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20/11/2009 - 07:50

Os tigres brasileiros do centro-oeste

Por AF

do Diário de Cuiabá, de hoje:

Tigre pantaneiro reage

Mato Grosso, mesmo sob o efeito da crise do agronegócio, manteve ritmo chinês e registrando a maior expansão do PIB no Brasil

MARIANNA PERES
Da Editoria

Mato Grosso vivenciou um ritmo de crescimento chinês em 2007, tornando-se naquele ano o Estado cuja economia mais cresceu. Dados divulgados ontem pelo IBGE mostram que toda a riqueza de Mato Grosso ficou 11,3% maior em 2007 comparando-se com o ano anterior. No mesmo ano, a China, o país de economia mais pujante no planeta, avançou 11,9%.

Mais do que crescer a taxa chinesa, a performance de Mato Grosso se destaca duplamente, pois no ano anterior o PIB havia recuado 4,6%, em razão da crise no agronegócio estadual, desencadeada pelo desequilíbrio entre receita e despesas do custo de produção. “Além de recuperar o que perdemos em 2006, ficamos no mesmo patamar de crescimento da China. Crescimento fora do comum e ainda manteve percentual praticamente duas vezes a mais que o PIB nacional”, aponta o secretário de Estado de Fazenda, Éder Moraes.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo Tags: ,
16/10/2009 - 11:27

O efeito-multiplicador do Bolsa Família

Do Estadão

Expansão do Bolsa-Família elevou PIB em R$ 43,1 bilhões, indica estudo

Economista e aluno do Insper pesquisaram efeitos do projeto na economia dos municípios entre 2004 e 2006

Fernando Dantas, RIO

A expansão do valor total dos benefícios pagos pelo Bolsa-Família entre 2005 e 2006, de R$ 1,8 bilhão, provocou um crescimento adicional do PIB de R$ 43,1 bilhões, e receitas adicionais de impostos de R$ 12,6 bilhões. Esse ganho tributário é 70% maior do que o total de benefícios pagos pelo Bolsa-Família em 2006, que foi de R$ 7,5 bilhões.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Políticas Sociais Tags: , , , ,
23/09/2009 - 08:00

O poder regenerador do crescimento

Do Último Segundo

Coluna Econômica – 23/09/2009

Durante dois dias, a Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo, juntou economistas, advogados, cientistas sociais para analisar o novo momento da economia brasileira.

Dentre os vários temas levantados, um dos mais relevantes – e pouco estudado pela literatura econômica – é a dinâmica que momentos de crescimento impõem à economia.

O caso brasileiro é exemplar. Durante anos, a discussão pública se restringia a bordões recorrentes sobre superávit fiscal, taxa Selic e inflação. Como lembrou Yoshiaki Nakano, na própria FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) havia um clima permanente de velório.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica Tags: , ,
18/08/2009 - 12:18

E a Alca?

Por Rui Daher

Diante do reconhecimeno do México de que a sua estrondosa queda do PIB se deveu ao nível de dependência com a economia norte-americana, fico esperando a reação de Lampreias, Barbosas, Ricuperos, Márcios Camargos, etc., que tanto criticaram a diversificação de parceiros das políticas externa e comercial brasileiras.

Comentários

Em toda decisão de política pública há acertos, erros leves, erros graves e erros fundamentais – aquele que compromete o futuro do país. A adesão à ALCA teria sido a pá de cal em qualquer pretensão do Brasil de um dia aspirar a ser um país desenvolvido.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
04/08/2009 - 09:57

Perspectivas para o segundo semestre

Ai vai o artigo do Ilan Goldfjan, publicado hoje no Estadão, com minhas observações sublinhadas – apenas para enriquecer o debate, mostrando o conjunto de variáveis que deve ser acrescida àquelas levantadas por Ilan.

A ida de Ilan para o Itaú melhorou substancialmente sua análise – talvez por dispor de um universo maior de informações, de uma equipe maior e de uma interlocução de alto nível com outros economistas do banco. Ao contrário de alguns “professores de Deus”, o raciocínio é claro e levanta as relações relevantes de causalidade.

