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	<title>Magaiver &#187; comportamento</title>
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	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
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		<title>Site estimula o orgulho de ser datado</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/04/27/site-estimula-o-orgulho-de-ser-datado/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
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		<description><![CDATA[
Há quem acredite que precisa ter os modelos mais recentes de cada aparelho que surge no mercado. Isso nem sempre é vantajoso. Ainda assim, muitas vezes temos vontade de aderir à moda da atualização burra. Mas acaba de surgir um site que pode ajudar a não cair nessa. Chama-se Last Year&#8217;s Models (Modelos dos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/04/lastyear.jpg" alt="" width="640" height="436" class="alignnone size-medium wp-image-5825" /></p>
<p><span style="float: left;margin-right: 5px;font-size: 48px;color: #ccc">H</span>á quem acredite que precisa ter os modelos mais recentes de cada aparelho que surge no mercado. Isso nem sempre é vantajoso. Ainda assim, muitas vezes temos vontade de aderir à <strong>moda da atualização burra</strong>. Mas acaba de surgir um site que pode ajudar a não cair nessa. Chama-se <a href="http://lastyearsmodel.org/" target="blank" title="" rel="tag">Last Year&#8217;s Models</a> (Modelos dos anos anteriores) e pretende estimular uma atitude bem desvalorizada hoje em dia: <strong>estar feliz com aquilo que se tem</strong>. No site, há depoimentos de gente como Kevin Rose (do <a href="http://digg.com" target="blank" title="" rel="tag">Digg</a>), entre outras celebridades dos blogs sobre tecnologia. Gente que ganha a vida analisando gadgets, que vive no Vale do Silício, que respira informática, abre o coração: &#8220;se está funcionando, para que mudar?&#8221; Se eles dizem isso, quem sou eu para discordar?</p>
<p>Via <a href="http://smarterware.org/1375/flaunt-last-years-model-this-earth-day-and-every-day" target="blank" title="" rel="tag">Smarterware</a>.</p>
<p>PS- Isso só não vale para o Internet Explorer 6, ok? Se você ainda usa esse navegador, <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/internet-explorer/default.aspx" target="blank" title="" rel="tag">atualize já</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>As 5 famílias de usuários de internet: 5 &#8211; os desligados</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/24/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-desligados/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/24/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-desligados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 14:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5760]]></guid>
		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A quinta família a ser analisada é a dos desligados. Sua palavra de ordem é a tranquilidade.
Características gerais
Lado positivo: sossego, calma, despreocupação.
Lado negativo: preguiça, ignorância, egoísmo.
Comportamentos
O usuário de internet da família dos desligados:
• [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/astro.jpg" alt="" width="300" height="438" style="float:right;margin: 0 0 20px 20px" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A quinta família a ser analisada é a dos <strong>desligados</strong>. Sua palavra de ordem é a <strong>tranquilidade</strong>.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> sossego, calma, despreocupação.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> preguiça, ignorância, egoísmo.</p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>O usuário de internet da família dos desligados:</p>
<p>• Gosta de usar a web para <strong>se divertir</strong>.<br />
• Não se preocupa com vírus, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Phishing" target="blank" title="" rel="tag">phishing</a> ou cavalos de tróia.</p>
<p>• Não costuma refletir sobre como usa a internet. <strong>Não acha que isso seja um grande problema.</strong> Tudo está ok. Ele liga o computador e faz o que lhe der na telha.</p>
<p>• Não se importa se desperdiça o seu tempo e o dos outros. Na verdade, <strong>não pensa que tempo seja algo escasso e limitado</strong>.<span id="more-5760"></span></p>
<p>• Gosta de observar, mas <strong>prefere não participar</strong>. Inscreve-se em fóruns, mas raramente emite opiniões, lê blogs, mas não faz comentários.</p>
<p>• Baixa muitos arquivos de música e filmes via web. Mas <strong>não compartilha</strong> o que tem em sua HD.</p>
<p>• Tende a gostar de sites de auto-ajuda, aconselhamento psicológico, astrologia, ioga e técnicas esotéricas.</p>
<p>• Não se preocupa em se deslogar do Skype ou MSN, ainda que isso gaste banda e deixe a internet de todos os outros colegas de trabalho mais lenta.</p>
<h4>Ao entrar em contato com um desligado&#8230;</h4>
<p>• Percebemos sua calma e despreocupação. Ele <strong>raramente superdimensiona</strong> as situações. Tem senso de humor e não encara as coisas com demasiada seriedade.</p>
<p>• Nos impressionamos com sua <strong>flexibilidade</strong>. Ele aceita mudar de opiniões. Não cria resistência e parece lidar bem com situações estressantes.</p>
<p>• Achamos que ele é um tanto lento, preguiçoso, &#8220;viajante&#8221; e até infantil.</p>
<h4>Vulnerabilidade</h4>
<p>O desligado é extremamente vulnerável aos &#8220;perigos&#8221; da internet. Desde vírus a até spams. Pode destruir seu computador, sua reputação on-line ou até sua conta bancária. Tudo porque <strong>se recusa a pensar que suas ações tenham algum tipo de consequência</strong> política, social, ambiental ou tecnológica mais séria.</p>
<p>O desligado pode ter experiência em lidar com computadores, ser bem informado e até extremamente culto. Mas, ao mesmo tempo, pode ser <strong>completamente ignorante</strong>. Ele cria uma cegueira voluntária, uma <strong>falsa segurança</strong>, achando que, afinal, tudo sempre acaba dando certo.</p>
<p>Ele prefere não se lembrar de que, para que gaste milhares de dólares com gadgets inúteis, há trabalho semi-escravo em países da Ásia. Ou que sua <strong>comodidade tem custos</strong> ambientais, políticos e sociais.</p>
<p>Sua ignorância não está baseada em má-fé. É mais um ato de autopreservação. Ele não quer estresse. Ou tem preguiça de se deprimir.</p>
<h4>Como um desligado procrastina</h4>
<p>• Visitando YouTube, Orkut (ou outras redes sociais), sites de astrologia, esotéricos, pornografia, celebridades, programas e sites de compartilhamento de arquivos (eMule, Rapid Share, Mininova, Pirate Bay etc.).</p>
<p>Como sempre, essas atividades e produtos não levam necessariamente à procrastinação. Mas podem ser usados com essa finalidade. Até inconscientemente.</p>
<p><strong>Série As  Famílias de usuários de internet</strong><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-1-os-intelectualistas/" target="blank" title="" rel="tag">1 &#8211; os intelectualistas</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">2 &#8211; Os enriquecedores</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/21/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-3-os-sedutores/" target="blank" title="" rel="tag">3 &#8211; Os sedutores</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/23/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-4-os-eficientes/" target="blank" title="" rel="tag">Os eficientes</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>As 5 famílias de usuários de internet: 4 &#8211; os eficientes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/23/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-4-os-eficientes/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/23/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-4-os-eficientes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 14:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5758]]></guid>
		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A quarta família a ser analisada é a dos eficientes. Sua palavra de ordem é a ação.
