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	<title>Magaiver &#187; tecnologia</title>
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	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
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		<title>10 tendências para 2009: o ano da faxina</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 08:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
1. A crise deve estimular práticas contra o deslumbre (que se generalizou em 2008). Isso pode significar menos fenômenos estilo &#8220;corrida do iPhone&#8221;, menos compras de impulso e menos lançamentos prematuros de produtos.
2. As pessoas comuns terão maior consciência no uso de recursos ambientais. Assim, empresas com &#8220;selos verdes&#8221; ou &#8220;neutras&#8221; na emissão de poluentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/citizenstreetcleaner2.jpg" alt="Limpando a rua" width="499" height="324" /><br />
<strong>1. A crise deve estimular práticas contra o deslumbre</strong> (que se generalizou em 2008). Isso pode significar menos fenômenos estilo &#8220;corrida do iPhone&#8221;, menos compras de impulso e menos lançamentos prematuros de produtos.</p>
<p><strong>2. As pessoas comuns terão maior consciência no uso de recursos ambientais.</strong> Assim, empresas com &#8220;selos verdes&#8221; ou &#8220;neutras&#8221; na emissão de poluentes devem ganhar alguma importância social.</p>
<p><strong>3. Por outro lado, pode se disseminar a prática do greenwashing</strong>, que é o ato de fingir preocupação ambiental. A técnica consiste em usar marketing, conceitos falsos ou teses mal pesquisadas para explorar a ignorância alheia e ganhar fama de amigo da natureza.<br />
<span id="more-5301"></span></p>
<p><strong>4. O mercado de gadgets e de fofocas sobre produtos eletrônicos deve diminuir.</strong> Em 2008, ele recebeu cobertura semelhante à que é dedicada às celebridades: textos curtos, informações de utilidade duvidosa e fotos enormes para atrair cliques sem engajamento. Em 2009, como vamos estar com o orçamento mais apertado, é possível que sejamos mais seletivos e que não queiramos ficar nos lembrando a todo momento de que há coisas novas &#8211; e caras &#8211; que não vamos poder consumir agora.</p>
<p><strong>5. O deslumbre com as redes sociais deve diminuir.</strong> É provável que mantenhamos contas nos serviços mais populares, como Orkut e Facebook. Mas os menores devem desaparecer, ser incorporados a empresas maiores ou ganharem uso ainda mais especializado e de nicho.</p>
<p><strong>6. Consequentemente, vamos falar menos de startups e novos aplicativos on-line.</strong> Para aparecer, a empresa precisará ser mais relevante e entregar programas menos bugados.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/cleaner2.jpg" alt="Limpando a rua" width="416" height="300" align="left" style="padding:10px" /><strong>7. Os softwares livres devem ganhar mais destaque.</strong> E não estou falando exatamente do simbólico Linux. Com a quebra de muitas empresas pequenas de web 2.0, vamos buscar mais alternativas open source, que possam ser instaladas nos nossos próprios servidores e controladas por gente que conhecemos e em quem confiamos.</p>
<p><strong>8. Perceberemos melhor que as atividades na web produzem uma enorme quantidade de resíduo intelectual.</strong> Senhas esquecidas, conversas que escaparam do controle, arrependimentos, estresse e perda de tempo. Além de gastos financeiros adicionais. Por exemplo: comprar mais disco rígido para armazenar suas fotos porque você não sabe organizá-las ou configurar as câmeras adequadamente. Custo deslumbre + custo ignorância = rombo na conta bancária.</p>
<p><strong>9. Deverão surgir ainda mais técnicas, autores, livros, blogs, sites e aplicativos para ajudar a colocar ordem na casa, no escritório e no computador.</strong> E, obviamente, vai surgir uma nova bagunça, decorrente da própria tentativa de se livrar dela.</p>
<p><strong>10. A prática de filtrar a web deve se disseminar ainda mais.</strong> Em vez de criarmos conteúdo autoral, vamos preferir recomendar links, comentar, indicar trabalhos dos outros. Essa tendência já esteve bem forte em 2008. E devem surgir ainda mais <strong>fitros de filtros</strong>, como já acontece nos trabalhos de <a href="http://blog.guykawasaki.com/" title="How to Change the World">Guy Kawasaky</a>, dos blogs <a href="http://lifehacker.com/" title="Lifehacker, tips and downloads for getting things done">Lifehacker</a> e <a href="http://gizmodo.com/" title="Gizmodo Brasil">Gizmodo</a>. Haverá cada vez mais &#8220;micro portais&#8221; de internet, o que deve levar os atuais a buscar novas fórmulas de atuação, ainda que bem aos poucos.</p>
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		<title>Computadores poluem como a aviação?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/23/computadores-poluem-como-a-aviacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 15:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gráfico representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007.
