13/11/2009 - 15:57
Por Carioca
Uma vez que são somente acusados a divulgação de seus respetivos nomes na imprensa já não pode ensejar ações por, talvez, constrangimento ?
Ou só não podem é aparecerem algemados na impensa ?
Do Globo
Publicada em 13/11/2009 às 12h23m O Globo
RIO – A Polícia Federal realiza nesta sexta-feira a operação Sexta-feira 13, para cumprir 12 mandados de prisão e 29 mandados de busca e apreensão. As investigações derivam da Operação Roupa Suja, que em 2005 desarticulou duas quadrilhas que fraudavam licitações do Ministério da Saúde e laboratórios públicos, como, por exemplo, na compra de insumos para produção de retrovirais no combate ao vírus HIV. Oito pessoas já estão presas. A ação desta sexta-feira acontece no Rio de Janeiro e em São Paulo e engloba escritórios de advocacia especializados em blindagem patrimonial fraudulenta.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo
Tags: lavagem dinheiro, Operação Roupa Suja, Polícia Federal
07/11/2009 - 09:38
Atualizado
Duas manchetes-padrão da Folha. Leiam e imaginem quais seriam as matérias que sustentam as manchetes:


Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Clóvis Rossi, comício eletrônico, patrocínios, Polícia Federal
14/09/2009 - 16:34
Sobre a manchete da Folha, da investigação da Polícia Federal sobre empreiteiras, recebi as seguintes explicações:
Antes da publicação da matéria, as empreiteiras já tinham entrado na Justiça com pedido de vistas e medida cautelar (clique aqui).
A entrada se deu na própria sexta, às 17h17. E também que a juíza, também na sexta, antes da publicação da matéria, indeferiu o pedido.
Indagação da fonte que me passou os dados: “Será que só o leitor não poderia saber, inclusive de que houve o vazamento de uma operação importante?”
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia
Tags: Folha, Polícia Federal
12/09/2009 - 11:28
Por Lima
A quem serve a Folha afinal? O rabo preso, faz tempo que não é com os leitores. Matéria publicada hoje no jornal e no site informa o seguinte: “PF prepara ação de busca e apreensão em empreiteiras “.
Mônica Bergamo e Andrea Michael informam antecipadamente que “a ação da PF inclui as casas de executivos das empresas, acusadas de fraude em licitações, tráfico de influência, formação de quadrilha e corrupção ativa e passiva na execução de obras em aeroportos de todo o país. Entre os alvos estão OAS, Camargo Corrêa, Odebrecht, Nielsen, Queiroz Galvão e Gautama. Nesta semana, PF, Ministério Público Federal e Justiça souberam que dados vazaram para investigados.”
Se não vazaram antes, agora até nós já sabemos.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u622985.shtml
Comentário
Muitos não entenderam a lógica do vazamento. Não se trata de avisar os investigados. O vazamento partiu deles, em conluio com alguém da PF que foi subornado. Mas para permitir impetrar um habeas corpus, a notícia precisa ser publicada. Caso contrário, não haverá como os investigados alegaram ter conhecimento das investigações.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Andrea Michel, Folha, Polícia Federal
27/07/2009 - 12:30
Se houvesse jornalismo na cobertura, a lógica óbvia seria apurar qual o esquema que está por trás do vazamento do inquérito contra José Sarney.
Qual a razão dessa falta de interesse? Quando foi contra Daniel Dantas, levantou-se o presidente do STF, os jornais, a Folha escreveu editoriais candentes, a OAB se manifestou em defesa dos direitos individuais, a Veja escreveu sobre a república do grampo.
Não caiu a ficha de que essa hipocrisia é veneno na veia da credibilidade da mídia.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Política
Tags: grampo, Polícia Federal, Sarney
03/06/2009 - 12:23
Por Raimundo Salvador
Angolanas impedidas de entrar no Brasil
Há mais ou menos uma semana, 22 cidadãs angolanas foram impedidas de entrar no Brasil pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, tendo sido recambiadas para Angola. Segundo a Polícia Federal os vistos eram falsos.
