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	<title>Magaiver &#187; internet</title>
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	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
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		<title>As 5 famílias de usuários de internet: 5 &#8211; os desligados</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/24/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-desligados/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 14:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A quinta família a ser analisada é a dos desligados. Sua palavra de ordem é a tranquilidade.
Características gerais
Lado positivo: sossego, calma, despreocupação.
Lado negativo: preguiça, ignorância, egoísmo.
Comportamentos
O usuário de internet da família dos desligados:
• [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/astro.jpg" alt="" width="300" height="438" style="float:right;margin: 0 0 20px 20px" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A quinta família a ser analisada é a dos <strong>desligados</strong>. Sua palavra de ordem é a <strong>tranquilidade</strong>.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> sossego, calma, despreocupação.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> preguiça, ignorância, egoísmo.</p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>O usuário de internet da família dos desligados:</p>
<p>• Gosta de usar a web para <strong>se divertir</strong>.<br />
• Não se preocupa com vírus, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Phishing" target="blank" title="" rel="tag">phishing</a> ou cavalos de tróia.</p>
<p>• Não costuma refletir sobre como usa a internet. <strong>Não acha que isso seja um grande problema.</strong> Tudo está ok. Ele liga o computador e faz o que lhe der na telha.</p>
<p>• Não se importa se desperdiça o seu tempo e o dos outros. Na verdade, <strong>não pensa que tempo seja algo escasso e limitado</strong>.<span id="more-5760"></span></p>
<p>• Gosta de observar, mas <strong>prefere não participar</strong>. Inscreve-se em fóruns, mas raramente emite opiniões, lê blogs, mas não faz comentários.</p>
<p>• Baixa muitos arquivos de música e filmes via web. Mas <strong>não compartilha</strong> o que tem em sua HD.</p>
<p>• Tende a gostar de sites de auto-ajuda, aconselhamento psicológico, astrologia, ioga e técnicas esotéricas.</p>
<p>• Não se preocupa em se deslogar do Skype ou MSN, ainda que isso gaste banda e deixe a internet de todos os outros colegas de trabalho mais lenta.</p>
<h4>Ao entrar em contato com um desligado&#8230;</h4>
<p>• Percebemos sua calma e despreocupação. Ele <strong>raramente superdimensiona</strong> as situações. Tem senso de humor e não encara as coisas com demasiada seriedade.</p>
<p>• Nos impressionamos com sua <strong>flexibilidade</strong>. Ele aceita mudar de opiniões. Não cria resistência e parece lidar bem com situações estressantes.</p>
<p>• Achamos que ele é um tanto lento, preguiçoso, &#8220;viajante&#8221; e até infantil.</p>
<h4>Vulnerabilidade</h4>
<p>O desligado é extremamente vulnerável aos &#8220;perigos&#8221; da internet. Desde vírus a até spams. Pode destruir seu computador, sua reputação on-line ou até sua conta bancária. Tudo porque <strong>se recusa a pensar que suas ações tenham algum tipo de consequência</strong> política, social, ambiental ou tecnológica mais séria.</p>
<p>O desligado pode ter experiência em lidar com computadores, ser bem informado e até extremamente culto. Mas, ao mesmo tempo, pode ser <strong>completamente ignorante</strong>. Ele cria uma cegueira voluntária, uma <strong>falsa segurança</strong>, achando que, afinal, tudo sempre acaba dando certo.</p>
<p>Ele prefere não se lembrar de que, para que gaste milhares de dólares com gadgets inúteis, há trabalho semi-escravo em países da Ásia. Ou que sua <strong>comodidade tem custos</strong> ambientais, políticos e sociais.</p>
<p>Sua ignorância não está baseada em má-fé. É mais um ato de autopreservação. Ele não quer estresse. Ou tem preguiça de se deprimir.</p>
<h4>Como um desligado procrastina</h4>
<p>• Visitando YouTube, Orkut (ou outras redes sociais), sites de astrologia, esotéricos, pornografia, celebridades, programas e sites de compartilhamento de arquivos (eMule, Rapid Share, Mininova, Pirate Bay etc.).</p>
<p>Como sempre, essas atividades e produtos não levam necessariamente à procrastinação. Mas podem ser usados com essa finalidade. Até inconscientemente.</p>
<p><strong>Série As  Famílias de usuários de internet</strong><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-1-os-intelectualistas/" target="blank" title="" rel="tag">1 &#8211; os intelectualistas</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">2 &#8211; Os enriquecedores</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/21/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-3-os-sedutores/" target="blank" title="" rel="tag">3 &#8211; Os sedutores</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/23/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-4-os-eficientes/" target="blank" title="" rel="tag">Os eficientes</a></p>
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		<item>
		<title>As 5 famílias de usuários de internet: 3 &#8211; os sedutores</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/21/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-3-os-sedutores/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 13:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A terceira família a ser analisada é a dos sedutores.
