16/03/2010 - 09:18
EUA pressionam Israel a retomar conversas de paz

Em um esforço para trazer as negociações de paz de volta aos trilhos, a administração Obama está pressionando o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu a reverter a aprovação da semana passada de construir 1.600 unidades habitacionais em uma área em disputa de Jerusalém, fazer um gesto significativo (de aproximação) para os palestinos e declarar publicamente que todas as “questões essenciais” no conflito israelo-palestino – incluindo o estatuto de Jerusalém –, sejam incluídas nas negociações futuras, disseram funcionários do governo norte-americano. As três demandas, transmitidas na sexta-feira pela Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton em um telefonema tenso com Netanyahu, não foram divulgadas publicamente pela administração. Mas espera-se que Israel dê uma resposta formal na terça-feira. Funcionários dos EUA estão encarando isso como uma prova do comprometimento de Netanyahu na relação entre os Estados Unidos e Israel. “Temos que ter garantias de que esse tipo de coisa não aconteça novamente”, disse uma autoridade dos EUA, falando em condição de anonimato devido à sensibilidade da questão.
Clique aqui
E mais:
China recua e diz que criticar yuan é “contraproducente”
Eurozona reitera ajuda à Grécia, mas não detalha planos
Reino Unido descarta alerta sobre sua dívida
Crise financeira interrompe expansão bancária na Rússia
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: Barack Obama, Binyamin Netanyahu, China, crise global, déficit orçamentário, EUA, Eurozona, Grécia, Israel, Jerusalém, plano de salvação, Reino Unido, Rússia, sistema bancário, yuan
08/03/2010 - 10:55
Sarkozy promete ajuda da Europa à Grécia

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, prometeu à Grécia no domingo que os países da zona do euro ajudariam a superar seus problemas financeiros. Ele também prometeu uma repressão europeia aos especuladores financeiros, a quem Atenas culpa por seus infortúnios. Sarkozy se reuniu com o primeiro-ministro George A. Papandreou da Grécia, que busca garantia de apoio das capitais europeias que vai tranqüilizar os mercados e reduzir os pesados custos das dívidas dos países atingidos. “Os principais atores no palco europeu estão decididos a fazer o que for necessário para garantir que a Grécia não fique isolada“, disse Sarkozy. Ele descartou apoio financeiro imediato, mas disse que sua ministra da economia estava elaborando as possibilidades de ajuda. Papandreou se reuniu com a chanceler Angela Merkel da Alemanha e o primeiro-ministro Jean-Claude Juncker, de Luxemburgo, na sexta-feira. No domingo, seguiu para Washington. A Grécia diz que o abuso de derivativos como os CDS (troca de crédito por inadimplência, na tradução para o português), usados para a cobertura de títulos em caso de inadimplência, tem empurrado para cima os custos da dívida, e Papandreou disse a repórteres que a França, Alemanha e Juncker estavam prontos para agir.
Clique aqui
E mais:
O espelho irlandês – Paul Krugman
Brasil defende política cambial
Santander é o principal candidato à compra de agências do RBS
China vai limitar valorização do yuan, diz Roubini
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: Abbey, ajuda, bancos, Brasil, China, crise, EUA, França, Grécia, Nicolas Sarkozy, Paul Krugman, política cambial, RBS, Reino Unido, Santander, yuan, Zona do Euro
05/03/2010 - 09:20
Grécia não crescerá até 2012

O governo grego espera uma contração de dois anos da economia após a adoção do rígido programa de austeridade que reduzirá substancialmente os gastos dos consumidores, disseram duas pessoas familiarizadas com o pensamento do governo na quinta-feira. “Os problemas reais começam agora”, disse uma dessas pessoas, que pediu para não ser identificada. “As medidas terão um grande impacto sobre como os gregos vão gastar. Tal como está agora, o governo espera dois anos de recessão. Ele irá rever a previsão de declínio de 0,3% do PIB este ano para uma queda de pelo menos 1,5%, mas poderia ser pior“, afirmou. “O governo também espera que o desemprego atinja 11% este ano, partindo de uma taxa de 9,9% estimada em 2009,” contou a fonte. Ele não especificou quando o PIB deste ano será revisto. O Ministério da Fazenda espera que a economia cresça 1,5% em 2011, mas a fonte disse que isso também pode ser revisto para uma contração de 0,5%. Alguns economistas têm dito que a intensa pressão da União Europeia para que a Grécia reduza o seu gritante déficit orçamentário, atualmente em 12,7% do PIB - mais de quatro vezes a meta de 3% do PIB da eurozona – pode acabar com o equivocado equilíbrio entre manter a solidez fiscal e sustentar a demanda em tempos difíceis. No mês passado, o economista norte-americano Joseph Stiglitz advertiu contra o que chamou de “fetichismo do déficit”, em uma conferência de imprensa em Atenas. Sem medidas para estimular a economia, como fundos de desenvolvimento e outros meios para aumentar a liquidez, a redução do déficit pode retardar o crescimento, disse Stiglitz, professor na Universidade de Columbia e ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2001.
Clique aqui
E mais:
Trichet não quer que Grécia recorra ao FMI
China prefere diplomacia ao invés de sanções ao Irã
Média salarial aumenta nos EUA e cria expectativa de mais gastos
Mercado de câmbio se anima com expectativa de yuan valorizado
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: BCE, câmbio, China, Diplomacia, EUA, FMI, Grécia, Irã, ONU, PIB, Rússia, salários, yuan, Zona do Euro
02/03/2010 - 09:30
Argentina pede ajuda aos EUA sobre Malvinas