Características gerais
Lado positivo: capacidade de realização, precisão, produtividade, objetividade.
Lado negativo: ciúme, inveja, comparação, ingenuidade.
Comportamentos
O usuário de internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/eficiente.jpg" alt="" width="400" height="266" style="float:right" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A quarta família a ser analisada é a dos <strong>eficientes</strong>. Sua palavra de ordem é a <strong>ação</strong>.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> capacidade de realização, precisão, produtividade, objetividade.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> ciúme, inveja, comparação, ingenuidade.<span id="more-5758"></span></p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>O usuário de internet da família dos eficientes:</p>
<p>• Comunica-se com concisão e objetividade.<br />
• Emite opiniões fundamentadas.<br />
• Procura calcular as mínimas consequências da sua fala.<br />
• Escreve em tópicos, usa recursos de diagramação mesmo em e-mails informais. Quer sentir-se claro, preciso.<br />
• Prefere privacidade à popularidade.<br />
• Só se expõe publicamente quando sente que pode controlar a situação.<br />
• É organizado, quer encontrar objetos &#8211; e até gente &#8211; onde os deixou e classificou.<br />
• Delega tarefas, mas com hesitação e muito cuidado.<br />
• Demora para confiar nas pessoas.</p>
<h4>Relação com a internet</h4>
<p>• Gosta de acreditar que usa a tecnologia para realizar objetivos definidos. Ela é mais ferramenta do que distração.</p>
<p>• Não quer perder tempo, o que despertaria no eficiente sentimentos como <strong>culpa</strong> e <strong>ansiedade constante</strong>.</p>
<h4>Relação com os outros</h4>
<p>• Quando encontra com amigos ou colegas de trabalho, o eficiente dispara a se justificar, ou contar porque está naquele local e porque isso é importante.</p>
<p>• Alguns de seus assuntos principais: como está atarefado, como foi ou é eficaz ao realizar suas tarefas. Como tentaram lhe passar a perna ou como tem descansado pouco.</p>
<p>• O eficiente tenta cercar-se de pessoas igualmente eficazes. Mesmo que não sejam brilhantes. <strong>Tende a confiar mais no medíocre previsível do que no gênio indisciplinado.</strong> Mais no método do que na intuição.</p>
<p>• Não gosta de pessoas ou ideias que pareçam vagas.</p>
<p>• Suas perguntas frequentes: &#8220;Onde você quer chegar? O que eu faço agora? Para que serve?&#8221;</p>
<p>• Não é que o eficiente pratique preconceito e separativismo, mas <strong>perde a confiança e o interesse</strong> nas pessoas &#8220;enroladas&#8221;.</p>
<h4>Comparações e metas</h4>
<p>• O eficiente procura sempre novos paradigmas de eficácia. Assim, <strong>compara constantemente</strong> seu desempenho com o de outras pessoas. Essa prática pode evoluir para ciúmes, medo de perder seu espaço e até inveja.</p>
<p>• Quando são muito inseguros e agressivos, os eficientes podem se tornar <strong>quase stalkers</strong>. Ou seja: eleger um objeto de admiração ou inveja e seguir todas as suas atividades on-line, copiando-as, investigando-as ou criticando-as, criando argumentos para odiá-las e espalhando fofocas.</p>
<h4>Ao entrar em contato com um eficiente&#8230;</h4>
<p>Ficamos impressionados com sua <strong>capacidade de ação</strong>. Ele consegue concluir projetos que estavam estagnados há muito tempo. É rápido e transmite muita energia. Aumenta o sucesso de produtos, organiza bagunças que pareciam casos perdidos. Faz projetos limpos, claros, simples.</p>
<p>Percebemos que ele <strong>vive irritado</strong>. Ao ver um fio de cabelo numa mesa, acha que é uma rachadura. Ao conferir de mais perto, fica aliviado. Mas logo critica a falta de educação de quem deixou o cabelo ali. Ao limpar a mesa completamente, sente-se vazio. E procura outro problema para resolver.</p>
<h4>Ingenuidade</h4>
<p>O eficiente pode ser muito ingênuo. No fundo, não consegue <strong>aceitar</strong> que as coisas às vezes dão errado. Parece-lhe que o estado natural do mundo é ser racional, fazer sentido. Tudo <strong>deveria</strong> dar certo.</p>
<p>O eficiente fica <strong>atônito</strong> quando alguém não consegue entendê-lo ou não quer ouvir seus argumentos. Para ele, é muito difícil aceitar que as pessoas não ouvem <strong>exatamente</strong> o que dizemos, mas sim o que <strong>elas próprias interpretam</strong>.</p>
<h4>Relação consigo mesmo</h4>
<p>Por um lado, o eficiente confia demais em si e na coerência do universo. Por outro, é inseguro: &#8220;onde eu errei? como pude me esquecer de considerar isso?&#8221;</p>
<p>Seu mundo pode ficar muito limitado. E levá-lo a decepcionar-se, perder a motivação e tornar-se cínico e acomodado.</p>
<h4>Como um eficiente procrastina</h4>
<p>• Visitando sites de concorrentes, analisando números, temas, estilos e comportamentos.</p>
<p>• Fazendo buscas na web para saber o que as pessoas pensam dos seus produtos, quem os consome, porquê, onde e quando.</p>
<p>• Vasculhando sites de produtividade e auto-ajuda, como <a href="http://lifehacker.com" target="blank" rel="tag">Lifehacker</a>, <a href="http://zenhabits.net" target="blank" rel="tag">Zen Habits</a> e <a href="http://43folders.com" target="blank" rel="tag">43 Folders</a>.</p>
<p>• Instalando e reinstalando softwares, comprando novos celulares, PDAs e laptops, criando ou experimentando novos sistemas de produtividade.</p>
<p>• Assistindo a palestras, procurando motivação e inspiração.</p>
