<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Magaiver &#187; cérebro</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/tag/cerebro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver</link>
	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 May 2009 00:05:12 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Você consegue prestar atenção?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/16/voce-consegue-prestar-atencao/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/16/voce-consegue-prestar-atencao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 23:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5698]]></guid>
		<description><![CDATA[
Imagem: revista Wired.
O site da revista Wired publicou uma interessante matéria sobre fragmentação da atenção. Segundo a jornalista especializada em ciência, Maggie Jackson, vivemos numa era com cada vez mais distrações competindo entre si, o que nos leva a prestar menos atenção no que lemos, ouvimos e até mesmo nas conversas que temos uns com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://blog.wired.com/wiredscience/2009/02/attentionlost.html' target="blank" rel="tag"><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/02/multitasking.jpg" alt="" width="640" /></a><br />
<em>Imagem: revista Wired.</em></p>
<p>O <a href="http://blog.wired.com/wiredscience/2009/02/attentionlost.html" target="blank" title="" rel="tag">site da revista Wired</a> publicou uma interessante matéria sobre fragmentação da atenção. Segundo a jornalista especializada em ciência, Maggie Jackson, vivemos numa era com cada vez mais distrações competindo entre si, o que nos leva a prestar menos atenção no que lemos, ouvimos e até mesmo nas conversas que temos uns com os outros. Tudo isso estaria nos deixando limitados e menos criativos:</p>
<blockquote><p>Esse nível de interrupções está relacionado com estresse, frustração e diminuição da criatividade. Isso faz sentido. Quando você está disperso e difuso, você é menos criativo. Quando seu tempo para refletir está sempre esburacado, é difícil resolver problemas, criar relações entre pensamentos e pensar.</p></blockquote>
<p><span id="more-5698"></span></p>
<p>Suas afirmações são baseadas em pesquisas publicadas em seu livro <a href="http://maggie-jackson.com/" target="blank" title="" rel="tag">Distracted: The Erosion of Attention and the Coming Dark Age</a>, que deve chegar às livrarias em setembro. A matéria continua:</p>
<blockquote><p>Somos programados para ser interrompidos. Temos descargas de adrenalina quando recebemos novos estímulos: na verdade, nosso corpo nos recompensa por prestar atenção em novidades. Então, nesse mundo de comunicações extremamente rápidas, é fácil e tentador sempre reagir a coisas novas. Mas, se vivemos de um jeito reativo, nós minimizamos nossa capacidade de atingir metas.</p></blockquote>
<div style="width:200px;text-align:right;float: right;padding:10px 0 10px 10px;font-size: 18px;color: #333">Nossas mentes adquiriram hábitos históricos. Mas mesmo isso está em constante mudança.</div>
<p>Fico impressionado como esses cientistas e jornalistas que tratam de evolucionismo pensam pouco em evolução. Nossos cérebros foram &#8220;programados&#8221;? Isso me parece fatalista demais. Prefiro pensar que nossas mentes adquirem hábitos históricos. Mas mesmo isso está em mutação constante. Um monge cristão na Idade Média tinha contato com muita informação para os padrões da época, mas não se pode dizer que sofria de &#8220;fragmentação da atenção&#8221;.</p>
<h4>Somos mutantes</h4>
<p>Nossos cérebros são mutáveis, assim como nossos hábitos. Com o treinamento adequado, é possível reverter a fragmentação. Isso vem sendo feito há mais de 2 mil anos por praticantes de meditação, artes marciais e até mesmo por pessoas comuns em escolas &#8211; todo estudante precisa aprender a manter o foco e aprofundar a atenção para conseguir progredir.</p>
<div style="width:200px;float: left;padding:10px 15px 10px 0;font-size: 18px;color: #333">E é por isso mesmo que a falta de atenção é perigosa: ela destreina o cérebro.</div>
<p>E é por isso mesmo que a falta de atenção é perigosa: ela destreina o cérebro. Torna-o escravo da satisfação imediata. Prende-nos à quantidade de estímulo, não à qualidade. Se nossa sociedade passa a valorizar a fragmentação e as distrações, se ganha dinheiro com elas, se baseia sua economia em vender conhecimento como se fosse lixo, aí sim temos um problema.</p>
<p>E esse é um processo mais profundo do que parece. Ao nos acostumarmos a ser distraídos, perdemos o hábito de prestar atenção aos nossos próprios pensamentos. <strong>Começamos a agir cada vez mais no piloto automático</strong>. Se, por um lado, não é saudável ser paranóico com seus pensamentos, a total distração também não é recomendável. Esta é como andar desatento pela rua: você esbarra nas coisas, nas pessoas etc.</p>
<h4>Quem está no controle?</h4>
<p>Enfim, a questão é: você consegue controlar sua mente quando precisa controlá-la? Reconhece pensamentos destrutivos quando eles começam a se formar? Ou só vai percebê-los quando já fizeram estrago? Consegue dar conta dos seus objetivos? Consegue ouvir as pessoas adequadamente?</p>
<p>A <strong>fragmentação da atenção nos deixa mais inábeis e incontroláveis</strong> em relação a nós mesmos, ao nosso ambiente, ao planeta e ao próprio conhecimento. E esse é o perigo. Ao zapear de site em site na web raramente pensamos nisso. Ao distrair os colegas no ambiente de trabalho, parece tudo tão inocente. Mas seu cérebro está sendo treinado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/16/voce-consegue-prestar-atencao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ilusões de ótica (e de objetivos)</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/15/ilusoes-de-otica-e-de-objetivos/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/15/ilusoes-de-otica-e-de-objetivos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 23:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[ilusões de ótica]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5071]]></guid>
		<description><![CDATA[Arthur Shapiro, professor da Bucknell University, no departamento de psicologia e neurociência, tem uma das profissões mais divertidas que se pode imaginar: enganar o cérebro. Ele cria jogos e animações que produzem ilusões de ótica.
