Lose your cool in public

The Kills faz ‘Cheap and Cheerful’

The Kills faz ‘Cheap and Cheerful’
Agora é oficial: Barack Obama é um cavaleiro Jedi. Quem fez a afirmação foi George Lucas, o diretor e criador da série “Guerra nas Estrelas”. Ele disse a jornalistas norte-americanos não ter muitas dúvidas quanto ao fato, e que Obama é capaz de dar a direção certa para uma montanha de rumos errados. Um Jedi…

Um Jedi é uma mistura de samurai, cavaleiro medieval, mestre zen, “personal trainer”, monge e herói de histórias em quadrinhos. Tudo em um único pacote. Definitivamente é ainda preciso contar com alguém que venha para salvar a situação. Com uma espada na mão,
cada um com sua luta. Jay Chou.

Para Ladyhawke, Paris Is Burning
O Il Manifesto é um dos mais belos jornais em circulação. Fundado em 1969 por uma dissidência do Partido Comunista italiano, traz sempre primeiras páginas dramáticas, com um marcado uso do preto e branco. Todas as manhãs ele é um pouco chocante.

Os italianos, mesmo sendo menos dominantes do que há 40 anos, tem a capacidade de deixar tudo visualmente interessante. Tudo é intenso. Como Mina em “Taratatà”
O artista norte-americano Doug Aitken conversa com o fotógrafo Ruvan Wijesoorija ( Uovo Magazine).
RW: De quais movimentos das subculturas do passado você se sente mais próximo? E dos movimentos do presente?
DA: Eu gosto de tudo que oferece novas possibilidades, tanto do passado quanto do presente. Tudo o que você precisa para um “movimento” é de duas pessoas ou mais
vamos fazer um movimento agora, hoje
O “vermelho-preto, amarelo, verde, arco-íris, cabelos longos, secessão, reinvenção, se ligue, apenas diga não, agora!, faça, lute, conserte, fluxus, punk, dada, situacionismo, beat, rive gauche, seminal, costa oeste, electro, noise, movimento do tigre que ataca!!!! Este é o novo movimento, vamos fazer nosso movimento agora a tarde.
RW: Qual a relação dos momentos comuns com sua vida ativa?
DA: Eu gosto de suco de beterraba, ler domingo de tarde, descobrir uma música que amo e a ficar tocando sem parar, gosto de me perder, me perder desesperadamente, perdido e encontrado por alguém que eu não conhecia.
LCD Soundsystem em vídeo dirigido por Doug Aitken.
Alain Bashung é um músico francês, surgido na década de 80, quando musicalmente e esteticamente o tom era a “new wave”: brilho, uma guitarra com um som muito típico e datado. Agora em torno dos 50 anos, Bashung lança seu “Bleu Pétrole”, um álbum que continua a evidenciar um fato: sua raridade.
Bashung canta La Nuit Je Mens
O pop francês é repleto de músicos atraentes, exóticos, muitas vezes inclassificáceis, e que optam por criar uma mistura de sonoridades. Nada é exatamente “francês”, mas também rock, blues, África, Arábia deserta e, claro, uma intensa dose de sofisticação. Como Jean-Louis Murat em “Jim”.