Características gerais
Lado positivo: gentileza, amabilidade, elegância, sensualidade, carisma.
Lado negativo: paixão, desejo de possuir, vontade de seduzir o mundo, sem se comunicar realmente com ele.
Comportamentos
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/pavao1.jpg" alt="" width="350" height="263" style="float:right;margin: 0 0 10px 20px" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A terceira família a ser analisada é a dos <strong>sedutores</strong>.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> gentileza, amabilidade, elegância, sensualidade, carisma.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> paixão, desejo de possuir, vontade de seduzir o mundo, sem se comunicar realmente com ele.<span id="more-5755"></span></p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>O usuário de internet da família dos sedutores:</p>
<p>• Comunica-se com eloquência, elegância e inteligência. Não admite erros de pronúncia, ortografia ou ritmo.</p>
<p>• Atribui uma grande importância à estética: seja em textos, sites ou produtos que compra.</p>
<p>• Gosta de detalhes, bons acabamentos e refinamento.</p>
<p>• É muito sociável, atraente, generoso e hospitaleiro.</p>
<p>• Raramente perde a linha, discute ou entra em conflitos: &#8220;você está irritado? Sem problemas, vamos conversar melhor. Aproxime-se mais&#8221;.</p>
<h4>Relação com a comunicação</h4>
<p>Assim como os <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">enriquecedores</a>, <strong>os sedutores gostam de sentir que são populares</strong>. E vivem à procura de <strong>sinais</strong> de que esse objetivo foi atingido: muitos seguidores nos seus perfís em redes sociais, blogs com alta audiência e bom ranking no Google. </p>
<p>Inconsciente ou conscientemente, vivem o cotidiano como se estivessem num palco, entretendo seus fãs. Se um sedutor está entediado, faz uma piada sobre o assunto numa rede social. Se está nervoso, escreve um post irônico e cáustico. De alguma forma, sente que sua vida é mais interessante quando se torna algum tipo de show.</p>
<h4>Ao entrar em contato com um sedutor&#8230;</h4>
<p>Ficamos impressionados com seu <strong>carisma</strong>. E com a capacidade que ele tem de construir coisas belas, inteligentes e incisivas. Estar perto de uma pessoa assim nos empolga, nos dá energia. Parece que até as coisas mais simples carregam grandes promessas.</p>
<h4>Mas&#8230;</h4>
<p>Popularidade não é tudo. <strong>Os sedutores não querem ser conhecidos por &#8220;qualquer um&#8221;</strong>. Por exemplo: se o Orkut está cheio demais, é hora de sair. Se &#8220;pessoas comuns&#8221; descobrem o Twitter, é hora de procurar outro clube que pareça mais exclusivo, grandioso.</p>
<p>O integrante dessa família também pode ter vários problemas de comunicação. Seu desejo de <strong>seduzir o mundo</strong> pode fazer com que ele simplesmente <strong>não ouça as pessoas</strong>, ou trate-as apenas como peças num jogo de <strong>manipulação</strong>.</p>
<p>Além disso, como o sedutor não gosta de conflitos &#8211; que parececem vulgares e perigosos demais &#8211; tende a deixar inúmeros assuntos mal resolvidos pelo caminho.</p>
<h4>Como um sedutor procrastina</h4>
<p>• Em sites de artes, gadgets e das últimas tendências de tecnologia (Techcrunch, Engadget, Gizmodo, Lifehacker ou outros considerados mais antenados e exclusivos).</p>
<p>• No Twitter, Flickr, <a href="http://www.deviantart.com/" title="where ART meets application!" target="blank" rel="tag">Deviant Art</a>, <a href="http://ffffound.com/" title="FFFFOUND!" target="blank" rel="tag">FFFound</a>, <a href="http://www.veer.com/" title="Elements for Creativity" target="blank" rel="tag">Veer</a>, <a href="http://pitchfork.com/" title="Home" target="blank" rel="tag">Pitchfork</a>, NME, blogs, fóruns e comunidades com interesses específicos (por exemplo: design, programação, literatura etc.)</p>