Com isso, o caso foi colocado à Embaixada do Brasil em Angola, que confirmou a autenticidade dos vistos. Grande parte das titulares dos referidos vistos, visitam frequentemente o Brasil a turismo e negócios. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia
Tags: Angola, embaixada, Polícia Federal, visto
15/04/2009 - 18:00
Para essa operação mãos-sujas, Veja não poderia ter escolhido representantes mais adequados para conferir-lhes poder. Com raras exceções, são personalidades que se deslumbraram de tal maneira com o o poder recebido, que perderam o senso do ridículo. O que os mantém é apenas a aposta que a mídia fez neles e da qual, apesar de profundamente arrependida, não pode recuar agora.
Os personagens principais desse teatro – Marcelo Itagiba, Raul Jungmann, Gilmar Mendes – estão marcados, para sempre, como arbitrários, deslumbrados com o poder. Como estado-maior, Gilmar não deve se preocupar com seu futuro. Mas os operadores de segundo escalão estão fritos e não perceberam.
A invectiva de Itagiba contra a decisão do Ministro Marco Aurélio de Mello – que acatou pedido de Paulo Lacerda de não comparecer à CPI – é de uma prepotência típica de uma certa mentalidade policial do “você sabe com quem está falando?”. Ainda não caiu a ficha de Itagiba sobre seu futuro político, depois de passado esse aval imprudente que lhe foi conferido.
Da Folha
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça
Tags: CPI dos Grampos, Marcelo Itagiba, Polícia Federal
08/04/2009 - 18:33
Por Tereza Ramos
Ação da PF foi mencionada nesta tarde por deputados na CPI dos Grampos durante depoimento de Protógenes
Rita Cirne, da Central de Notícias, Pedro Dantas, de O Estado de S. Paulo
Tamanho do texto? A A A A
SÃO PAULO - A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira, 8, o cumprimento de mandados de busca e apreensão na sede do banco Opportunity, de Daniel Dantas, no Rio de Janeiro. Anteriormente, a PF havia informado que cumpriria mandados em São Paulo, o que acabou não sendo confirmado. Os mandados foram expedidos pelo juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo .
De acordo com os agentes, a ação policial seria um desdobramento da Operação Satiagraha. A operação têm como objetivo a apreensão de livros fiscais de registro obrigatório da contabilidade dessas empresas.
Comentário
Obviamente o pedido de busca e apreensão foi feito pelo novo titular da Satiagraha, Delegado Ricardo Saadi.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça
Tags: Opportunity, Polícia Federal, Satiagraha
02/04/2009 - 11:32
Num país altamente injusto, a mais alta Corte perder sua imagem de mediadora – e justa – e fixar-se como aquela que zela exclusivamente por grandes interesses, é o fim de esperanças de uma parcela da população altamente desassistida. É melancólico.
Do Valor Econômico
Todos partidos para o castelo de areia
Maria Inês Nassif
02/04/2009
Então, ficamos combinados: quando uma operação policial pegar um partido com a boca na botija, fazendo caixa dois com dinheiro de empreiteira, o responsável pela investigação deve acessar o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e copiar e colar (ctrl C, ctrl V) o nome de todos os partidos registrados oficialmente. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Justiça
Tags: Castelos de Areia, mensalão, Polícia Federal, STF
26/03/2009 - 10:23
Por Carlos Graça Aranha
Nassif. Acabou de sair na CBN.
Eliana Tranchesi ( DASLU) presa novamente pela PF por ordem da JF.
No Globo tb:clique aqui
Das manchetes clássicas da Folha

Por maria
A proprietária da Daslu não foi presa por nova ação, e sim porque saiu a sentença do caso de 2005.
Foi condenada em primeira instancia, pela Juiza federal de Guarulhos, a 21 anos de prisão.
Outros foram condenados, seu irmão, o contador, donos de importadora (traiding).