Do Estadão

Recuperação no Brasil

Ilan Goldfajn

O trimestre de abril a junho deste ano foi bom para a economia brasileira. A recuperação do produto interno bruto (PIB) deve ter alcançado um crescimento entre 1,5% e 2% em relação ao trimestre anterior. Se “anualizarmos” (ou seja, assumirmos a mesma taxa de crescimento para os próximos trimestres), a economia brasileira cresceria a uma taxa de 6% a 8%. Mas será que faz sentido pensar nesse ritmo de crescimento para a frente? (Por exemplo, anualizado, o PIB do último trimestre do ano passado teve queda de 15%, impensável para o ano todo). O que justifica essa recuperação no Brasil? O que podemos esperar?

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , ,
01/08/2009 - 09:50

PIB, Bolsa Família e eleições

Da Folha

Programa dá mais votos do que economia

DA REPORTAGEM LOCAL

O impacto do Bolsa Família na eleição presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006 foi superior ao gerado pelo desempenho da economia, segundo estudo do economista Maurício Canêdo Pinheiro, da Fundação Getulio Vargas.

A pesquisa diz que o programa foi responsável por um aumento de cerca de três pontos percentuais na votação de Lula no segundo turno de 2006. O crescimento econômico foi responsável por um aumento de 0,34 ponto.

O autor fez análises estatísticas comparando os resultados eleitorais nos municípios antes e depois do Bolsa Família e comparando o crescimento econômico dos quatro primeiros anos do governo Lula com os quatro últimos anos do tucano Fernando Henrique Cardoso.

Outro ponto ressaltado pelo autor foi que, em 2002, Lula foi particularmente bem-sucedido em regiões mais urbanizadas e desenvolvidas do país. Já em 2006, ocorreu uma migração da base eleitoral para regiões menos desenvolvidas -as mais beneficiadas pelo programa.

Com o efeito do Bolsa Família, a votação de Lula elevou-se em todas as cidades, mas principalmente naqueles em que seu desempenho foi relativamente pior em 2002.

Segundo o economista, o efeito eleitoral do Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste foi superior ao dos demais

Comentário

Esse boxe pretende sugerir que Lula dá mais atenção ao BF do que à economia devido a razões eleitorais.Mas prova o contrário.

Como o desempenho da economia poderia ter influenciado nas eleições de 2006 se se estava em uma semi-estagnação? O PIB per capita caiu 0,9% em 2003, cresceu 3,4% em 2004, 0,8% em 2005 e 1,6% em 2006. Com esse pibinho, se queria o quê? Que a economia influenciasse os votos? A baixa influência da economia se deve ao seu baixo desempenho no período.

Por que se julga que a popularidade de Lula saltou para 809%? É por conta do crescimento do PIB em 2007 e 2008 e a maneira como enfrentou a crise.

É óbvio que os eleitores não tem a menor ideia sobre o que poderia ter sido o crescimento não fosse a política monetária adotada no período. Mas não existe nada que agregue mais votos a um presidente do que economia em crescimento

Autor: luisnassif - Categoria(s): Política Tags: , ,
29/06/2009 - 17:05

Dívida pública volta a crescer

Do Guia Financeiro

BC 01 – Dívida do setor público atinge R$ 1,245 trilhão

Valor avança 1,1 ponto, e já representa 42,5% do PIB

A dívida líquida do setor público (DLSP) totalizou R$ 1,245 trilhão no mês de maio, de acordo com dados do Banco Central. O valor avançou 1,1 ponto percentual do PIB em relação a abril, e equivale a 42,5% do PIB nacional.

De acordo com a autoridade monetária, a valorização cambial de 9,43% registrada no mês respondeu por um acréscimo correspondente de 0,9 ponto percentual do PIB.

No acumulado anual, a relação DLSP/PIB avançou o equivalente a 3,6 pontos percentuais, puxada pela valorização cambial de 15,6% no ano (1,6 ponto percentual); o efeito da oscilação do PIB valorizado (0,5 ponto); o ajuste de paridade da cesta de moedas que compõem a dívida externa líquida (0,4 ponto); e os juros nominais apropriados, com 2,2 pontos percentuais. Tais números foram parcialmente compensados pelo superávit primário, que ajudou a reduzir a conta em 1,1 ponto percentual.

