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Arquivo de janeiro, 2008

08/01/2008 - 23:43

Os 20 hábitos que mais desperdiçam sua energia

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O site norte-americano sobre produtividade pessoal Dumb Little Man publicou uma lista com as 10 coisas que mais desperdiçam nossa energia no cotidiano:

01. Não dormir adequadamente.
02. Açúcar.
03. Cafeína (dá um pico de energia, mas derruba a pessoa depois).
04. Falta de exercício.
05. Não saber respirar corretamente e oxigenar o corpo.
06. Má alimentação.
07. Desidratação.
08. Estresse.
09. Melancolia (dor crônica).
10. Pessoas tóxicas.

Concordo com quase todas (na minha experiência, a falta de sono é mais “trabalhável”). Mas tenho ainda outras 10 sugestões:

01. Medo do sofrimento.
02. Necessidade de ser constantemente notado e elogiado.
03. Falta de períodos curtos de descanso durante o dia.
04. Ficar na defensiva. Achar que o mundo está armando conspirações contra você.
05. Má postura, falta de disciplina física.
o6. Desorganização.
07. Autopiedade.
08. Falta de atenção.
09. Tagarelice.
1o. Reclamações.

É incrível como cada um desses itens tem formas muito cotidianas e profundas de expressão. Tanto que podemos passar uma vida inteira sem perceber os hábitos que nos destroem. O que vocês acham de voltar ao assunto, item por item, de um modo mais completo? Interessa?

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/01/2008 - 23:51

Desistir nem sempre é ruim

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Se você acompanha o noticiário de tecnologia, já deve saber que Bill Gates fez um vídeo humorístico sobre seu “último dia” na Microsoft (acima). Mesmo que ele esteja incomensuravelmente rico e sem a mínima necessidade de trabalhar formalmente, imagine o que deve ser sair de uma companhia que você fundou e à qual se dedicou integralmente desde os 17 anos de idade. É bom ver que ele fez isso com uma certa auto-ironia e sem se levar a sério demais.

Apesar dos problemas dos produtos da Microsoft, não há dúvidas de que Bill Gates fez um trabalho revolucionário ao popularizar a informática e ajudar na nerdização do mundo. De certa forma, foi o responsável por nós hoje podermos comprar laptops no supermercado, em prestações. Bem ou mal, Gates provavelmente teve um impacto social tão grande quanto um Gutemberg ou Lutero. E, assim como estes, não está livre de polêmicas e histórias obscuras de bastidores.

Não cabe aqui especular sobre os motivos e contextos da aposentadoria de Gates, nem mesmo fazer julgamentos morais sobre sua história. Mas perceber que mesmo alguém da sua importância tem de saber quando e como parar. Sair de campo é tão importante quanto saber entrar. Há projetos, parcerias, comportamentos e relacionamentos que se tornam verdadeiros zumbis, comendo seu cérebro e impedindo que sua visão se renove.

Às vezes, parar é um ato de generosidade para todos os envolvidos. Afastando a comodidade, forçando novas perspectivas, você pode fazer todos à sua volta crescerem. Além do que a mudança é um processo natural, que ocorre em muitos níveis. Nossas células morrem todos os dias, nossas idéias mudam sutilmente a toda hora. E quando um ciclo se fecha, é hora de saber dizer: “ok, deu. Vamos para a próxima fase”.

O guru do marketing online, Seth Godin, escreveu um livro sobre isso: The Dip: A Little Book That Teaches You When to Quit (and When to Stick). É mais um daqueles textos que as editoras brasileiras ignoram. Felizmente, é possível encontrá-lo na web, em inglês, versão ebook.

Nele, Godin explica seu conceito de “saída estratégica”: quando abandonar um projeto pode ser um passo importante para consolidar novas possibilidades. Também ensina a identificar situações que obstruem a vida e sugam energia que seria útil em outros contextos. Como ele diz: ganhadores desistem e aqueles que desistem também podem se tornar ganhadores. Vale a pena conferir.

E boa aposentadoria para Bill Gates. Ele não precisa tentar ser Steve Jobs. Já fez sua parte. E pelo menos não depende do INSS.

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
04/01/2008 - 23:04

Links para sexta-feira

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Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
03/01/2008 - 14:53

David Allen no Google

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David Allen, criador do sistema de produtividade pessoal conhecido como GTD (Get Things Done), fez uma palestra de quase 50 minutos aos funcionários do Google, nos EUA. O resultado está no vídeo acima, em inglês. Segue uma rápida lista dos assuntos tratados:

1. Introdução ao GTD.

2. Como é fácil perder o controle da sua própria rotina.

3. Porque isso acontece: tentamos gerenciar tudo só de memória e não temos um sistema adequado para desopilar a mente e gerenciar processos.