<p>Como sempre, essas atividades não levam necessariamente à procrastinação. Mas podem ser usadas com essa finalidade. Até inconscientemente.</p>
<p>(Próxima família: os desligados. Aguarde).</p>
<p>Série As  Famílias de usuários de internet<br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-1-os-intelectualistas/" target="blank" title="" rel="tag">1 &#8211; os intelectualistas</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">2 &#8211; Os enriquecedores</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/21/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-3-os-sedutores/" target="blank" title="" rel="tag">3 &#8211; Os sedutores</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>As 5 famílias de usuários de internet: 3 &#8211; os sedutores</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/21/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-3-os-sedutores/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 13:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5755]]></guid>
		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A terceira família a ser analisada é a dos sedutores.
Características gerais
Lado positivo: gentileza, amabilidade, elegância, sensualidade, carisma.
Lado negativo: paixão, desejo de possuir, vontade de seduzir o mundo, sem se comunicar realmente com ele.
Comportamentos
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/pavao1.jpg" alt="" width="350" height="263" style="float:right;margin: 0 0 10px 20px" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A terceira família a ser analisada é a dos <strong>sedutores</strong>.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> gentileza, amabilidade, elegância, sensualidade, carisma.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> paixão, desejo de possuir, vontade de seduzir o mundo, sem se comunicar realmente com ele.<span id="more-5755"></span></p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>O usuário de internet da família dos sedutores:</p>
<p>• Comunica-se com eloquência, elegância e inteligência. Não admite erros de pronúncia, ortografia ou ritmo.</p>
<p>• Atribui uma grande importância à estética: seja em textos, sites ou produtos que compra.</p>
<p>• Gosta de detalhes, bons acabamentos e refinamento.</p>
<p>• É muito sociável, atraente, generoso e hospitaleiro.</p>
<p>• Raramente perde a linha, discute ou entra em conflitos: &#8220;você está irritado? Sem problemas, vamos conversar melhor. Aproxime-se mais&#8221;.</p>
<h4>Relação com a comunicação</h4>
<p>Assim como os <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">enriquecedores</a>, <strong>os sedutores gostam de sentir que são populares</strong>. E vivem à procura de <strong>sinais</strong> de que esse objetivo foi atingido: muitos seguidores nos seus perfís em redes sociais, blogs com alta audiência e bom ranking no Google. </p>
<p>Inconsciente ou conscientemente, vivem o cotidiano como se estivessem num palco, entretendo seus fãs. Se um sedutor está entediado, faz uma piada sobre o assunto numa rede social. Se está nervoso, escreve um post irônico e cáustico. De alguma forma, sente que sua vida é mais interessante quando se torna algum tipo de show.</p>
<h4>Ao entrar em contato com um sedutor&#8230;</h4>
<p>Ficamos impressionados com seu <strong>carisma</strong>. E com a capacidade que ele tem de construir coisas belas, inteligentes e incisivas. Estar perto de uma pessoa assim nos empolga, nos dá energia. Parece que até as coisas mais simples carregam grandes promessas.</p>
<h4>Mas&#8230;</h4>
<p>Popularidade não é tudo. <strong>Os sedutores não querem ser conhecidos por &#8220;qualquer um&#8221;</strong>. Por exemplo: se o Orkut está cheio demais, é hora de sair. Se &#8220;pessoas comuns&#8221; descobrem o Twitter, é hora de procurar outro clube que pareça mais exclusivo, grandioso.</p>
<p>O integrante dessa família também pode ter vários problemas de comunicação. Seu desejo de <strong>seduzir o mundo</strong> pode fazer com que ele simplesmente <strong>não ouça as pessoas</strong>, ou trate-as apenas como peças num jogo de <strong>manipulação</strong>.</p>
<p>Além disso, como o sedutor não gosta de conflitos &#8211; que parececem vulgares e perigosos demais &#8211; tende a deixar inúmeros assuntos mal resolvidos pelo caminho.</p>
<h4>Como um sedutor procrastina</h4>
<p>• Em sites de artes, gadgets e das últimas tendências de tecnologia (Techcrunch, Engadget, Gizmodo, Lifehacker ou outros considerados mais antenados e exclusivos).</p>
<p>• No Twitter, Flickr, <a href="http://www.deviantart.com/" title="where ART meets application!" target="blank" rel="tag">Deviant Art</a>, <a href="http://ffffound.com/" title="FFFFOUND!" target="blank" rel="tag">FFFound</a>, <a href="http://www.veer.com/" title="Elements for Creativity" target="blank" rel="tag">Veer</a>, <a href="http://pitchfork.com/" title="Home" target="blank" rel="tag">Pitchfork</a>, NME, blogs, fóruns e comunidades com interesses específicos (por exemplo: design, programação, literatura etc.)</p>
<p>• Instalando e reinstalando softwares, melhorando o visual do blog, organizando pastas no computador, trocando wallpapers e procurando dicas para turbinar o computador.</p>
<p>• Fazendo ego-surfing, analisando estatísticas da visitação do blog, checando quantas pessoas se inscreveram em suas comunidades ou passaram a segui-lo no Twitter. E, se possível, verificar como se comportam essas pessoas.</p>
<p>• Visitando sites eróticos, mas com aspirações artísticas (<a href="http://www.revistatrip.com.br" target="blank" rel="tag">Trip</a>, <a href="http://suicidegirls.com/" title="SuicideGirls &gt; Miss Suicide Girls SG Pin Up Girls - Tattooed Girls Goth Punk Emo Alt Girls" target="blank" rel="tag">Suicide Girls</a>, entre outros).</p>
