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	<title>Magaiver &#187; mão na massa</title>
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	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
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		<title>Como iniciar uma carreira de freelancer?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 08:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[gtd e produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>

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		<description><![CDATA[Você se lembra de Gina Trapani, ex-Lifehacker? Em janeiro, ela abandonou seu posto de editora do conhecido blog sobre tecnologia que ela mesma fundou. Cansada de ter que fazer chover cliques em seus posts, resolveu voltar a desenvolver aplicativos e escrever por prazer. Assim, fundou um novo blog chamado Smarterware e criou um modelo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/04/frilatrapani.jpg" alt="" width="500" height="375" style="float:right;padding:20px 0 20px 20px" /><span style="float: left;margin: 10px 5px 0 0;font-size: 48px;color: #ccc">V</span>ocê se lembra de <a href="http://www.ginatrapani.org/" title="Gina Trapani, tech writer and web developer - The Official Web Site" target="blank" rel="tag">Gina Trapani</a>, ex-<a href="http://lifehacker.com/" title="Lifehacker, tips and downloads for getting things done" target="blank" rel="tag">Lifehacker</a>? Em janeiro, ela abandonou seu posto de editora do conhecido blog sobre tecnologia que ela mesma fundou. Cansada de ter que fazer chover cliques em seus posts, resolveu voltar a desenvolver aplicativos e escrever por prazer. Assim, fundou um novo blog chamado <a href="http://smarterware.org/" title="Smarterware by Gina Trapani | Use your head (and great software)" target="blank" rel="tag">Smarterware</a> e criou um modelo de negócios para seu trabalho.</p>
<p>Esse é um assunto complicado. Muitos sonham em ser autônomos. <strong>Mas falta coragem, disposição e, principalmente, disciplina para tocar um negócio.</strong> Assim que nos livramos do bafo do chefe no cangote, ficamos desorientados, patinando sem sair do lugar.</p>
<p>Isso acontece quando não sabemos exatamente no que gostamos de trabalhar. Temos listas de situações que detestamos enfrentar, mas não sabemos criar. Muito menos planejar mudanças. Gina passou por esse tipo de autoquestionamento. E, em artigo para o blog <a href="http://www.freelanceswitch.com/freelancing-essentials/how-to-craft-your-personal-business-model/" target="blank" title="" rel="tag">Freelancer Switch</a>, contou como saiu do estágio da dúvida:</p>
<blockquote><p>Primeiro, fiz uma <strong>lista de pessoas que admiro</strong>. Vivas ou mortas, históricas ou fictícias, no meu ramo de atividade ou fora dele.</p>
<p>Segundo, listei quais foram os <strong>projetos na minha vida e carreira nos quais mais gostei de trabalhar</strong>.</p>
<p>E depois, me perguntei: <strong>o que quero conseguir sendo freelancer?</strong> Quero fazer coisas que tenham significado para mim, aprender novas habilidades e fazer algum dinheiro&#8221;.</p></blockquote>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/04/gina_trapani.png" alt="" width="248" height="184" style="float:left;padding:0 20px 20px 0" />Foi então que Gina (foto ao lado) chegou ao gráfico do começo do artigo. 30% de importância para aprendizado, 30% para fazer o que gosta, 30% para ganhar dinheiro. Os 10% restantes são para gerenciar burocracias: emitir notas, pagar contas etc.</p>
<p>As porcentagens do gráfico devem variar de acordo com as circunstâncias. Mas a mensagem fundamental é que não podemos nos apoiar em sonhos e reclamações. Ambos são os maiores obstáculos para a mudança de carreira. Dopam a inteligência com pequenas doses de serotonina, que causam alívio imediato das frustrações, mas apenas <strong>solidificam o medo de mudar</strong>.</p>
<p>Não sei de você, mas eu só funciono quando começo a <strong>enfrentar questões concretas</strong>: &#8220;quanto dinheiro preciso por mês?&#8221;, &#8220;preciso mesmo morar numa grande cidade?&#8221;, &#8220;de onde vêm minhas despesas?&#8221;, &#8220;que tipo de trabalhos / pessoas admiro, nos quais gostaria de me inspirar?&#8221;. E por aí vai.</p>
<p>PS- Aliás, o próprio site <a href="http://www.freelanceswitch.com/" target="blank" title="" rel="tag">Freelancer Switch</a> traz ótimas dicas para se tornar seu próprio patrão. Se vocês quiserem, eu mesmo posso começar uma seção no blog dividindo minhas experiências sobre o assunto.</p>
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		<title>Uma fábrica de chocolates controlada pelo iPhone</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/25/uma-fabrica-de-chocolates-controlada-pelo-iphone/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/25/uma-fabrica-de-chocolates-controlada-pelo-iphone/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 20:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[mão na massa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tcho é uma marca norte-americana de chocolates. Mas cheia de filosofia. Se a 37 Signals diz ter criado o software com opinião, a Tcho tenta criar o chocolate conceitual.
