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27/10/2009 - 14:00

Roberto Freire: onde foi que me perdi?

Por Alex

Nassif,

E o Roda Viva de ontem, não vão comentar? Deveria ser selecionado para a série: “onde foi mesmo que me perdi?”.

Roberto Freire deu um show de manobras argumentativas confusas na tentativa de apresentar um caminho ideológico minimamente plausível para o palanque de Serra.

Criticou firmemente o bolsa-família, mas quase sumiu na cadeira quando foi questionado se o Serra deveria ou não manter o referido programa. Não chegou a formular resposta.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , ,
26/10/2009 - 13:14

O PSDB e a herança maldita

Por daSilvaEdison

Nassif,

Veja essa do Roberto Freire:

“PSDB terá de renegar FHC, diz presidente do PPS”

“O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, disse que a política econômica adotada por FHC não será exemplo a ser lembrado durante a campanha do PSDB à Presidência, em 2010.”

“Já prevendo comparações que podem vir à tona nas próximas eleições, entre a chamada Era FHC e a gestão de Lula, Freire defendeu que a política econômica de Fernando Henrique não é a do PSDB.

Não vamos associar isso ao programa de José Serra, por favor!, insistiu, em referência à pré-candidatura do governador de São Paulo ao Palácio do Planalto. ”

http://opovo.uol.com.br/opovo/politica/922364.html

Comentário

Quando Serra foi eleito governador, escrevi no Blog que o único caminho viável para ele e o PSDB seria romper com o fernandismo e instaurar o serrismo – isto é, um conjunto novo de conceitos que sepultasse o malanismo que havia se tornado marca registrada do partido.

Mais: disse que a hora era dos pacificadores, não dos guerreiros. A guerra só interessava a quem não tinha mais expectativa de poder – no caso, FHC e os senadores de último mandato. Que os novos tempos exigiriam estadistas que promovessem a pacificação e a política em alto nível, que consolidassem os avanços e defendessem os upgrades.

Serra me ligou na época, foi das últimas conversas que tivemos. Disse que FHC era seu amigo e que discordava de que esse rompimento fosse necessário. Àquela altura, ele estava mergulhando de cabeça na parceria com o jornalismo da Veja e com os guerreiros do neoliberalismo.

E era tão óbvio para quem tivesse um mínimo de sensibilidade política.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
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