<p>Como sempre, essas atividades não levam necessariamente à procrastinação. Mas podem ser usadas com essa finalidade. Até inconscientemente.</p>
<p>(Próxima família: os eficientes. Aguarde).</p>
<p>Série As  Famílias de usuários de internet<br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-1-os-intelectualistas/" target="blank" title="" rel="tag">1 &#8211; os intelectualistas</a><br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/" target="blank" title="" rel="tag">2 &#8211; Os enriquecedores</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/21/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-3-os-sedutores/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>As 5 famílias de usuários de internet: 2 &#8211; os enriquecedores</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/20/as-5-familias-de-usuarios-de-internet-2-os-enriquecedores/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 13:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5752]]></guid>
		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A próxima família a ser analisada é a dos enriquecedores.
Características gerais
Lado positivo: Expansão, enriquecimento, plenitude, ausência de preconceito.
Lado negativo: Ostentação, exagero, prolixidade.
Comportamentos
Palavra de ordem: expansão. Um usuário de internet da família dos enriquecedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/momo.jpg" alt="" width="350" height="288" style="float:right;margin: 0 0 20px 20px" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A próxima família a ser analisada é a dos <strong>enriquecedores</strong>.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> Expansão, enriquecimento, plenitude, ausência de preconceito.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> Ostentação, exagero, prolixidade.<span id="more-5752"></span></p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>Palavra de ordem: <strong>expansão</strong>. Um usuário de internet da família dos enriquecedores procura sempre:</p>
<p>• ensinar coisas,<br />
• oferecer sua hospitalidade,<br />
• compartilhar conhecimentos,<br />
• trabalhar como voluntário.</p>
<h4>Ao entrar em contato com um enriquecedor&#8230;</h4>
<p>• Ficamos impressionados com sua plenitude. Parece que ele <strong>não tem qualquer vergonha, inibição ou medo de ser o que é</strong>. Apenas se abre para o mundo.</p>
<p>• Experimentamos uma intensa energia. É como um furacão, que <strong>chama atenção</strong> e geralmente muda radicalmente os espaços pelos quais passa.</p>
<p>• Percebemos que ele pode ser extremamente <strong>generoso</strong> e que está sempre em <strong>evidência</strong>.</p>
<h4>Mas o enriquecedor&#8230;</h4>
<p>• Pode ter um lado um <strong>intrusivo, exagerado ou prolixo</strong>. Ou expansivo demais: você pede um copo d&#8217;água e ele traz 20 litros de whisky. E quer que você consuma tudo de uma só vez.</p>
<p>• Também pode ter sérios <strong>problemas de comunicação</strong>. Num debate, não tem muita paciência para ouvir os argumentos do interlocutor. Pode até fingir que está atento, mas prepara uma resposta bombástica para uma pergunta que você nem terminou de fazer.</p>
<p>Em resumo, conviver com um enriquecedor pode ser como mergulhar numa piscina de leite e mel. Há muitas qualidades: a doçura, o prazer, a energia do alimento. Mas também pode haver desconforto, viscosidade, incômodo, sufocamento.</p>
<h4>Exemplos on-line</h4>
<p>• O jornalista <a href="http://scobleizer.com/" title="Technology, innovation, and geek enthusiasm" target="blank" rel="tag">Robert Scoble</a> &#8211; que está provavelmente em todos os serviços de social media que existem. E foi notificado pelo Twitter e FriendFeed por postar demais.</p>
<p>• <a href="http://garyvaynerchuk.com/" title="Gary Vaynerchuk" target="blank" rel="tag">Gary Vaynerchuk</a> &#8211; videoblogger inovador, que faz um <a href="http://tv.winelibrary.com/" target="blank" title="" rel="tag">programa (diário) sobre vinhos</a>. Está em plena ascenção como consultor de marketing on-line e motivação. Carismático, fala rápido, alto, com frases de efeito e palavrões. Demonstra muita autenticidade e paixão pelo que faz. Em especial, parece se importar com cada usuário do seu blog. Mas, às vezes, soa a especialista em cafeína, não em vinhos.</p>
<h4>Como um enriquecedor procrastina</h4>
<p>• Ostentando conhecimentos em comunidades de software livre, Yahoo Answers, fóruns de discussão, comentários de blogs e serviços de mídia social (Twitter, FriendFeed).</p>
<p>• Passando e-mails com piadas, arquivos Power Point, escrevendo e-mails gigantes ou interrompendo os colegas de trabalho para contar alguma curiosidade.</p>
<p>Vale esclarecer que as atividades acima não incentivam necessariamente a procrastinação. Mas podem ser usadas para essa finalidade.</p>
<p>(Próxima família: os sedutores. Aguarde).</p>
<p>Série As  Famílias de usuários de internet<br />
∞ <a href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-1-os-intelectualistas/" target="blank" title="" rel="tag">Família 1: os intelectualistas</a></p>
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		<title>As 5 famílias, 1: os intelectualistas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 15:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>

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		<description><![CDATA[
A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.