No blog Illusion Sciences, publica parte desse impressionante material. Mesmo sem precisar enfrentar um xamã e tomar Aihuasca, como fez Marcelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Arthur Shapiro, professor da Bucknell University, no departamento de psicologia e neurociência, tem uma das profissões mais divertidas que se pode imaginar: <strong>enganar o cérebro</strong>. Ele cria jogos e animações que produzem ilusões de ótica.</p>
<p>No blog <a href="http://www.illusionsciences.com/">Illusion Sciences</a>, publica parte desse impressionante material. Mesmo sem precisar enfrentar um xamã e tomar Aihuasca, <a href="http://revistatrip.uol.com.br/166/negras/06.htm" target="blank">como fez Marcelo Tas</a>, é possível notar como nossa percepção daquilo que chamamos de realidade é frágil. Pequenas alterações nos gráficos fazem com que mudemos completamente de idéia a respeito dos movimentos, cores e formas. É espantoso imaginar que <strong>estamos imersos diariamente nessa fragilidade</strong>.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QbKw0_v2clo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QbKw0_v2clo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Boa parte do que pensamos e fazemos durante o dia tem a ver com fantasmas da percepção, falta de conhecimento amplo das situações e imperfeições de comunicação. Somos como náufragos da entropia, surfistas dos erros.</p>
<p>Um emprego insuportável nada mais é do que seu cérebro produzindo enzimas. Aquilo que lhe dá mais raiva, não passa de um padrão cultural que amanhã pode estar completamente obsoleto. A felicidade que você deseja pode ser uma ilusão que se tornará um pesadelo assim que você conquistá-la. Tudo isso são palavras e conceitos colidindo à nossa frente.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xgM16127NM4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xgM16127NM4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Desde o século 18, somos convencidos de que a felicidade estaria em encontrarmos vocações, aquilo que temos &#8220;tesão&#8221; em fazer, no qual seríamos &#8220;bons&#8221;. Mas boa parte da população nunca chega a isso. Ou pior: nunca se convence de ter chegado.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/URLRdcnU6Hk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/URLRdcnU6Hk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Uma vez que nossa percepção pode ser alterada tão facilmente como nos gráficos de Shapiro ou na química dos xamãs, como podemos levar tão à sério nossos sonhos, ou a ausência de realização deles?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/15/ilusoes-de-otica-e-de-objetivos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seu cérebro também tem disputas por audiência</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 12:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pagerank]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=4051]]></guid>
		<description><![CDATA[
A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/ressonancia.jpg" alt="Ressonância magnética + Google Analytics" width="400" height="400" class="alignnone size-full wp-image-4061" /></p>
<blockquote><p>A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como uma torre com múltiplos níveis dependentes uns dos outros). (&#8230;)</p></blockquote>
<p>Comentário <a href="http://scienceblogs.com/cortex/2008/10/the_inner_argument_1.php" target="blank" title="" rel="tag">publicado no The Frontal Cortex</a>, blog sobre neurologia. Pesquisadores usaram exames de ressonância magnética para tentar entender como lidamos com decisões de risco. No processo, descobriram que a disputa por atenção não está só na internet, TV ou publicidade. De alguma forma, cada uma das nossas idéias busca audiência, quer se transformar <em>em viral</em> e &#8220;subir no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pagerank" target="blank" title="definicao de PageRank" rel="tag">PageRank</a>&#8220;. <a href="http://cercor.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/bhn147" target="blank" title="Functional Dissociations of Risk and Reward Processing in the Medial Prefrontal Cortex" rel="tag">Leia a pesquisa completa aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
