“Quando me deitei sobre a praia de Nice, me senti afrontado pelos pássaros que voavam de um lado para outro através de meu céu azul, sem nuvens, porque tentavam criar buracos na minha maior e mais bela obra.”
wondering about cold bienal mood, terence stamp/blow-up, hitchcock, birds, and now this song. oh dear, did I hurt you by any, any means? or just my imagination flowing again? so sorry, please… really missing the old good vibrations (at real life). i do care for ourselves.
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Marcelo Rezende é escritor (“Arno Schmidt”; “Ciência do sonho: A imaginação sem fim do diretor Michel Gondry”), curador (“Comunismo da Forma”/SP; “À la Chinoise”/Hong Kong; “Estado de Exceção”/SP) e editor do projeto de publicações da 28a Bienal de Arte de São Paulo: “Em Vivo Contato”.
wondering about cold bienal mood, terence stamp/blow-up, hitchcock, birds, and now this song. oh dear, did I hurt you by any, any means? or just my imagination flowing again? so sorry, please… really missing the old good vibrations (at real life). i do care for ourselves.
Eu e a minha “espontaneidade”. Que egoísmo, foi mal… Bienal em reta-final já é mais do que o suficiente, né. Boa sorte.
PS: Você pode remover os comentários?
Se os desenhos do Nicolas têm algo a ver com isso, há quem esteja (talvez não poucos) imprimindo e colecionando-os junto.