Cabe recurso ao TRF
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça
Tags: Daslu, Polícia Federal
20/03/2009 - 20:03
Atualização importante
Da CartaCapital
Por Leandro Fortes
O máquina de moer reputações acionada dentro da Polícia Federal para punir o delegado Protógenes Queiroz tem funções seletivas. Desde a prisão do banqueiro Daniel Dantas, em julho de 2008, a cúpula da PF dedica-se integralmente a tentar indiciar criminalmente Queiroz, acusado de vazamentos e práticas ilegais durante a Operação Satiagraha. Mas nem todo mundo recebe o mesmo tratamento. A Corregedoria-Geral da PF, órgão responsável por investigar os crimes cometidos por policiais federais, arquivou, sem publicidade nem vazamentos, em 29 de janeiro, um processo de tortura supostamente praticada por ninguém menos que o delegado Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da instituição.(continua) Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça
Tags: Luiz Fernando Correa, Polícia Federal
20/03/2009 - 09:29
Por Brutus
O Claudicante “corregedor-Vazador”
Nassif,
Interessante o raciocínio ilógico-jurídico utilizado pelo Sr Amaro Vieira para concluir suas investigações, senão vejamos:
1) A cooperação da ABIN com a SATIAGRAHA é legal, mas extrapolou. Se extrapolou então não há crime de violação de sigilo ou da lei das interceptações, simplesmente porque não é ilegal;
2) Inclusive a violação de sigilo seria porque funcionários da ABIN tiveram conhecimento de dados sigilosos e o desrespeito à Lei das Interceptações Telefônicas porque durante a SATIAGRAHA Ambrósio teria ouvido um áudio “aberto” (executado em um alto-falante e disponibilizado para todos que estavam na mesma sala) que não poderia ter ouvido. Ora meu caro “corregedor-Vazador”, se você considera legal a cooperação, qual o critério para dizer o que deve ser compartilhado com os colaboradores, a lei não diz… nem existe na PF regulamento interno tratando da cooperação com outros Órgãos Públicos, recrutamento, acesso a informações ou dependências… não é?
3) Mesmo assim, o “corregedor-Vazador” insiste que o Delegado Protógenes e mais quatro Escrivães Federais cometeram os alegados crimes… mas e os outros policiais federais (agentes, escrivães, delegados e papiloscopistas) que também participaram da SATIAGRAHA e tinham conhecimento da colaboração do pessoal da ABIN, não cometeram crime algum? Não seria, segundo sua lógica, prevaricação ou condescendência criminosa? E é justamente pelo mesmo argumento não cometeram crime algum, já que a cooperação era legal (prevista em lei). Porque esse argumento seletivo, vale para alguns e para outros não.
4) E os colaboradores da ABIN, ao tomar conhecimento de assunto sigiloso, segundo a lógica do “corregedor-Vazador”, não teriam cometido a usurpação de função pública? Ora, se a cooperação era prevista em lei, não cometeram crime… nem o Delegado Protógenes e sua equipe.
Não há como assistir passivamente a ocorrência desses fatos… o poder econômico (manifestado através de organizações criminosas), sobrepõe-se não apenas a lei, mas as instituições. O Executivo demonstrou através da PF não ser capaz de resistir à pressão dos financiadores de campanha eleitoral. O Judiciário ainda resiste, enquanto Juiz-singular (leia-se De Sanctis e outros juízes de primeira entrância) e na instância máxima atua de maneira política justificando suas atitudes com conveniência jurídica. O Legislativo peca pela omissão da maioria de seus membros, já que é um assunto (investigação de financiadores de campanhas eleitorais), não muito oportuno para suas Casas.
Tenho certeza de que a PF como instituição é superior as pessoas que momentaneamente a estão conduzindo.
