“Injustamente negligenciado, ‘Model Shop’, de Jacques Demy (o único filme do diretor realizado nos Estados Unidos), foi finalmente lançado em DVD quatro décadas após sua estréia. Um dos mais exuberantes sonhadores e românticos do cinema, Demy assinou com a Columbia Pictures em 1967 para filmar na América, graças ao sucesso de crítica e público de seu terceiro filme, “Os Guarda-Chuvas do Amor”, o musical melancólico que lançou a carreira de Catherine Deneuve”. Revista Artforum.
Os cientistas largaram o laboratório e subiram ao palco durante esta sexta-feira, na Praça Gomes Teixeira, em frente à reitoria da Universidade do Porto (UP). O propósito é mostrar a gente de todas as idades aquilo que se faz na área da investigação e assinalar o regresso da “Noite dos Investigadores”, um evento de divulgação científica. Desmistificar ideias pré-concebidas do cidadão comum sobre os próprios cientistas é um outro objectivo do “Cientistas ao Palco”. Das 14h00 às 00h30, um conjunto de investigadores de vários institutos e centros de investigação portuenses transformam-se em artistas e levam a cabo um conjunto de performances, que incluem peças teatrais interpretadas, encenadas e dirigidas pelos próprios cientistas.
“Em 1944, uma companhia do Exército Alemão combatendo no front russo está completamente aterrorizada e paralisada pelos confrontos da II Guerra Mundial: É nesse cenário que o soldado Ernst Graeber é finalmente chamado de volta para casa. Ao chegar à Alemanha, ele encontra seu lar em destroços devido aos bombardeios na região, e enquanto procura sem esperança por seus pais desaparecidos, ele conhece a jovem e bela Elizabeth Kruse, filha do médico local que tornou-se um preso político. Cercados por todos os lados, pelo ódio e o desprezo, o casal irá lutar por suas vidas e para realizar esse amor que está nascendo das cinzas e dos homens da Guerra.”. “Amar e Morrer” (1958), filme de Douglas Sirk.
Desmond Dekker (Desmond Adolphus Dacres, quando chegou ao mundo na Jamaica), conquistou um hit mundial via Londres com “Israelites”. Em 1969, ele lidera a chamada “invasão jamaicana” na Europa. “Israelites”, passadas quatro décadas, se mantém como um hino contra o medo de se tornar um escravo. De qualquer situação.
em Karen Black, estrela menor (musa hippie) dos anos 60 e 70, olhos ligeiramente vesgos, desfilando e gritando em “Agora Você é um Homem”, (Francis Ford Coppola, 1966), “Sem Destino” (Dennis Hopper, 1969) ou “Cada Um Vive como Quer” (Bob Rafelson, 1970), e que depois se tornou rainha do terror B nas décadas seguintes? Cass McCombs pensa.
“Ao viajar ao sul do país, Virgil Tibbs, um detetive negro do departamento de homicídios da Philadelphia, acaba involuntariamente envolvido na investigação do assassinato de um importante empresário local, sendo primeiramente acusado do crime e depois convidado a solucioná-lo. Encontrar o assassino torna-se particularmente difícil, pois seus esforços são constantemente boicotados pelo preconceituoso Delegado local. Mas, nenhum dos dois pode resolver este caso sozinho e, colocando de lado suas diferenças e preconceitos, unem forças em uma corrida desesperada contra o tempo que os levará a descobrir a chocante verdade.”
No Calor da Noite (1967), filme de Norman Jewison.
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Vigon, nascido no Marrocos, único cantor de soul vindo da França.
Me dicen el desaparecido/Fantasma que nunca está/Me dicen el desagradecido/Pero esa no es la verdad
Yo llevo en el cuerpo un motor/Que nunca deja de rolar/llevo en el alma un camino/Destinado a nunca llegar.
Marcelo Rezende é escritor (“Arno Schmidt”; “Ciência do sonho: A imaginação sem fim do diretor Michel Gondry”), curador (“Comunismo da Forma”/SP; “À la Chinoise”/Hong Kong; “Estado de Exceção”/SP) e editor do projeto de publicações da 28a Bienal de Arte de São Paulo: “Em Vivo Contato”.