A primeira família de que vamos tratar é a dos intelectualistas, que também pode ser chamada de diamante.
Características gerais
Lado positivo: Dureza, agudeza, preciosidade, inteligência, informação.
Lado negativo: Fixação intelectual, ansiedade, preconceito.
Comportamentos
Conhece a relação entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/intelect.jpg" alt="" width="279" height="413" style="float:right;padding:20px 0 20px 20px" />
<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">A série de posts &#8220;As 5 famílias de usuários de internet&#8221; discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.</div>
<p>A primeira família de que vamos tratar é a dos <strong>intelectualistas</strong>, que também pode ser chamada de diamante.</p>
<h4>Características gerais</h4>
<p><strong>Lado positivo:</strong> Dureza, agudeza, preciosidade, inteligência, informação.<br />
<strong>Lado negativo:</strong> Fixação intelectual, ansiedade, preconceito.</p>
<h4>Comportamentos</h4>
<p>Conhece a relação entre as ideias, é extremamente lógica e intelectualizada. Tem o que chamam de senso crítico bastante apurado.</p>
<p>Por exemplo, um intelectualista não assiste a um filme sem passar antes no Internet Movie Database ou na Wikipedia. Quer saber quem é o diretor, quem o critica, quem o elogia e porquê.<span id="more-5748"></span></p>
<p>Isso pode levar a uma profunda experiência do filme. A pessoa faz conexões e percebe coisas que pouco veriam.</p>
<h4>Aspectos negativos</h4>
<p>Por outro lado, seus hábitos podem também restringir sua compreensão e até diversão.</p>
<p>No fundo, o intelectualista não pensa apenas em ver o filme. Mas em comentá-lo, encaixá-lo em alguma ideologia. É como se ele entrasse na sala carregando centenas de pessoas nas costas. Fica tão preocupado em provar que é esperto para si mesmo e para os outros que perde muito do que está acontecendo na tela.</p>
<p>Isso pode levar à fixação intelectual. Quer dizer: prender-se a certas ideias e ter <strong>preconceito</strong> contra as outras. Quer dizer, a atitude do não vi, não gostei.</p>
<p>E também à raiva e agressividade:</p>
<p>• <strong>Contra os outros</strong> &#8211; Aqueles que discordam das suas ideias. O que leva ao separativismo e, novamente, ao preconceito: &#8220;essas pessoas são ridículas, burras, não me relaciono com <em>isso</em>&#8220;.</p>
<p>• <strong>Contra si mesmo</strong> &#8211; Por não conseguir sempre ter insights brilhantes ou atualizados sobre as coisas. Ou porque foi vencido numa discussão.</p>
<h4>Como um intelectualista procrastina</h4>
<p>• Na Wikipedia, Google, RSS Readers, sites de notícias, fóruns de discussão, listas de e-mails, redes sociais.</p>
<p>• Procurando infinitas opiniões e bons argumentos.</p>
<p>• Estocando informações, baixando e guardando tudo o que conseguir no HD. Depois criando pastas e subpastas, classificações e métodos para organizar o material.</p>
<p>• Debatendo suas opiniões onde quer que haja espaço. De mesas de bar a Orkut.</p>
<p>• Achando que, em algum lugar, algo melhor ou mais inteligente está para ser descoberto. E ele está perdendo. Isso cria uma ansiedade constante, que pode inclusive levar a ignorar boas ideias. A pessoa se preocupa tanto em buscar, que nunca encontra o que quer.</p>
<p>(Continue acompanhando a série de famílias de procrastinadores amanhã).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>As 5 famílias de usuários de internet</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/19/as-5-familias-de-usuarios-de-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 14:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[5 famílias]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente sente que sofre para lidar com o excesso de informação. E então quer fórmulas, tópicos, bullets, aplicativos e técnicas milagrosas para resolver o problema. Mas cedo ou tarde descobre que a maioria delas não funciona.
