09/11/2009 - 07:00
Por S.I.Soares
Olá, Nassif, boa tarde. Com o calor e as novidades, parece que o clima só tende a esquentar. Estou mandando um artigo do LA JORNADA do Mexico, a respeito do acordo EUA – Colombia.
Também uma reportagem da La Semana, Colômbia, a respeito do acordo.
Segundo o LA JORNADA, o Pentágono aprovou as bases pois facilitariam a intervenção em países não alinhados com os EUA.
O LA SEMANA aborda o acordo em si e todo o seu contéudo, pelo menos o exibido para agradar ao público.
Na verdade é uma ingerência externa num país vizinho, que permitirá livre trânsito de equipamento e pessoal, bem como sujeitará todo o pessoal das bases a leis estrangeiras, no caso as americanas, num verdadeiro curral colonial como há alguns séculos não víamos por aqui.
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04/11/2009 - 08:08
Por Roberto São Paulo/SP
04/11 – 07:09 – EFE/Último Segundo iG
Washington, 4 nov (EFE).- O presidente Barack Obama completa hoje hoje o primeiro ano desde a vitória que o levou à Presidência dos Estados Unidos, com duas guerras abertas, crise econômica e um novo golpe dos republicanos, que venceram na terça-feira as eleições na Virgínia e em Nova Jersey.
Para o primeiro presidente afro-americano da história dos EUA, não haverá celebrações e seu programa de trabalho inclui apenas uma viagem ao estado de Wisconsin, onde pronunciará um discurso sobre educação.
Além dos golpes eleitorais, o primeiro ano desde sua histórica vitória eleitoral surpreende Obama em meio à busca de uma nova estratégia para o conflito no Afeganistão e uma pronta decisão sobre se envia ou não mais tropas a esse país.
As pesquisas também mostram uma queda da popularidade de Obama, que chegou a 70% quando ele assumiu a Presidência, em janeiro deste ano, é agora é de cerca de 55%.
A popularidade foi impulsionada pela promessa de fechar no prazo de um ano a prisão de Guantánamo, propiciar um acordo de paz para o Oriente Médio, assim como seus anúncios de que um plano de estímulo conseguiria tirar o país da recessão…………….
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Tags: Obama
19/10/2009 - 15:02
Por Paulo Cezar
Noticia veiculada pela EFE e devidamente contorcida pela FSP, sugere invasão da nossa soberania :
“Presidente Obama anuncia interdição aérea contra narcotráfico no Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira (16) a interdição aérea de aviões que poderiam transportar drogas ilegais sobre território brasileiro. Em uma “determinação presidencial” dirigida aos departamentos de Estado e de Defesa, o líder assinalou que a interdição “é necessária devido à extraordinária ameaça que representa o tráfico de drogas à segurança dessa nação”.
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Tags: Brasil, narcotráfico, Obama
14/10/2009 - 08:34
Coluna Econômica 14/10/2009
Qual será a política diplomática dos Estados Unidos, na era Obama, em relação à América Latina? O Observatório Político Sul-Americano, do Instituto de Pesquisas do Rio de Janeiro, analisou quatro think tanks (grupos de análise) influentes dos Estados Unidos: do Brookings Institution, do Council on Foreign Relations, da Americas Society e do Council of the Americas e da FLACSO (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociais).
O tema central – no apanhado desses quatro institutos – é a questão energética. Os estudos apontam, algo assustador, para o fato do consumo norte-americano depender em 30% da América Latina, mais do que os 20% importados do Oriente Médio.
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Tags: América Latina, Brasil, coluna, Diplomacia, EUA, Obama, Política
13/10/2009 - 07:00
Por Marco
Nassif, falando em intrigas midiáticas, parece que a Casa Branca enfim declarou guerra ao canal Fox News!! Inclusive já o chama de extensão do partido republicano ou um “partido de opsição” e não mais como um “canal de notícias”
Mais sobre isso pode ser conferido no site do New York Times, aqui: clique aqui.