A Argentina pediu ajuda aos EUA na segunda-feira para resolver uma fermentada disputa com a Grã-Bretanha sobre as ilhas do Atlântico Sul que foram o tema de uma breve guerra há mais de 25 anos atrás e onde a Grã-Bretanha começou a perfurar petróleo. A presidente da Argentina, Cristina Fernández, disse ter feito o pedido durante uma inesperadamente longa reunião com a secretária de Estado dos EUA, Hillary Rodham Clinton. A secretária disse que os Estados Unidos vão encorajar os dois países a conversar. A Grã-Bretanha se opôs a uma mediação. “O que pedimos é a mediação de um país amigo da Argentina e do Reino Unido”, disse Fernandez. Ela disse que a Argentina quer que as conversações tenham lugar dentro de um quadro estabelecido pelas Nações Unidas logo após a guerra das Malvinas, em 1982. “É isso. A única coisa que pedimos é apenas fazê-los se sentarem à mesa. Não acho que isso seja demais”, disse Fernandez. Clinton concordou sobre a necessidade de negociações, mas não especifica qual papel os EUA poderão ter. Qualquer intervenção direta corre o risco de irritar a Grã-Bretanha, um aliado próximo. Ela disse que os EUA não podem forçá-los a se sentar à mesa, mas apelará publicamente para que os dois lados conversem.
Clique aqui
E mais:
Expectativa de ajuda à Grécia afasta especuladores
FMI para para China a valorizar o yuan
Comércio mundial se recupera rapidamente
Desemprego no Japão cai 5%
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: Argentina, China, comércio mundial, EUA, FMI, Grécia, Japão, Malvinas, mediação diplomática, Reino Unido, taxa de desemprego, valoriza, valorização cambial, yuan
19/02/2010 - 09:05
FMI muda de posição e recomenda controles de capital

Economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI), revertendo a antiga oposição do fundo sobre controles de capital, exortaram as nações em desenvolvimento a considerar o uso de impostos e de regulamentação para moderar o grande excesso de fluxos de capital para que não produzam bolhas de ativos financeiros e outras calamidades. Eles disseram que mercados emergentes com controles no lugar haviam se saído melhor do que outros na recessão global. A recomendação é o mais firme compromisso de controles de capital do FMI e uma inversão do conselho que deu às nações em desenvolvimento há apenas três anos. Há muito tempo o FMI defendeu o fluxo de capital desimpedido, como corolário do livre fluxo de comércio, para ajudar os países em desenvolvimento a prosperar. Mas a crise financeira global levou o fundo a repensar as crenças de longo prazo. Ele recentemente sugeriu que o mundo poderia estar melhor com um nível maior de inflação do que os banqueiros centrais estão agora mirando.
Clique aqui
E mais:
A valorização do yuan – Gordon Chang
Economistas defendem posição de Brown sobre déficit
Rússia reduz taxas para estimular crédito
Militares golpistas do Níger suspendem a Constituição
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: Banco da Inglaterra, China, controle de capital, déficit público, FMI, golpe de estado, Gordon Brown, Níger, Rússia, taxa de juros, valorização cambial, yuan
28/12/2009 - 09:36
Da Folha
CÂMBIO
China reafirma política de yuan depreciado
DA REDAÇÃO
A China não cederá aos apelos internacionais para que permita que o yuan se aprecie. Segundo o primeiro-ministro Wen Jiabao, pedir que o yuan seja valorizado é o mesmo que querer impor limites ao crescimento do país.
A principal crítica que o governo chinês tem recebido da comunidade internacional é o fato de manter o yuan artificialmente depreciado, barateando seus produtos no exterior.
viaFolha de S.Paulo – Câmbio: China reafirma política de yuan depreciado – 28/12/2009.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
Tags: câmbio, China, depreciação, yuan
30/11/2009 - 09:49
EUA e Brasil divergem na crise de Honduras