Cada pessoa tem um tipo de personalidade. Assim, não existe um excesso de informação genérico, nem uma procrastinação genérica. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente sente que sofre para lidar com o excesso de informação. E então quer fórmulas, tópicos, bullets, aplicativos e técnicas milagrosas para resolver o problema. Mas cedo ou tarde descobre que a maioria delas não funciona.</p>
<p>Cada pessoa tem um tipo de personalidade. Assim, não existe um excesso de informação genérico, nem uma procrastinação genérica. Assim, é muito mais eficiente entender primeiro quais são seus hábitos ao se relacionar com a informação. Depois escolher a técnica ou o programa que você precisa usar.</p>
<p>Na série de 5 posts a seguir, separei 5 tipos de comportamentos em relação à informação. Vamos discutir uma família por dia, para os textos não ficarem grandes demais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tatuadores contra o capitalismo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/13/tatuadores-contra-o-capitalismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 17:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tatuagem]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Eles também detestam seguir a lógica do &#8216;cliente tem sempre razão&#8217;

SSentados um em cada sofá do estúdio Scorpions Tattoo, em São Paulo, eu e o editor da revista Zero, Luiz Cesar Pimentel, folheávamos coleções de imagens para tatuagens. Os catálogos não nos impressionavam. Não fazia nem 10 minutos que olhávamos e já nos sentíamos entediados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="font-size:20px;color:#333;padding:0 0 25px 0">Eles também detestam seguir a lógica do &#8216;cliente tem sempre razão&#8217;</div>
<p align="center"><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/costastattoo.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p><span style="float: left;margin-right: 5px;font-size: 48px;color: #ccc">S</span>Sentados um em cada sofá do estúdio <a href="http://www.scorpionstattoo.com.br/site/index.php" target="blank" title="" rel="tag">Scorpions Tattoo</a>, em São Paulo, eu e o editor da revista Zero, Luiz Cesar Pimentel, folheávamos coleções de imagens para tatuagens. Os catálogos não nos impressionavam. Não fazia nem 10 minutos que olhávamos e já nos sentíamos entediados com tribais, caveiras e desenhos que pareciam não se renovar. Luiz tem uma bandeira do Nepal tatuada no braço e eu um detalhe de um quadro de Juan Miró na região do bíceps. Mal sabíamos que éramos a prova viva do descontentamento de algum tatuador.<span id="more-5730"></span> </p>
<p>Estávamos ali porque queríamos fazer uma matéria diferente sobre uma das artes mais antigas conhecidas pela humanidade. Pensávamos em investigar a relação entre tatuado e tatuador: medos, histórias bizarras, gostos extravagantes com os quais nosso futuro entrevistado, o experiente Walter, tivera contato ao tatuar seus vários clientes. </p>
<p>Minutos depois, ele chega. Em pouco tempo, o paraguaio, que fala português melhor que boa parte dos paulistanos, jogou areia em nossa idéia:</p>
<blockquote><p>Não acho que isso seja &#8216;diferente&#8217;. Conto histórias para as pessoas que tatuo, mas é uma relação de intimidade e confiança, não é o tipo de coisa que se deveria falar para revistas. Estaria apenas espalhando preconceitos e inutilidades.</p></blockquote>
<p>Aquilo era uma conversa informal, mas já mostrava a seriedade com que Walter encara a sua profissão. </p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/wptattoo.jpg" alt="" width="375" height="200" align="left" style="padding:20px 20px 20px 0" /><br />
<h4>O problema</h4>
<p>Não é para menos. Depois de décadas de perseguição nos países de cultura cristã e capitalista, só há poucos anos a tatuagem começou a mudar de status e passou a ser aceita pela sociedade. Mas essa aceitação não está livre de tensões. É o que aprenderíamos a seguir. </p>
<p>Mostrei um exemplar da Radar a Walter e uma ilustração de Pedro Matallo: &#8220;Dariam ótimas tatuagens, não? Penso em pedir que&#8230;&#8221;. Walter sorriu, com um certo ar de pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem. Desviou o olhar e disse: &#8220;Não funciona assim. Tatuagem sem desenho criado pelo tatuador não tem graça&#8221;. De repente, comecei a entender qual era, exatamente, o problema. A velha disputa entre trabalho e satisfação pessoal. Sobrevivência versus arte.</p>
<p>Até então, me achava um razoável conhecedor de tatuagem, não só por minha formação de antropólogo, mas por ser tatuado e ter conhecido o clássico Spider Webb, tatuador malaco e barbudíssimo que, nos anos 80 viajou por diversos países, tocando sua guitarra em forma de muleta e tatuando a letra x em quem estivesse disposto a colaborar com sua &#8220;turnê mundial&#8221;. Aliás, cheguei a mencionar Webb para que nosso entrevistado não pensasse que falava com um leigo. </p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/geektattoo.jpg" alt="" width="450" height="450" style="float:right;padding:20px 0px 20px 20px">Mas a verdade é que até então eu encarava o tatuador como uma espécie de operário: um técnico especializado, que vende sua força de trabalho e seu conhecimento. Ou, em menos economês: o sujeito que eu pagava para desenhar no meu corpo algo escolhido por mim, para satisfazer meus interesses. E esperava que fizesse isso da maneira mais asséptica possível, como um médico. Ele deveria me tratar cordialmente, para que eu voltasse ao seu estúdio. </p>
<p>Enfim, a tatuagem, que já foi símbolo de subversão, de estilo de vida fora de padrões, hoje sofre as mesmas tensões de todas as profissões. Era isso que Walter queria que eu percebesse:</p>
<blockquote><p>Quando você compra um quadro, paga caro e não pede que o artista pinte o que você quer. Compra o trabalho dele, a arte que ele sentiu que deveria fazer. Essa maneira capitalista de ver a tatuagem é que fodeu tudo. Uma matéria boa seria uma que educasse o público para essas coisas.</p></blockquote>