O bicho tá pegando por lá.
Quem sabe alguém do Palácio do Planalto não se inspire e também comece a nomear os bois daqui….
Comentário
A matéria entrevista Anita Dunn, porta-voz da Casa Branca, que é clara:
“Como eles estão empreendendo uma guerra contra Barack Obama e a Casa Branca, não precisamos fingir que esta é a maneira que as organizações de notícias legítimas se comportam”.
Segundo um executivo da Fox (que falou em off) a orientação dada pelo presidente da empresa era a de “não brigar com pessoas que gostam de lutar” – tática extraordinariamente similar à da revista Veja.
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Tags: Fox News, Mídia, Obama, Política
09/10/2009 - 07:39
Por Reginaldo
Obama, Nobel da Paz
Está cada vez mais desacreditado este prêmio. O que Barak fez para merecê-lo? Ou não havia concorrentes com melhores contribuições?
Teria sido melhor deixar sem premiado este ano. Nesta toada, há grande chance de um dos próximos laureados ser Osama bin Laden!
Do Último Segundo
09/10 – 06:33 , atualizada às 07:24 09/10 – Redação com agências internacionais
OSLO – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é o ganhador do Prêmio Nobel da Paz 2009, anunciou nesta sexta-feira o Instituto Nobel da Noruega, por seus “esforços extraordinários por reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.
O Instituto Nobel quis também reconhecer especialmente sua visão de um mundo sem armas nucleares.
O presidente dos Estados Unidos criou um “ambiente novo para a política internacional. Graças a seus esforços, a diplomacia multilateral recuperou sua posição central e devolveu às Nações Unidas e outras instituições internacionais seu papel protagonista”, assinalou o Instituto em Oslo.
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Tags: Nobel, Obama, paz
15/09/2009 - 08:19
Do Último Segundo
Nos últimos dias, o presidente Barack Obama está sendo colocado à prova. Passado o tempo da graça – o período inicial de governo, quando a popularidade está no máximo -, segue-se o do início do descrédito, quando as expectativas (sejam quais forem) não são atendidas. É esse segundo tempo que serve para separar estadistas de governantes comuns.
Dois dos maiores desafios de Barack Obama são a reforma do setor de saúde e do sistema financeiro. Com a popularidade em queda, na semana passada ele conseguiu adesão da opinião pública à reforma da saúde, com um discurso vigoroso.
Ontem foi a vez de enquadrar o sistema financeiro norte-americano. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Novo Modelo
Tags: Obama, reforma financeira, Wall Street
28/08/2009 - 15:21
Por Chato Feliz
Não é sobre o tema exatamente, fala sobre a perda de credibilidade da imprensa (pasmem !!!!) americana. É uma coluna do Caio Blinder de hoje, e digo que é das melhores colunas que eu já lí dele. Vale a pena ler pessoal…
Clique aqui.
Tal lá como cá ?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Caio Blinder, EUA, Mídia, Obama
24/08/2009 - 10:06
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Now playing: 03-ilusion-de-mi-vida-palomita-blanca
via FoxyTunes
Por Chato Feliz
Sobre a campanha republicana contra a reforma da saúde por Obama, aqui vai o link de uma coluna deliciosa de ler do Lucas Mendes:
Excelente.
20/08 – 08:24 – BBC Brasil
A minoria americana bem informada, inclusive conservadora, sabe que a saúde do Estados Unidos é pior do que a de qualquer país rico. Na escala da ONU, a qualidade da assistência médica dos EUA aparece em 37º lugar, embora o país gaste o dobro e até três vezes mais por cabeça do que qualquer país europeu e o Japão.
Os gringos têm mais doenças e vivem menos do que os outros ricos. Não há como fabricar este número.
E a saúde aqui não mata só a população. O governo freou a indústria americana quando já estava com um pé na cova, mas todas empresas e quem faz seguro individual pagam preços absurdos por qualidade duvidosa.
Quase metade das falências do ano passado foi atribuída a custos com saúde. E pior. Se você é rico ou político influente, o serviço é da melhor qualidade. Um dos meus filhos sentiu uma dor muito forte do lado direito da cintura e às 23h fomos para a emergência do hospital. Depois de 2 ou 3 horas para ser admitido, os médicos começaram uma série interminável de exames. Menos de 12 horas depois, frustrado com os exames sem definição e pelo cenário, fugiu do hospital. Mas não da conta: US$ 21 mil.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde
Tags: EUA, Lucas Mendes, Obama, Saúde
23/08/2009 - 16:06
Por Luiz Eduardo Brandão
Bom artigo hoje da correspondente do Estadão nos EUA, Patrícia Campos Mello, sobre a sinuca de bico em que o Obama parece ter se metido na questão da reforma da saúde. Obama está, por ora, perdendo por pontos a peleja. Mais precisamente 15 pontos nas últimas semanas, que foi quanto ele caiu dos 60% de confiança aos 100 dias de governo para os 45%, hoje. A queda é resultado de uma eficiente campanha de desinformação movida pelos republicanos, com o apoio de parte da mídia. A tal desinformação, como mostra a Patrícia, usa e abusa das mentiras mais deslavadas. Os neocons inventaram até que o Obama está querendo criar um “comitê da morte”, que decidiria, de olho no caixa do tal Medicare, se os velhinhos continuariam sendo tratados de doenças caras para o Tesouro, ou se iam para a cova, caso não tivessem recurosos para bancar o tratamento. E por aí vai. A campanha fez efeito. A matéria está aqui:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090823/not_imp423182,0.php
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: Lula, Medicare, Obama, pré-sal
02/08/2009 - 08:49
Rubens Ricupero analisa a agenda Obama, que não é nem multilateralismo nem multipolarismo, mas agenda de parceiros. E reclama do fato do Brasil não ter se posicionado como potência ambiental, assumindo a liderança do tema no mundo. A ideia do “soft power” brasileiro se manifestar como potência ambiental é bem interessante.
Da Folha
O Brasil e a Agenda de Obama
Rubens Ricúpero
A MARCA principal da estratégia de Obama não é o multilateralismo nem o multipolarismo, mas a multiplicação de grupos de parceiros para lidarem com os problemas complexos de uma agenda renovada.
Não se trata de multilateralização, a ênfase em organizações como a ONU, o Fundo Monetário e a Organização Mundial de Comércio, todas necessitando reformas que nem começaram. Tampouco é multipolarismo, o reconhecimento de polos, isto é, centros de poder dotados de hegemonia regional sobre os vizinhos. Do tipo das coalizões de geometria variável dos anos 1990 ou do G20 dos nossos dias.
O que se quer é criar parcerias com países que aportem contribuição de recursos próprios para resolver desafios, não a suposta capacidade de coagir vizinhos menores. A ideia é reunir grupos de países capazes de agir juntos para tratar de questões espinhosas incapazes de solução em assembleias numerosas e heterogêneas.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia
Tags: Brasil, Obama, potência ambiental
27/07/2009 - 13:20
Do Estadão
Ben Self: estrategista de campanha na internet; Americano que ajudou a criar a campanha online de Obama acha que, sem mobilizar as pessoas, a internet não é eficaz
Julia Duailibi
Inspirados pela experiência da campanha presidencial americana de 2008, os partidos políticos que disputarão a corrida de 2010 começaram a olhar para a internet com mais atenção. Marqueteiros ligados tanto ao PSDB como ao PT estão de olho na Blue State Digital (BSD), empresa americana que criou a estratégia na rede para a campanha de Barack Obama a presidente dos Estados Unidos.
