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	<title>Magaiver &#187; sustentabilidade</title>
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	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
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		<title>Custos invisíveis, prejuízos reais</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 14:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[
David De Rothschild tem um dos programas mais interessantes do Sundance Channel, o Eco Trip. Basicamente, o apresentador tenta descobrir o custo ambiental e social de cada produto que usamos no cotidiano. Por exemplo, no vídeo acima, ele viaja para outro país, só para entender a complicação envolvida em produzir uma só camiseta.
Um show como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="flashObj" width="486" height="412" classid="D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,47,0"><param name="movie" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9/1745093298?isVid=1&amp;publisherID=1659762906" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashVars" value="videoId=17066727001&amp;playerID=1745093298&amp;domain=embed&amp;" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9/1745093298?isVid=1&amp;publisherID=1659762906" flashVars="videoId=17066727001&amp;playerID=1745093298&amp;domain=embed&amp;" width="486" height="412" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" allowScriptAccess="always" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"></embed></object></p>
<p><span style="float: left;margin-right: 5px;font-size: 48px;color: #ccc">D</span>avid De Rothschild tem um dos programas mais interessantes do Sundance Channel, o <a href="http://www.sundancechannel.com/ecotrip/" target="blank" title="" rel="tag">Eco Trip</a>. Basicamente, o apresentador tenta descobrir o custo ambiental e social de cada produto que usamos no cotidiano. Por exemplo, no vídeo acima, ele viaja para outro país, só para entender a complicação envolvida em produzir uma só camiseta.</p>
<p>Um show como esse só é possível e/ou divertido numa sociedade em que sabemos muito pouco sobre as coisas que consumimos e produzimos. O show da alienação. Diversão com gosto de medo e sentimento de culpa.<span id="more-5802"></span></p>
<p>Um chocolate pode ter embutido o custo da mão de obra escrava. Uma TV pode ser altamente poluente. Quando você assiste a um vídeo no YouTube, debita, em média, de 1 a 2 dólares na conta do Google (o que <a href="http://news.slashdot.org/article.pl?sid=09/04/14/1630239" target="blank" title="" rel="tag">dá um prejuízo de cerca de U$ 1,6 milhões por dia</a>).</p>
<p>Isso daria uma ótima conversa de taxista, certo?</p>
<h4>Medo de consumir</h4>
<p>O sentimento de que a vida é um grande supermercado, no qual temos muitas coisas disponíveis de modo relativamente fácil, convive com uma certa <strong>paranóia</strong>. Sempre existe um ar de conspiração, de perigo por perto. Celulares, dão câncer ou não? Café, faz bem ou faz mal? Dinheiro, como é que ele chega a ter valor? Por que sou obrigado a ter minha vida atrelada a bancos?</p>
<p>Para cada uma dessas perguntas, há centenas de respostas conflitantes. Todas demandando um certo comportamento político / social (&#8221;e agora, tenho que comprar alface <em>orgânica</em>? preciso trocar meu monitor?&#8221; etc.).</p>
<h4>Ignorar é viver</h4>
<p>Complicado demais. É mais fácil tentar ignorar assuntos complexos. Como os custos invisíveis de tudo o que usamos e produzimos. E se a paranóia persistir, que tal transformá-la também em diversão? E aí surgem programas como o Eco Trip. Um assunto sério pode virar conversa de boteco. Sem muita mudança de atitude.</p>
<p>Mas já é alguma coisa. Pelo menos traz algum sentimento de atenção plena sobre a realidade. Melhor ser um paranóico feliz do que um ignorante arrogante.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google quer indexar sua conta de luz</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/10/google-quer-indexar-sua-conta-de-luz/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 19:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google powermeter]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Google agora quer ajudá-lo a controlar a quantidade de energia que você consome. A empresa distribuiu mundialmente cerca de 40 milhões do que eles chamam de smart meters, aparelhos criados para medir seus gastos com aparelhos domésticos. A ideia é distribuir mais 100 milhões nos próximos anos, numa iniciativa do Google.org, a área filantrópica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6Dx38hzRWDQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6Dx38hzRWDQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>O Google agora quer ajudá-lo a controlar a quantidade de energia que você consome. A empresa distribuiu mundialmente cerca de 40 milhões do que eles chamam de <a href="http://www.google.org/powermeter/howitworks.html" target="blank" title="" rel="tag">smart meters</a>, aparelhos criados para medir seus gastos com aparelhos domésticos. A ideia é distribuir mais 100 milhões nos próximos anos, numa iniciativa do <a href="http://www.google.org/" title="Google.org">Google.org</a>, a área filantrópica da companhia. E qual é o nome do projeto? <a href="http://www.google.org/powermeter/" target="blank" title="" rel="tag">Google Powermeter</a>, claro. Se você <a href="http://groups.google.com/group/energyinformation" target="blank" title="" rel="tag">topar</a> participar do esquema, vai poder consultar sua &#8220;conta de luz&#8221; direto no iGoogle. Parece interessante?</p>
<div style="color:#333;padding:15px;border:1px solid #e1e1e1"><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/calculadoraicon.gif" align="left" style="padding:5px">
<p>Agora, arme e efetue: o que você pensa que as companhias de energia vão achar de ter alguém aferindo números provavelmente diferentes dos que elas medem? Pode ser que funcione nos EUA. Mas, no Brasil, deve dar briga. Ou burocracia.</p>
