Via Work for Food. Abre um precedente para várias outras imagens dessa. Carreira de jornalista, por exemplo. Do Word ao Excel ao Prozac.
Update: Pediram-me para fazer uma legenda. Da esquerda para a direita e de cima para baixo, os ícones são: Dreamweaver, Flash, Adobe Illustrator, Photoshop. O X é de Excel, o P de Power Point e o E de Entourage (o Outlook, da própria Microsoft, versão Mac OS).
“Segura essa, Buddy Boy”. Cena do clássico Se Meu Apartamento Falasse (1960), de Billy Wilder, que trata das desventuras sexuais que acontecem nos bastidores dos escritórios.
Todos sabemos que uma das melhores – e mais arriscadas – técnicas de gerenciamento de pequenas equipes é ficar amigo dos subordinados. Conhecê-los individualmente e saber como conversar de modo personalizado e contextual com cada um deles. Ou seja: se importar com as pessoas. Mas está aí um segredo que não ensinam em faculdades.
Conheço um gerente de uma grande empresa que vai fundo nessa metodologia. E os resultados são incríveis. Sua equipe bate constantes recordes internos de vendas. Os funcionários são quase que devotos dele.
Hoje fiz uma longa viagem de carro com essa pessoa e pude descobrir um dos seus segredos. Além da organização e competência técnica, ele sabe da vida sexual da maioria das pessoas da equipe. Falta de ética? Nada. Os integrantes vão espontaneamente lhe contar seus feitos ou angústias. Com toda discrição, o gerente me contou um dos seus casos de, digamos, microgerenciamento. Leia mais »
A IBM acaba de patentear uma estranha tecnologia. Funciona mais ou menos assim:
1. Você convida colegas de trabalho para um reunião das 10h às 12h.
2. Antes, “explica” para um aplicativo que tipo de assunto será tratado. Exemplo: planejamento financeiro.
3. Define quais programas e recursos do computador serão usados durante o período. Calculadoras, Excel, PowerPoint.
4. Também designa quais NÃO devem ser usados. Internet, e-mails, Tetris, Paciência etc.
3. Na hora marcada, o aplicativo bloqueia todos os recursos que não foram previamente liberados.
Aos poucos, o método está se popularizando em sites de tecnologia com o nome de “supressão de distrações” (leia o projeto inteiro, em inglês, aqui). Você usaria?
O FriendFeed começou a testar uma nova versão do seu serviço de lifestreaming. Além de um estranho design com fundo cinza, agora não há mais necessidade de recarregar a página para ver as atualizações na sua conta. O vídeo acima mostra como funciona.
Imagine poder ficar o dia inteiro diante de uma tela, interagindo imediatamente com seus sites, blogs, contas no Twitter e redes sociais. E sem precisar sequer esperar pelo tempo do “reload”. É um fluxo contínuo de pedidos de atenção. Por um lado, usar o FriendFeed pode ser mais inteligente do que dispersar sua atenção em diversos outros serviços. Por outro, pode ser uma prática muito perigosa, dispersiva e viciante.
De qualquer forma, parece que o serviço finalmente começou a ganhar identidade. Vamos ver o que os usuários vão criar a partir de agora.
Para fazer um bom trabalho, designers e fotógrafos precisam que as cores exibidas nas telas dos computadores sejam minimamente precisas. Assim, os monitores são geralmente calibrados. Ou seja, ajustados para se relacionar corretamente com a quantidade de luz do ambiente. Mas, é claro, durante um mesmo dia, a luz pode mudar muitas vezes. Sol, pancadas de chuva, dias nublados: cada situação traz suas variações, ainda que os computadores estejam em locais fechados e com luzes frias acesas. Para ajudar a diminuir essas variações, foi criado o F.lux, um aplicativo que controla o brilho do monitor quase em tempo real. De quebra, esse processo ainda ajuda a economizar energia. O programa é gratuito e funciona em Windows, Mac e Linux.
“Para ver a banda passar / esgotando o servidor”, cantaria Chico Buarque.
Quanta banda de internet você está usando agora? Há várias maneiras de responder a essa pergunta. Mas vamos direto a uma fácil e gratuita: baixe e instale o FreeMeter. O aplicativo mostra, por meio de gráficos simples e diretos, a quantidade de dados que você envia e recebe por minuto quando usa a web. Saber essas coisas é especialmente útil se você usa uma conexão 3G. Ou um daqueles planos “ilimitados” de internet que, após alguns gigabites de transferência, começam a apresentar quedas de desempenho. A má notícia: só roda no Windows. Usa Mac? Tente esta ferramenta. Linux? Use esta extensão para Firefox.
Hoje uma conversa me fez lembrar de uma apresentação de Chris Jordan, para o TED, em 2008. O fotógrafo coleciona estatísticas de vários detalhes supostamente menores do cotidiano. Coisas como a quantidade de copos plásticos que são usados no mundo em 15 minutos, entre outros números aparentemente bizarros. Depois, Jordan transforma os dados em imagens e arte. Nos vídeos abaixo (legendados em português), ele explica porque é importante prestar atenção nesse material.
Você tem uma conta no Flickr e algumas imagens no Picasa. Faz podcasts, cria vídeos etc. Mas como distribuir esse material? Qual é o melhor player? Como manter todos os arquivos organizados num só lugar? Um novo media-center on-line chamado Joggle pode ajudá-lo. Ele é uma mistura de disco virtual com iTunes. Mas com uma vantagem: cria códigos simples e eficientes que permitem embedar o material em outros sites. Assim como você faz com o YouTube.
A seguir, um screenshot tour pelo aplicativo.
Arquivando imagens.
No canto inferior da tela, as opções de compartilhamento.
Gerando código para embedar o conteúdo em outros sites.
Alguns sites e blogs sobre tecnologia dos EUA já estão relatando casos de ataque atribuídos ao Conficker (leia post abaixo). Mas, de modo geral, até agora, são casos isolados. Pode voltar a se preocupar com o Bin Laden, seu Obama. Se você atualizou seu computador, deve estar trabalhando tranquilamente agora.
Eduardo Fernandes é interaction designer, consultor e jornalista. Já desenvolveu projetos de internet para empresas como Trip, Nokia, Petrobras, Nintendo, Editora Abril, entre outras.