<p>• Instalando e reinstalando softwares, melhorando o visual do blog, organizando pastas no computador, trocando wallpapers e procurando dicas para turbinar o computador.</p>
<p>• Fazendo ego-surfing, analisando estatísticas da visitação do blog, checando quantas pessoas se inscreveram em suas comunidades ou passaram a segui-lo no Twitter. E, se possível, verificar como se comportam essas pessoas.</p>
<p>• Visitando sites eróticos, mas com aspirações artísticas (<a href="http://www.revistatrip.com.br" target="blank" rel="tag">Trip</a>, <a href="http://suicidegirls.com/" title="SuicideGirls &gt; Miss Suicide Girls SG Pin Up Girls - Tattooed Girls Goth Punk Emo Alt Girls" target="blank" rel="tag">Suicide Girls</a>, entre outros).</p>
<p>Como sempre, essas atividades não levam necessariamente à procrastinação. Mas podem ser usadas com essa finalidade. Até inconscientemente.</p>
<p>(Próxima família: os eficientes. Aguarde).</p>
<p>Série As  Famílias de usuários de internet<br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-1-os-intelectualistas/" target="blank" title="" rel="tag">1 &#8211; os intelectualistas</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">2 &#8211; Os enriquecedores</a></p>
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		</item>
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		<title>Apple lança novo Safari e passa a perna no Chrome</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/25/apple-lanca-novo-safari-e-passa-a-perna-no-chrome/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 17:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Alguém ainda se lembra do Chrome, navegador lançado pelo Google? No ano passado, ele fez um enorme barulho na imprensa especializada, mas ainda &#8220;não pegou&#8221;. Muita gente inclusive ficou irritada com a falta de versões para Mac OS X e Linux. Agora a Apple acabou de resolver parte do problema: liberou a versão beta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/02/safari4_1.jpg" alt="" /></p>
<p>Alguém ainda se lembra do <a href="http://www.google.com/chrome" target="blank" title="" rel="tag">Chrome</a>, navegador lançado pelo Google? No ano passado, ele fez um enorme barulho na imprensa especializada, mas ainda &#8220;não pegou&#8221;. Muita gente inclusive ficou irritada com a falta de versões para Mac OS X e Linux. Agora a Apple acabou de resolver parte do problema: <a href="http://www.apple.com/safari/download/" target="blank" title="" rel="tag">liberou a versão beta do Safari 4 para download</a>.</p>
<p>E o que isso tem a ver? Muita coisa. O Chrome foi construído a partir do mesmo sistema de renderização de páginas usado pelo Safari, o <a href="http://webkit.org/" title="The WebKit Open Source Project" target="blank" rel="tag">WebKit</a>. Assim, com exceção de detalhes menores, a única novidade considerável do browser do Google é a interface. Basicamente, ela traz uma <a href="http://www.opera.com/discover/browser/?feature=speeddial" target="blank" title="" rel="tag">página inicial inspirada no Opera</a> (Speed Dial), além das famosas abas acima da barra de endereços. De resto, a fama do Chrome é a de ser mais rápido e estável do que o Explorer e o Firefox &#8211; o que nem sempre é verdade.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/02/safari4_2.jpg" alt="" /><br />
<em>Menu com recursos para desenvolvedores e webdesigners.</em></p>
<p>Então o que fez a Apple? Lançou o novo Safari com as tais abas do Chrome. E, na página inicial, batizada de &#8220;Top Sites&#8221;, colocou um dos recursos mais carismáticos do Leopard / iPod, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cover_Flow" target="blank" title="" rel="tag">Cover Flow</a>. Além de aplicar o padrão Finder / iTunes para a navegação dos bookmarks.</p>
