Nova versão do FeedDemon na área. O programa da News Gator já era um dos melhores leitores de RSS off-line disponíveis no mercado. Agora traz vários recursos interessantes para os usuários do Twitter:
• Criação de micro-URLs (sistema para encurtar os endereços dos sites),
• Suporte a avatares,
• Buscas nos posts,
• Alertas no desktop,
• Links automáticos para ter acesso a toda a sequência de uma determinada conversa (exemplo #magaiver) e
• envio de respostas (reply) direto do programa.
Se você não gosta da interface do Google Reader, o FeedDemon pode ser uma ótima opção. Você pode até mesmo integrar os dois ambientes, como ensina o Digital Inspiration.
Você sofre da síndrome de culpa do RSS? O fenômeno acontece quando cadastramos mais feeds do que podemos ler e desenvolvemos uma contínua sensação de que perdemos algo. Em vez de encararmos o RSS como uma tecnologia criada para facilitar nossa relação com grandes quantidades de informação, passamos a usá-la como mais uma fonte de estresse. O vídeo mostra um jeito de resolver isso: contextualizar seus feeds. Confira.
Para ter acesso às suas estatísticas, basta clicar em “Trends” (ou tendências na versão em português).
Por mais que eu seja seletivo e assine poucos feeds de RSS, perco muito tempo processando informação repetida ou inútil. Assim, às vezes é importante parar para perguntar: afinal, quais fontes realmente atraem minha atenção?
O Google Reader tem uma função que ajuda a medir nossos hábitos de dragagem de RSS. Cria gráficos que mostram quanto tempo gastamos em determinados feeds, com qual frequência os visitamos, entre outras informações.
Se você pensa seriamente em entrar numa dieta de informação para direcionar seu tempo e energia para outras prioridades, as estatísticas do GReader são um ótimo começo. Baseado nos dados da sua conta, você pode cortar os feeds que quase nunca lê. Afinal, eles atrapalham, criando uma sensação de que há pouco tempo para dar conta de tanta informação.
Ao analisar os gráficos, você pode ficar surpreso ao notar o quão rapidamente mudamos de sites. Dragamos informação, escaneamos partes do texto e tomamos decisões muito rápidas (lincar, comentar, criticar, abandonar). Muitas vezes sem saber exatamente qual é o assunto do post.
Esse é um hábito perigoso. Nos acostuma a acreditar que lemos textos, quando apenas pulamos de título em título superficialmente. Aos poucos, ficamos ansiosos, impacientes e perdemos o hábito da leitura concentrada e sistemática.
A não ser que você seja um meme, é sempre bom filtrar suas fontes de informação periodicamente. Pelo menos para não se tornar uma vaca louca do processamento de títulos.
Eduardo Fernandes é interaction designer, consultor e jornalista. Já desenvolveu projetos de internet para empresas como Trip, Nokia, Petrobras, Nintendo, Editora Abril, entre outras.