No conjunto, a computação e as telecomunicações produzem 2% das emissões (de carbono) globais, de acordo com a Iniciativa Global e E-Sustentabilidade (Gesi, na sigla em inglês), um grupo da indústria. Desses, 49% vêm dos PCs e impressoras, 37% das redes e dos dispositivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/2007/12/nintendo_ranking_creates_a_sti.html#more'><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/greencompanies.jpg" alt="Gráfico representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007." width="430" height="238" class="alignnone size-full wp-image-5251" /></a><br />
<em><a href="http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/2007/12/nintendo_ranking_creates_a_sti.html#more" target="blank" title="" rel="tag">Gráfico</a> representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007.</em></p>
<blockquote><p>No conjunto, a computação e as telecomunicações produzem 2% das emissões (de carbono) globais, de acordo com a <a href="http://www.gesi.org/" target="blank" title="Iniciativa Global e E-Sustentabilidade" rel="tag">Iniciativa Global e E-Sustentabilidade</a> (Gesi, na sigla em inglês), um grupo da indústria. Desses, 49% vêm dos PCs e impressoras, 37% das redes e dos dispositivos de telecomunicações e 14% dos centros de processamento. O volume total das emissões é comparável ao da aviação. Mas a indústria de TI, ao contrário da aviação, não provoca a ira dos ativistas ambientais. Talvez isso aconteça porque os computadores são menos visíveis ao poluir, ou porque seu uso não é considerado, como na aviação, frívolo e desnecessário.</p></blockquote>
<p><strong>Tom Standage</strong>, da <a href="http://www.economist.com/" title="Economist.com" target="blank" rel="tag">The Economist</a>, traduzido para o especial <em>O Mundo em 2009</em>, da Carta Capital, que está nas bancas e custa R$ 12,90. Mais sobre computadores e sustentabilidade no <a href="http://www.climateactionprogramme.org/books/2008/" target="blank" title="Climate Action" rel="tag">Climate Action</a>. Ou no <a href="http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/toxics_pollution/" target="blank" title="Greenpeace" rel="tag">Greenpeace</a>, claro.</p>
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		<title>Abrace uma árvore. Mas leve seu Blackberry</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/11/07/abrace-uma-arvore-mas-leve-seu-blackberry/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 18:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ecopsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Cansado da tecnologia? Depressivo porque só vê o mundo por meio de telas? Talvez você precise abraçar umas árvores. Pelo menos é no que acreditam Richard Mitchell e Frank Popham, pesquisadores de duas das mais importantes universidades da Escócia.
Em matéria publicada no site da BBC, eles afirmam que mesmo pequenos jardins em quintais podem melhorar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/11/abraca.jpg" alt="Abraçando árvore" width="200" height="300" align="right" style="padding:10px" />Cansado da tecnologia? Depressivo porque só vê o mundo por meio de telas? Talvez você precise abraçar umas árvores. Pelo menos é no que acreditam Richard Mitchell e Frank Popham, pesquisadores de duas das mais importantes universidades da Escócia.</p>
<p>Em <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/7714950.stm" target="blank" title="Green spaces reduce health gap" rel="tag">matéria publicada no site da BBC</a>, eles afirmam que mesmo pequenos jardins em quintais podem melhorar sua saúde emocional. Testes realizados com voluntários demonstraram que a exposição regular a ambientes fora de cidades podem ajudar a reduzir a pressão sanguínia, baixar os níveis de estresse e até acelerar a recuperação pós-cirúrgica.</p>
<p style="color:#333;padding:15px;border:1px solid #ccc"><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/cocoicon.gif" align="left" style="padding:5px">Meus sensores de obviedade já estão apitando.</p>
<p>Já no site <a href="http://www.mentalfloss.com/blogs/archives/19982" target="blank" title="Mental Floss" rel="tag">Mental Floss</a>, há um post sobre o bom e velho Theodore Roszak, ativista da contra-cultura nos anos 60, considerado o pai da <strong>ecopsicologia</strong>. Ele acredita que muitas crianças que vivem nas grandes cidades urbanas desenvolvidas sofrem de <a href="http://www.sciam.com/article.cfm?id=does-consumerism-make-us-crazy" target="blank" title="Scientific American sobre consumismo e ecopsicologia" rel="tag">desordem por déficit de natureza</a>. Uau. É como um mal-estar derivado do que ele chama de <strong>repressão dos instintos de contato com a natureza</strong>.</p>
<p>Os conceitos fazem sentido e merecem ser investigados mais a fundo. Afinal, não é preciso ser especialista para perceber que realmente precisamos de uma noção de ambiente um pouco mais profunda do que os wallpapers de paisagem do Windows.</p>
<h3>Posso desligar a natureza quando cansar?</h3>
<p>Mas também não podemos esquecer que, durante a história da humanidade, a chamada natureza foi considerada nossa <strong>principal fonte de estresse</strong>. Algum teórico do passado deve ter escrito sobre o quanto as cidades poderiam melhorar a nossa saúde e nos livrar de ser comidos por animais.</p>