</div>
<p>Em todo caso, se a brincadeira chegar por aqui, por favor ALGUÉM me responda:</p>
<p>1. Vamos ter que dar caixinha no fim do ano para o smart meter?<br />
2. O Google também tem como detectar gatos na fiação (smart cat meter)?<br />
3. Quem vai instalar essas encrencas na favela?</p>
<p>Vamos ver se essa conversa é para valer ou só marketing. Ou pior: ingenuidade ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Greenwash" target="blank" title="" rel="tag">greenwashing</a>. Torcemos para que, de algum jeito, ajude a mudar nossa relação com o consumo de energia. Ainda que aos poucos.</p>
<p><strong>Update:</strong> O Meio Bit também também falou sobre o assunto. <a href="http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/software/google-powermeter-coletando-dados-sobre-consumo-de-energia" target="blank" title="" rel="tag">Vale conferir</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>10 tendências para 2009: o ano da faxina</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/01/02/10-tendencias-para-2009-o-ano-da-faxina/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 08:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
1. A crise deve estimular práticas contra o deslumbre (que se generalizou em 2008). Isso pode significar menos fenômenos estilo &#8220;corrida do iPhone&#8221;, menos compras de impulso e menos lançamentos prematuros de produtos.
2. As pessoas comuns terão maior consciência no uso de recursos ambientais. Assim, empresas com &#8220;selos verdes&#8221; ou &#8220;neutras&#8221; na emissão de poluentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/citizenstreetcleaner2.jpg" alt="Limpando a rua" width="499" height="324" /><br />
<strong>1. A crise deve estimular práticas contra o deslumbre</strong> (que se generalizou em 2008). Isso pode significar menos fenômenos estilo &#8220;corrida do iPhone&#8221;, menos compras de impulso e menos lançamentos prematuros de produtos.</p>
<p><strong>2. As pessoas comuns terão maior consciência no uso de recursos ambientais.</strong> Assim, empresas com &#8220;selos verdes&#8221; ou &#8220;neutras&#8221; na emissão de poluentes devem ganhar alguma importância social.</p>
<p><strong>3. Por outro lado, pode se disseminar a prática do greenwashing</strong>, que é o ato de fingir preocupação ambiental. A técnica consiste em usar marketing, conceitos falsos ou teses mal pesquisadas para explorar a ignorância alheia e ganhar fama de amigo da natureza.<br />
<span id="more-5301"></span></p>
<p><strong>4. O mercado de gadgets e de fofocas sobre produtos eletrônicos deve diminuir.</strong> Em 2008, ele recebeu cobertura semelhante à que é dedicada às celebridades: textos curtos, informações de utilidade duvidosa e fotos enormes para atrair cliques sem engajamento. Em 2009, como vamos estar com o orçamento mais apertado, é possível que sejamos mais seletivos e que não queiramos ficar nos lembrando a todo momento de que há coisas novas &#8211; e caras &#8211; que não vamos poder consumir agora.</p>
<p><strong>5. O deslumbre com as redes sociais deve diminuir.</strong> É provável que mantenhamos contas nos serviços mais populares, como Orkut e Facebook. Mas os menores devem desaparecer, ser incorporados a empresas maiores ou ganharem uso ainda mais especializado e de nicho.</p>
<p><strong>6. Consequentemente, vamos falar menos de startups e novos aplicativos on-line.</strong> Para aparecer, a empresa precisará ser mais relevante e entregar programas menos bugados.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/cleaner2.jpg" alt="Limpando a rua" width="416" height="300" align="left" style="padding:10px" /><strong>7. Os softwares livres devem ganhar mais destaque.</strong> E não estou falando exatamente do simbólico Linux. Com a quebra de muitas empresas pequenas de web 2.0, vamos buscar mais alternativas open source, que possam ser instaladas nos nossos próprios servidores e controladas por gente que conhecemos e em quem confiamos.</p>
<p><strong>8. Perceberemos melhor que as atividades na web produzem uma enorme quantidade de resíduo intelectual.</strong> Senhas esquecidas, conversas que escaparam do controle, arrependimentos, estresse e perda de tempo. Além de gastos financeiros adicionais. Por exemplo: comprar mais disco rígido para armazenar suas fotos porque você não sabe organizá-las ou configurar as câmeras adequadamente. Custo deslumbre + custo ignorância = rombo na conta bancária.</p>
<p><strong>9. Deverão surgir ainda mais técnicas, autores, livros, blogs, sites e aplicativos para ajudar a colocar ordem na casa, no escritório e no computador.</strong> E, obviamente, vai surgir uma nova bagunça, decorrente da própria tentativa de se livrar dela.</p>
<p><strong>10. A prática de filtrar a web deve se disseminar ainda mais.</strong> Em vez de criarmos conteúdo autoral, vamos preferir recomendar links, comentar, indicar trabalhos dos outros. Essa tendência já esteve bem forte em 2008. E devem surgir ainda mais <strong>fitros de filtros</strong>, como já acontece nos trabalhos de <a href="http://blog.guykawasaki.com/" title="How to Change the World">Guy Kawasaky</a>, dos blogs <a href="http://lifehacker.com/" title="Lifehacker, tips and downloads for getting things done">Lifehacker</a> e <a href="http://gizmodo.com/" title="Gizmodo Brasil">Gizmodo</a>. Haverá cada vez mais &#8220;micro portais&#8221; de internet, o que deve levar os atuais a buscar novas fórmulas de atuação, ainda que bem aos poucos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Computadores poluem como a aviação?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/23/computadores-poluem-como-a-aviacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 15:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gráfico representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007.
