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12/11/2009 - 09:09

O custo dos seguros no Brasil

Por Mario

Nassif,

Um tema interessante para discusão são os valores dos seguros cobrados atualmente no país, que são muito superiores quando comparados com os demais países, sejam eles de casas, pessoal, veiculos etc. Acho que o tema deveria ser debatido no blog. Esse assunto seguro, parece-me uma caixa preta quanto a metodologia e parâmetros utilizados pelas seguradora para o calculo desses seguros.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios Tags: , , , ,
30/10/2009 - 14:00

O seguro contra tudo

Por Sanzio

Enquanto isso, Serra gasta quase 2 milhões por ano em seguro para blindar os dirigentes das estatais Sabesp, Metrô, CPTN e EMTU.

Conforme a Folha, “a cobertura pode garantir que, se forem condenados pela Justiça -por contratos lesivos, danos ambientais e até assédio moral e sexual, por exemplo-, a seguradora é que deve assumir as punições financeiras.
Se tiverem bens bloqueados, alguns podem inclusive receber valores de até R$ 3 milhões para que se mantenham.”

No caso da Sabesp, segundo a matéria, isso já existe desde 2002. Isso sim é um escândalo, eu nunca vi isso nem em empresas privadas. É um verdadeiro convite à impunidade.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cidades, Gestão Tags: , , ,
18/07/2009 - 07:30

Seguro quita dívida de mutuário

Do Jornal Cash

Se o consumidor contrata um seguro de vida e morre, o saldo devedor do contrato de compra e venda de imóvel firmado pelo SFH fica automaticamente quitado, decide Justiça

GLEYSON PEREIRA

Ao contratar um seguro de vida, o consumidor deve prestar muita atenção às clausulas do contrato para não ter dor de cabeça na hora em que precisar da cobertura. A quitação do saldo do financiamento imobiliário pela apólice, em caso de morte do segurado, pode variar, dependendo do tipo de seguro contratado. É que alguns produtos prevêem o pagamento de somente algumas parcelas, enquanto outros quitam totalmente o saldo devedor. Há ainda regras que devem estar claras: um possível atraso no pagamento do prêmio (valor pago pelo segurado às empresas) pode invalidar a cobertura?

Os seguros de vida vinculados aos contratos imobiliários do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) têm regras próprias, diferentemente dos contratos firmados nas instituições financeiras privadas. “Assim, a orientação é que o contrato seja lido na presença de advogado, como forma de vetar cláusulas confusas e obscuras”, afirma a advogada especialista em direito do seguro, Marli Niccioli. “Muitos mutuários do SFH nem sabem que pagam um seguro diluído nas próprias prestações do financiamento. Eles desconhecem o direito e, por isso, não reivindicam a indenização”, alerta.

“Embora o seguro contratado de forma obrigatória e diluído nas prestações dos financiamentos pelo SFH não prevê quitação do financiamento em caso de morte, a Justiça acena com esta possibilidade”, afirma o presidente da Cadmesp (Consultoria em Defesa dos Mutuários), Marcelo Donizetti.

De acordo com recente decisão da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça de São Paulo, se o usuário contrata o produto com cobertura de vida e morte e vem a falecer, o saldo devedor de contrato de compra e venda de imóvel fica automaticamente quitado, não devendo perder a cobertura securitária por causa de mero atraso no pagamento de prestação do prêmio de seguro. A decisão foi proferida em resposta ao recurso especial de espólio contra a Cohab-SP (Companhia Metropolitana de Habitação l de São Paulo).

continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
11/05/2009 - 17:30

O ping pong da 4 Rodas

Por Zeca Chaves

Caro Luis Nassif,

Causou-nos muita surpresa a leitura do post “O padrão Abril de jornalismo”, no seguinte link: clique aqui.

Conversando com o editor colaborador responsável pelo nosso especial de seguros, Cláudio Gradilone, soube que a repórter Ana Borges não recebeu do sr. Rubens Sanches, presidente do Instituto Brasileiro Contra Fraudes de Seguradoras, nenhum contato no seu celular ou e-mail.

Ela diz que pode ter recebido tais ligações no seu telefone fixo, que apresentou problemas na época, em função do recente e conhecido apagão na Telefônica, mas, nesse caso, o sr. Sanches poderia ter retomado o contato via celular ou e-mail.

A pauta que ela estava fazendo era sobre os novos mecanismos das seguradoras para combater as fraudes. Como não havia novidade, a pauta caiu. O que o sr. Sanches viu publicado foram as outras reportagens que estavam sendo apuradas.

A repórter está disposta a conversar com o Sr. Sanches a qualquer momento para esclarecer qualquer dúvida que houver.

Também é incorreta a afirmação de que ele entrou em contato com a revista. Até agora, nenhum jornalista ou free-lancer a serviço da Quatro Rodas foi contatado pelo sr. Sanches. Gostaria que essa informação fosse retificada no post.

Atenciosamente

Zeca Chaves
Redator-chefe
QUATRO RODAS

Por RUBENS SANCHES PROENCA

NASSIF, EM RESPEITO A SEUS LEITORES, CONVÉM DEIXAR TUDO ESCLARECIDO, SUGIRO ASSIM UM NOVO POST.

A JORNALISTA ANA BORGES, SE APRESENTOU EM NOME DA REVISTA QUATRO RODAS ME SOLICITANDO INFORMAÇÕES DE PRESSÕES A CONSUMIDORES ATRAVES DE PERGUNTAS PERTURBADORAS DURANTE A REGULAÇÃO DE SINISTROS. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , ,
01/05/2009 - 10:00

O padrão Abril de jornalismo

Por Rubens Sanches

Prezado Nassif,

Venho acompanhando vários sites na Internet, e o seu especialmente. O motivo que me leva a escrever vem a ser o seguinte. A ONG que presido, Instituto Brasileiro Contra Fraudes de Seguradoras, recebeu por escrito um email de uma jornalista da editora Abril, que foi cadastrado em nosso site pela mesma, inclusive com a identificação do IP da maquina.

No email, com o telefone da casa da repórter, sou informado que a Revista 4 Rodas estaria fazendo uma matéria sobre os procedimentos das seguradoras, com perguntas perturbadoras que acabam por lesar os clientes.

Vários consumidores lesados foram entrevistados.

Ocorre, que a jornalista pediu vários documentos que comprovavam as fraudes contra consumidores. Mas espantosamente, a matéria que acaba de ser publicada, curiosamente alem de fazer uma espécie de defesa dessas empresas, nada fala a respeito dos documentos coletados e tampouco das irregularidades, que são apontada apenas por esta ONG, mas pelo Ministério Publico e principalmente pela CPI que foi aberta na Assembléia de SP para investigar as seguradoras. Cujo resultado foi a denuncia de 7 dessas empresas, inclusive com encaminhamento ao Gaeco e outras autoridades.

Resumindo. Alem da Veja, não podemos mais confiar na 4 Rodas. A jornalista, antes imbuída na matéria que defenderia os consumidores, agora não responde aos nossos emails e telefonemas. Nem a revista nos atende. Infelizmente, sem respostas da reporter, que agora se cala aos nossos pedidos de explicação, a Abril enterra o pouco, ou melhor, o bem pouco do restante terminal de sua credibilidade.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , ,
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