05/11/2009 - 10:34
Por Roberto São Paulo/SP
05/11 – 04:02 – Agência Estado, Último Segundo do iG
A taxa de câmbio está em um nível que tende a prejudicar o crescimento econômico no médio prazo, disse o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.
Ao falar a investidores e empresários em Nova York, ele acrescentou que há possibilidade de adoção de mais medidas para reduzir a valorização do real e reconheceu que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também está ajudando na arrecadação……………
……………. Barbosa disse que o governo “está satisfeito” com os efeitos da adoção do IOF para a entrada de capital estrangeiro nas aplicações em renda fixa e variável no Brasil, já que reduziu a pressão sobre o real. Ele, no entanto, avisou que outras medidas relacionadas ao câmbio podem ser adotadas.
Barbosa reiterou, porém, que o “câmbio é flutuante” e nenhuma medida teria o objetivo de torná-lo fixo……………
…………….Aos jornalistas, Barbosa explicou que a arrecadação gerada pelo IOF deve auxiliar no front fiscal para que “sejam mantidos estímulos já implementados”, mas procurou destacar que este foi um “efeito colateral” do tributo, uma vez que o propósito era conter a valorização da moeda……….
………O secretário acrescentou ainda que a valorização do real está empurrando a inflação para baixo e ponderou que, apesar da aceleração do crescimento, o índice está dentro da meta do governo.
Segundo ele, será possível ver queda do juro real no Brasil, mesmo se houver aumento do juro real no mundo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo….
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo
Tags: câmbio, Nelson Barbosa, taxa de equilíbrio
19/09/2009 - 10:00
A crise econômica permitiu o aparecimento de uma grande vocação pública: o economista Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
Do governo, é o economista com melhor visão, com foco nos pontos relevantes e nos pontos vulneráveis do modelo econômico, além da capacidade operacional demonstrada nas medidas anticíclinas do ano passado e na capacidade analítica de perceber os desdobramentos da crise.
Aqui, uma entrevista ao Estadão onde vai no centro da vulnerabilidade da atual política econômica: a questão exportadora.
Do Estadão
Nelson Barbosa: secretário de Política Econômica; secretário afirma que a palavra que entra na agenda do País agora, após a freada global, é competitividade
Adriana Fernandes e Fabio Graner, BRASÍLIA
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: crise, exportação, Nelson Barbosa
15/09/2009 - 09:05
Em momentos de volatilidade, não há nada mais difícil do que a visão correta sobre o cenário econômico. Em fases de estabilidade, até o professor de Deus acerta, porque basta rodar o modelito e repetir mecanicamente os resultados.
Em momentos de corte, não basta o conhecimento das estatísticas. Há a necessidade de conhecer os mecanismos microeconômicos, de desenvolver uma intuição apurada, de juntar na cabeça uma miscelânea de dados, não necessariamente quantificáveis, mas fruto de uma combinação raríssima de conhecimento com intuição.
Em dois momentos da história recente do país, duas visões de cenário me impressionaram.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: Nelson Barbosa, Nelson Rocha, previsões
23/07/2009 - 09:00
Do Último Segundo
Afinal, qual a herança a ser deixada pelo governo Lula no campo fiscal: uma herança maldita, irreversível, ou apenas necessitando de ajustes de rumo? A economia atravessa um aumento nas despesas correntes como proporção do PIB e da arrecadação, em função da queda do PIB e da arrecadação.
Mas para Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o quadro está sob controle. Mas há uma lição de casa a ser tocada pelo restante do governo Lula e, principalmente, por seu sucessor.