No conjunto, a computação e as telecomunicações produzem 2% das emissões (de carbono) globais, de acordo com a Iniciativa Global e E-Sustentabilidade (Gesi, na sigla em inglês), um grupo da indústria. Desses, 49% vêm dos PCs e impressoras, 37% das redes e dos dispositivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/2007/12/nintendo_ranking_creates_a_sti.html#more'><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/greencompanies.jpg" alt="Gráfico representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007." width="430" height="238" class="alignnone size-full wp-image-5251" /></a><br />
<em><a href="http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/2007/12/nintendo_ranking_creates_a_sti.html#more" target="blank" title="" rel="tag">Gráfico</a> representando as empresas mais e as menos ecologicamente engajadas em 2007.</em></p>
<blockquote><p>No conjunto, a computação e as telecomunicações produzem 2% das emissões (de carbono) globais, de acordo com a <a href="http://www.gesi.org/" target="blank" title="Iniciativa Global e E-Sustentabilidade" rel="tag">Iniciativa Global e E-Sustentabilidade</a> (Gesi, na sigla em inglês), um grupo da indústria. Desses, 49% vêm dos PCs e impressoras, 37% das redes e dos dispositivos de telecomunicações e 14% dos centros de processamento. O volume total das emissões é comparável ao da aviação. Mas a indústria de TI, ao contrário da aviação, não provoca a ira dos ativistas ambientais. Talvez isso aconteça porque os computadores são menos visíveis ao poluir, ou porque seu uso não é considerado, como na aviação, frívolo e desnecessário.</p></blockquote>
<p><strong>Tom Standage</strong>, da <a href="http://www.economist.com/" title="Economist.com" target="blank" rel="tag">The Economist</a>, traduzido para o especial <em>O Mundo em 2009</em>, da Carta Capital, que está nas bancas e custa R$ 12,90. Mais sobre computadores e sustentabilidade no <a href="http://www.climateactionprogramme.org/books/2008/" target="blank" title="Climate Action" rel="tag">Climate Action</a>. Ou no <a href="http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/toxics_pollution/" target="blank" title="Greenpeace" rel="tag">Greenpeace</a>, claro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dell também vai usar embalagens sustentáveis</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/18/dell-tambem-vai-usar-embalagens-sustentaveis/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 13:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Dell anunciou que está ampliando suas políticas de sustentabilidade. Assim como a Apple, a empresa resolveu diminuir o tamanho das embalagens de seus produtos — no caso, em até 10%. Designers e engenheiros estudam maneiras de eliminar componentes tóxicos das peças de proteção contra impactos (isopores), além de formas de usar apenas material reciclável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/12/dellpack.jpg" alt="Pacotes sustentáveis da Dell" width="468" height="311" /></p>
<p>A Dell anunciou que está ampliando suas políticas de sustentabilidade. Assim como a Apple, a empresa resolveu diminuir o tamanho das embalagens de seus produtos — no caso, em até 10%. Designers e engenheiros estudam maneiras de eliminar componentes tóxicos das peças de proteção contra impactos (isopores), além de formas de usar apenas material reciclável nos pacotes. A informação é do <a href="http://www.treehugger.com/files/2008/12/dells-three-cs-and-sustainable-packaging.php" target="blank" title="Tree Hugger" rel="tag">Tree Hugger</a>, que também fala sobre <a href="http://www.treehugger.com/files/2008/08/dell-100-percent-carbon-neutral-habitat-conservation-madagascar.php" target="blank" title="mais Dell e sustentabilidade" rel="tag">outras iniciativas da companhia na área</a>. Se você é designer gráfico ou tem algum tipo de negócio que precise usar embalagens, vale ficar ligado nesse tipo de tendências de sustentabilidade.</p>
]]></content:encoded>
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