Assim, aparentemente, existe uma oportunidade histórica para o Ministério Público demonstrar como custus legis (fiscal da lei), a importância da instituição no regramento de um Estado Democrático de Direito (EDD). Porque Estado somos todos nós e não apenas os adinheirados, a Democracia é um conceito que envolve todos e não de maneira seletiva, e o Direito existe para o cidadão e não o contrário.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia
Tags: corregedor, Polícia Federal, Satiagraha
18/03/2009 - 08:03
Do Estadão
Após interrogatório, delegado foi enquadrado em quebra de sigilo funcional e violação da Lei de Interceptações
Fausto Macedo
O delegado Protógenes Queiroz, mentor da Operação Satiagraha, foi indiciado criminalmente ontem pela Polícia Federal. Durou duas horas o interrogatório de Protógenes. Foi uma audiência marcada pela tensão e constrangimento, embora o delegado tenha recebido tratamento respeitoso. Ele foi ouvido em uma sala no sexto andar da PF.
O corregedor da PF, Amaro Ferreira, enquadrou o criador da Satiagraha em dois crimes: quebra de sigilo funcional e violação da Lei de Interceptações. Protógenes teria sido responsável pelo vazamento de dados secretos da Satiagraha, investigação federal contra o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. Tal conduta, na avaliação da PF, caracteriza quebra do sigilo funcional – revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo -, punida com detenção de 6 meses a 2 anos.
Comentário
Responsável por conduzir o inquérito contra Protógenes, o corregedor Amaro vazou informações sobre fotos dos computadores e vazou sistematicamente informações para o repórter Fausto Macedo. O que é crime para um, não é para outro?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia
Tags: corregedor, Polícia Federal
16/03/2009 - 22:50
Confiram: todas as inconveniências de Gilmar seguem sempre a mesma lógica: a defesa intransigente de teses que beneficiam Daniel Dantas.
Paira, em parte expressiva da opinIão pública, a suspeita de que Gilmar Mendes atua em favor de Daniel Dantas.
Até quando o país e o Supremo conviverão com a mancha da suspeita?
Da Folha
THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, afirmou nesta segunda-feira que não há embasamento em decisão da Corte para que a Abin (Agência Brasileira Brasileira de Inteligência) tenha acesso a dados da Polícia Federal. Segundo Mendes, “houve confusão” com relação ao arquivamento de uma Adin (ação direta de inconstitucionalidade) proposta pelo PPS.
“Se vocês olharem inclusive o site do STF sobre essa questão, verão que a informação que foi divulgada é distorcida. Houve uma Adin contra um decreto e o ministro Menezes Direito disse que não cabe Adin contra decreto, se não se impugna a própria lei. Ele não emitiu nenhum juízo de mérito”, afirmou Mendes após participar de reunião com membros da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedo), em São Paulo.
(…) A parceria “ilegal” também é um dos argumentos da defesa de Dantas, que tenta invalidar as provas colhidas durante a operação justamente por conta de sua “ilegalidade”.
Por Luis Carlos
O Gilmar Dantas Mendes desqualifica até seu colega de STF. O voto do Ministro Menezes Direito é explícito afirmando a LEGALIDADE da parceria da ABIN com a PF. É só conferir abaixo: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça
Tags: Abin, Gilmar Mendes, Polícia Federal
09/03/2009 - 17:23
Alguns dados sobre o vazamento do inquérito da Polícia Federal para a Veja, colhidos a partir de conversas em Brasília.
1.Quem enviou os dados para a CPI foi o juiz Ali Mazloum. O inquérito ainda não estava pronto. O corregedor estava voltando de férias e faltavam duas diligências para completar o trabalho. Mazloum tomou a decisão de remeter o inquérito, incompleto, mas a tempo de tentar ressuscitar a CPI do Grampo.
2.Os dados divulgados são considerados fidedignos (em relação ao relatório). Não se analisou ainda se a “literalidade” (a maneira dos fatos estarem expostos) é fidedigna. Quando tenta implicar o juiz De Sanctis e o Ministério Público, por exemplo, a intenção clara da revista é melar o inquérito Satiagraha. Em nenhum momento, o inquérito da PF identificou qualquer suspeita de atuação irregular de ambos.