***
O déficit primário da União tem a seguinte divisão:
1. 49% é transferência de renda, especialmente Previdência Social;
2. 27% é pessoal (ativos e inativos) e encargos sociais;
3. 19% é custeio
4. 5% é investimento
Continua
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Correção
As análises de Barbosa se referem ao gasto primário da União, não ao déficit primário, como acabei colocando.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica
Tags: Nelson Barbosa, política fiscal
12/07/2009 - 22:33
Atualizado
Por Alexandre Leite
Nassif, dê uma olhada nessa matéria:
Choque de ideias no Ministério da Fazenda
O repórter Ricardo Allan, do Correio Braziliense nos brinda com um bom e honesto debate sobre as políticas públicas desenvolvidas pelo ministério da Fazenda, a partir da posse do ministro Guido Mantega. Digo honesto, pois dá voz a todos os lados envolvidos e sem tentar ditar uma linha ideológica própria, deixa para o leitor a oportunidade de chegar às suas próprias conclusões. Jornalismo da melhor qualidade. Como leitor, destaco a afirmação do secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa, segundo a qual, “se é para os técnicos ditarem os rumos da política econômica, para que haver eleição?”
[...] Um deles (técnico do ministério) elogia a formação econômica de Nelson Barbosa, mas se queixa do nível geral da cúpula da Fazenda. “Essa equipe é a mais fraca que já vi aqui. O debate está muito pobre. Não adianta nem tentar argumentar. O pacote já vem pronto e a gente só fica sabendo no dia do anúncio. Antes, tínhamos um papel na formulação das medidas. Ninguém reclama abertamente para não ser perseguido”, revela.
[...]“Falar em interdição de debate hoje é brincadeira. O que eles chamam de debate interditado eu chamo de resultado democrático das eleições. O Brasil escolheu uma orientação e isso se traduz nas ações do ministério. Os funcionários da casa devem seguir as diretrizes do governo. Podem obviamente opinar, contribuir e divergir, mas no fim do dia vale a opinião do governo eleito”, rebate o secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa. Na visão dele, alguns funcionários estão desacostumados com a alternância de poder que deu fim ao “pensamento único” dominante na Fazenda por mais de uma década. “Se é para os técnicos ditarem os rumos da política econômica, para que haver eleição?” [...]
http://www.aleporto.com.br/blog.php?tema=6&post=1933
Comentário
Coisa de meus amigos paulistas. No Plano Cruzado houve a mesma coisa. Abriram mão de técnicos competentíssimos porque julgavam que eram alinhados com o governo anterior. Não entenderam que funcionário público é profissional, ainda mais em áreas de excelência, como a Fazenda. Havendo ideias e ordens claras, eles cumprem.
O Guido Mantega vai ter que acordar. Não dá para tocar projetos complexos tendo apenas dois oficiais (ainda que de alto nível): o Nelson Barbosa e o Nelson Machado.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
Tags: Guido Mantega, Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa
17/05/2009 - 10:08
Um dos pontos centrais para a próxima etapa da economia é a redução das taxas de juros que, pela primeira vez desde a criação do open market – lá pelos fins dos anos 60 – se aproximará das taxas de juros internacionais. Será uma revolução, uma realocação da poupança para áreas essenciais, como capitalização das empresas, infraestrutura, programas sociais.
Nelson Barbosa, do Ministério da Fazenda, tem sido até agora um dos analistas mais lúcidos dessa passagem, além de ter demonstrado segurança e capacidade operacional no desenho das medidas que ajudaram o país a reduzir os impactos da crise – e que poderia ter ficado na “marolinha” não fosse o Banco Central.
Aqui, uma entrevista dele ao Estadão.
Do Estado
”Juros continuarão a cair depois da crise”
Sérgio Gobetti, BRASÍLIA Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo
Tags: juros, Nelson Barbosa
22/03/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 22/03/2009
Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa tem sido o principal articulador das medidas anti-recessivas coordenadas pelo Ministro Guido Mantega.
Sua avaliação sobre o desenrolar da crise econômica é bastante realista.
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Ainda não é possível saber se o fundo do poço foi atingido, diz ele. O nível de atividade no primeiro trimestre pode cair ou ficar estável em relação ao ano passado. Depois, é possível que se estabilize no segundo (sempre em relação ao ano passado), comece a crescer no terceiro e a crescer consistentemente (isto é, em todos os setores) no quarto trimestre. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica
Tags: crise, Nelson Barbosa, recessão
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