<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Magaiver &#187; cérebro</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/category/cerebro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver</link>
	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 May 2009 00:05:12 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Remédios para melhorar o desempenho do cérebro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/04/24/remedios-para-melhorar-o-desempenho-do-cerebro/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/04/24/remedios-para-melhorar-o-desempenho-do-cerebro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 18:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5823]]></guid>
		<description><![CDATA[
Cena do seriado Fringe, ficção sobre o que pode acontecer quando a biotecnologia está fora de controle.
O artigo tem um vocabulário maravilhoso. Como saudáveis preocupadas (em inglês, &#8216;worried well&#8217;): aquelas pessoas que estão bem mas vão ao médico assim mesmo para ver se algo pode ser feito para torná-las ainda mais saudáveis. Esse parece ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-5822" src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/04/brain.jpg" alt="" width="640" height="464" /><br />
<em>Cena do seriado Fringe, ficção sobre o que pode acontecer quando a biotecnologia está fora de controle.</em></p>
<blockquote><p>O <a rel="tag" href="http://www.newyorker.com/reporting/2009/04/27/090427fa_fact_talbot?currentPage=all" target="blank">artigo</a> tem um vocabulário maravilhoso. Como <em>saudáveis preocupadas</em> (em inglês, &#8216;worried well&#8217;): aquelas pessoas que estão bem mas vão ao médico assim mesmo para ver se algo pode ser feito para torná-las ainda mais saudáveis. Esse parece ser outro daqueles fenômenos norte-americanos causados por abundância de tempo livre, dinheiro sobrando e consumismo. Veja também o <em>rico empobrecido</em>, o <em>burro educado</em> e o <em>gordo em forma</em>.</p></blockquote>
<p><a rel="tag" href="http://www.kottke.org/09/04/your-brain-on-drugs-productive" target="blank">Jason Kottke</a> comenta um <a rel="tag" href="http://www.newyorker.com/reporting/2009/04/27/090427fa_fact_talbot?currentPage=all" target="blank">artigo da revista The New Yorker</a> sobre como as drogas &#8220;aditivadoras de cérebro&#8221; vêm ficando cada vez mais populares. Vendidas sob prescrição médica, elas teriam como finalidade melhorar o desempenho da memória, manter a pessoa acordada por mais tempo, entre outros ditos updates de desempenho mental. Kottke se pergunta se em breve esses procedimentos serão tão aceitos quanto as cirurgias plásticas. <span id="more-5823"></span></p>
<h4>Biofuturo</h4>
<p>O primeiro impulso é se indignar. Imagine que tipo de futuro pode surgir quando empresas de biotecnologia disputam consumidores ingênuos (sem conhecimento técnico), que tentam eliminar qualquer possibilidade de frustração ou dor, por menor que seja.</p>
<p>O segundo é tentar ignorar que você também está nesse barco: &#8220;Ah, como são ridículos esses hipocondríacos&#8221;. Mas, vamos pensar novamente:</p>
<p>1. As cirurgias estéticas não são tão aceitas assim. Mulheres &#8220;turbinadas&#8221; de um lado são cultuadas e de outro são tidas como ridículas. O assunto sempre acaba parando no famoso campo do cada um cada um. Quer dizer: <strong>dependendo da sua religião, poder aquisitivo ou convicção filosófica</strong>. E, claro, das leis reguladoras de cada país (sempre burláveis).</p>
<p>2. O futuro infestado por <strong>consumidores de saúde</strong> já está velho. Há <a rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Foucault" target="blank">gente</a> que acha até que <a rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biopoder" target="blank">isso começou há séculos</a>.</p>
<p>Ou seja, há uma disputa de poderes bem complexa aqui. De qualquer forma, <strong>não é exatamente o surgimento de remédios que faz a diferença, mas a mentalidade por trás deles</strong>: a de que precisamos ser indiscutivelmente saudáveis, perfeitos, sem frustrações e dores. E sempre aparece alguém declarando que temos (ou podemos ter) uma doença nova.</p>
<h4>O que há de errado comigo?</h4>
<p>Essa mentalidade está por trás de MUITA coisa. Por exemplo, livros podem ser considerados como aditivadores de cérebro. &#8220;Ah, mas não são <em>químicos</em>, então ok&#8221;. Quase. Nossos cérebro produzem reações químicas a todo momento, inclusive durante leituras. E quanta gente morreu por causa de ideias que adquiriu em livros?</p>
<p>Portanto, é estranho dizer que o desejo por &#8220;turbinar-se&#8221; e que a hipocrondia sejam fenômenos norte-americanos recentes. Isso levaria a quê? A campanhas contra pesquisas biológicas? <a rel="tag" href="http://www.fox.com/fringe/" target="blank">A bons seriados de TV</a>? Ou a artigos no estilo &#8220;suspeitei desde o princípio&#8221; e &#8220;não contavam com minha astúcia&#8221;?</p>
<h4>Não pule fora do barco</h4>
