O telefone

“Quase sempre a história se passa em um carro, e sou eu que estou no volante. É meu carro, que se nota desde o início, estacionado, uma exceção, há uma semana sob as janelas que são também minhas. Não estou ainda no volante nem em minha janela, em uma delas. Estou no Café, e poderia ser visto em instantes, se quiserem, em uma mesa tendo a frente um café e um croissant, mas é mais cedo do que de costume (…) De todo modo, é uma manhã de julho, ou de agosto, é verão; logo, a estação na qual não é proibido imaginar que podemos viver, com intensidade.”
Christian Oster – “Paul au Téléphone”.
Week End (Godard, 1967) -” Allo, tu m’entends?”
Autor: marcelorezende - Categoria(s): Sem categoria Tags: