<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Luis Nassif &#187; ombudsman</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/tag/ombudsman/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif</link>
	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Nov 2009 16:00:51 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>O ombudsman e a ficha falsa de Dilma</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/o-ombudsman-e-a-ficha-falsa-de-dilma/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/o-ombudsman-e-a-ficha-falsa-de-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 13:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ficha Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[ombudsman]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31477]]></guid>
		<description><![CDATA[Do Ombudsman da Folha
É SIMPLES SABER SE FICHA É FALSA
  Pela quarta vez, volto ao tema da reportagem de 5 de abril em que reprodução de suposta ficha criminal da ministra Dilma Rousseff dos tempos da ditadura foi publicada.

Depois de a ministra ter contestado  que a ficha fosse autêntica, o jornal reconheceu não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Ombudsman da Folha</h2>
<h3><span style="font-size: medium"><strong>É SIMPLES SABER SE FICHA É FALSA</strong></span></h3>
<p><span style="font-size: medium"><strong> </strong></span> Pela quarta vez, volto ao tema da reportagem de 5 de abril em que reprodução de suposta ficha criminal da ministra Dilma Rousseff dos tempos da ditadura foi publicada.</p>
<p>Depois de a ministra ter contestado  que a ficha fosse autêntica, o jornal reconheceu não ter comprovado sua veracidade. Considerei insuficientes as  justificativas para os erros cometidos  e sugeri uma comissão independente  para apurá-los e propor alterações de  procedimentos para evitar repetição.</p>
<p>A Redação, no entanto, considerou a  averiguação encerrada. Na semana retrasada, a ministra me enviou laudos  por ela contratados que atestam a falsidade do documento.</p>
<p>Ao noticiar a existência dos laudos  no domingo, o jornal, em termos tortuosos, sugeriu que ainda há dúvida  sobre a fidedignidade do documento  porque o original cuja reprodução ele  publicara não foi examinado.</p>
<p>Se a <strong>Folha</strong> quer mesmo esclarecer o  assunto, é simples: deve identificar a  fonte que lhe enviou eletronicamente  a ficha (assim, o público avaliará sua  credibilidade) e instá-la a fornecer o  documento original para exame de  peritos isentos e pagos pelo jornal.</p>
<p>Só isso elucidará o caso, embora para leitores especializados em artes  gráficas, nem seja necessário. Alguns  me mandaram material convincente  para comprovar a fraude.</p>
<p>Um deles, André Borges Lopes, diz que &#8220;trata-se de falsificação tão grosseira que qualquer técnico do departamento de arte do jornal poderia detectar os indícios de fraude em cinco minutos de análise&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/o-ombudsman-e-a-ficha-falsa-de-dilma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>48</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Folha, Blog da Petrobras e MBC</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/14/folha-blog-da-petrobras-e-mbc/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/14/folha-blog-da-petrobras-e-mbc/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 17:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[MBC]]></category>
		<category><![CDATA[ombudsman]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31099]]></guid>
		<description><![CDATA[Da Folha
CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA
ombudsman@uol.com.br
Muito barulho por quase nada 



A reação de muitos veículos, jornalistas e entidades  ao blog da Petrobras foi claramente despropositada 


NINGUÉM precisava ter lido o  blog da Petrobras para perceber problemas na reportagem publicada no sábado, dia 6, sobre as relações entre a empresa e a  entidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3><strong><span style="color: #000080;font-size: xx-small">CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA</span></strong></h3>
<p><strong><a href="mailto:ombudsman@uol.com.br">ombudsman@uol.com.br</a></strong></p>
<h3><span style="font-size: large"><strong>Muito barulho por quase nada </strong></span></h3>
<table border="0" width="250">
<tbody>
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /><strong><em>A reação de muitos veículos, jornalistas e entidades  ao blog da Petrobras foi claramente despropositada </em></strong><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>NINGUÉM precisava ter lido o  blog da Petrobras para perceber problemas na reportagem publicada no sábado, dia 6, sobre as relações entre a empresa e a  entidade MBC (Movimento Brasil  Competitivo).<br />
Expressei assim, na crítica diária  que faço das edições deste jornal,  minha reação inicial ao deparar-me  com a chamada de capa dada a ela:  &#8220;Francamente, não vejo relevância  na informação de que verba da Petrobras foi para ONG que tem seu  presidente entre os membros do  conselho para que ela esteja na primeira página&#8221;.<br />
Meu argumento era que em geral  a presença de pessoas que ocupam  cargos de prestígio em conselhos de  organizações como o MBC é apenas  simbólica. Como o próprio texto da  reportagem informava, o presidente  da Petrobras nem participa das reuniões do MBC.</p>
<p>Concluí que &#8220;a contratação do  MBC pela Petrobras pode merecer  críticas, ser denunciada, por diversos motivos. Pelo fato de que Dilma  Rousseff e José Sergio Gabrielli participam nominalmente do conselho  da ONG, não&#8221;.</p>
<p>A publicação de cartas do presidente do MBC e da gerente de imprensa da Petrobras no &#8220;Painel do  Leitor&#8221; de segunda-feira confirmou  minhas impressões e foi suficiente  para eu (e muitos leitores) fechar  juízo de valor sobre o caso.<span id="more-31099"></span><br />
Ao longo da semana, a relação entre a Petrobras e o MBC foi deixada  de lado (o que parece confirmar a  sua pouca relevância) e o debate, injustificadamente histérico, se concentrou na criação do blog Fatos e  Dados pela estatal.</p>
<p>A Petrobras e qualquer entidade  ou cidadão têm o direito indiscutível  de criar quantos blogs, sites, jornais  ou publicações de qualquer espécie  que quiserem. Se ela deseja tornar  públicas todas as perguntas de jornalistas que receber, também não há  nada que a impeça nem legal nem  eticamente (em especial se deixar  claro a quem se dirigir a ela que vai  fazer isso).</p>
<p>Não faz sentido a Petrobras querer editar o conteúdo dos veículos de  comunicação. Mas não há problema  em ela tornar público material que  seja cortado durante o processo de  edição feito por esses veículos.</p>
<p>A reação de muitos jornalistas, veículos e entidades à iniciativa foi claramente despropositada. Se alguém pode sair prejudicado pela decisão de revelar as questões de jornalistas antes da publicação das reportagens a que se destinam é a própria empresa, como seu recuo nesse ponto deixou claro: se as pautas exclusivas deixam de ser exclusivas porque a fonte as revela ao público, o mais indicado para quem as produz é não ouvir essa fonte antes de publicar a reportagem.</p>
<p>Do episódio, só há a lamentar que  tenha sido mais lenha para atiçar a  fogueira do conflito sectário que envenena o ambiente político nacional  em prejuízo de todos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/14/folha-blog-da-petrobras-e-mbc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>52</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Da série ombudsman sofre</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/23/da-serie-ombudsman-sofre/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/23/da-serie-ombudsman-sofre/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 10:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[ombudsman]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29007]]></guid>
		<description><![CDATA[Atualizado
Nos comentários daqui, algumas críticas ao que se considerou postura inibida do ombudsman da Folha Carlos Eduardo Lins da Silva, ao comentar as grosserias contra Dilma e Marta, no Blog do Josias, e a grosseria contra Fábio Konder Comparato e Maria Victor Benevides, no Painel do Leitor.