<p>Ou seja: quem precisa esperar a versão do Chrome para Mac? Ou mesmo usar alternativas como o <a href="http://www.stainlessapp.com/" target="blank" title="" rel="tag">Stainless</a>? Com um detalhe adicional: o navegador da Apple já tem sua versão para Windows. Vamos ver como o Google vai responder a esse lançamento.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/02/safari4_31.jpg" alt="" width="640" height="449" class="alignnone size-medium wp-image-5710" /></p>
<p>Nos primeiros testes que fiz no Mac OS X, o Safari é realmente mais rápido do que os betas do novo Firefox. Em especial no Gmail e em sites com muito javascript. Mas ainda é preciso conviver um pouco mais com o navegador para dar uma opinião mais fundamentada.</p>
<p>Por enquanto, você pode <a href="http://www.apple.com/safari/download/" target="blank" title="" rel="tag">baixar o programa aqui</a> e conferir os <a href="http://www.apple.com/safari/features.html" target="blank" title="" rel="tag">novos recursos no site da Apple</a>. O Safari 4 beta parace bem promissor, em especial do ponto de vista da experiência de usuário.</p>
<p>PS &#8211; Se você gosta de testar navegadores para Mac OS X, vale a pena saber que o <a href="http://www.omnigroup.com/applications/omniweb/" target="blank" title="" rel="tag">Omni Web</a> agora é gratuito.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Era do Alt + Tab</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/11/04/a-era-do-alt-tab/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 00:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[gtd e produtividade]]></category>
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		<description><![CDATA[
Outro dia estava descadastrando uns feeds do meu leitor de RSS. Isso me fez voltar a ler alguns sites norte-americanos sobre produtividade pessoal. Senti um certo mal-estar. Queria fugir daquele tipo de leitura o mais rápido possível. Vou tentar explicar porquê.
Muito do discurso sobre produtividade está baseado numa espécie de agressividade. Não falo de textos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/11/remote.jpg" alt="Controle Remoto" width="500" height="332" class="alignnone size-full wp-image-4671" /></p>
<p>Outro dia estava descadastrando uns feeds do meu leitor de RSS. Isso me fez voltar a ler alguns sites norte-americanos sobre produtividade pessoal. Senti um certo mal-estar. Queria fugir daquele tipo de leitura o mais rápido possível. Vou tentar explicar porquê.</p>
<p>Muito do discurso sobre produtividade está baseado numa espécie de agressividade. Não falo de textos rudes ou algo assim. Mas de uma revolta <strong>contra si mesmo</strong>, que se expressa em crises de culpa, infinitas cobranças de adaptação a metas e procedimentos. &#8220;Não fiz isso, não consegui aquilo, deveria adotar tal prática&#8221;. <span id="more-4661"></span></p>
<h3>Ódio ao patrão datou</h3>
<p>Até meados do século 20, muita da agressividade no ambiente de trabalho era voltada contra o &#8220;patrão explorador&#8221;. Agora muitos lutam contra si mesmos, usando como ferramentas certas <strong>tiranias conceituais</strong> &#8211; expedientes, técnicas gerenciais, procrastinação, entre outros fatores.</p>
<p>Ou algo muito mais sutil. E até inconsciente. Por exemplo: a pessoa gasta o dia inteiro em <em>navegação-sem-cérebro</em> pela web e depois a noite toda no ALT+Tab entre autopiedade e autocondenação. É como se torturar sistematicamente.</p>
<h3>Outros controles remotos</h3>
<p>Os anos 80 formaram a <strong>Era do Controle Remoto</strong>, dando origem aos zappers &#8211; que mudavam de canal frenéticamente e nunca assistiam propriamente a nada. Consequentemente, surgiram os <em>cough potatos</em>, cujo maior exemplo é Homer Simpson, sua obesidade pouco genética, seu sofá e sua cerveja.</p>
