Superstar
Laurie Anderson + Nova York nos 80’s + Videoarte + videoclip.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:Laurie Anderson + Nova York nos 80’s + Videoarte + videoclip.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:“Não, não vejo motivo para receitar a você antidepressivos. Você está apenas triste. Um acontecimento doloroso, isso machuca, mas a solução normal não é química. Você tem certamente muita força para seguir adiante e encontrar em você recursos para agir e reagir”. Catherine Solano (sexóloga) respondendo ao pedido da artista Sophie Calle para que refletisse, profissionalmente, sobre uma carta de “fim de relação” recebida por Sophie. O depoimento faz parte do projeto “Prenez Soin de Vous”, que será exibido em São Paulo na próxima semana.
Verano fatal…
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:“En una ocasión en la que Gene Kelly estuvo ingresado en el hospital, Michael Jackson le envió flores y una carta que decía: “Te tengo una sorpresa esperándote en tu casa”. La sorpresa era los zapatos que Gene Kelly había usado en “Cantando bajo la lluvia”, bañados en bronce y con una placa que decía “Eres el mejor bailarín del mundo. Con cariño, M. J.”.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:Ultimamente, ela tem sentido muita saudade de João Gilberto.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:“Não existe fim para a twittermania? Na última semana vimos o Twitter usado nas ruas de Teerã. Nesta semana, indo do sublime ao ridículo, está sendo usado para ajudar na digestão dos maiores clássicos da literatura mundial. Fãs dos clássicos ficarão deliciados ou apavorados ao saber que a editora Penguin em Nova York encomendou um volume que trará clássicos no formato do Twitter. O título provisório é “twitteratura”. Nele, Dante, Stendhal, Joyce e JK Rowling serão reduzidos a 20 ‘tweets’ ou menos. Serão 20 sentenças com menos de 140 toques cada”.
The Guardian. 24/06.
Iron and Wine.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:Em “Quando Estou Amando” há uma história de amor, há uma tragédia geracional e Gérard Depardieu como um cantor romântico, um homem que teve em algum momento algum tipo de sucesso, mas que vive cantando em restaurantes e bailes para a terceira idade. Alain Moreau é o nome do personagem, uma figura feliz e confortável em ser adorado no circuito “C”, composto de mulheres e homens solitários se aproximando da velhice. Alain Moreau (imagine um ídolo da Jovem Guarda em atividade, e onde ele estaria se apresentando hoje) se defende se reconhecendo “ultrapassado” e “mofado”. Mas, como ele diz, as coisas só ficam ultrapassadas porque, enfim, de algum modo permaneceram, e não estão esquecidas. O filme (de 2006) é simples, banal, melancólico e romanticamente “mofado”. Mas, como Alain Moreau, com uma imensa dignidade diante de suas próprias limitações.
Michel Polnareff fazendo um “Holidays”, um homem da era Alain Moreau.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:“A Primeira Noite de Tranquilidade”, de Valerio Zurlini.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:Otis Redding + “Try A Little Tenderness”.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:“Isso deve acontecer a você também. Como sabemos que você é curioso sobre tudo o que se come, trazemos do fim do mundo, ou do campo mais próximo, uma curiosidade que o deixa discretamente hesitante quanto ao modo de usá-la na cozinha. Nos lembramos assim, há alguns anos, de nosso primeiro contato – sobretudo franco e viril – com o estranho tubo com um condimento verde vindo do Japão: era o wasabi, que não espanta mais hoje ao ser visto ao lado de sushis e sashimis. Nos lembramos ainda da descoberta dos “Numi Basra” trazidos de Al Chorja, o mercado de temperos de Bagdá. Para que serviriam aqueles limões pequenos e secos, duros como a casca de uma noz, a não ser para uma infusão? Como sempre na cozinha, é a partilha dos saberes, a amizade, a cumplicidade que nos ensina a sorver o divino aroma dos “Numi Basra” na fervura de um “ragoût” de carneiro.”
O jornal Libération em sua página de culinária. 19/06.
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags:Johnny Hallyday se dizendo na escuridão, em 1968.
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