3.Nas batidas nas diversas casas, a PF se cercou de todos os cuidados legais: métodos de colheita de provas, mandados de busca, lacração do material recolhido, espelhamento dos HDs. Julga-se que Protógenes não irá negar o conteúdo. Poderá rebater a “literalidade” do inquérito.
4.O acusação central do inquérito é que esse material só poderia estar nos autos ou nos bancos de inteligência da PF, nunca em arquivo pessoal.
5.Esses dados em nada invalidam o inquérito Satiagraha, que foi inteiramente construído com provas legais.
Comentário
Há um bom itinerário pela frente para analisar esse material. O mero fato de possuir arquivos com dados, dicas sobre suspeitos, em si não quer dizer nada. Sempre que se vai investigar algo, colhem-se dados aqui, lembretes ali, fotos acolá. Como são materiais de apoio, não necessariamente teriam que estar armazenados na PF.
Por outro lado, não está afastada a possibilidade de Protógenes guardar material sigiloso, fruto de grampos legais ou ilegais.
Dois pontos precisam ser analisados. O primeiro, a origem do material. Se veio por canais legais ou por pesquisas em dados públicos, é uma coisa. Se por grampo ilegal, é outra. O fato de manter material legal em seu computador pode significar uma falta funcional, não necessariamente um crime.
O segundo, a maneira como foram utilizados. Foram vazados para a mídia, utilizados para chantagens ou coisas do gênero? Não consta. Protógenes guardava para sua defesa, contra inimigos poderosos. Utilizou-os ou não?
Em suma, nem a Veja é isenta, nem a cadeia de informações do inquérito é neutra: o corregedor entrou para pegar Protógenes, já que toda a cúpula da PF tem broncas explícitas do delegado; o juiz Ali Masloum tem mágoas profundas de Protógenes, não sem alguma razão; o deputado Itagiba é cúmplice escancarado do esquema Veja; e a Veja, está envolta com seus fantasmas, da ligação ostensiva com Daniel Dantas e do envolvimento em prováveis ações criminosas (desde assassinatos de reputação até divulgação de grampos de origem não comprovada).
Qual a maneira de resolver a pendenga? Ampla divulgação do material encontrado e não apenas sua entrega à um agente suspeito da história.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia
Tags: Mazloum, Polícia Federal, Protógenes, Veja
07/03/2009 - 17:28
Desculpem a demora em entrar no tema. Hoje foi dia de reunião no colégio das menininhas e depois saí para encontrar velhos amigos. Acompanhei o Blog pelo celular, mas só para liberar comentários.
Fatos do dia:
1.Durante a semana, matérias falando da saída do Nélio Machado, que ficou sentidíssimo com o rompimento com o Dantas. E esta matéria agora, na Folha, dizendo que Dantas é monástico e vegetariano e que seu novo advogado quer vencer provando sua inocência e não descaracterizando a investigação. Como diriam as menininhas: hanhan.
2.Como prenúncio da jogada, as notinhas no Lauro Jardim sobre Luiz Gushiken e os fundos de pensão. Escrevi aqui que, óbvia como era, Veja estava aprontando algo. Difícil de adivinhar….
3.Aí sai essa matéria com o tal relatório da Polícia Federal sobre supostas escutas de Protógenes em cima de Lula, Dilma e ministros. Protógenes negou peremptoriamente ao Paulo Henrique que o material fosse verdadeiro. Se falso, houve armação de um dos dois ou de ambos: o corregedor da Polícia Federal e os setoristas de submundo da Veja. Se verdadeiro, Protógenes se enrola, mas o vazamento comprova o conluio do corregedor com o órgão mais diretamente comprometido com Daniel Dantas. O delegado geral Luiz Fernando que conte a outro essa história de profissionalização da PF.
4.Na mesma edição, matéria dizendo que Jarbas Vasconcellos foi vítima de… grampo. Inacreditável!
5. Como o monástico Dantas agora só quer vencer pela força dos argumentos, é evidente que ele não tem nada a ver com a dupla Folha-Veja. Ele está regenerado, monástico.