<p>Desejo por distração, medo da incerteza, vontade de &#8220;melhorar&#8221; são emoções muito velhas. Nossos tatara-tatara-googol-avós já sofriam disso / se divertiam com isso. Obviamente, em cada época, esses fenômenos tiveram caras diferentes. E criaram tanto desgraças quanto os chamados avanços culturais da humanidade.</p>
<p>Portanto, <strong>não podemos olhar o problema dos neuroaditivadores com preconceito</strong>. Eu não usaria essas coisas. Mas também não vou subir no salto e esquecer que os meus jeitos de aditivar e distrair o cérebro (livros, internet, relacionamentos) <strong>podem ser tão perigosos quanto os químicos</strong>.</p>
<p>De novo, o problema está na mentalidade. Ansiedade. Achar que tudo SEMPRE tem que dar certo. Tentar evitar frustrações a qualquer custo &#8211; mesmo as mínimas. Procurar distrações incessantemente. Ser um insatisfeito crônico (&#8221;se eu me esforçar / pagar, vou achar algo melhor <em>lá fora</em>. Desta vez vai&#8221;). E tantos outros etcéteras.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/04/24/remedios-para-melhorar-o-desempenho-do-cerebro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você consegue prestar atenção?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/16/voce-consegue-prestar-atencao/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/16/voce-consegue-prestar-atencao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 23:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5698]]></guid>
		<description><![CDATA[
Imagem: revista Wired.
O site da revista Wired publicou uma interessante matéria sobre fragmentação da atenção. Segundo a jornalista especializada em ciência, Maggie Jackson, vivemos numa era com cada vez mais distrações competindo entre si, o que nos leva a prestar menos atenção no que lemos, ouvimos e até mesmo nas conversas que temos uns com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://blog.wired.com/wiredscience/2009/02/attentionlost.html' target="blank" rel="tag"><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2009/02/multitasking.jpg" alt="" width="640" /></a><br />
<em>Imagem: revista Wired.</em></p>
<p>O <a href="http://blog.wired.com/wiredscience/2009/02/attentionlost.html" target="blank" title="" rel="tag">site da revista Wired</a> publicou uma interessante matéria sobre fragmentação da atenção. Segundo a jornalista especializada em ciência, Maggie Jackson, vivemos numa era com cada vez mais distrações competindo entre si, o que nos leva a prestar menos atenção no que lemos, ouvimos e até mesmo nas conversas que temos uns com os outros. Tudo isso estaria nos deixando limitados e menos criativos:</p>
<blockquote><p>Esse nível de interrupções está relacionado com estresse, frustração e diminuição da criatividade. Isso faz sentido. Quando você está disperso e difuso, você é menos criativo. Quando seu tempo para refletir está sempre esburacado, é difícil resolver problemas, criar relações entre pensamentos e pensar.</p></blockquote>
<p><span id="more-5698"></span></p>
<p>Suas afirmações são baseadas em pesquisas publicadas em seu livro <a href="http://maggie-jackson.com/" target="blank" title="" rel="tag">Distracted: The Erosion of Attention and the Coming Dark Age</a>, que deve chegar às livrarias em setembro. A matéria continua:</p>
<blockquote><p>Somos programados para ser interrompidos. Temos descargas de adrenalina quando recebemos novos estímulos: na verdade, nosso corpo nos recompensa por prestar atenção em novidades. Então, nesse mundo de comunicações extremamente rápidas, é fácil e tentador sempre reagir a coisas novas. Mas, se vivemos de um jeito reativo, nós minimizamos nossa capacidade de atingir metas.</p></blockquote>
<div style="width:200px;text-align:right;float: right;padding:10px 0 10px 10px;font-size: 18px;color: #333">Nossas mentes adquiriram hábitos históricos. Mas mesmo isso está em constante mudança.</div>
<p>Fico impressionado como esses cientistas e jornalistas que tratam de evolucionismo pensam pouco em evolução. Nossos cérebros foram &#8220;programados&#8221;? Isso me parece fatalista demais. Prefiro pensar que nossas mentes adquirem hábitos históricos. Mas mesmo isso está em mutação constante. Um monge cristão na Idade Média tinha contato com muita informação para os padrões da época, mas não se pode dizer que sofria de &#8220;fragmentação da atenção&#8221;.</p>
<h4>Somos mutantes</h4>
<p>Nossos cérebros são mutáveis, assim como nossos hábitos. Com o treinamento adequado, é possível reverter a fragmentação. Isso vem sendo feito há mais de 2 mil anos por praticantes de meditação, artes marciais e até mesmo por pessoas comuns em escolas &#8211; todo estudante precisa aprender a manter o foco e aprofundar a atenção para conseguir progredir.</p>
<div style="width:200px;float: left;padding:10px 15px 10px 0;font-size: 18px;color: #333">E é por isso mesmo que a falta de atenção é perigosa: ela destreina o cérebro.</div>
<p>E é por isso mesmo que a falta de atenção é perigosa: ela destreina o cérebro. Torna-o escravo da satisfação imediata. Prende-nos à quantidade de estímulo, não à qualidade. Se nossa sociedade passa a valorizar a fragmentação e as distrações, se ganha dinheiro com elas, se baseia sua economia em vender conhecimento como se fosse lixo, aí sim temos um problema.</p>