Ben Self, um americano de Kentucky, de 32 anos, é um dos jovens rostos por trás da bem-sucedida, e excessivamente elogiada, campanha online que ajudou a levar Obama à vitória. Fundador da BSD, ele ajudou a formatar a estratégia que arrecadou nada menos que US$ 500 milhões via internet. Foram obtidas cerca 6,5 milhões de doações online – uma média de US$ 80 por doação -, o que criou um novo paradigma sobre financiamento de campanha nos EUA e no mundo.
Continua
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internet
Tags: eleições, Obama, Twitter
22/07/2009 - 09:17
Os desdobramentos da crise norte-americana não são promissores.
Clique aqui para um conjunto de matérias sobre o tema.
1. Houve uma mudança definitiva de padrão de consumo dos norte-americanos. Mesmo que a economia volte a crescer, o trauma da perda de riqueza certamente vai levar pelo menos uma geração para ser superada.
2. No meio do terremoto, todas as ações são válidas, até arrebentar com as contas públicas. O fato de se ter um novo presidente cria um mar de expectativas favoráveis. Depois, a demora em se obter resultados vai minando essa popularidade.
3. A grande influência do poder financeiro fez com que grande parte da ajuda se destinasse à recomposição dos bancos, não necessariamente a injetar liquidez na economia. Se não interfere na ponta (o consumidor ou a empresa endividada), se não se recompõe seu passivo, de nada adiantará bancos salvos, com clientela sem condições de contrair crédito.
4. O desafogo no setor financeiro reduziu as pressões por medidas mais severas contra a especulação. Os fundos hedges estão de volta e o câmbio brasileiro já sente a pancada, devido à irresponsabilidade continuada da política monetária do governo Lula.
5. Em breve o fantasma da inflação será agitado – tanto nos EUA quanto aqui – para justificar elevação dos juros.
Em suma, há risco de 2008 ter sido apenas o primeiro estertor do modelo, não o último.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: bancos, crise, FED, Obama
04/07/2009 - 07:48
Interessante a lógica de Paul Krugman sobre os desdobramentos político-econômicos da crise, nos EUA, comparando com a dos anos 30. E mostrando inúmeras semelhanças com o que ocorre no Brasil.
1. Programas de estímulo ao emprego, importantes mas insuficientes.
2. Demora natural em recuperar o ritmo anterior e oposição se prevalecendo disso para exigir resultados imediatos e procurando se aproveitar dos problemas.
3. Esforço anticíclico do governo federal sendo atrapalhado pela reacomodação fiscal de estados e municípios.
4. Mercado levantando o fantasma da inflação. Foi esse pânico com uma inflação improvável que matou o New Deal de Roosevelt, ao levá-lo a aumentar os juros em 1937.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: 1929, crise, Krugman, Obama, Roosevelt
22/06/2009 - 13:07
Da Agência Dinheiro Vivo
INTERNACIONAL: Presidente do FDIC contesta Obama
A proposta feita pelo presidente norte-americano Barack Obama de aumentar os poderes do Federal Reserve foi alvo de críticas por parte de outras autoridades.
De acordo com o jornal britânico Financial Times, a presidente do Conselho Federal de Segurança dos Depósitos (FDIC na sigla em inglês) Sheila Bair acredita que o FDIC deveria ter seus poderes aumentados, ao invés da autoridade monetária. Pela nova proposta, o FDIC seria subordinado ao Fed e não mais uma agência do mesmo grau de importância.
“Nós obviamente queremos o poder de decisão. Temos o mesmo grau de exposição que o Fed aos riscos financeiros. Este é um assunto institucional, não uma questão de personalidade”, concluiu.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: FDIC, FED, Obama
18/06/2009 - 10:36
Há muita retórica e pouca medida divulgada, sobre os planos de Barack Obama de nova regulação do sistema financeiro norte-americano.
Alguns pontos já divulgados:
1. No caso de carteiras lastreadas em recebíveis (um fundo comprando as contas a receber de uma empresa), obrigatoriedade de manter 5% dos ativos em carteira, para prevenir eventuais inadimplências.
2. Obrigatoriedade das instituições de aumentar o capital, consolidar os balanços das empresas coligadas e acabar com a zorra do mercado de balcão (títulos vendidos sem passar pelos sistemas eletrônicos, sem esquemas de compensação).
3. Ponto importantíssimo: obrigação fiduciária dos consultores de investimento. Aí se entra em um ponto central. O consultor que passar informações incorretas será penalizado da mesma maneira que alguém do sistema bancário que traia a confiança do seu cliente.
4. Regras de remuneração para os executivos.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo
Tags: Obama, reformas
18/06/2009 - 07:30
Por Roberto São Paulo/SP
Agência Estado, divulgado pelo Último segundo do IG, 17/06/2009 – 13:46
Fed terá superpoderes de regulação
………..O Fed passa a ser o principal responsável pela prevenção de crises financeiras e vai monitorar as maiores instituições, exigindo maiores reservas de capital para os grandes bancos. Segundo Obama, o Fed será um regulador sistêmico, que poderá atuar com bancos e entidades financeiras não bancárias. E o governo terá poder para dividir as instituições consideradas “grandes demais para quebrar”, como a seguradora AIG.
“Wall Street parece ter memória curta, não se lembra de quão próximos estivemos do abismo”, disse Obama ontem em entrevista à TV Bloomberg. “Nós estamos apenas limpando a bagunça que foi feita.”………………
……..”Falta de supervisão e lacunas na regulação permitiram a bancos e entidades financeiras não bancárias se engajarem em riscos enormes, que puseram em perigo a economia americana e contribuíram para recessão no mundo”, disse Obama ontem.
Ele afirmou ser necessário atualizar o sistema regulatório, que não é reformado desde os anos 30. “Vamos criar uma série de regulamentações fortes, e espero que o Congresso as aprove rapidamente”, disse……………………
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/06/17/fed+tera+superpoderes+de+regulacao+6782938.html
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: FED, Obama
17/06/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 16/06/2009
O grande desafio de Barack Obama começa agora: como redefinir a governança no setor financeiro, para impedir a repetição da crise que quase leva de roldão a economia mundial.
Tem um ponto a seu favor: a crise ainda não acabou. Há um estoque de problemas remanescentes exigindo cuidados adicionais. Se o pior da crise tivesse efetivamente passado, não haveria espaço político para mudanças.
***
Para tanto, Obama terá que mexer no coração do sistema de poder que dominou a economia capital no século: o Federal Reserve, o Banco Central norte-americano e o sistema de interesses que o rodeia. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: FED, Obama, sistema financeiro
16/06/2009 - 10:20
O modelo de saúde americano é um dos nós mais intrincados de política pública, para Obama deslindar.
Não alcançou a universalização, tornou-se excessivamente oneroso – US$ 2 trilhões por ano -, ao contrário de modelos mais bem sucedidos no Canadá e na Inglaterra.
Há um conjunto de problemas a serem enfrentados. Um deles, a questão das ações judiciais milionárias contra erros médicos. Esse procedimento levou ao encarecimento da medicina, pela necessidade de seguros contra erros cada vez mais onerosos, e uma extrema precaução, que tornou os médicos reféns dos exames de laboratórios.
O encarecimento dos planos de saúde afastou pessoas físicas e pequenas e médias empresas, inviabilizou algumas grandes empresas e representa a face mais visível do fracasso das políticas sociais em tempos de neoliberalismo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Educação
Tags: EUA, Obama, Saúde
05/06/2009 - 11:45
Em 2002, em pleno fervor patriótico que abriu espaço para os falcões de Bush, lembro-me de ter escrito sobre os movimentos do pêndulo. Haveria a radicalização, negócios seriam feitos, vidas seriam perdidas.
