Cérebro masculino x cérebro feminino (com dicas para as mulheres)
Resolvi listar pensamentos machos que parecem óbvios. Mas, vendo os e-mails femininos que recebo semanalmente, descobri que não são tão óbvios assim. Portanto, o texto de hoje vai direcionado às mulheres, estes seres tão adoráveis e necessários, mas às vezes tão chatos e irritantes, que precisam aprender algumas coisas de uma vez por todas e perder certas esperanças. Como Macho Alfa é um espaço democrático (apesar de a democracia falhar muitas vezes), este post tem a versão feminina (feita pelo conselho de mulheres da redação) embaixo de cada tópico:
- Não, a gente não abaixa a tampa do vaso mesmo. É uma questão de usabilidade: quem precisa usar, abaixe ou levante na hora do uso. E pelo amor de Deus: quando erramos, não é questão de mira. É o simples fato de que o nosso querido companheiro pode estar ereto, semi-ereto ou simplesmente meio torto, afinal, ele não está preso com prego ou gesso (e antes que alguma besta diga para apontar no centro: se ele estiver razoavelmente ereto, movê-lo é sinal de dor e incômodo, tá?);
O lado feminino: nós, mulheres, temos muita esperança, sabe? A gente sempre espera que o mocinho beije a mocinha no final, que a heroína desmascare a vilã, que alguém apareça para nos ajudar na baliza – e que vocês, por Deus, percebam que não cai a mão abaixar a porcaria da tampa depois de fazer xixi. E que isso seria muito mais higiênico.

Getty Images / A gente odeia dormir "de conchinha"
- Não, a gente não gosta de “dormir de conchinha”. Cansa, não dá pra se mexer e nem pra respirar. Sono é hora para relaxar, não para fazer sacrifício;
O lado feminino: e quem disse que a mulherada apoia ampla, geral e irrestritamente a posição ‘conchinha’? Caros, nós só queremos começar a noite em clima de romance. Depois, é cada um pro seu lado – na cama, claro.
- Sim, a gente olha para outras mulheres na rua. E vocês olham para os caras. A questão é: sejamos todos espertos e, por respeito a quem está do nosso lado, sejamos discretos ao fazer isso;
O lado feminino: quantos homens, honestamente, já pegaram suas mulheres ou namoradas secando um cara? E quantas mulheres já pegaram seus namorados ou maridos olhando para um rabo de saia? Quantas vezes no dia? Ah, ok. Desculpa, mas nós somos discretas e criteriosas. E não pedimos que vocês não olhem para o que é bonito; apenas para que tenham um mínimo de educação ao fazer isso na frente de suas respectivas.
- Sim, todo homem vira um ogro ao ver um jogo de futebol. Berra, xinga, pula, soca parede. E isso é saudável. Assim como as mulheres dão shows de futilidade discutindo roupas, sapatos, maquiagens e cores de esmalte. Aceitem ou namorem gays;
- O lado feminino: a gente só não consegue entender tanta empolgação com um negócio que está acontecendo a quilômetros de distância – e cujo resultado não vai interferir diretamente na vida da pessoa. Mas tudo bem.
- Não, a gente não confia 100% em ninguém. Mas até aí não precisa ser paranóico. O negócio é dar assistência pra não gerar concorrência e ficar de olho aberto. Mas essa de confiança cega não existe;
- O lado feminino: então não reclamem quando a gente pergunta se vocês ainda nos amam. Só estamos checando também.
- Não, a gente não quer ir ao shopping no fim de semana e passar horas vendo roupas, sapatos, sofás ou decidindo a cor de cortina. A gente prefere fazer outras coisas nas horas de folga, como beber, ver futebol, fazer sexo, ler jornal, ir ao cinema ou, simplesmente, fazer nada;
- O lado feminino: e quem disse que as mulheres não dispensam os programas de vocês também? Além do mais, é péssima ideia levar homem ao shopping. Além das dúvidas cruéis que temos de encarar – coisas do tipo “levo o vermelho ou o preto, ou os dois?”, ficar aguentando cara de macho emburrado é dose.