Seus produtos não usam agrotóxicos. E nem são feitos com mão-de-obra polemicamente contratada (escrava, infantil ou coisa pior). Além disso, os diretores da empresa fazem questão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/tcho.jpg" alt="" width="440" height="294" class="alignnone size-medium wp-image-5768" /></p>
<p><a href="http://www.tcho.com/" target="blank" title="" rel="tag">Tcho</a> é uma marca norte-americana de chocolates. Mas cheia de filosofia. Se a <a href="http://www.37signals.com/" title="37signals" target="blank" rel="tag">37 Signals</a> diz ter criado o software com opinião, a Tcho tenta criar o chocolate conceitual.</p>
<p>Seus produtos não usam agrotóxicos. E nem são feitos com mão-de-obra <em>polemicamente contratada</em> (escrava, infantil ou coisa pior). Além disso, os diretores da empresa fazem questão de que as pequenas famílias de produtores de cacau tenham acesso ao chocolate que ajudaram a produzir &#8211; e não só uma elite dos EUA e Europa.</p>
<p>Resultado: o produto tornou-se exclusivo, artezanal e tem venda restrita.</p>
<p>Até aí, nenhuma novidade: é um discurso encontrável em outros produtos premium. Mas vale a pena notar a maneira como a Tcho usa a internet para criar uma comunidade de clientes / usuários.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m6u4x0kuCTQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/m6u4x0kuCTQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<h4>Mostrando o porão</h4>
<p>Primeiro, o seu apaixonado fundador, Timothy Childs, chamou os editores do conhecido blog <a href="http://boingboing.net/" title="Boing Boing" target="blank" rel="tag">Boing Boing</a>, para visitar a sua fábrica. A viagem rendeu nada menos que <a href="http://www.boingboing.net/2008/12/03/tcho-chocolate-is-ju.html" target="blank" title="" rel="tag">3 vídeos</a>, assistidos mundialmente.  </p>
<p>É claro: havia o que mostrar. Não era só a &#8220;moça das relações públicas&#8221; tentando esconder os defeitos da empresa. O local é praticamente controlado via iPhone, além de ter engenhocas especialmente desenvolvidas para testar sabores, temperaturas e texturas. Coisas compradas em liquidações se tornam equipamentos caríssimos.</p>
<p>Assim, a Tcho se apresenta como uma combinação complexa entre tecnologia atual e antiga. Seu produto não é <strong>algo genérico, desesperado por conseguir consumidores</strong>. Quer os clientes certos, que saibam apreciar todo esforço envolvido em criá-lo.</p>
<h4>Premium são os outros</h4>
<p>Por mais que às vezes o discurso premium caia na hipocrisia ou no exibicionismo, é importante perceber como a internet ajuda a manter e divulgar negócios menores e sustentáveis. A estratégia é usar mídias de nicho para atingir grupos especializados e fiéis. Assim, sua mensagem tem menos chance de ser ignorada.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como deixar seu blog mais legível</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/19/como-deixar-seu-blog-mais-legivel/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/19/como-deixar-seu-blog-mais-legivel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 16:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[interaction design]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[webdevelopment]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como usar simples técnicas de diagramação para fazer com seus textos on-line sejam mais lidos e melhor compreendidos. Assista em alta-resolução.