Mas a verdadeira luta contra o terror e as guerras somente se daria após o esgotamento desse ciclo. Simplesmente porque a única maneira de enfrentar a barbárie seria atuando sobre suas raízes: as injustiças contra os palestinos, simultaneamente ao reconhecimento do direito de Israel de ter segurança, a incompreensão em relação a outras culturas e religiões que não as Ocidentais, a cooperação ecumênica contra a miséria.
Enfim, tinha-se o terreno preparado para o aparecimento de um Estadista. Mas nem sempre estadistas estão à mão para aproveitar as circunstâncias oferecidas.
O discurso de Obama, aproximando-se do mundo muçulmano, oferece inúmeras possibilidades para a construção de um mundo novo, multipolar.
É importante historicamente, por dar um ponto final à era Bush e ao seu conceito de “eixo do mal” – que conseguiu impactar não apenas a diplomacia mundial mas abrir espaço para toda espécie de aleijão moral pudesse expor seus preconceitos, homofobias e desequilíbrios. Aliás, esse impacto indireto dos grandes discursos globais é pouco avaliado.
Depois, por ser um capítulo relevante em um momento em que a crise global divide o mundo entre os isolacionistas e os integradores. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo
Tags: Irã, muçulmanos, Obama
02/06/2009 - 14:25
Por vanda
Do El Pais
El presidente estadounidense habría propuesto al mandatario brasileño según fuentes cercanas a las dos presidencias
JUAN ARIAS – Río de Janeiro – 02/06/2009
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia
Tags: Banco Mundial, Lula, Obama
02/06/2009 - 10:07
Análise diferente de Robert Reich, ex-Secretário do Trabalho dos Estados Unidos, sobre a ajuda do governo à General Motors, em artigo republicado pela Folha (clique aqui).
Diz ele que a GM é inviável, que haverá um ajuste estrutural no setor no qual ela não terá lugar.
Segundo ele, não haveria como a GM ajudar nesses propósitos. O governo poderia ter gasto melhor os recursos públicos ajudando as comunidades que dependem da GM a se revitalizarem de outras formas.
Há dois eleitorados em questão: os que querem preservar empregos e os que querem que o mercado se incumba do problema. A proposta da Obama visaria contentar a ambos. O resgate, diz ele, é apenas uma forma de dar tempo à economia para assimilar o fim inexorável da montadora.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: General Motors, Obama, Robert Reich
23/05/2009 - 11:02
Por Andre Araujo
A indicação de Tom Shannon para Embaixador dos EUA no Brasil foi um ato de inteligência por parte do Presidente Obama. As duas princiapais Embaixadas americanas na America Latina, México e Brasil, foram durante todo o Governo Bush ocupadas por indicações da Casa Branca e não do Departamento de Estado, isto é , amigos de Bush e não diplomatas de carreira. Para o México Obama manteve a praxe e indiciou Carlos Pascual, nascido em Cuba, que trabalhou no Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca e na USAID, em substituição a Tony Garza, uma celebridade, amigo de Bush, filho de pais mexicanos, casado com Marisun, a mulher mais rica do México, dona da cerveja Corona. O indicado Carlos Pascual recebeu criticas em Washington porque não conhece nada do Mexico, sendo que na USAID era especialista em paises devastados por desastres, o que não pegou bem no Mexico. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia
Tags: embaixada americana, Obama, Shanon
18/05/2009 - 11:54
Por Carla
Queria que você visse este relatório da Harris Interactive sobre a popolaridade de vários líderes europeus e mundiais. É interessante ver onde foi parar o Lula, Tabela 1. CLique aqui.
A enquete foi feita na Europa e nos EU.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional
Tags: lideres globais, Lula, Obama
06/05/2009 - 12:26
Por Andre Araujo
Esta em curso a remontagem da diplomacia americana para a America Latina dentro do Governo Obama. O Subsecretario de Estado para o Hemisferio Ocidental, que trata desde o Canada até a America do Sul, Tom Shannon, diplomata de carreira, será Embaixador na Argentina. No seu lugar assume Arturo Valenzuela, chileno-americano que já teve passagens anteriores pela Subsecretaria, como Subsecretario Assistente no Governo Clinton, de quem tambem foi Assistente Especial.
No Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca, na sua Divisão Latino Americana, cargo que ja foi de Bill Perry e Tom Shannon, vai Luis Restrepo, colombiano-americano. A indicação de Shannon para Buenos Aires, na cota do Departamento de Estado, significa que a Embaixada no Brasil ficará na cota da Casa Branca, como tem sido desde os Embaixadores Danilovitch e Sobel. Portanto para Brasilia virá uma indicação politica e não de carreira. Se fosse de carreira Shannon teria preferencia, é um dos poucos diplomatas americanos desse nivel que fala português e conhece bem o Brasil. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia, Sem categoria
Tags: América Latina, Diplomacia, Obama
26/04/2009 - 10:31
No bom material produzido pelos jornalões paulistas (clique aqui para ler um apanhado), alguns destaques.
O primeiro, a entrevista de Wilson Tosta, do Estadão Rio, com o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): História, Novo Mundo
Tags: cem dias, Obama
26/04/2009 - 10:13
Por weden
Na matéria do Estadão (Portal) “Audácia marca largada de Obama”, há uma questão que fica de fora: o enterro da cultura neocon.
Aliás, as discussões eminentemente econômicas da crise atual ocultam seriamente o deslocamento dos valores culturais e filosóficos que vêm se dando, com o fim do pensamento único.
A matéria citada acima poderia ganhar o título “Obama, os 100 dias que enterraram a cultura neocon”
Na era neocon (aprofundada por Bush) falar em líderes populares era falar em ditadores sanguinários; usava-se a expressão Eixo do Mal, dividindo o mundo entre bonzinhos e satânicos (os opositores aos EUA, lógico); condenar Guantânamo e os métodos da Guerra do Iraque era coisa de defensores de terroristas.
No Brasil, o neocon fez escola: Veja e seus pitbuls (e seu neomakartismo de difamação de tudo que parecia-lhes de esquerda), Ali Kamel e a negação do racismo, Olavo de Carvalho com seu desdém em relação ao que ele chamava de “queridinhos de ongs” (negros e indígenas), Arnaldo Jabor chamando de atrasados todos que duvidavam do neoliberalismo. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Costumes, Mídia
Tags: Brasil, neocon, Obama
18/04/2009 - 08:58
É inacreditável a capacidade de errar continuamente desse pensamento neocon que assolou a imprensa. De repente, até jornalistas experientes entraram nesse papo furadíssimo do Foro São Paulo, das comparações indevidas com a Venezuela, a Bolívia, ressuscitando o fantasma da revolução cubana, justamente quando o regime agoniza.
O que o Marco Aurélio Garcia levou de críticas, o que se criticou a diplomacia brasileira por esse meio campo com os vizinhos turbulentos.
Se os neocons de araque não tinham discernimento sequer para não confundir água na fervura com endosso, menos ainda para perceber as grandes linhas que sucederiam ao fim do ciclo bushiano, da criação do “eixo do mal”.
Agora, nas falas de Obama e Lula, na Cúpula das Américas, a percepção geral da importância da coexistência, a volta do conceito da autodeterminação dos povos. E a constatação – já por governantes europeus, como Sarkozys – sobre o papel determinante do país para manter a estabilidade política na região andina.
Comentário
Por exclusivo espírito corporativista – admito – não pesquisarei nem publicarei artigos dos colegas sérios, que, por oportunismo, foram na onda da nata da malandragem neocon.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia
Tags: Cuba, Lula, Obama
13/04/2009 - 13:20
Por paulo frança
Isso é História!
