Tatuadores contra o capitalismo

SSentados um em cada sofá do estúdio Scorpions Tattoo, em São Paulo, eu e o editor da revista Zero, Luiz Cesar Pimentel, folheávamos coleções de imagens para tatuagens. Os catálogos não nos impressionavam. Não fazia nem 10 minutos que olhávamos e já nos sentíamos entediados com tribais, caveiras e desenhos que pareciam não se renovar. Luiz tem uma bandeira do Nepal tatuada no braço e eu um detalhe de um quadro de Juan Miró na região do bíceps. Mal sabíamos que éramos a prova viva do descontentamento de algum tatuador. Leia mais »