<p>E esse é um processo mais profundo do que parece. Ao nos acostumarmos a ser distraídos, perdemos o hábito de prestar atenção aos nossos próprios pensamentos. <strong>Começamos a agir cada vez mais no piloto automático</strong>. Se, por um lado, não é saudável ser paranóico com seus pensamentos, a total distração também não é recomendável. Esta é como andar desatento pela rua: você esbarra nas coisas, nas pessoas etc.</p>
<h4>Quem está no controle?</h4>
<p>Enfim, a questão é: você consegue controlar sua mente quando precisa controlá-la? Reconhece pensamentos destrutivos quando eles começam a se formar? Ou só vai percebê-los quando já fizeram estrago? Consegue dar conta dos seus objetivos? Consegue ouvir as pessoas adequadamente?</p>
<p>A <strong>fragmentação da atenção nos deixa mais inábeis e incontroláveis</strong> em relação a nós mesmos, ao nosso ambiente, ao planeta e ao próprio conhecimento. E esse é o perigo. Ao zapear de site em site na web raramente pensamos nisso. Ao distrair os colegas no ambiente de trabalho, parece tudo tão inocente. Mas seu cérebro está sendo treinado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/02/16/voce-consegue-prestar-atencao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quantas horas precisamos dormir?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/01/27/quantas-horas-precisamos-dormir/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/01/27/quantas-horas-precisamos-dormir/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 08:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[gtd e produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5382]]></guid>
		<description><![CDATA[A revista Time publicou uma interessante entrevista com Daniel Kriple, co-diretor de pesquisa da Scripps Clinic Sleep Center, nos EUA. Segundo estudos que ele realizou por volta de 2002, dormir muito também pode causar mal à saúde. E você vai se espantar que esse &#8220;muito&#8221; é bem menos do que estamos acostumados a ouvir.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Time <a href="http://www.time.com/time/health/article/0,8599,1812420,00.html?xid=rss-topstories" target="blank">publicou uma interessante entrevista</a> com Daniel Kriple, co-diretor de pesquisa da <a href="http://www.scripps.org/" target="blank">Scripps Clinic Sleep Center</a>, nos EUA. Segundo estudos que ele realizou por volta de 2002, dormir muito também pode causar mal à saúde. E você vai se espantar que esse &#8220;muito&#8221; é bem menos do que estamos acostumados a ouvir.  </p>
<blockquote><p>Estudos mostram que pessoas que dormem de 6 e meia a 7 horas e meia por noite vivem mais tempo. E pessoas que dormem 8 horas ou mais &#8211; ou menos que 6 e meia, não vivem tanto. Há tanto risco em dormir muito quanto em dormir pouco. A grande surpresa é que esse muito começa em 8 horas. Dormir 8 e meia pode ser um tanto pior do que dormir 5.</p></blockquote>
<p>Kriple diz que, na sua pesquisa, era mais comum encontrar pessoas depressivas e obesas entre os grupos que dormiam mais de 8 horas. Assim, para ele, o tempo ideal de sono seria não mais do que 7.</p>
<h4>Dormindo no ponto</h4>
<p>Esse é um assunto bem controverso. Quase todos aceitamos que 8 horas é o período de sono adequado. Mas meus mais de 4 anos de convivência diária com mestres budistas me diz outra coisa. A maioria dos que conheço não dorme mais de 5 horas por noite. Nossa principal professora, há mais de 20 anos dorme por volta de 4. Eu também, que sou um mero estudante preguiçoso, não costumo dormir mais que 5.</p>
<p>Fico cansado? Sim. Mas geralmente só na quinta-feira. Não me pergunte porquê. Já fiz várias experiências e notei que o cansaço não parece ter nada a ver com falta de sono. Acredito que ele obedeça a certos ciclos emocionais / corporais. E a alguns truques das minhas características psicológicas.</p>
<p>Por exemplo: há certos períodos do mês nos quais fico mais indisposto e acho que tudo é mais difícil. É como se fosse uma TPM. Um simples pedido de trabalho pode interpretado quase como um insulto. Depois de um tempo, as coisas voltam ao normal.</p>
<p>O mais curioso é que me sinto muito mais cansado quando acho que deveria ter dormido mais. Quando me auto-sugestiono, tagarelando para mim mesmo: &#8220;essa noite só dormi 4 horas. Amanhã estarei podre&#8221;. Funciona, acordo mal mesmo. Cérebros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2009/01/27/quantas-horas-precisamos-dormir/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ilusões de ótica (e de objetivos)</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/15/ilusoes-de-otica-e-de-objetivos/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/15/ilusoes-de-otica-e-de-objetivos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 23:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[ilusões de ótica]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=5071]]></guid>
		<description><![CDATA[Arthur Shapiro, professor da Bucknell University, no departamento de psicologia e neurociência, tem uma das profissões mais divertidas que se pode imaginar: enganar o cérebro. Ele cria jogos e animações que produzem ilusões de ótica.
