02/11/2009 - 09:19
Da Folha
FERNANDO DE BARROS E SILVA
SÃO PAULO – Aécio Neves inicia qualquer conversa sobre a sucessão de Lula dizendo que não há hipótese de que ele e José Serra não estejam juntos em 2010. Quem apostar o contrário irá perder, como erraram aqueles que lá atrás previam a sua ida para o PMDB.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio Neves, anti-Lula, Fernando Barros da Silva, José Serra, sucessão
25/07/2009 - 19:41
Por Stanley Burburinho
A coisa é complicada.
Na presidência da Câmara está o Temer que, todo mundo sabe, é serrista;
Se o Sarney sair assume o vice que é o Perillo que é do PSDB e a oposição já é maioria no Senado;
A oposição sabe que o José Alencar está com a saúde bastante fragilizada. Caso o José Alencar fique impossibilitado de exercer a vice-presidência durante alguma viagem do Lula ao exterior, o Temer assumiria a presidência;
Outra situação é que o Lula sabe que a oposição, parte do judiciário que apoia a oposição e a mídia farão de tudo para que ele não concorra à presidência em 2014 porque ele seria imbatível. Vão arrumar um jeito de torná-lo inelegível;
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: Lula, Perillo, Sarney, Senado, sucessão, Temer
06/03/2009 - 08:41
Aqui, uma série de matérias sobre o expurgo de dirigentes cubanos, com análises desencontradas.
Para alguns, foram afastados por se aproximar demais de Obama sem consultar Raúl Castro. Para outros, representavam uma linha dura que poderia atrapalhar a liberalização do regime. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Política
Tags: Cuba, Raúl Castro, sucessão
16/01/2009 - 07:30
Fui fazer checkup ontem de manhã e acabei não lendo o artigo do Renato Janine Ribeiro, na Folha. Embora ele me critique indiretamente (o jornalista econômico que dizia que FHC não tinha apetite gerencial), concordo quase integralmente com o que ele escreve, sobre o papel do líder político e do gerente.
As diferenças entre o que pensamos são nuances, mas que fazem a diferença.
Para Janine – um dos melhores intelectuais brasileiros – cabe ao líder o papel de consolidar alianças, compor maiorias etc. E ao gerentão, debaixo dele, gerenciar. Conclui que Lula e FHC são os grandes líderes políticos contemporâneos, e José Serra e Dilma Rousseff são gerentes.
Concordo com a classificação. Só que líderes compõem alianças visando objetivos e metas e não a governabilidade em si. E objetivos e metas são alcançados no dia a dia da administração, na construção sistemática do futuro, na repetição permanente dos princípios. Especialmente em um governo presidencialista, os sistemas de poder são difusos, entre os MInistérios. Quem decide é o presidente. Daí que um governo depende do pique do presidente.
É nesse ponto que faltava a FHC a gana da transformação. Era um presidente que se contentava com muito pouco, um mercadismo que andava de forma inercial (em direção ao barranco), as privatizações (consolidando uma nova hegemonia econômica entre aliados), a desregulamentação, o embrião de algumas políticas sociais e alguns ensaios de gestão interministerial – nas mãos de dois bons gerentes, Clóvis Carvalho e Pedro Parente, mas com pouquíssimo empenho do presidente.
Lembro-me quando foi criada a Câmara do Comércio Exterior. Quando foi assumida pelo Ministério do Desenvolvimento, indaguei do Ministro Sérgio Amaral como conseguiria cobrar Ministros, do mesmo nível hierárquico dele. Sua resposta é que tinha o porrete, a proximidade do presidente. Garanto que nunca usou, porque faltava a FHC o apetite para avançar nas mudanças. Não pensava grande, como lhe cobrou Sérgio Motta na última carta. É a isso que chamo de falta de apetite gerencial, não ao gerenciamento do governo em si.
Juscelino era um caos orçamentário e administrativo. Mas era um bólido, empurrando o governo com sua vontade. Getúlio Vargas foi o maior estadista do século (pelo conjunto de transformações pelas quais foi responsável). A consulta aos seus arquivos mostra um governante permanentemente às voltas com questões concretas, desde a montagem de alianças (e havia, mesmo no Estado Novo), até discussões para a implantação de indústrias, negociações diplomáticas, acordos financeiros.
FHC nunca teve esse ânimo. Lula passou a ter a partir do segundo semestre de 2006, quando esteve prestes a sofrer o impeachment. Desde então, ganhou pique, ajudado pela implantação de modelos gerenciais e de acompanhamento mais eficientes, ainda que embrionários.
Mas concordo integralmente com Janine quanto à sucessão: ser gerente não é condição necessária, nem suficiente. E, até agora, não apareceram candidatos a sucessores à altura de FHC e Lula.
Abaixo, a íntegra do artigo. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: 2010, sucessão
21/12/2008 - 07:00
Coluna Econômica – 21/12/2008
Em 2010 haverá, pela primeira vez, três candidatos a presidente com currículo, passado e seriedade: José Serra, Dilma Rousseff e Aécio Neves. É um privilégio para o país dispor dessas alternativas.
Mas o xadrez ainda é confuso e haverá muitos lances pela frente. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia, Política
Tags: Lula, Serra, sucessão