<h4>Artista e empregado</h4>
<p>Walter se esquece que geralmente os artistas trabalham sob encomenda. Os maiores nomes da pintura, escultura e música também foram obrigados a satisfazer aristocratas, mecenas, religiosos e reis. Hoje precisam se virar para adaptar idéias às leis de incentivo, departamentos de marketing, público alvo, regras de escrita, críticos etc. No mundo ocidental, supondo que ele exista assim, em bloco, a arte nunca foi livre. E há quem negue que ela o seja em algum outro ponto do planeta. </p>
<div style="width:200px;float: left;padding:20px 20px 20px 0;font-size: 18px;color: #333">Provavelmente, o artista é o menos livre dos seres. E o que mais deseja liberdade.</div>
<p>Apenas na Europa do século 19 é que a questão da &#8220;liberdade do artista&#8221; ganhou o formato que conhecemos. Apareceu a figura do gênio isolado, aquele que vive em estado de quase miséria para exercer sua arte sem pressões. Porém, até hoje, consciente ou inconscientemente, todo artista tem de &#8220;negociar&#8221; se quiser sobreviver do seu trabalho. Mesmo que tenham outras profissões, muitos trabalham em função das opiniões da mídia, dos críticos, de tradições e de outros pares. Provavelmente, o artista é o menos livre dos seres. E o que mais deseja liberdade. </p>
<p>Porém, nosso entrevistado tem certa razão. A tatuagem sempre teve um caráter de &#8220;agregador de estilo&#8221;, ou de símbolo do nosso pertencimento a grupos sociais, ideológicos, estéticos e comportamentais. Mas é nos países capitalistas que a relação entre tatuado e tatuador se torna também econômica e &#8220;racional&#8221;: há quem prefira tatuadores &#8220;mais baratos&#8221; ou &#8220;de marca&#8221;. </p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/appletattoo.jpg" alt="" width="319" height="240" style="float:left;padding:20px 20px 20px 0" /><br />
<h4>Outros corpos</h4>
<p>Não é em todo lugar que essa lógica de mercado funciona. Em países com fortes tradições de tatuagem, como Indonésia, Malásia, China, Japão, entre outros, o tatuador pode ser encarado como uma espécie de sábio e até líder religioso. É o responsável por marcar no seu corpo a sua identidade em relação a tribo ou grupo de afins, seguindo regras preestabelecidas. Por exemplo: certas tatuagens são feitas para mostrar que uma pessoa faz parte da linhagem de chefes de uma tribo, outras para simbolizar que um garoto chegou à maturidade, algumas até lhes dão um &#8220;nome próprio&#8221;, pelo qual será reconhecido naquela sociedade. A lógica &#8211; mas não os métodos &#8211; é a mesma da carteira de identidade: avisar aos outros quem você é, onde pode ser encontrado, onde pode circular e como deve ser tratado em cada espaço. Tatuagem também é política. </p>
<h4>Shopping center</h4>
<p>Nos países de tradições inspiradas nas européias e norte-americanas, a tatuagem se diversificou muito. Hoje as imagens tatuáveis vão de personagens de cartoons e mangás a frases de efeito (muito usadas por adeptos do hip hop), citações à cultura pop de décadas passadas (pin ups, Betty Boops), ideogramas japoneses, imitações de padrões tribais etc. Para a felicidade de alguns tatuadores e frustração de outros, o cliente tem quase sempre razão. </p>
<p>Tanto que Walter e outros tatuadores organizaram na Faculdade de Belas Artes, em SP, uma exposição para mostrar seus trabalhos sem pressão do mercado. Desta vez, usaram o papel como suporte. Com razoável cobertura da imprensa, puderam revelar a diversidade de seus estilos e, de quebra, vender os quadros. Todo o dinheiro arrecadado no evento foi doado a uma instituição assistencial paulistana. </p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/03/headtattoo.jpg" alt="" width="216" height="240" style="float:right;padding:20px 0 20px 20px"><br />
<h4>Critérios</h4>
<p>Mas como saber se um tatuador é realmente bom? Walter esclarece: &#8220;É pelo estilo, a técnica. Também precisa ver se o cara não ficou parado no tempo, se conseguiu evoluir&#8221;. Quer dizer, o critério não é exatamente o de assepsia. &#8220;Isso é pressuposto do profissional, fazer um trabalho tomando os devidos cuidados de esterilização. O problema é quando isso é exagerado e o estúdio fica parecendo um banco, o que não tem nada a ver&#8221;. </p>
<p>Assim, embora não haja a figura do crítico de tatuagem (como existe o crítico literário ou musical), os próprios tatuadores apontam seus artistas preferidos, divulgam e prestigiam uns aos outros e procuram ter certo tato ao falar, para evitar conflitos. Apesar disso, Walter não esconde certos constrangimentos que acontecem em convenções de tatuagem, por exemplo:</p>
<blockquote><p>Você tem de dividir espaço com mercenários. O fulano aluga um estande ao lado do seu e faz &#8216;promoção&#8217;. Tem gente que aceita ser tatuado por esse tipo de profissional. Pensando bem, o cliente que procura isso merece o resultado. Eu nunca teria uma tatuagem desses caras.</p></blockquote>
<p>Aliás, Walter já tem seu trabalho reconhecido a ponto de poder realizar trabalhos autorais. Durante a reportagem, desenhava livremente sobre o braço de um rapaz que não havia escolhido um desenho previamente. Embora nem sempre esta situação ideal ocorra, ela é possível, assim como acontece em outras profissões. Conseguir espaço para criar depende de certa paciência e de assumir alguns riscos. E não são todos, artistas ou não, que se dispõem a isso.</p>
<p>[<em>PS - Pode ficar tranquilo que não vou publicar mais velharias.</em> <img src='http://colunistas.ig.com.br/magaiver/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ]</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Compra e venda de atenção</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 15:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[meio dia]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5725]]></guid>
		<description><![CDATA[Mashup de textos sobre atenção, um do TechCrunch, outro do Conector.