Aplicativos citados no vídeo:
TextExpander (Mac)
Texter (PC)
Pessoas citadas no vídeo:
∞ David Carson
∞ Jackob Nielsen
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iRwaFRNHMXc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;ap=?mt?18"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iRwaFRNHMXc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;ap=?mt?18" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Como usar simples técnicas de diagramação para fazer com seus textos on-line sejam mais lidos e melhor compreendidos. <a href="http://vimeo.com/3282503" target="blank" title="" rel="tag">Assista em alta-resolução</a>.</p>
<p>Aplicativos citados no vídeo:<br />
<a href="http://www.smileonmymac.com/TextExpander/" target="blank" title="" rel="tag">TextExpander</a> (Mac)<br />
<a href="http://lifehacker.com/software/texter/lifehacker-code-texter-windows-238306.php" target="blank" title="" rel="tag">Texter</a> (PC)</p>
<p>Pessoas citadas no vídeo:<br />
∞ <a href="http://www.davidcarsondesign.com/" target="blank" title="" rel="tag">David Carson</a><br />
∞ <a href="http://www.useit.com/" target="blank" title="" rel="tag">Jackob Nielsen</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como lidar com clientes difíceis</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/09/como-lidar-com-clientes-dificeis/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 07:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalho há cerca de 15 anos com design e webdevelopment. É uma das melhores profissões para domar o ego, porque você precisa aprender a fazer exatamente o que o cliente quer / deseja. Ele o procura para ter soluções, ideias e opiniões de &#8220;um profissional&#8221;, mas, no fundo, quer dar a palavra final, por mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho há cerca de 15 anos com design e webdevelopment. É uma das melhores profissões para domar o ego, porque você precisa <strong>aprender</strong> a fazer exatamente o que o cliente quer / deseja. Ele o procura para ter soluções, ideias e opiniões de &#8220;um profissional&#8221;, mas, no fundo, quer dar a palavra final, por mais desinformada que seja.</p>
<p>Depois que passa sua <strong>adolescência criativa</strong>, fazer o que os outros querem não é exatamente um problema. Você se acostuma a não levar cada trabalho para o lado pessoal. Se tem uma necessidade muito grande de autoria, sempre pode criar seus próprios sites e projetos experimentais. A dificuldade é outra: boa parte das pessoas <strong>não sabe o que quer</strong>. Ou será que sabe?<span id="more-5691"></span></p>
<h3>Traduzindo a mente do cliente</h3>
<p>É como alguém que chega num restaurante e não sabe o que quer comer. Ao ver o menu, começa a delimitar seu gosto. &#8220;Odeio lagosta&#8221;, &#8220;prefiro comida com tons amarelados&#8221;, &#8220;essa massa me lembra do meu casamento fracassado&#8221;. E por aí vai. Por eliminação, conseguimos chegar em algum tipo de orientação prática. Mas trabalhamos no nível dos sentimentos, que não se expressam exatamente na terminologia da profissão ou das faculdades de design.</p>
<p>Nem todo webdeveloper tem paciência de mergulhar na sensibilidade do cliente. Dá muito trabalho, gasta-se tempo. E é difícil de colocar esse processo nas planilhas de &#8220;horas trabalhadas&#8221;. É preciso sentar-se com o cliente, se importar com as suas histórias etc. Para o profissional de criação, é muito mais fácil:</p>
<p>1. Apresentar técnicas supostamente criadas para coletar o que as pessoas querem (wireframes, testes, papelada).</p>
<p>2. Ir fazendo o que acha ser melhor, na esperança de convencer o cliente.</p>
<h3>Medindo subjetividades</h3>
<p>Para algumas pessoas, um wireframe pode parecer algo muito abstrato. O mockup pode ser estático demais. O cliente aprova porque quer se livrar da burocracia. Ou fingir que entendeu aquilo. Mas, como diria o pessoal da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_extrema" target="blank" title="" rel="tag">Programação Extrema</a>, você precisa apresentar <strong>regularmente</strong> versões funcionais do seu produto. Algo com o que o cliente possa se divertir, corrigindo e alterando.</p>
<p>Você também pode criar um &#8220;plano básico&#8221; de alterações incluídas no preço. Como numa operadora de celular. Passou de um certo ponto, cobra-se mais, altera-se o prazo. Clareza e respeito pelo cliente e pelo próprio trabalho: é o melhor que se pode oferecer.</p>
<h3>O hábito de fazer o que nós queremos</h3>
<p>Os problemas surgem quando tentamos &#8220;ser eficientes&#8221;. Começamos a deduzir e trabalhar de antemão. Depois temos que refazer tudo. <strong>Pode parecer que damos duro pelo cliente, mas, na verdade, trabalhamos para o ego</strong>. Queremos nos livrar de uma chateação e fazer o que achamos válido. O problema é que a ansiedade raramente faz as coisas funcionarem bem. Melhor entrevistar o cliente.</p>