<p>Onde eu quero chegar? No <strong>medo do estresse</strong>. Esse é o problema que precisamos atacar. Estejamos no Edifício Copam ou em Jeriquaquara.</p>
<p>Você pode até ir viver no meio da Serra Gaúcha, como eu mesmo fiz. Mas quando começar a chover a cada dois dias, quando houver tanta neblina que você é capaz de enxergar sua sombra no ar, quando ouvir uma orquestra de sapos e grilos todas as noites, certamente o grande monstro da atualidade reaparecerá: o <strong>descontentamento</strong>.</p>
<p>Trata-se daquele estado emocional que não é nem dor extrema e nem tranquilidade. É um sentimento de se estar <strong>permanentemente de saco cheio</strong>, precisando reclamar de algo. Que pode evoluir para duas coisas: o estresse e o desejo social de ser acolhido, de <strong>conseguir atenção por meio do rabugentismo</strong> (uma praga que se alastra especialmente em ambientes como o Twitter).</p>
<p>Este cenário, na verdade, é uma atualização de um <em>bug</em> humano mais antigo. O hábito de levar a sério todas as dores, conceitualizá-las e superdimensioná-las. Não conseguimos apenas parar e <strong>experimentar</strong> a situação. Antes mesmo de saber direito o que acontece, temos que correr para algum canto, tentando &#8220;ser felizes&#8221;. Não damos tempo para que o estresse se dissolva por si mesmo. Nem que nos ensine algo. Temos que lutar ou fugir.</p>
<p>Podemos nos trancar numa reserva ecológica. Mas, enquanto continuarmos a solidificar o descontentamento, só vamos conseguir destruir <strong>mais um ambiente</strong>. Ou, no mínimo tentar pendurar cabos e fios por todo lugar. Novamente.</p>
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		<title>O que fazer quando aparecem mensagens de erro incompreensíveis?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/31/mensagens-de-erro/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 19:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[mensagens de erro]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensagens de erro podem ser tanto uma frustração quanto uma diversão. Há quem colecione os textos bizarros que os aplicativos mostram em momentos de desespero. Mas o que fazer quando aparece um erro incompreensível e você fica completamente perdido? O jeito tradicional de conseguir ajuda é recorrer ao São Google. Postar o texto da mensagem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/erro2.jpg" alt="Erro estranho do Vista" width="396" height="310" align="left" style="padding:10px" />Mensagens de erro podem ser tanto uma frustração quanto uma diversão. Há quem <a href="http://www.ghacks.net/2006/08/21/funny-error-messages/" target="blank" title="mensagens de erro do windows" rel="tag">colecione</a> os textos bizarros que os aplicativos mostram em momentos de desespero. Mas o que fazer quando aparece um erro incompreensível e você fica completamente perdido? O jeito tradicional de conseguir ajuda é recorrer ao São Google. Postar o texto da mensagem, descobrir se alguém já passou pela mesma encrenca e ver que solução foi encontrada. Uma nova ferramenta on-line pretende mudar essa história. Chama-se <a href="http://whatdoesthiserrormean.com/" target="blank" title="What Does This Error Mean" rel="tag">What Does This Error Mean</a> (O que significa esse erro?).</p>
<p><a href="http://whatdoesthiserrormean.com/" target="blank" title="What Does This Error Mean" rel="tag">No site</a>, você encontra um formulário simples, no qual pode digitar a mensagem de erro. Depois é só clicar em &#8220;Encontre alguma ajuda&#8221;. Detalhe importante: o aplicativo busca soluções num banco de dados nativo, não na web. Os resultados são mais limitados. De qualquer forma, se ele encontrar a salvação, exibirá o material e os dados de quem a postou, para maiores esclarecimentos.</p>
<p>Você ainda pode criar uma espécie de banco de dados no site para acompanhar o problema. Toda vez que alguém tocar no assunto, poderá ser notificado via e-mail ou até RSS. Mais ou menos como num fórum, com espaços para comentários e sistema de votação, para classificar as informações mais úteis.</p>
<p>O grande problema é que, por enquanto, a ferramenta parece ter sido dominada por desenvolvedores de aplicativos para internet. Usuários mais genéricos podem ficar frustrados.</p>
<p>Em todo caso, vale reaproveitar a ideia de um outro jeito. Se você não é do tipo que gosta de participar de fóruns, vá até o <a href="http://www.google.com/alerts" target="blank" title="Google Alerts" rel="tag">Google Alerts</a> e cadastre-se para receber notificações sobre a sua mensagem de erro &#8220;favorita&#8221;.</p>
<p style="color:#333;padding:15px;border:1px solid #ccc"><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/coffeebreak.gif" align="left" style="padding:5px">Seu computador é perfeito e não apresenta mensagens de erro? Crie a sua, no <a href="http://atom.smasher.org/error/" target="blank" title="Atom Smashers Error Message Generator" rel="tag">Atom Smasher&#8217;s Error Message Generator</a>.</p>
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