Aliás, apenas uma vez, que me lembre, li um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Atualizado</h2>
<p>Nos comentários daqui, algumas críticas ao que se considerou postura inibida do ombudsman da Folha Carlos Eduardo Lins da Silva, ao comentar as grosserias contra Dilma e Marta, no Blog do Josias, e a grosseria contra Fábio Konder Comparato e Maria Victor Benevides, no Painel do Leitor.</p>
<p>Aliás, apenas uma vez, que me lembre, li um absurdo de uma carta de leitor ser alvo de um ataque no próprio jornal. Foi quando escrevi a O Globo, rebatendo acusações de Ali Kamel e o jornal permitiu que Kamel respondesse, agredindo da forma como se sente bem: sem direito a tréplica.</p>
<p>No caso da Folha, o comportamento foi idêntico. Só que o ombudsman tinha um pequeno grande problema pela frente: o autor da resposta era o próprio diretor do jornal, Otávio Frias Filho e suas idiossincrasias profundas.</p>
<p>O mero registro do episódio pelo ombudsman já é suficiente para que tenha cumprido com sua missão:</p>
<h2>Do ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva</h2>
<p>Duas opiniões que mobilizam muitos leitores</p>
<p>Já me referi aqui ao escopo do trabalho do ombudsman, que não abarca as opiniões publicadas pelo jornal, em editoriais, colunas ou artigos.</p>
<p>O ombudsman se atém aos aspectos técnicos, factuais, comprováveis, verificáveis. Opinião é como religião, time de futebol, convicção ideológica: cada um tem a sua e nenhuma é melhor que outra.</p>
<p>Mas, talvez porque, como ensinava Spencer, a opinião é determinada em última análise pelos sentimentos, não pelo intelecto, ela mobiliza manifestação de muitos leitores.</p>
<p>Esta semana, duas motivaram pelo menos 115 mensagens. Sem entrar no seu mérito opinativo, vou tratar de ambas.</p>
<p>Um post de blog do Folha Online trazia no título as palavras vadias e vagabundas acima de foto em que apareciam Marta Suplicy e Dilma Rousseff. Pareceu-me uma insinuação de mau gosto e insultuosa.</p>
<p>Um editorial com referência ao regime militar brasileiro provocou cartas publicadas no &#8220;Painel do Leitor&#8221;.</p>
<p>Resposta da Redação a duas delas na sexta foge do padrão de cordialidade que julgo essencial o jornal manter com seus leitores.<span id="more-29007"></span></p>
<h2>Por Fernando Gomes</h2>
<p>Em 01.12.2008, passei a receber a FOLHA, acompanhada de um carnê de pagamentos e um convite para voltar a ser assinante. Durante os 45 dias em que recebi o jornal, realizei uma profunda reflexão da nossa trajetória em comum: do casamento ao divórcio.</p>
<p>Começamos em 1978, quando me transferi para SP. Impossível ir ao cinema sem ler o Orlando L. Fassoni (onde anda?), ou deixar de ler diariamente as colunas da página 2 (Cláudio Abramo, Samuel Wainer, Dines e Cia.). Era obrigatório. As colunas eram recortadas e circulavam dentro de pastas, de mesa em mesa. A Ilustrada era um deleite. Por ali tivemos o Diaféria, Rangel, Tarso de Castro e seu Folhetim, enfim, um jornal identificado com o público jovem.</p>
<p>Mudei-me para o MS, e por 4 anos nos afastamos. Voltei a assinar morando no interior de Goiás. éramos apenas 80 assinantes na cidade, nos efervescentes anos de 1987 a 1990. Só ia dormir após o jornal chegar, entre 22 e 23 horas, ou etão ficava 3 dias sem aparecer e chegava tudo de uma vez.</p>
<p>Em 1989, eleições diretas. Apesar do Paulo Francis, o casamento resistiu. O primeiro tranco foi quase imperceptível. Os figurões começam a deixar o jornal e a redação é invadida por um bando de garotos. A Folha era jovem, vibrante, e contraponto ao pesado e vetusto ESTADÃO. Essa era a imagem a ser vendida.</p>
<p>Com o tempo, a relação começou a se desgastar. Cada vez mais se percebia a presença de uma terceira pessoa na relação. De &#8220;rabo preso com o leitor&#8221;, o jornal começa, lentamente, a ficar de rabo preso com o futuro Diretor de Redação.</p>
