutar por suas vidas e para realizar esse amor que está nascendo das cinzas e dos homens da Guerra.”. “Amar e Morrer” (1958), filme de Douglas Sirk.
Marcelo Rezende é escritor (”Arno Schmidt”; “Ciência do sonho: A imaginação sem fim do diretor Michel Gondry”), curador (”Comunismo da Forma”/SP; “À la Chinoise”/Hong Kong; “Estado de Exceção”/SP) e editor do projeto de publicações da 28a Bienal de Arte de São Paulo: “Em Vivo Contato”.