A disputada eleição presidencial em Honduras provavelmente deixará Washington contra o Brasil, potência emergente da América Latina, sobre o reconhecimento do vencedor da votação promovida pelos líderes do golpe (de Estado) de junho. O líder da oposição conservadora, Porfirio Lobo, ganhou facilmente a eleição no domingo, mas vai lutar para obter o reconhecimento na América Latina, onde muitos governos de esquerda vêem as eleições como um prego no caixão do presidente deposto Manuel Zelaya. Os Estados Unidos tentaram e falharam na restituição de Zelaya, um esquerdista, reintegrado (ao país) e agora aparentemente resignado em apoiar a eleição como o melhor caminho para Honduras sair do impasse político e isolamento diplomático. O Departamento de Estado dos EUA considerou a votação “um passo adiante necessário e importante” após a chegada dos resultados no domingo, mas não diz se Washington irá reconhecer explicitamente a vitória de Lobo sobre o candidato do partido governista Elvin Santos. O Brasil, que está cada vez mais flexionando seus músculos enquanto sua economia se torna mais poderosa, se recusa a reconhecer a votação. “O Brasil manterá sua posição, porque não é possível aceitar um golpe”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no domingo.
Clique aqui
E mais:
Banco central dos Emirados Árabes prepara plano de emergência
Economia da Índia cresce 7,9%
Pedido de valorização do yuan é “injusto”, diz Wen Jiabao
O imperativo dos empregos – Paul Krugman
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional, Sem categoria
Tags: Banco Central, Brasil, China, desemprego EUA, Dubai, Emirados Árabes Unidos, Honduras, Índia, Paul Krugman, PIB, União Européia, valorização cambial, yuan
19/11/2009 - 09:42
A discussão sobre o fortalecimento do yuan


O presidente dos EUA, Barack Obama, em sua primeira visita à China nesta semana, incitou o governo chinês a permitir que sua moeda se valorize. O presidente Hu Jintao educadamente preferiu ignorá-lo. Nas últimas semanas, Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, e Dominique Strauss-Kahn, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, também clamaram por um yuan mais forte. Mas a China irá ajustar sua moeda apenas quando bem entender, e não em resposta à pressão externa. A China permitiu que o yuan subisse 21% em relação ao dólar nos últimos três anos até julho de 2008, mas desde então a taxa tem se mantido mais ou menos fixa. Como resultado, o valor comercial do yuan foi arrastado para baixo este ano pelo dólar enfraquecido, enquanto muitas outras moedas subiram. Desde março, o real brasileiro e o won sul-coreano ganharam 42% e 36% respectivamente, contra o yuan, corroendo seriamente a competitividade desses países.
Clique aqui
E mais:
Geithner: ‘a crise de crédito não acabou’
O temor de um duplo mergulho no mercado imobiliário
Obama se aproxima da Coreia do Sul
Divida pública britânica aumenta
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: China, Coréia do Sul, Crise EUA, déficit público, EUA, mercado imobiliário, Reino Unido, valorização cambial, yuan
14/11/2009 - 07:00
Por Foo
“O dólar comercial subiu em relação a outras moedas na quinta-feira, com o governo chinês aparentemente sinalizando estar disposto a deixar o valor da sua moeda subir.”
Nassif,
Aqui vai uma sugestao de pauta, sobre a qual pouco se fala:
A gente sabe das vantagens que a China obtem da manutencao do yuan desvalorizado. Mas qual e’ o custo disso? Quais os pontos fracos dessa estrategia? O mercado pode apostar contra a capacidade da China manter o yuan desvalorizado, e lucrar com a eventual valorizacao?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo, Sem categoria
Tags: desvalorização, yuan
11/11/2009 - 10:22
Com fortalecimento chinês, aumenta clamor por yuan forte

A produção industrial da China e o superávit comercial subiram em outubro, indicando uma consistente recuperação na terceira maior economia do mundo, o que provavelmente amplia os clamores para deixar o yuan se valorizar. Os dados divulgados hoje vêm dias antes de os líderes da região Ásia-Pacífico se reinirem em Cingapura, e da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Pequim, onde planeja abordar a política monetária da China. O premiê chinês Wen Jiabao, rejeitou até agora a pressão para afrouxar as rédeas sobre o yuan, aguardando uma maior repercussão nas exportações, como esforço para garantir a estabilidade social e ganhos do trabalho. “Para a China, é necessário e adequado permitir que a moeda seja mais flexível”, disse o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Haruhiko Kuroda, em entrevista à Bloomberg Television hoje em Cingapura. “A resposta às crises pelas autoridades chinesas tem sido excelente”, e “eles tiveram uma recuperação econômica muito forte”, também disse.
Clique aqui
E mais:
O presidente do Fed sob ataque
Senadores democratas propõem nova regulação financeira nos EUA
O apagão de energia no Paraguai e Brasil
Ativos tóxicos à venda!
Leia mais »
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: apagão, ativos tóxicos, Brasil, China, EUA, FED, Paraguai, regulação financeira, valorização cambial, yuan
26/10/2009 - 14:00
Do Valor
Alex Frangos, The Wall Street Journal, de Hong Kong
Como o dólar americano continua a se enfraquecer, crescem as preocupações em boa parte da Ásia em relação a outra moeda declinante: o yuan chinês.
Por mais de um ano, a China manteve o yuan basicamente inalterado em relação ao dólar. Por isso, assim como o dólar, o yuan tem caído de maneira constante ante as moeda dos vizinhos da China, como o ringgit da Malásia, a rupia da Indonésia e o won da Coreia do Sul. Isso torna os produtos fabricados nesses países mais caros em comparação com os da China.
Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: China, dólar, Economia, moeda, Valor, yuan
Voltar ao topo