hummm, questão-chave… talvez a obra de arte possa até ser uma só, até meio minguada ao olhar alheio, porque não está necessariamente nela a arte.
Desde que ela, a obra, consiga disparar aquele algo múltiplo, mutante em você, que te faça sair do lugar, e que te lembre disso continuamente, estará sim, convivendo com uma e com infinitas obras, principalmente com aquelas por vir…
… e imaginar que ela nem precisaria ser uma “obra de arte”. Poderia ser um prato de comida, a lâmpada do abajur, um espirro especial, o cheiro da geladeira descongelada, um blog… ah, arte!
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Marcelo Rezende é escritor (“Arno Schmidt”; “Ciência do sonho: A imaginação sem fim do diretor Michel Gondry”), curador (“Comunismo da Forma”/SP; “À la Chinoise”/Hong Kong; “Estado de Exceção”/SP) e editor do projeto de publicações da 28a Bienal de Arte de São Paulo: “Em Vivo Contato”.
hummm, questão-chave… talvez a obra de arte possa até ser uma só, até meio minguada ao olhar alheio, porque não está necessariamente nela a arte.
Desde que ela, a obra, consiga disparar aquele algo múltiplo, mutante em você, que te faça sair do lugar, e que te lembre disso continuamente, estará sim, convivendo com uma e com infinitas obras, principalmente com aquelas por vir…
… e imaginar que ela nem precisaria ser uma “obra de arte”. Poderia ser um prato de comida, a lâmpada do abajur, um espirro especial, o cheiro da geladeira descongelada, um blog… ah, arte!
Mona Lisa. Chego a me arrepiar.