6.Junto com as matérias da revista, com a sutileza de um boimate passeando pela avenida Paulista, a Carta ao Leitor com a explicitação da jogada (parece até estuprador anunciando em classificados):
“Advertido sobre a gravidade das provas ali contidas, no entanto, do Rio de Janeiro o deputado Marcelo Itagiba, do PMDB, presidente da comissão, prometeu exigir a prorrogação dos trabalhos de investigação da CPI. Não seria a primeira vez que isso ocorreria. A prorrogação, se vier desta vez, prestará um grande serviço ao país, pois são de estarrecer as provas do descontrole a que chegou a operação de espionagem clandestina promovida pelo delegado Protógenes”.
E, para encerrar com chave de ouro, a auto-celebração do bom jornalismo praticado pela revista, a mesma que está envolvida em um provável ato criminoso de falsificação de grampos:
“Esse é o papel do jornalismo, garantir que os cidadãos saibam o que se faz em seu nome e com seu dinheiro, ser os olhos e os ouvidos da nação e, como resultado disso, um dos esteios da democracia“.
O que é de estarrecer (para usar um adjetivo caro aos seus diretores) não é nem a falta de escrúpulos. É o completo amadorismo dessas armações feitas em plena luz do dia, com o país inteiro assistindo. Nem uma pessoa de vida monástica como Dantas poderia acreditar que seria tão fácil envolver uma revista no seu próprio suicídio editorial. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Daniel Dantas, Polícia Federal, Protógenes, Veja
03/02/2009 - 11:57
No artigo anterior – sobre a conversa que tive com o delegado geral da Polícia Federal Luiz Fernando Correa – ele falava do novo modelo de gestão, da descentralização com responsabilidade.
Onde ocorreram os curto-circuitos com a Satiagraha, segundo ele? Lembro que todas as informações aqui se baseiam exclusivamente no depoimento de Luiz Fernando.
Apesar de polícia judiciária, a Polícia Federal é órgão da administração pública. O direito administrativo prevê a hierarquia e o poder hierárquico. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão
Tags: Luiz Fernando Correa, Polícia Federal, Protógenes, Satiagraha
03/02/2009 - 08:00
Nova atualização
Há muita polêmica sobre a Polícia Federal, especialmente após a Operação Satiagraha e o “imbróglio” criado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, jogando a PF contra a ABIN (Agência Brasileira da Inteligência).
Vamos ver o que está se passando por lá pela ótica do delegado geral Luiz Fernando Correia. Reporto o que conversei com ele sem necessariamente avalizar todas as informações – embora tenham lógica e façam sentido. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão
Tags: Luiz Fernando Correa, Polícia Federal
30/01/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 30/01/2008
O bloqueio de US$ 2 bilhões de contas do Banco Opportunity no exterior, é reflexo do grande avanço que ocorreu na chamada cooperação internacional – o trabalho coordenado dos sistemas de repressão de países, para combate ao crime organizado.
Hoje em dia, existe a Interpol, mais antiga. Agora, foram constituídas a Europol, com atuação na Europa, a Asiapol e a Ameripol, juntando a colaboração dos países das três Américas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: cooperação internacional, Polícia Federal, Satiagraha
06/01/2009 - 10:36
Clique aqui para ler matéria da Folha sobre a reestruturação da Polícia Federal.
É uma boa matéria – de Fernando Barros de Mello e Afonso Benites – tratando de um tema relevante, o novo modelo de gestão da PF.
O delegado-geral Luiz Fernando Corrêa é conhecido como homem alinhado com modernos conceitos de gestão. Ele tem procurado descentralizar as ações da PF, em contraposição ao modelo anterior, no qual o delegado titular do inquérito retinha informações e mantinha sigilo até em relação a outros colegas, para evitar vazamentos.
Tenho minhas dúvidas sobre a eficácia da descentralização do combate ao crime organizado e solicitaria os comentários de leitores do ramo, que estejam acompanhando essas mudanças. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Mídia
Tags: crime organizado, PF, Polícia Federal
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