Ao todo, a dívida bruta do Governo Geral (Governo Federal, INSS, governos estaduais e governos municipais) em maio ficou em R$ 1,813 trilhão, ou 61,9% do PIB, comparativamente a R$ 1,797 trilhão (61,6% do PIB) em abril.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
10/06/2009 - 07:00

A queda do PIB e a taxa Selic

Coluna Econômica – 09/06/2009

Com a segunda queda consecutiva do PIB trimestral, tecnicamente a economia brasileira entrou em recessão. Houve uma queda de 3,7% no quarto trimestre de 2008 e outra de -0,8% no primeiro trimestre de 2009. É pequeno, perto do estrago que a crise mundial provocou em outras economias. Mas é significativo, especialmente se se dividir a análise por setores.

Há dois efeitos totalmente distintos sobre a economia.

Numa ponta, a indústria de transformação recebeu um golpe enorme

A formação bruta de capital fixo (que mede investimentos de capital das empresas) registrou queda de 14,3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, e de 16,55% em relação ao último trimestre.

No rastro dessa queda, a indústria de transformação desabou.- -16,23% em relação ao último trimestre de 2008. Com ela, despencaram a Indústria Total (-13,35%), Transporte, Armazenagem e Correio (-11,95%), Construção Civil (-15,68%). Quando se analisa pelo valor adicionado (o que o setor vende menos o que ele compra), a queda foi de 8,2% no quarto trimestre e de 3,1% no primeiro de 2009 – um acumulado trágico.

Parte desse queda deveu-se às exportações de bens e serviços (-16%). Na ponta positiva, houve aumento de atividade no setor de serviços e de consumo de famílias e também no setor de serviços. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: ,
09/06/2009 - 09:33

PIB cai menos que o esperado

Do IBGE

PIB tem redução de 0,8% no 1º trimestre de 2009, em relação ao 4º trimestre de 2008 na série com ajuste sazonal

Ainda na comparação do primeiro trimestre de 2009 com o último de 2008, na série com ajuste sazonal1, a maior redução ocorreu na indústria (-3,1%), seguida pela agropecuária (-0,5%), enquanto os serviços apresentaram elevação de 0,8%.

Em relação ao primeiro trimestre de 2008, o PIB teve queda de 1,8%. O valor adicionado a preços básicos reduziu-se 1,5%; e os impostos sobre produtos apresentaram retração de 3,3%.

Na taxa acumulada nos quatro trimestres terminados em março, o crescimento do PIB foi de 3,1% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

O Produto Interno Bruto a preços de mercado chegou a R$ 684,6 bilhões no primeiro trimestre deste ano, sendo R$ 584,6 bilhões referentes ao valor adicionado a preços básicos e R$ 100,0 bilhões aos impostos sobre produtos. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: , ,
07/06/2009 - 08:57

O economista do bom senso

José Roberto Mendonça de Barros tem uma qualidade rara nos analistas econômicos, nesses tempos em que ou proliferaram cabeções ou fiscalistas de ideias fixas e com escassa capacidade de análise da realidade.

Na entrevista dada ao Estadão, ele destaca:

1. Possibilidade de recuperação da economia a partir do terceiro trimestre, voltando ao ritmo (modesto) de 3% ao ano, que será mantido no ano que vem. Com as quedas nos trimestres anteriores, PIB próximo a zero este ano.

2. Recuperação comandada pelo consumo e pelo setor habitacional. José Roberto detectou o grande entusiasmo do setor com os planos habitacionais anunciados.

3. Dá por encerrada a recessão brasileira, mas dependendo de fatores externos. E acredita que os mercados estão exagerando nas apostas de final da crise, principalmente devido ao brutal aumento do endividamento dos estados. Em caso de volta da crise, sozinha a China não segura a peteca.

