Twitter e a arte de perder o controle
Como controlar suas próprias criações? Devemos tentar fazê-lo?
Na apresentação acima, Evan Williams mostra como o sistema de microbloging que ele criou, o Twitter, foi muito além dos seus objetivos iniciais. No começo, era um projeto paralelo, despretensioso e até ingênuo – vide os diversos problemas que enfrentou por crescer rápido demais. Mas, à medida em que se popularizou, a ferramenta ganhou vida própria. Conectou-se à criatividade das pessoas e foi para caminhos inesperados.
No início, os desenvolvedores sugeriram que os usuários respondessem o que estavam fazendo. E eles responderam: subvertendo suas ideias. É como se chamassem o pai da criança de canto e mostrassem que poderiam cuidar melhor dela. Hoje o Twitter serve para inúmeras coisas, de traduzir textos a conferir cotação do dólar. Imagine se Williams batesse o pé e quisesse que as coisas fossem exatamente do seu jeito. Muitas vezes, o caos é muito mais esperto do que o plano.
A maioria das minhas contas em redes sociais existe por motivos profissionais. Como ganho a vida escrevendo sobre tecnologia, tenho que testar serviços. Geralmente, antes do seu lançamento para o público.
É bom ter muita atenção ao usar serviços web 2.0. Eles podem se tornar uma espécie de spam voluntário, 