No blog Illusion Sciences, publica parte desse impressionante material. Mesmo sem precisar enfrentar um xamã e tomar Aihuasca, como fez Marcelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Arthur Shapiro, professor da Bucknell University, no departamento de psicologia e neurociência, tem uma das profissões mais divertidas que se pode imaginar: <strong>enganar o cérebro</strong>. Ele cria jogos e animações que produzem ilusões de ótica.</p>
<p>No blog <a href="http://www.illusionsciences.com/">Illusion Sciences</a>, publica parte desse impressionante material. Mesmo sem precisar enfrentar um xamã e tomar Aihuasca, <a href="http://revistatrip.uol.com.br/166/negras/06.htm" target="blank">como fez Marcelo Tas</a>, é possível notar como nossa percepção daquilo que chamamos de realidade é frágil. Pequenas alterações nos gráficos fazem com que mudemos completamente de idéia a respeito dos movimentos, cores e formas. É espantoso imaginar que <strong>estamos imersos diariamente nessa fragilidade</strong>.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QbKw0_v2clo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QbKw0_v2clo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Boa parte do que pensamos e fazemos durante o dia tem a ver com fantasmas da percepção, falta de conhecimento amplo das situações e imperfeições de comunicação. Somos como náufragos da entropia, surfistas dos erros.</p>
<p>Um emprego insuportável nada mais é do que seu cérebro produzindo enzimas. Aquilo que lhe dá mais raiva, não passa de um padrão cultural que amanhã pode estar completamente obsoleto. A felicidade que você deseja pode ser uma ilusão que se tornará um pesadelo assim que você conquistá-la. Tudo isso são palavras e conceitos colidindo à nossa frente.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xgM16127NM4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xgM16127NM4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Desde o século 18, somos convencidos de que a felicidade estaria em encontrarmos vocações, aquilo que temos &#8220;tesão&#8221; em fazer, no qual seríamos &#8220;bons&#8221;. Mas boa parte da população nunca chega a isso. Ou pior: nunca se convence de ter chegado.</p>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/URLRdcnU6Hk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/URLRdcnU6Hk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="505"></embed></object></p>
<p>Uma vez que nossa percepção pode ser alterada tão facilmente como nos gráficos de Shapiro ou na química dos xamãs, como podemos levar tão à sério nossos sonhos, ou a ausência de realização deles?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/12/15/ilusoes-de-otica-e-de-objetivos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seu cérebro também tem disputas por audiência</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 12:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduf</dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pagerank]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/magaiver/?p=4051]]></guid>
		<description><![CDATA[
A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/magaiver/files/2008/10/ressonancia.jpg" alt="Ressonância magnética + Google Analytics" width="400" height="400" class="alignnone size-full wp-image-4061" /></p>
<blockquote><p>A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como uma torre com múltiplos níveis dependentes uns dos outros). (&#8230;)</p></blockquote>
<p>Comentário <a href="http://scienceblogs.com/cortex/2008/10/the_inner_argument_1.php" target="blank" title="" rel="tag">publicado no The Frontal Cortex</a>, blog sobre neurologia. Pesquisadores usaram exames de ressonância magnética para tentar entender como lidamos com decisões de risco. No processo, descobriram que a disputa por atenção não está só na internet, TV ou publicidade. De alguma forma, cada uma das nossas idéias busca audiência, quer se transformar <em>em viral</em> e &#8220;subir no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pagerank" target="blank" title="definicao de PageRank" rel="tag">PageRank</a>&#8220;. <a href="http://cercor.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/bhn147" target="blank" title="Functional Dissociations of Risk and Reward Processing in the Medial Prefrontal Cortex" rel="tag">Leia a pesquisa completa aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/magaiver/2008/10/10/seu-cerebro-tambem-tem-disputas-por-audiencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