Clique aqui

Há uma boa diferença entre os irmãos Mendonça de Barros. José Roberto é o analista, Luiz Carlos o operador. Como tal, a tendência do Luiz Carlos é sempre radicalizar tendências de curto prazo. Agora, está na ponta do mercado que aposta na marolinha.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: , , ,
26/05/2009 - 10:05

Petróleo barato afeta Rússia

Economia russa desliza para baixo

A economia da Rússia se contraiu fortemente em abril – diminuindo 10,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior – afirmou o vice-ministro Andrei Klepach. Os dados vieram quando os funcionários foram citados como dizendo que a Rússia teria um déficit orçamentário equivalente a 9% do PIB em 2009, acima de uma previsão anterior de 7,4%. A economia da Rússia vinha crescendo graças aos elevados preços do petróleo, que culminou em cerca de US$ 147 o barril no verão passado. Mas, desde então, o preço do petróleo, uma dos principais bens exportados, caiu mais da metade do preço. A acentuada queda na economia em abril veio após os números das Estatísticas do Estado Federal mostrarem que a produção caiu 9,5% nos primeiros três meses, na comparação ano a ano.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia Tags: , , ,
18/05/2009 - 11:09

Focus aponta queda no PIB

Do Guia Financeiro

Prognósticos mostram queda de 0,49% no ano

Os agentes do mercado financeiro reduziram pela segunda semana consecutiva os indicativos referentes ao crescimento da economia brasileira. Segundo o relatório Focus, as estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) ao fim deste ano passaram de -0,44% para -0,49%, em um sinal de que a crise externa vai comprometer de forma considerável o ritmo do país. Para 2010, contudo, os números seguem em 3,50% há 11 semanas.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: ,
29/04/2009 - 10:53

Corrupção e PIB per capita

De Eduardo Giuliani

Luis,

Fiz uma análise sobre o assunto com os índices da Transparency International (www.transparency.org).

A correlação entre o índice e o PIB/cap (em PPP) é muito forte, demonstrando que a corrupção decresce consistentemente com o aumento do PIB/Cap. Alguns pontos fora da curva são Itália e Taiwan, que possuem um nível de corrupção mais alto do que seria de esperar no nível de desenvolvimento que estas economias se encontram.

A análise mostra também que a corrupção não afeta a taxa de crescimento da economia. Muitas economias com altos índices de corrupção apresentam fortes taxas de crescimento.

O Brasil está bem na curva, podendo-se até dizer que nossa corrupção está abaixo do esperado. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção Tags: , ,
08/04/2009 - 08:50

A economia, segundo a CNI

As avaliações sobre a economia brasileira lembram a história do copo meio cheio ou meio vazio.

Ontem a CNI (Confederação Nacional da Indústria) soltou seu relatório “Indicadores Industriais”, com dados até fevereiro. Aí está olhando a metade vazia. indicadores

Em cima dos dados do relatório, é possível se ter a esperança de que se pode ter chegado ao fundo do poço. Mas os dados ainda são muito díspares, de setor a setor, para uma conclusão mais taxativas.

De qualquer modo, vale para se entender como comparar séries estatísticas. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia, Sem categoria Tags: , ,
12/03/2009 - 09:42

O PIB e as comparações relativas

Por Sérgio Troncoso

Olha o barato das notícias. Na mesma coluna tem a ruim e a boa. O cidadão comum…bóia,rsrsrs.

IBGE: emprego na indústria tem pior queda desde 2001

O emprego na indústria brasileira caiu 2,5% em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior – pior resultado desde 2001, quando começou a série histórica, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com dezembro de 2008, o recuo foi de 1,3%, com ajuste sazonal – a quarta redução seguida nesta base de comparação.

Com o resultado de fevereiro, o acumulado do emprego industrial em 12 meses caiu para 1,6% – o menor patamar desde setembro de 2007, quando o indicador acumulou alta de 1,5% nos 12 meses imediatamente anteriores.
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FGV: produção industrial de SP deve subir 5% em fevereiro

O Sinalizador da Produção Industrial de São Paulo (SPI) cresceu em fevereiro pelo segundo mês consecutivo, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. O indicador – que visa indicar a tendência da indústria no mês – subiu 5% com ajuste sazonal sobre janeiro, para 118,2 pontos.

Em janeiro, a alta havia sido de 5,7% e em dezembro o indicador havia despencado 13,5%. O indicador é elaborado em conjunto com a AES Eletropaulo.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: , , , ,
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