<p>Já os 2000 formam a <strong>Era do ALT+Tab</strong>, na qual zapeamos entre diversos sites, janelas e aplicativos, deixando um rastro de logins, contas, senhas e cadastros. Nosso personagem agora é outro, que compra (ou deseja) gadgets, é fã de popstars da indústria da tecnologia, sofre de lesão por esforço repetitivo (LER) e quer desesperadamente ser produtivo.</p>
<h3>Do tráfico ao tráfego</h3>
<p>Nos dois casos está uma mesma raiz: <strong>o entorpecimento</strong>, de alguma forma semelhante aos vícios químicos. Amy Winehouse encontra algum tipo de coragem ignorante para destruir-se com drogas pesadas. Nós preferimos nos entorpecer lentamente, assistindo ao pesadelo da cantora. Ainda assim, nos dopamos.</p>
<p>E, por trás de toda esse movimento, está a velha agressividade contra nós mesmos. Preferimos assimilar 4 milhões de informações por hora do que gastar um minuto para nos olhar no espelho. Honestamente, sem preconceitos e metas. Apenas na nudez do que somos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Internauta é como gafanhoto?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/13/internauta-e-como-gafanhoto/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/13/internauta-e-como-gafanhoto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 15:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou aqui usar uma definição brilhante do colega Marcos Lavieri: o internauta (especialmente o brasileiro) é um gafanhoto. Devasta uma plantação, depois vai para outra.
Via Clico, Logo Existo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Vou aqui usar uma definição brilhante do colega Marcos Lavieri: o internauta (especialmente o brasileiro) é um gafanhoto. Devasta uma plantação, depois vai para outra.</p></blockquote>
<p>Via <a href="http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/10/09/eu-poderia-estar-roubando-mas-sou-consultor-de-web-20/" target="blank" title="Clico, Logo Existo" rel="tag">Clico, Logo Existo</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/13/internauta-e-como-gafanhoto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seu cérebro também tem disputas por audiência</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 12:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>
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		<description><![CDATA[
A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/ressonancia.jpg" alt="Ressonância magnética + Google Analytics" width="400" height="400" class="alignnone size-full wp-image-4061" /></p>
<blockquote><p>A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como uma torre com múltiplos níveis dependentes uns dos outros). (&#8230;)</p></blockquote>
<p>Comentário <a href="http://scienceblogs.com/cortex/2008/10/the_inner_argument_1.php" target="blank" title="" rel="tag">publicado no The Frontal Cortex</a>, blog sobre neurologia. Pesquisadores usaram exames de ressonância magnética para tentar entender como lidamos com decisões de risco. No processo, descobriram que a disputa por atenção não está só na internet, TV ou publicidade. De alguma forma, cada uma das nossas idéias busca audiência, quer se transformar <em>em viral</em> e &#8220;subir no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pagerank" target="blank" title="definicao de PageRank" rel="tag">PageRank</a>&#8220;. <a href="http://cercor.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/bhn147" target="blank" title="Functional Dissociations of Risk and Reward Processing in the Medial Prefrontal Cortex" rel="tag">Leia a pesquisa completa aqui</a>.</p>
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