(&#8230;) Por outro lado, todo sistema com abundância de um elemento leva a escassez de outro. No caso, a abundância de informação leva a escassez de atenção. Temos uma vasta oferta e uma fome interminável, porém uma capacidade cada vez mais limitada de prestar atenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mashup de textos sobre atenção, um do TechCrunch, outro do Conector.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) Por outro lado, todo sistema com abundância de um elemento leva a escassez de outro. No caso, a abundância de informação leva a escassez de atenção. Temos uma vasta oferta e uma fome interminável, porém uma capacidade cada vez mais limitada de prestar atenção e investir tempo no consumo de todo esse manancial que nos está sendo ofertado. Estamos à frente de um banquete, beliscando rapidamente um pedacinho de tudo que nos põem na frente, maravilhados com a variedade e quantidade de sabores, mas perigando perder lentamente a noção de desfrute.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/2009/03/05/os-limites-da-cultura-digital/" target="blank" title="" rel="tag">Gustavo Mini</a>, no Conector.</p>
<blockquote><p>À medida em que a &#8220;web social&#8221; e novos serviços continuam a permear tudo o que fazemos on-line, a atenção se torna não-escalável. Muitos se referem a esse dilema como escassez de atenção ou atenção parcial contínua (CPA &#8211; continuous partial attention) &#8211; como um estado de atenção que está continuamente ficando mais estreito. Isso está afetando como e o que nós consumimos, quando e, mais importante, como reagimos, participamos e compartilhamos. É como se alguma coisa sempre estivesse competindo por atenção e severamente nos impulsionando para fazer mais, guiados por um medo onipresente de estar perdendo algo.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.techcrunch.com/2009/03/10/are-blogs-losing-their-authority-to-the-statusphere/" target="blank" title="" rel="tag">Brian Solis</a>, no TechCrunch.</p>
<p>Vale conferir <a href="http://www.techcrunch.com/2009/03/10/are-blogs-losing-their-authority-to-the-statusphere/" target="blank" title="" rel="tag">o texto original</a> &#8211; fiz a tradução na correria. De qualquer forma, acho que sempre vivemos em estado de atenção parcial contínua. Você só se lembrou de que tem uma testa porque eu acabei de mencioná-la. Mas você sabe que tem.</p>
<p>Estamos assistindo a uma mudança econômica: nossos produtos estão cada vez menos materiais. Ou melhor: materializamos cada vez mais os produtos intelectuais. Compramos e vendemos atenção. Assim, também criamos uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obsolescência_programada" target="blank" title="" rel="tag">obsolescência programada</a> para ela, a atenção. 5 segundos? 140 caracteres?</p>
<p>De quebra, criamos novas ideias a respeito do que seja &#8220;usufruir&#8221; de algo. Mini continua:</p>
<blockquote><p>Até pouco tempo atrás, a palavra consumismo era associada a um comportamento compulsivo de compra. Entretanto, é hora de alargar essa convenção e começar a incluir também o que é absorvido ou adquirido sem pagar nada. Todas as páginas de internet. Seus vídeos. Os arquivos de MP3. As imagens. Quais são as reais diferenças entre um closet abarrotado de vestidos caros que pouco serão usados e HD’s inteiros de seriados, filmes e música que, da mesma forma, precisariam de algumas centenas de anos para serem desfrutados e não apenas consumidos rapidamente?</p></blockquote>
<p>Está aí um bom assunto para os economistas enfrentarem: o jeito como a sociedade conectada dos anos 2000 separa o valor do uso. Ou a compra da fruição do serviço. Importa muito mais a sensação de ter algo do que de experimentar a coisa detalhadamente. Ainda assim, é um tipo de fruição. Boa ou ruim? Não sei. Eu não gosto. Mas é um velho fenômeno econômico se adaptando.</p>
<p>Se é que conseguimos prestar atenção nessa argumentação toda. <img src='http://colunistas.ig.com.br/magaiver/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Twitter e a arte de perder o controle</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/03/06/twitter-e-a-arte-de-perder-a-posse-das-suas-proprias-ideias/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 20:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
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Como controlar suas próprias criações? Devemos tentar fazê-lo?
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="//images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EvanWilliams-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=473" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="446" height="326" flashvars="//images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EvanWilliams-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=473"></embed></object></p>
<p>Como controlar suas próprias criações? Devemos tentar fazê-lo?</p>
<p>Na apresentação acima, Evan Williams mostra como o sistema de microbloging que ele criou, <a href="http://twitter.com" target="blank" rel="tag">o Twitter</a>, foi muito além dos seus objetivos iniciais. No começo, era um projeto paralelo, despretensioso e até ingênuo &#8211; vide os diversos problemas que enfrentou por crescer rápido demais. Mas, à medida em que se popularizou, a ferramenta ganhou vida própria. Conectou-se à criatividade das pessoas e foi para caminhos inesperados.</p>
<p>No início, os desenvolvedores sugeriram que os usuários respondessem o que estavam fazendo. E eles responderam: subvertendo suas ideias. É como se chamassem o pai da criança de canto e mostrassem que poderiam cuidar melhor dela. Hoje o Twitter serve para inúmeras coisas, de traduzir textos a conferir cotação do dólar. Imagine se Williams batesse o pé e quisesse que as coisas fossem exatamente do seu jeito. Muitas vezes, o caos é muito mais esperto do que o plano.</p>
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