4. Não precisamos de mais organização rígida e sim de flexibilidade e capacidade de responder rapidamente aos problemas.

5. O conceito de “mente como água”, inspirado nas artes marciais. Sem reações exageradas ou inadequadas, fazer o que é necessário, sem sofrer por antecedência ou superdimensionar problemas.

6. Necessidade de estar presente no momento e de manter a concentração. Ficamos boa parte do tempo distraídos, seja rejeitando a realidade ou tentando evitá-la. Assim, acabamos mais ocupados ainda e, pior, sem resolver as pendências.

7. Como eliminar o excesso de distrações e manter o foco.

8. A necessidade de equilibrar controle com uma perspectiva mais ampla da sua vida e trabalho.

Allen manteve a fama de Seinfeld dos consultores e fez uma apresentação bastante divertida. Não espalhe, mas, se tudo der certo, em 2008 talvez você possa assistí-lo de perto. Aguarde.

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
03/01/2008 - 10:45

Ouvi dizer

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“Lembre-se: se você não tem atenção, não tem tempo. Tim Ferriss

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/01/2008 - 17:08

Tudo novo

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Mais mudanças neste fim de ano. Depois de alguns anos, voltei a usar um Macintosh como meu computador principal. Esperem mais dicas sobre a Apple. Mantenho ainda um notebook para testes com Windows e Linux.

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/01/2008 - 16:50

Como retomar o ritmo após os feriados

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Depois das festas, pode ser um sacrifício voltar ao ritmo. Mente e corpo resistem à idéia. Principalmente porque temos o costume de criar um discurso tão cheio de ilusões durante os feriados, que parece até uma agressão voltar ao mundo real. Sabemos que mentimos para nós mesmos. Para muitos, o ritual do ano novo é apenas um descanso ilusório entre duas rotinas – uma que fingimos que já passou e outra que tentamos acreditar que virá.

Hoje pela manhã, a noção de tempo pode ter parecido menos sólida do que era enquanto os fogos estouravam. E, ao contrário do que diz a música, o futuro não começou. Assim, a energia da desilusão tende a tomar conta do corpo e se transformar em preguiça, desânimo. Mas você não precisa de nenhuma energia para voltar ao rítmo. Pode mudá-lo, ajustá-lo. Ou pelo menos a visão que tem dele, tirando sua solidez e rigidez.

Aproveite a primeira semana do ano para fazer algo de concreto para corrigir o curso daquilo que acha que está errado na sua vida:

1. Faça planejamentos concretos de longo prazo. Não se trata de promessas, mas de traçar estratégias. “Em agosto, espero fazer tal coisa. Em abril, outra”. Reorganize seus macro-objetivos, marque datas para concluí-los ou iniciá-los efetivamente.

2. Não deixe a rotina pegá-lo desprevenido novamente. Não ligue o piloto automático. Faça uma pausa, mas desta vez sem ocupar-se com bebidas e festas. Reestruture seus processos. Ou pelo menos perceba se eles existem ou não. Em vez de resmungar e voltar a fazer tudo igual, analise, reavalie.

3. Tente desintoxicar-se. Isso não significa apenas comer menos ou ingerir coisas saudáveis, mas livrar-se dos hábitos que você julga negativos. Livre-se de contas inúteis de e-mail, de perfís que não atualiza e de brinquedos na internet que mais consomem energia do que dão prazer.

4. Não enxergue a realidade como uma conspiração de vampiros querendo sugar sua energia vital. Nem vítima, nem carrasco. Apenas situações a gerenciar. Exercícios para sua sagacidade.

5. Não acredite demais no cansaço. Muitas vezes ele é perfeitamente superável – vide os atletas de Iron Man e maratonistas. Em vez de dar atenção demais à falta de energia, concentre-se no que tem para fazer. Conhecer os próprios limites é diferente de sofrer por antecedência. Se não se sente estimulado a agir, planeje.

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/01/2008 - 14:18

Feliz 2008. Estamos de volta

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“Muito freqüentemente, as pessoas pensam que a tarefa de resolver os problemas do mundo está baseada em conquistar a Terra, em vez de tocar a terra, tocar o solo. Chogyam Trungpa

Autor: Eduf - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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