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06/11/2009 - 07:00

Receitas para o próximo tempo econômico

Por Gunter – SP

Acho que grandes desafios para o Brasil serão o câmbio, o sistema tributário, a defasagem tecnológica.

Não podemos esquecer que a desvalorização cambial deve ter como objetivo reindustrialização, substituição de importações ou novos mercados para exportações. Caso contrário não gerará empregos internamente e apenas se transferiria renda para o exterior (como a China sistematicamente faz.) Não deve ser um fim em si mesmo.

Se houver reforma tributária que distribua custos do setor industrial para o setor de serviços, parte do problema cambial se resolve. Se houver maior taxação do setor agrário ou extrativista, idem, pois o Brasil têm vantagens comparativas nestes.

Como Keynes já faleceu e Mendonça de Barros, Delfim Netto e outros já confessaram não ter a fórmula mágica, passa a ser interessante todos darem suas ideias para ver se um caminho surge.

Desvalorizar em economia altamente produtiva não é necessário. Mas não é o caso brasileiro. Desvalorizar em economia com falta de divisas é fácil. Também não é o caso.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , , , ,
05/11/2009 - 09:45

Os pólos políticos pós-Lula

Do Último Segundo

Coluna Econômica 05/11/2009

Uma grande discussão, no cenário político atual, é saber de que maneira irá se articular uma oposição ao que se poderia chamar de lulismo. Grosso modo, são três grupos de temas em torno dos quais podem ser articulados os discursos políticos:

O primeiro engloba as políticas irreversíveis que considera, entre outros, as políticas sociais includentes, o pacto do desenvolvimento, a manutenção da estabilidade inflacionária e fiscal, o biocombustível, a nova política industrial, ancorada no pré-sal, e o fortalecimento da agricultura.

O segundo são as sementes que vêm sendo lançadas, mas sem muita ênfase, como a prioridade na saúde (focalizado no recurso), o avanço na tecnologia e inovação, o aprimoramento da gestão pública, a desoneração dos investimentos e a racionalização tributária e o apoio às pequenas e microempresas.

O terceiro, onde se dará o embate ideológico, refere-se ao controle do fluxo de capitais.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: , , , , , ,
04/11/2009 - 07:53

Por trás das discussões econômicas

Do Último Segundo

Coluna Econômica – 04/11/2009

Nos últimos quinze anos, ocorreu uma guerra surda na política econômica, que está por trás de todas as grandes discussões de ordem econômica: quem lidera a economia.

Em uma ponta, existem os empresários industriais, do setor de serviços, da agricultura. São pessoas que montaram ou herdaram empresas, em geral conhecem seu ofício, enfrentam o custo Brasil, têm dificuldades de acesso a crédito, penam com tributação excessiva – ou transitam na zona cinzenta do caixa dois.

Na outra ponta, os financistas, o detentor do grande capital que, em geral, foi exportado para algum paraíso fiscal e retorna para o país na forma de fundos off-shore ou mesmo em nome dos titulares. São pessoas que acumularam capital financeiro na grande esbórnia dos anos 80, com o modelo implantado pelo Real, com a venda de empresas. etc

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: , , ,
21/10/2009 - 17:13

Discussão sobre o Orçamento Público

Por Jura

Vejam só como se faz um orçamento público. O exemplo é da Prefeitura de SP e estará em discussão pública na data e horário indicados no final.

Que tal destinar 100% da verba publicitária do partido no governo para cobrir todas as demais emendas, ao invés de insignificantes 5% como proposto pelo vereador Paulo Fiorilo? Inclusive para pagamento de precatórios, como quer o vereador Aurélio Miguel, desde que não seja para permitir a compra de precatórios com deságio pelos devedores do município.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública Tags: , , , ,
09/09/2009 - 13:45

Competitividade brasileira

Em Observação

Sempre desconfiei desses rankings de competitividade, principalmente devido à alta volatilidade nas classificações.

Há indicadores objetivos, como o tempo de abertura de uma empresa, ou os resultados em provas de matemática. Mas outros que são completamente subjetivos, como a questão da corrupção – que depende imensamente do maior ou menor alarido da mídia.

Do Estadão

Brasil avança 8 posições no ranking da competitividade

Apesar da melhora, País ainda é o que tem o pior sistema tributário entre 133 países avaliados

Jamil Chade

A reação do Brasil à crise financeira global e a estabilidade macroeconômica demonstrada durante o período de turbulência fizeram o País subir oito posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial deste ano. A capacidade de inovação do setor privado também pesou de forma positiva no avanço que o País vem apresentando nos últimos anos.

“A melhora na competitividade brasileira é fruto do seu setor empresarial inovador e sofisticado, do tamanho de seu mercado e da melhora na área de estabilidade macroeconômica, comparada com o ano anterior”, disse o Fórum em uma nota oficial.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios Tags: , , , , , ,
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