Obama suspende restrições sobre viagens e remessas a Cuba13 de abril de 2009 • 11h40 • atualizado às 12h55 (faltou o link)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, decidiu nesta segunda-feira suspender as restrições às viagens e aos envios de remessas a Cuba, declarou um alto funcionário do governo. Obama deu ordens aos Departamentos de Estado, do Tesouro e do Comércio para que comecem a eliminar estas restrições e facilitar as comunicações com a ilha.
As medidas foram acompanhadas por um apelo ao governo de Cuba para que não interfira nas remessas de dinheiro e produtos. Segundo o funcionário, o objetivo da iniciativa tomada hoje é “apoiar o desejo do povo cubano de determinar seu próprio destino”. A partir de agora, as pessoas que quiserem poderão enviar remessas e ajuda humanitária à ilha. Também foi suspenso o veto a produtos como sementes e artigos para pesca.
As remessas poderão ter como destinatário qualquer cidadão de Cuba, com exceção de funcionários do regime. A medida já tinha sido prevista, após a visita de parlamentares americanos a Cuba. Ainda que, antes mesmo da decisão oficial, republicanos tenham criticado a postura do presidente e dos deputados democratas. “Eu e muitos outros estamos desapontados com membros do Congresso que viajaram até um país totalitário”, disse o republicano Chris Smith ao USA Today.
A democrata Barbara Lee, uma das que visitaram Cuba, chegou a fazer elogios a Fidel Castro. “Ele é um homem muito esperto, muito amável”. Já o democrata Bobby Rush disse que ouvir Fidel falando é “quase como ouvir um velho amigo”. Jaime Suchlicki, diretor do Instituto para Estudos Cubanos e Cubano-Americanos, da Universidade de Miami, disse que ele está chocado com tais declarações vindas de parlamentares. “É uma desgraça”, declarou ao USA Today.
Por Andre Araujo
Não é tanta novidade.. Remessas de dinheiro para Cuba foram permitidas já no Governo Clinton, continuaram no Governo Bush e depois foram dificultadas por desentendimentos com o Governo de Cuba. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo
Tags: Cuba, embargo, Obama
07/04/2009 - 10:03
Um bom artigo de Thomas Friedman, no The New York Times, sobre a política do possível de Barack Obama
A grande e ousada aposta de Obama,
publicado no Estadão.
Começa citando Roosevelt, para quem o combate à crise não tem fórmula pronta e exige uma experimentação ousada e persistente. Compara com as iniciativas de Obama, a quem classifica de grande experimento.
Depois, mostra a importância de se equilibrar de forma pragmática entre as diversas forças políticas americanas:
“Da esquerda, Obama é atacado por uma atitude excessivamente baseada no mercado e não se curvando à simples inevitabilidade da nacionalização de bancos insolventes. Da direita, por uma intervenção excessiva do governo e por não deixar as forças do mercado agirem. Minha opinião é a seguinte: o pacote de Obama representa a soma do que era minimamente necessário para impedir uma ruptura sistêmica, o que era politicamente possível com um Congresso que não estava disposto a soltar mais um centavo para salvar Wall Street, e o que era operacionalmente preferível – neste momento -, uma estratégia que não exigisse nacionalizar o Citigroup & Amigos”.
Membros da equipe de Obama dão a receita:
“Se você está certo de que precisa fazer alguma cirurgia radical – nacionalizar os bancos -, faça-o o quanto antes. Mas se achar que pode haver uma opção e que a nacionalização lhe trará outros problemas, e acreditar que o Congresso não vai lhe dar mais nenhum centavo, então tente outras coisas primeiro”.
A ideia é conter a crise, criar um clima otimista para, no segundo tempo, tentar aprovar leis mais radicais.
“Como disse o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, à ABC News: “Se chegarmos a este ponto” – em que mais recursos são necessários – “iremos ao Congresso e faremos a melhor defesa possível e os ajudaremos a compreender por que será mais barato no longo prazo agirmos agressivamente”.”
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: Obama, Plano 2
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