<p>Suas deduções podem até estar certas. E você pode negociá-las. Mas para que tentar provar algo? Não podemos viver em eterna disputa com o mundo. Certos assuntos são dignos de insistência, outros podem perfeitamente ser <strong>liberados</strong>.</p>
<h3>A origem do cliente difícil</h3>
<p>Por liberar, entenda: perceber a exata dimensão e a origem da situação. Ou seja: seus pensamentos. Não é exatamente o cliente que é confuso. Ele só não se encaixa nas <strong>suas expectativas</strong> do que seja uma pessoa clara e organizada. E então você começa a julgá-lo, a rejeitar a situação e criar uma história na sua própria mente. De alguma forma, você cria seu próprio inimigo.</p>
<p>Em vez de sofrer, cobre mais, ajuste o prazo. Converse melhor com o cliente. Mas seja lá o que fizer, perceba que são os seus pensamentos que criam a situação. A todo momento, eles filtram e criam &#8220;a realidade&#8221;.</p>
<p>Nós temos o hábito de nos apavorar com pensamentos. Ou de reagir automaticamente a eles. Mas se você analisar com calma todos os conceitos que tem sobre o cliente, eles podem acabar se dissolvendo. Você vai perceber o teatro, o novelão mexicano que se forma na sua cabeça. Relaxe. Amanhã você vai ter outras prioridades.</p>
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		<title>Como criar comunidades on-line que funcionem</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/02/como-criar-comunidades-on-line-que-funcionem/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 16:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há dois anos, parecia que toda marca precisava aparecer numa rede social (Orkut, Facebook, Second Life). Agora poucas empresas se interessam pelo assunto. Mas ainda é possível engajar e manter um bom diálogo com seus consumidores via comunidades na web? Confira neste episódio de Mão na Massa.
∞ Assistir em alta resolução.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/agzYDaaQbnM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;ap=%2526fmt%3D18"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/agzYDaaQbnM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;ap=%2526fmt%3D18" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>Há dois anos, parecia que toda marca precisava aparecer numa rede social (Orkut, Facebook, Second Life). Agora poucas empresas se interessam pelo assunto. Mas ainda é possível engajar e manter um bom diálogo com seus consumidores via comunidades na web? Confira neste episódio de Mão na Massa.</p>
<p>∞ <a href="http://vimeo.com/3053389" target="blank" title="mao na massa como criar comunidades online que funcionem" rel="tag">Assistir em alta resolução.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como lançar e divulgar seu produto on-line</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/01/26/como-lancar-e-divulgar-seu-produto-on-line/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 08:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[
Neste episódio de Mão na Massa, uma análise como o empreendedor Jason Calacanis lançou o Mahalo Answers na web. A ideia é extrair dicas para que você também possa divulgar seu produto com sucesso.
Assista em alta resolução.
Errata: onde se lê &#8220;primera impressão&#8221; substitua por &#8220;primeira impressão&#8221;.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="635" height="357"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2672547&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2672547&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="635" height="357"></embed></object></p>
<p>Neste episódio de Mão na Massa, uma análise como o empreendedor Jason Calacanis lançou o <a href="http://www.mahalo.com/answers/" target="blank" title="" rel="tag">Mahalo Answers</a> na web. A ideia é extrair dicas para que você também possa divulgar seu produto com sucesso.</p>
<p><a href="http://vimeo.com/2672547" target="blank" title="" rel="tag">Assista em alta resolução.</a></p>
<p>Errata: onde se lê &#8220;primera impressão&#8221; substitua por &#8220;primeira impressão&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mão na Massa: Como criar sites para sua empresa?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/01/19/mao-na-massa-como-criar-sites-para-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 08:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[sites]]></category>
		<category><![CDATA[webdevelopment]]></category>

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		<description><![CDATA[Em quase todos os meus trabalhos &#8211; seja em consultoria ou em desenvolvimento projetos para web &#8211; as pessoas me dizem que querem &#8220;criar um site para a marca&#8221;. Quando ouço esse tipo de expressão, já começo a passar mal. E tento explicar que não criamos sites para empresas e sim para pessoas.