- Não, a gente não gosta de passar o domingo na casa da mãe de vocês. Leiam o letreiro na testa: “Estou fazendo isso só para te agradar”. A gente até vai, mas adoraria comer, dar um beijo na boa velhinha e ir embora logo depois;
- O lado feminino: nós também achamos um saco os churrascos da firma, queridos. Adoraríamos chegar, comer (um pouco de salada, claro), dizer pro seu chefe parar de ser cara de pau e olhar para a bunda das subordinadas descaradamente, pedir para a mulher do seu chefe controlar aquele fedelho que ela chama de filho, avisar sua colega de departamento que ela precisa de uma calça dois números maiores e, se possível, lembrar o diretor daquele aumento que você merece, mas tem medo de cobrar. E ir embora logo depois.
- Não, a gente não gosta de discutir nome dos filhos que nem existem. Isso é coisa de mulher sonhadora. Deixem pra falar disso se um dia rolar gravidez. E nem todo homem quer ser pai, muitos só cedem às pressões da sociedade. Perguntar antes de parar com a pílula é legal, tá? (aliás, casal que batiza filho que não existe não chega nem no primeiro rebento);
- O lado feminino: sonhar com a maternidade faz parte da psique feminina, assim como gritar “chupa, porco” para um estádio, um jogador ou um juiz a quilômetros de distância parece fazer parte da masculina. Acostumem-se e tenham um pouco de paciência.
- Não, a gente não quer saber o passado de vocês. Com quem saíram, com quantos transaram, onde foram… mulher é como cozinha de boteco, se você conhecer o passado, não come. Portanto, guardem o passado, pertence só a vocês;
- O lado feminino: tanto quanto vocês não querem saber do nosso passado, nós também não gostaríamos de ver vocês ‘sondando’ um possível futuro a cada rabo de saia que passa. Paciência, né?
- Não, a gente não nasceu com poderes paranormais e não consegue adivinhar o que querem. Mulher que concorda com tudo ou que deixa pra dizer depois: “mas eu não queria ir a tal lugar” é um saco. Portanto, é melhor que deixem claro o que querem, sempre;
- O lado feminino: nessa vocês estão cobertos de razão. Temos cá nossas dúvidas, no entanto, sobre como os homens vão reagir quando as próximas gerações de mulheres aprenderem a dizer exatamente o que querem – inclusive “não, não acho que casar com você vai ser uma boa ideia”, “eu prefiro me dedicar mais à minha carreira nesse momento” ou “cara, é isso que você chama de sexo oral?”. Mas só descobriremos vendo…
- E não, a gente nunca sabe como abordar uma mulher na balada. A diferença é que alguns falam besteiras mais graves que os outros, mas esta conversa é sempre idiota. Nada do que a gente fale será bem visto. Portanto, em vez de criticar as cantadas estúpidas, deixem claro se querem ou não. Vocês conseguem isso só com o olhar, mas parecem ter o prazer mórbido de fazer o cara chegar perto, para ouvi-lo falar uma bobagem e depois dar um fora;
- O lado feminino: bom, a gente tem que se divertir com alguma coisa, vai?
Abs,
J.J.
Autor: machoalfa - Categoria(s): Relacionamentos, comportamento Tags: cérebro masculino x cérebro feminino, dicas para as mulheres, homem x mulher
Dia de tema novo!!!!!!! Obaaaaaaaaaaaaa
(….E Kandida está num curso….coitada da minha amiga….deve ter puta da vida de não estar aqui…..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)
Susie, amiga kd vc?????Está sendo moderada ainda????Manda um email…..kkkkkkkkkkkkkkkkk
Ludi , bom dia kerida….
curso com esse calor , ninguem merece,,,e esse horario de verao afffff
Ludi oie ta me vendo????rsrr ou melhor me lendo?? rsrsr
Oi Susie, to te lendo sim!!!!!kkkkkkkkk
Bom Dia!!!!Desculpe a demora
Ludi , que bom,,,pensei que ia ser fantasminha do blog rsrsrs
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Amiga vou ter q sair…..depois volto!!!!
(……Enquanto isso será q o Miguel está em reunião??Ou será q está perdendo a paciência com o IG????E a Kandida,Ah coitada da minha amiga….deve tá cochilando no tal curso……kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)
é vivendo e aprendendo!!!! rsrsrsrsrrs…
sou muito pocessiva ao ciumes isso e o certo amiga bjs