<p>A gota dágua, o rompimento da relação, foi em 21.04.2001. Feriado, passei na banca como de hábito, comprei o jornal e fui para o meu botequim preferido para uma cerveja. Tudo ia bem até chegar à página A-5: um anúncio de 1/4 de página, &#8220;matéria paga&#8221;, a reprodução da coluna do Cláudio Humberto (que a FOLHA tanto combateu), a respeito da então separação da Marta/Eduardo Suplicy. Depois de uns minutos de total perplexidade, amontoei tudo e joguei no lixo. Desde então, a FOLHA e eu nunca mais nos entendemos e o jornal nunca mais viu o meu dinheiro.</p>
<p>Mudei eu ou mudou a Folha? Como e porque um jornal que era a minha referência toma um rumo desses? A edição de domingo era imperdível: o suplemento MAIS, que eu colecionei por vários anos e uma certa coluna, sobre música, que saía no caderno Dinheiro, assinada por um jornalista de economia. A Folha era tão legal que brindava seus leitores com esses presentes aos domingos.</p>
<p>A imprensa está passando por uma crise sem precedentes. Muitos jornais irão morrer nos próximos 10 anos (vide blog do Pedro Dória) e ninguém pode garantir quem vai sobreviver. Enquanto isso, a FOLHA opta pelo tiro no pé.</p>
<p>Se formos relacionar os excelentes profissionais que foram afastados da Folha nos últimos 15 anos, por estarem em desacordo com o big boss, a lista é norme.</p>
<p>O que o Diretor de Redação faz tem nome: Gestão Temerária. Se o Conselho Editorial não tomar providências, o futuro da publicação será bastante incerto.</p>
<p>Como alternativa, resta sempre a opção suicida dos brindes. Termina aum começa outro. Vou sugerir uma jogada de marketing para a Folha e não vou cobrar nada por isso. Nada de brindes como CDs, enciclopedias e afins. Como cada banca de revistas tem uma geladeira, a promoção seria a seguinte: compre a Folha durante a semana e tome uma cerveja em lata. Aos domingos, promoção em dobro: um jornal por 2 latas de cerveja. Até eu volto a comprar.</p>
<p> </p>
<h2><strong>Por Rui Daher</strong></h2>
<p><strong></strong><span style="font-weight: normal">REPRODUZO MENSAGEM QUE ENVIEI AO OMBUDSMAN DA FOLHA E A SUA RESPOSTA:</span></p>
<p>Prezado Carlos Eduardo,</p>
<p>Depois de mais de 30 anos como assinante da FSP, decidi interromper a assinatura do jornal. Até alguns anos atrás pude ser grato ao amadurecimento intelectual que a Folha me proporcionou. Sobretudo no período plúmbeo que, agora, em editorial, o jornal classifica como brando. Nem tanto me importa o termo utilizado, apenas um exercício redacional de parva criatividade, mas sim suas justificativas desrespeitosas e prepotentes a quem com ele se incomodou. Há um processo na Folha que caminha, cada vez mais, distante da ética, da neutralidade e da inteligência opinativa. Nada que seu passado permitiria vislumbrar. Não tenho a menor necessidade de, pela leitura, compactuar com seu sensacionalismo econômico, sua descarada, mas enrustida, opção política e com a exiguidade crescente de suas matérias informativas. A mim, por certo, farão falta alguns colunistas. À empresa sei que não farei falta. Pouco representa um leitor no universo da publicação. Apenas, sinto-me aliviado. Continuarei assinante do “Valor” que, apesar de ter a Folha como acionista, sempre mostrou uma admirável e equilibrada linha editorial.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Caro Rui:</p>
<p>Lamento sua decisão e lhe agradeço pelos comentários, que estou encaminhando para os responsáveis pela direção do jornal para que os levem em conta.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/23/da-serie-ombudsman-sofre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>78</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