Parece retórica, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em quase todos os meus trabalhos &#8211; seja em consultoria ou em desenvolvimento projetos para web &#8211; as pessoas me dizem que querem &#8220;criar um site para a marca&#8221;. Quando ouço esse tipo de expressão, já começo a passar mal. E tento explicar que <strong>não criamos sites para empresas e sim para pessoas.</strong></p>
<p>Parece retórica, mas está bem longe disso.</p>
<p>Imagine que você queira criar uma página institucional simples para &#8220;marcar presença na web&#8221;. Se pensar apenas na empresa, o que fará? Publicará fotos do CEO? Tratará das instalações da sede? Fará um site completamente<strong> umbigoalista e chato</strong>, que será um porre de atualizar.</p>
<p>Assim nascem os sites dinossauros, parados, obsoletos e com baixa audiência. A quem, afinal, você quer agradar? À estrutura burocrática da companhia?</p>
<p>O mesmíssimo projeto, quando visa servir ao consumidor, não está preocupado em marcar presença. Seu objetivo é <strong>satisfazer necessidades concretas</strong>. Por exemplo: onde a empresa fica? Como chegar? Onde posso ser atendido em caso de problemas? Um pouco mais além, responde a perguntas como essas: o que a companhia produz de especial? Qual tecnologias utiliza? E por aí vai.</p>
<h2>O que realmente importa?</h2>
<p>A primeira coisa que uma empresa precisa fazer para se manter com sucesso na web, é <strong>se livrar da própria arrogância</strong>. Você pode ser a maior companhia de plásticos do sistema solar, mas o público não necessariamente se importa com isso. O consumidor quer saber que tipo de <strong>relação humana</strong> você estabelece com ele. Seu plástico está na fralda do primeiro filho dele?</p>
<p>Quando visitamos um site, estamos <strong>concedendo atenção e tempo</strong>, coisas muito escassas hoje em dia. Assim, o que nos move são coisas completamente subjetivas como beleza, estilo, bom atendimento, eficiência. O bom desenvolvedor de internet tem que descobrir o que esses conceitos significam para cada público e <strong>traduzi-los em interações entre gente e interfaces</strong>.</p>
<p>Já é uma tarefa suficientemente grande. Mas fica praticamente impossível de realizar quando é  preciso gastar tempo agradando ao dono da companhia. Ou pior: aos grupos de profissionais medrosos que falam em nome dele, temendo tanto pelo próprio emprego que criam projetos completamente irrelevantes. Apenas porque <strong>acham</strong> que o chefe gosta deles assim.</p>
<h2>Sua marca como apoio</h2>
<p>Os melhores projetos para divulgar marcas são aqueles que descobrem quais são os interesses dos consumidores. Depois, oferecem serviços criativos e relevantes, sem o desespero para colocar seu logotipo em todos os cantos.</p>
<p>Bons sites também não brincam com a paciência alheia. Você pode até criar um produto incrível. Mas, se para ter acesso a ele for necessário passar por flashs, formulários, inscrições e quase implorar para Santa Rita de Cássia, <strong>isso pode ser pior do que fazer um site insoso.</strong> É como tirar o doce da boca da criança, que pode acabar odiando sua marca.</p>
<p>Sua empresa não precisa &#8220;marcar presença na web&#8221;. Mas <strong>permear sutilmente as relações do seu consumidor</strong>. O resto deve acontecer por si mesmo.</p>
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		<title>Mão na Massa: como criar logotipos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mão na massa]]></category>
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Novo programa de vídeo no Magaiver. Chama-se Mão na Massa e serve para ensinar técnicas que podem ajudar a levar sua empresa ou pequeno negócio para níveis mais profissionais. Eu deveria estar bêbado quando chamei de o programa de &#8220;Como Faz&#8221;, no próprio vídeo. Mas releve a falha e aprenda um pouco mais sobre como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PWgsO-0akw4&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;ap=%2526fmt%3D18"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/PWgsO-0akw4&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;ap=%2526fmt%3D18" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Novo programa de vídeo no Magaiver. Chama-se <strong>Mão na Massa</strong> e serve para ensinar técnicas que podem ajudar a levar sua empresa ou pequeno negócio para níveis mais profissionais. Eu deveria estar bêbado quando chamei de o programa de &#8220;Como Faz&#8221;, no próprio vídeo. Mas releve a falha e aprenda um pouco mais sobre <strong>como criar logotipos para sua marca</strong>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PWgsO-0akw4" target="blank" title="Assista em alta resolução" rel="tag">Assista em alta resolução.</a></p>
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